13  Parada Gay da bahia acontece em 21 de setembro

Salvador, Bahia, sábado 23 de agosto de 2014 – Prevista, como de costume para o segundo domingo de setembro dia 14, a 13ª Parada Gay da Bahia foi adiada para o dia 21 de setembro, excepcionalmente, este ano.
O motivo da mudança de foi devido a proibição pela Fifa da realização de grandes eventos no mês de junho, época que ocorreram os jogos da copa do mundo.

O Grupo Gay da Bahia (GGB) cedeu à data de 14 de setembro, este ano, para a realização do Salvador Fest, evento que tradicionalmente acontece na cidade no mês de junho, prejudicado pela realização dos jogos.

O Salvador Fest reúne uma grande quantidade de bandas musicais e de acordo com a organização do evento houve uma grande dificuldade em sincronizar as agendas dos artistas que fazem parte do evento. “ Foi uma forma solidária de contribuir , se acontecem os dois eventos no mesmo dia, todos saem perdendo”, disse Marcelo Cerqueira presidente do Grupo Gay da Bahia.

No próximo ano, 2015, o evento volta para o seu lugar natural que é o segundo domingo de setembro.

Salvador, Bahia, quinta-feira, 14 de novembro de 2013 – Assessoria do GGB

Itamar Ferreira, vítima de crime homofobico.

Itamar Ferreira, vítima de crime homofobico.

Aconteceu na manhã dessa quarta-feira (14), na 15ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia, no bairro de Sussuarana, uma audiência de instrução do caso Itamar Ferreira Souza, 27 anos, estudante de produção cultural, encontrado morto na noite de 13 de abril deste ano, dentro de uma fonte luminosa na Praça do Campo Grande, centro de Salvador.

Na noite do crime, o estudante estava em companhia do eletricista Edmilson dos Santos, 42 anos, que, apesar dos graves ferimentos, teria se fingido de morto e foi conduzido por uma viatura da Polícia Militar até o Hospital Geral.

De acordo com informações da delegada Simone Moutinho, titular da 3ª Delegacia de Homicídios (BTS), Scarlet Lira Maia Gomes, 18 anos, Ricardo Souza, 25 anos, o então menor de idade Felipe de Souza Pinheiro, suposto namorado de Scarlet, e Anderson dos Santos Pereira, vulgo Índio, foram autores do ataque contra os dois.

No dia seguinte ao crime, a polícia prendeu Ricardo Souza e o menor Felipe de Souza Pinheiro. Scarlet Lira foi a terceira pessoa detida e identificada como coautores do homicídio que, na opinião do Grupo Gay da Bahia (GGB), teve forte motivação homofóbica e covarde por ser quatro contra dois. Anderson dos Santos Pereira, o Índio, que teve participação na morte, ainda não foi encontrado pela Polícia.

Ricardo Souza, que aguarda o julgamento na prisão, compareceu custodiado por dois policiais militares. Já Scarlet, que aguarda em liberdade, foi acompanhada da mãe, avó paterna, outros familiares e amigos que aguardavam impacientes o resultado do juiz. Comprovada a sua participação, ela poderia ir direto para a Casa de Detenção. Por falta de provas, a audiência foi interrompida e transferida para o dia 1º de abril de 2014. Para chegar a conclusão final, o juiz considerou importante ouvir as versões do “Índio” e  Felipe de Souza, agora com 18 anos, que por ser menor de idade na época do crime não pode ser responsabilizado, mas pode ser chamado em juízo para dar a sua versão.

Edmilson Santos, sobrevivente, prestou depoimento dando sua versão dos fatos, deixando a sala com a fisionomia visivelmente abalada por ficar de frente com o agressor. Edmilson desmentiu a versão de que eles estavam juntos bebendo em um bar no centro de Salvador. “Estávamos andando e entramos na Praça para urinar em uma das árvores”, disse o eletricista descartando qualquer tipo de envolvimento anterior com os agressores.

O GGB teve acesso à informação da audiência na noite de quarta-feira (13), por meio dos familiares da vítima. Marcelo Cerqueira, presidente da entidade acompanhou as quatro irmãs de Itamar por toda a manhã. Após audiência, Cerqueira e os familiares se prostraram frente ao Tribunal de Justiça à espera de Scarlet, porém ela não deixou o recinto com os familiares, aguardando que os familiares da vítima fossem embora. “Não vamos fazer nada com ela, só queremos que ela veja a gente aqui e saiba que vamos lutar até o fim para que a justiça seja feita”, disse uma das irmãs.

luana trans no forum

Salvador, Bahia, terça-feira, 22 de outubro de 2013 – por Assessoria do GGB.  Cerca de cinquenta mulheres trans e lésbicas   protestaram na tarde dessa terça-feira (22) em frente ao Fórum Ruy Barbosa, em Nazaré, contra decisão da Vara de Registros Públicos que, no inicio do mês, decidiu por indeferir o pedido de mudança de nome feito por Millena Passos, líder trans, assessora parlamentar e presidente da Associação de Travestis e Transexuais de Salvador (ATRAS). Inconformada com o fato de não poder usar o seu nome de acordo com sua condição social de mulher trans, Millena, recorreu à justiça para reparar uma situação que segundo ela causa-lhe muito constrangimento no seu cotidiano social.

Ostentando faixas e proferindo palavras de ordem pacificamente nos degraus da instituição, elas permaneceram das 15h até as 17h30, quando dispersaram. Durante o ato, fizeram discursos de repúdio à sentença contrária ao pleito de Millena Passos, o que, segundo ela própria, é um atraso rumo à cidadania das trans na cidade. “Justiça transfóbica, nega o direito de termos um nome nosso, de sermos pessoas humanas”, disse a líder trans.

O parecer levou em conta que, para requerer mudança de nome, o interessado deve primeiro ter realizado mudança de sexo. O Grupo Gay da Bahia (GGB) acredita ser irrelevante a pessoa ter feito mudança de sexo para requerer o nome civil, devendo ser considerada a condição social da pessoa que requer pertencer à categoria de gênero, vivenciada na pratica do cotidiano por essas mulheres e homens trans.

De acordo com jurisprudências existentes sobre a matéria, a intervenção é o último procedimento, decisão exclusiva da pessoa. “Antes da cirurgia, a pessoa deve passar por procedimentos psicológicos, endocrinológicos e o nome social é condição de pertencer o gênero”, explica Marcelo Cerqueira. Ele informou ainda que a mudança de sexo deve ser decisão da pessoa e tem como finalidade, caso necessário, ajustar o sexo anatômico ao sexo social e psicológico, ou seja, como a pessoa se apresenta na sociedade e como se sente psicologicamente, respectivamente.

Cerca de dezoito mulheres ingressaram na Justiça com pedido de mudança de nome civil. Nesta tarde, Luana Neves, esteticista, teve seu pedido atendido, podendo desde agora fazer uso do seu nome em documentos pessoais de identificação. Pálida, nervosa e muito feliz ela comemorou a decisão e agradeceu aos juízes que analisaram o seu pedido e deferiram favoravelmente. “Agora tudo fica mais fácil, especialmente para procurar trabalho”, declarou.

O evento organizado pelo GGB e ATRAS contou com adesão do Fórum Baiano LGBT, Coletivo Kiu, Beco das Cores, Movimento das Vadias, Núcleo de Gênero da Universidade Estadual da Bahia (DIADORIN/UNEB), representantes dos mandatos do deputado Marcelino Galo (PT), vereadores Carlos Suíca (PT), Fabíola Mansur (PSB) e Paullete Furação do Núcleo LGBT da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH).

Líder prostituta, Gabriela Leite morreu nessa quarta-feira no Rio de Janeiro

Salvador, BA, quinta-feira, 10 de outubro de 2013 – Assessoria do Grupo Gay da Bahia (GGB)

Gabriela Leite

Gabriela Leite

Faleceu nessa quinta-feira (10), ás 19h no Rio de Janeiro Gabriela Silva Leite (1951 + 1913) de acordo com informações de amigos o enterro acontece sábado próximo. Gabriela, como era conhecida pelo movimento social lutava contra um câncer na garganta e nós últimos messes passou internada em tratamento intensivo na capital fluminense, não resistindo ao agravo da doença faleceu, deixando filho e marido, companheiros que deram força para que ela pudesse fazer o trabalho de defesa da mulher prostituta.

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Parada Gay leva 1 milhão de pessoas as ruas em Salvador

Salvador, segunda-feira, 9 de setembro de 2013 De acordo com avaliação do Grupo Gay da Bahia (GGB) a 12ª Parada Gay levou cerca de 1 milhão de pessoas ao centro de Salvador neste domingo, (8) colorindo o centro cinzento da cidade com as cores do arco-íris. O evento que teve a cantora Daniela Mercury como … Continuar lendo

SEMINÁRIO! Confira as fotos do das mesas do dia 4 de setembro, quarta-feira.

Toca de tudo na 12ª Parada Gay da Bahia

Na festa da diversidade, todos os estilos musicais têm direito à cidadania. Os apreciadores da axé music,  reggae, pop music e música eletrônica poderão se divertir no desfile, ao mesmo tempo em que demonstram seu apoio à causa dos direitos LGBT.

Salvador, 30 de agosto de 2013 – por Assessoria do GGB.

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