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DANILO BITENCOURT: Opinião – Mensagem à Raphaela: As palavras que não tive tempo de te dizer…

Legenda: Raphaela e Danilo, foto arquivo privado do autor.
Salvador, Bahia, 16/11/18 – Descobre-se estranho. Não por si. Mas pelo outro e doí. Ver em outros olhos, sua caricatura. Quem entenderia tamanha loucura? Acreditar ser o que realmente se quer ser. Não lhe o que está (im)posto; pois, se desperta desgosto, nosso caminho é seguir do lado oposto. Lado que incomoda. Atirou-me na cabeça. Fim de festa. Se não deu pra ir mais longe, fui só mais uma, apenas essa satisfeita, mas longe do sonho que carreguei. Quem dera fosse o amor o sentimento que despertei!

São palavras tristes e chorosas, num momento de perda, mas que me proponho a falar de amor. Amor como sentimento vivo que conhecemos no caminhar da amizade, no cotidiano das risadas, dos compromissos, da luta por uma sociedade que nos entendesse, que nos respeitasse e nos enxergasse como humanos. O ódio, a ausência de políticas afirmativas, a exclusão, a alta vulnerabilidade, tiraram do nosso convívio, a nossa Raphaela!

Conheci Rafa, como carinhosamente a chamava, em 2011, quando retornei a Vitória da Conquista para assumir meu concurso junto à Prefeitura de Vitória da
Conquista. Ela era a primeira transexual funcionária da Secretaria de Desenvolvimento Social, atuando junto com o Programa Bolsa Família. Sua feminilidade, seu jeito sorridente, sua pele de jambo se destacavam naquele enorme salão. Foi ali que começou uma amizade e uma história de luta. Junto com Rafa, construímos a Assessoria de Diversidade Sexual, órgão que hoje é uma Coordenação de Políticas de Promoção da Cidadania e Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

De lá para cá, foram anos de luta para combater essa cultura bastante sexista, de negar ao outro a condição de sujeito de direito. A Prefeitura, na então
gestão do Prefeito Guilherme Menezes, alçou voos de reconhecimento nessa luta. E Rafa estava sempre lá comigo. Realizamos juntos duas conferências territoriais de Direitos LGBT; preparamos uma campanha publicitária para combater o estigma e o preconceito da sociedade em relação às travestis e transexuais, se tornando a primeira prefeitura da Bahia, entre os 417 municípios, a realizar uma ação comemorativa ao Dia Nacional de Visibilidade Trans.

Com Rafa, e sua luta junto às travestis e transexuais de nossa cidade, nos tornamos a terceira cidade do Estado a possuir decreto-lei que garante o uso do nome social de travestis e transexuais nos serviços prestados por qualquer órgão da Administração Pública Municipal Direta, Indireta, Autarquias, Fundações e nas instituições públicas de ensino.

Depois dessa experiência com Rafa junto da governabilidade municipal, vi Rafa se reconhecer como militante e defensora dos direitos humanos. Terminou seu contrato com a Prefeitura, foi fazer Serviço Social e se engajou na sua própria luta. Com nosso apoio institucional, fundou o Coletivo Finas pela Diversidade
Sexual, cuja finalidade principal foi agregar o maior número de pessoas, independente de sexo, orientação sexual, etnia, credo, convicções filosóficas,
condição social, para defender e promover o direito à liberdade da orientação sexual de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, homens e mulheres transexuais.
Tornou-se a primeira presidente do Coletivo e daí não parou. Levou o movimento LGBT de Conquista a ter visibilidade e assumiu a cadeira de representante das travestis e transexuais da Bahia no Conselho Estadual LGBT.

É essa Rafa que eu conheço. Não a que foi morta pela sociedade discriminatória e que não tem uma política adequada sobre drogas. Não quero a imagem da Rafa que, por inúmeros motivos, encontrou no uso e no tráfico, um alento e um respeito. Sabemos que o contexto do uso de drogas aparece desafiador para a saúde pública brasileira. Ao relacioná-lo com a população de travestis, faz-se necessário uma sistematização singular, pela vulnerabilidade característica desse segmento.

O uso de drogas se associa principalmente ao momento de saída da casa dos familiares, conforme ressalta as principais etnografias sobre travestis brasileiras. A situação das drogas já enquadra por si só uma complexidade de fatores que implicam em ações educativas, sociais, políticas, de segurança pública e de saúde. Quando somamos a essa complexidade as especificidades travestis, temos uma nova equação, também desafiadora.

Entre os desafios está a dimensão ideológica, que nos leva a pensar que a forma como dizemos e fazemos as práticas de prevenção e intervenção estão
longe de ser neutras e devem estar atentas ao contexto histórico e social da pessoa que faz uso indevido de drogas. E junto ao contexto histórico, há a importância em associar a dimensão ética reconhecendo os indivíduos em sua pluralidade, ou seja, evitando que julgamentos morais e familiares de certo e errado mascarem as ações e afastem o usuário de uma possível postura colaborativa.

No entanto, é fundamental que uma política integrada seja desenvolvida, para aumentar os repertórios de existência dessas pessoas, em termos de
educação, saúde e trabalho historicamente restringidos. O uso de drogas nos espaços de sociabilidade trans deve ser compreendido como um
potencializador da vulnerabilidade notória dessa população. Mas ligar drogas-travestis-prostituição seria favorecer o preconceito já marcado
o grupo. O que se enseja, portanto, é evidenciar o contexto bem como a precariedade das relações e das redes de proteção às travestis e transexuais para, então, considerar formas de minimizar os danos. Os resultados também vão ao encontro da Política Nacional e Estadual sobre Drogas, evidenciando a amplitude de ações que precisam ser demarcadas como a prevenção e atenção aos fatores de risco e proteção.

Por isso, nosso apelo é que Rafa não se torne mais um corpo estendido no chão. Revela-se aqui, mais uma vez, principalmente nas execuções de
travestis, a evocação de uma imagem da desordem urbana, em que a sexualidade aparece conectado à pobreza, ao tráfico e às favelas. Bandos que atacam carros, assaltam moradores, provocam arruaças. Embora sob protestos de alguns agentes da lei, travestis acabam sendo assassinadas sem que muito
se faça para esclarecer o caso.

Hoje foi Rafa. Mas os casos de execução chamam a atenção para a presença de diferentes hierarquias sociais no universo LGBT e, com isso, para a diversidade e complexidade das práticas LGBTfóbicas. Nesses casos, há uma clara confluência entre hierarquia de classe e gênero, já que as vítimas são normalmente travestis ou homossexuais pobres, envolvidos com prostituição ou moradores de bairros periféricos, que carregam o peso mais estigmatizante
da homossexualidade.

A indiferença policial na apuração da maior parte desses crimes parece encontrar eco nas representações negativas de travestis como homossexuais especialmente desajustados, de modo que sua morte, em geral em idade bem inferior do que a das vítimas de latrocínio, tende a ser tomada por policiais
como consequência de um modo de vida constantemente próximo da ilegalidade e que é recebida com poucas pressões, sobretudo familiares, por
sua apuração e por justiça.

O que se deve ter em mente, constantemente, é que a ideia fundadora de direitos humanos remete de imediato ao princípio fundamental de que todas as
pessoas possuem dignidade, inerente a sua condição humana que, independente de sexo, identidade de gênero, condição de saúde, raça, cor, língua, nacionalidade, idade, convicções sociais, religiosas, políticas,n preferências sexuais, todos e todas estariam igualmente habilitados a gozar
desses direitos.

Faltará tinta no dia que o céu for livre pra todos serem o que são. Cobertos pelo sol, sem nenhum tipo de opressão. Faltarão nomes pra descrever o mundo sem as misérias. O que sentimos, o que nos tornamos. O novo ser sem medo de viver. Faltará a falta que nos entristece que hoje enche o peito de vazio e fumaça. Mas digo, que com sua vida de luta, seu sorriso marcado em nosso coração, querida Rafa, não faltará amor, não faltará sonhos. O novo mundo se abrirá para o futuro, onde o presente dominará o passado e nossos corações enfim serão salvos. A você, Rafa, que nasceu pra ser sujeito, escolheu, decidiu, quis ser você mesma, um descanso eterno. A nós, lutar sempre. Somos guerreiras sobreviventes de mais um dia, no campo de batalha. Da vida. Do corpo. Da
alma. Ninguém solta a mão de ninguém.

Com saudades, Danillo Bitencourt.

Por Danillo Bittencourt
Mestrando em Relações Étnicas e Contemporaneidade – UESB
Pós-graduando em Direitos Humanos e Contemporaneidade – UFBA
Graduando em Pedagogia – UNIT
Bacharel em Comunicação Social – UESB

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BOLSONARO DEFENDE PENA MAIOR PARA QUEM AGREDIR LGBTs: O momento pede calma, solidariedade e atenção redobrada!

Salvador, Bahia, terça-feira, 30 de outubro de 2018. O Grupo Gay da Bahia (GGB), através do seu presidente Marcelo Cerqueira, passadas as eleições do segundo turno no Brasil, considera e orienta a população LGBT para acalmar os ânimos e atenção redobrada, por vários motivos, dentre ele a manutenção da paz e a vida acima de tudo para nós que integramos a população LGBT.

Consideramos que pela sensibilidade do momento atual precisamos acalmar os ânimos, redobramos o cuidado e a atenção em relação as agressões LGBTfobicas associadas ao presidente eleito Jair Bolsonaro. O presidente eleito no último dia 28 de outubro, falou com exclusividade aos jornalistas Bonner e Renata Vasconcelos do Jornal Nacional da Rede globo de Televisão no dia 29, segunda-feira.

Respondendo a jornalista o presidente eleito disse como vai tratar os crimes de violação de direitos, especialmente violações contra pessoas LGBTs. O presidente declarou que esses crimes serão tratados com vigor constitucional e normativo que temos a disposição da nossa arquitetura jurídica.

Portanto, pensamos que superadas, as eleições, devemos nos apoiar e quando atingidos com práticas de ódio ou qualquer tipo de violência devemos denunciar e buscar nossos direitos junto aos Órgãos Públicos de Defesa dos Direitos Humanos constituídos. Cobrar o cumprimento da Lei e da Constituição, inclusive ele defendeu isso.

Resolvi divulgar esse vídeo para que todos tenham conhecimento do seu teor, sobretudo para aqueles que estão praticando todo tipo de discriminação e violência seja por orientação sexual, por ser negr@, mulher, ou nordestin@s.

Espero que o Presidente eleito apoie a criminalização da LGBTfobia no Brasil.
O vídeo que apresentamos aqui foi editado pelo GGB priorizando a resposta concreta e o comunicado a nação brasileira. Por favor, veja a entrevista completa dos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcelos do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão pode ser apreciada na sua integra clicando aqui! https://www.youtube.com/watch?v=9v3-SvXptAU

Em entrevista ao JN prometeu respeitar a constituição

Vídeo completoAqui

Viva a vida ou Viva la muerte? Depende do teu voto!

 

Luiz Mott, Marcelo Cerqueira & Penildon Silva Filho! Salvador, sábado, 27/10/18.

“Viva la muerte!”, berrou um general fascista na Universidade de Salamanca, durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939), conflito que em três anos, provocou a morte de mais de 600 mil pessoas. Quem aplaude ou defende a morte, comete pecado mortal contra o 5º Mandamento da Lei de Deus, “não matar”!

Na contra mão da História e afrontando o princípio pétreo dos direitos humanos e constituições do mundo inteiro, o direito à vida é desprezado por um candidato a presidente no Brasil dos dias atuais. Eis que milhões de brasileiros, alegando não suportar mais a violência e desiludidos com a política, ameaçam entregar o comando do Brasil a um fascista confesso, que entre muitos outros absurdos, declarou: “o Brasil só vai melhorar quando nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro, fazendo o trabalho que o regime militar não fez: matando uns 30 mil. Se vai (sic) morrer alguns inocentes, tudo bem, tudo quanto é guerra morre inocente”.

Tentativa de homicídio é contravenção penal gravíssima, fazer apologia de genocídio é crime de lesa humanidade e quem vota num aspirante a ditador, torna-se cúmplice desse perigoso desequilibrado que ameaçou fuzilar os adversários políticos. O candidato fascista, em seu último comício na Avenida Paulista, prometeu aos opositores cadeia ou exílio, e neste momento crucial temos de decidir entre a vida ou a morte da nossa comunidade LGBT, representada por mais de 20 milhões de brasileiras e brasileiros agressivamente ameaçados por esse raivoso homófobo. Por isso, o Decano do Movimento LGBT Brasileiro e o Presidente do Grupo Gay da Bahia, que há uma década denunciam a homofobia de Jair Bolsonaro, declaram com toda força e convicção: votar no inimigo declarado dos negros, mulheres, LGBT, índios, é mais do que gritar “viva la muerte!”. É ser cúmplice da morte física e civil de todos nós! Não há outra solução: Haddad presidente!

Desde o processo de redemocratização, o Brasil avançou muito, reconquistando as liberdades democráticas contra um ditadura corrupta, que aumentou a desigualdade e a miséria em nosso país. Em 1988 promulgamos a Construção Federal que foi a mais avançada em nossa História e a qual precisamos defender para garantir direitos humanos e políticas sociais antes impensáveis, como o Sistema Único de Saúde, a Educação Pública, universal e gratuita e a Seguridade Social. Na década de 1990 conquistamos a estabilização monetária e nos anos 2000 aceleramos o crescimento econômico, a diminuição das desigualdades e da pobreza extrema e a ampliação de direitos humanos.

O governo Temer, senpre com o apoio de Bolsonaro, congelou os investimentos sociais em 20 anos, aprovou a reforma trabalhista e a terceirização desenfreada que retira direitos, e doou as reservas do pré Sal para as petroleiras estrangeiras.

Agora, além da perda de direitos, Bolsonaro quer radicalizar esse retrocesso de Temer com um regime ditatorial claramente homofóbico, misógino e racista. Seus apoiadores constituíram milícias que já estão aumentando a violência pelo Brasil inteiro, violência que ele disse que combateria, estimulando a violência política e dando uma amostra do que será o seu governo fascista: mais arrocho de salário e retirada de direitos, doação de patrimônio nacional às empresas estrangeiras e uma brutal repressão a nós, comunidade LGBT, mulheres, negros, nordestinos, participantes dos movimentos sociais, indigenas, do campo. Partiu dele a afirmação de que “as minorias se adequam ou desaparecem!”. E ninguém poderá dizer que não sabia, pois as ameaças foram feitas pessoalmente pelo próprio candidato fascista, em muitos vídeos.

Por isso pedimos o voto em HADDAD -13, que defende as pautas dos nossos movimentos sociais e cujo programa de governo aponta esse compromisso com a comunidade LGBT. Com Haddad teremos espaço para diálogo e um regime político que propiciará nossa existência e a nossa atuação, inclusive crítica e contestatória.

 Bolsonaro tá chegando, “corra você que  é viado”: adolescentes debocham de LGBT em vídeo.

 

Salvador, Bahia, quarta-feira, 10 de outubro de 2018, ás 09h00 – Do GGB

Está circulando nas redes sociais um vídeo com três adolescentes negros reproduzindo conteúdo LGBTfóbico, claramente  estimulados pelas idéias preconceituosas do candidato Bolsonaro, já que citam o nome do candidato a presidente do Brasil. O deboche dos adolescentes é preocupante e revelador de extremo preconceito, o que não ajuda na consolidação dos direitos humanos e da democracia no país.

 

O vídeo intitulado “Corra você que é viado” , no estilo hip hop, gravado na laje de uma casa de periferia, diz num dos trechos: “Bolsonaro tá chegando, vou lançar mais um recado, corra você que é viado” e na sequência um outro adolescente corre como se fosse “viado” ensaiando alguns passos de dança. As ofensas não param por aí: “ Bolsonaro tá chegando, vou lançar mais uma onda. Corra você sapatona, corra você sapatona”, o mesmo adolescente segue correndo como se fosse uma “sapatona”.

O Grupo Gay da Bahia (GGB)  lança um alerta aos  LGBT denunciando que tal vídeo faz parte de uma série de recentes manifestações LGBTfóbicas que agridem nosso segmento , seja fisicamente, seja espalhando o pânico e ódio contra nossa população, daí a necessidade urgente de nos prevenir e respondermos coletivamente contra tais ameaças. Estima-se que a comuidade LGBT representa cerca de 10% da população brasileira, mais 20 milhões de  sub-cidadãos que têm servido como bode expiatório e moeda de troca por políticos irresponsáveis. Muitas travestis, lésbicas e gays que já foram alvo  ou presenciaram tais ameaças ou agressões estão sofrendo de verdadeira síndrome do pânico, daí a urgência de conversarem e abrir negociação com os seus familiares para que unidos evitem se tornar a próxima vítima.

Segundo Marcelo Cerqueira, “após 38 anos de ativismo do GGB, fundado por Luiz Mott em 1980, nos deparamos face a essa situação atual extremamente tensa e preocupante, sofrendo esse crescente desrespeito aterrorizante e destrutivo, que destrói os laços de amizade nas comunidades e quebra o “contrato social” que deve nortear as normas de convivência.”

Ainda de acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB), o vídeo é preocupante especialmente em relação a má influência na (de)formação dos adolescentes. Existem duas hipóteses sobre a raiz dessa intolerância aos “viados e sapatonas”: ou tais jovens estariam o reproduzindo o que ouviram nas ruas ou nas mensagens preconceituosas de políticos ostensivamente homofóbicos, ou pior ainda, teriam  eles próprios desenvolvido discurso tão anti-social, e divulgando nas redes sociais estimulados pela cultura do ódio contra os LGBT, significando que já foram gravemente contaminados  pelo LGBTfobia cultural .

“Corra viado, corra sapatona” dá entender que se o LGBT ficar na presença do citado candidato, o mesmo que disse “prefiro meu filho morto do que gay”, corre-se risco de ser espancado ou perder a vida.

Os adolescente usam os termos xulos “viado e sapatona”sem nenhum constrangimento, expressões considerados estigmatizantes pelos LGBTs. O GGB respeitando o Estatuto da Criança e do Adolescente colocou tarja no rosto dos adolescentes preservando a imagem dos dois que aparecem no vídeo. Não existe no vídeo a possibilidade de poder identificar o local onde ocorreu a gravação, mas é em cima de uma laje de uma residência familiar, em algum lugar do Brasil. Curioso eles fazerem essa analogia com o candidato do (PSL).

Assista o vídeo.

 

Obras de arte com tema LGBT do artista Luiz Antônio Senna são destruídas por vândalos no centro de Salvador.

 

Salvador, Bahia, quarta-feira,3 de outubro de 2018, ás 21h00/ GGB

“O beijo” Rua Senador Costa Pinto, Bar Âncora. 

Batizada de “Só Amor” a exposição de arte urbana do artista baiano Luiz Antônio Senna Jr, acabou despertando o ódio de vândalos homofóbicos que destruíram todas as peças produzidas pelo artista, supostamente na tarde de terça-feira no centro da cidade, um dia após exposição ter sido inaugurada.

De acordo com o artista a exposição que usa técnica de fotografia lambe lambe impressa em papel alvura monocromado possui três quatros com doze imagens todas usam motivos homoafetivos mostrando casais LGBT em momentos de carinhos e afeto revelados no abraço, o beijo e as mão dadas. O trabalho tem finalidade estimular a utilização dos espaços públicos de identidade e diversidade nas grandes cidades, ao exemplo de Salvador.

As imagens foram reproduzidas nos tamanhos que variam de 1,90X0,95cm até 4,0X6,0mt e foram coladas em muros distribuídos pelas Ruas Chile, Carlos Gomes e Senador Costa Pinto, uma obra de 3,0X3,0mt intitulada “O beijo”, foi fixada em um muro ao lado do Bar Âncora do Marujo, Senador Costa Pinto, esta foi uma das obras destruída, pela altura o vândalo teve de se esforçar para dilacerar a parte do beijo, o que revela uma ação odiosa.

O artista identificou que o vandalismo se deu justamente em pontos afetivos das obras, que são os temas do trabalho, beijo, abraço e mãos dadas. “Não tenho dúvida que isso foi uma ação de homofobia, revelada, especialmente pelos pontos atingidos, essas imagens que são limpas, não possuem cunho erótico, acabaram despertando essa raiva contra nós e nossa arte urbana”, revelou Luiz Antônio Senna Jr, indignado com a destruição de suas peças, ainda, por seu auto retrato ter sido assinado pelo vândalo com a expressão “Só bala”. O artista adiantou que vai registrar Boletim de Ocorrência Policial e ainda vai apresentar Denúncia ao Ministério Público da Bahia/GEDEM/LGBT para que providências sejam tomadas em relação ao crime homofóbico.

O presidente do GGB Marcelo Cerqueira acredita que a expressão “Só bala” é muito preocupante. “Isso não é um recado somente para o artista, mas para toda a comunidade LGBT de Salvador e da Bahia. A LGBTfobia ao que parece está virando a norma na perseguição aos artistas e as artes LGBTs, precisamos sair do discurso das redes sociais e ocupar os territórios de identidades nas cidades”, disse Marcelo Cerqueira, informando que o simples ato de um casal LGBT andar de mãos dadas não deve ser motivo de nenhum constrangimento para ninguém.

As peças destruídas fazem parte de um projeto que reúne, artes plásticas, música e teatro em espaços de circulação de pessoas na cidade. O projeto foi vencedor do edital “Arte Todo Dia” da Fundação Gregório de Matos da Prefeitura do Salvador.

Luiz Antônio Senna Jr, “Só a raiva contra as artes LGBT justifica esse absurdo”. 

 

Confira as imagens danificadas.

 

Salvador recebe 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia neste domingo (9); confira a programação.

Banda Limusine se apresenta no palco a partir das 15h00

Salvador, quarta-feira, 5, de setembro de 2018.  Do GGB. Salvador recebe neste domingo (9), a 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia, que neste ano tem como tema “Abraço à Diversidade”. O Grupo Gay da Bahia fez uma programação musical democrática para divertir, entreter e claro, fazer ativismo cultural com a cara da diversidade. Aparada da Bahia pela sua variedade de atrações culturais é uma das mais qualificada do Brasil, ficando apenas atrás de São Paulo, que possui características particulares e se constitui como referência internacional pelo número de participantes.

 

Márcia Castro (foto) Werther Santana 

O evento tem início a partir das 11h, no palco “Braços Abertos Para a Diversidade”, no Campo Grande, sob o comando de Bagageryer Spilberg e Michelle Lorem, e coordenação de Sivaldo Tavares, com apresentação de artistas transformistas e atrações musicais. A partir das 15h00 Jocimar Santos.

 Acompanhe os horários das apresentações.

11h

Grupo vocal Black Boys

 

11h30

Drags

Rosa Moreno

Frutífera

Suzzy di Costa

Léo Vitar

Alehandra Dellavega

Nágila Goldstar

Fera Sunshine

 

12h40

Rainha Loulou e The Fabulous

60 anos de Madonna

 

13h

Duelo das divas (covers)

Scarlet Sangalo (Ivete Sangalo)

Bia Mathieu (Claudia Leitte)

Scher Marie (Daniela Mercury)

 

13h30

Cantora Cida Martinez

15h

Cantora Denise Correia

17h

Banda Limusine

19h – Cantora Márcia Castro e convidados. 

 

O presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, acredita que a cada ano é preciso qualificar o evento em relação às atrações. “Queremos produção, algo que conte uma história. Dessa vez vamos homenagear as Frenéticas”.

Ainda no Campo Grande, no Foyer do Teatro Castro Alves, também às 11h, será realizada a coletiva de imprensa da 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia, sob apresentação da jornalista Maíra Azevedo, onde será entregue o troféu do GGB: “Honra ao Mérito da Diversidade Cultural LGBT” a personalidades, órgãos públicos e entidades do movimento social, que se destacaram por suas relevantes contribuições à diversidade cultural LGBT, com a presença de autoridades, artistas, os contemplados do troféu do GGB, os padrinhos Julieta Palmeira e Fernando Guerreiro, e o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira.

Na ocasião, a soprano lírica Ana Clícia Ferreira fará uma apresentação acompanhada de viola, violino, violão e violoncelo. O Balé Teatro Castro Alves se apresentará juntamente com a cantora ao som da Suíte 2 “Rabanera”, da ópera Carmen, de Georges Bizet, seguida do clássico “Conserto Para Uma Voz Só”, de Saint-Preux, Paris, 1950.

 

Cortejo de trios

 

A abertura oficial do cortejo dos trios começa às 15h, sob o comando da atriz Márcia Andrade, com execução do hino nacional pela cantora Juliana Ribeiro, coroação dos padrinhos, discurso de autoridades e apresentação do Cortejo Afro, no trio oficial do GGB. Em seguida, o cortejo segue com mais sete trios levando muita música eletrônica e shows.

 

Trio do Diadorin (Núcleo de Gênero da UNEB). A professora Ivete Sacramento, magnifica, será homenageada pela criação do núcleo na sua gestão na reitoria da UNEB.

DJ Mauro Telefunksoul e convidados

Telefunksoul (foto)  arquivo do artista. 

Trio U.N.A

DJs Kelly Cooper, Magoo, Neres e Sasha Heels

 

Trio Leokret do Brasil

Giba e banda BateStaka ao som de sertanejo universitário

 

Trio da Boate Tropical

DJs e show de transformistas, dentre elas Lyza Bombom (SP)

Trio Aplicativo de Mobilidade  Uber

Gilmelândia

 

Os trios seguirão o seguinte trajeto: Campo Grande, Av. Sete de Setembro, Mercês, Piedade, São Pedro e Praça Castro Alves com retorno pela Rua Carlos Gomes, Senador Costa Pinto, Aflitos, até o Campo Grande, com término às 20h.

 

Ações sociais e de cidadania

O evento vai promover a testagem sorológica para detecção do HIV/Aids, sífilis e hepatites virais, além da distribuição de 20 mil preservativos.

Também será reciclado todo material plástico descartado durante o evento, que será transformado em bolsas, porta lápis e mochilas, distribuídos aos alunos das escolas municipais.

A Parada do Orgulho LGBT conta, este ano, com duas campanhas nas ruas, “Abrace à Diversidade” e “Orgulho em Letras Maiúsculas”, ambas desenvolvidas pela agência Propeg para o Grupo Gay da Bahia.

A realização da 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia é do Grupo Gay da Bahia (GGB), Quimbanda e CBAA, com apoio do Estado da Bahia, Prefeitura Municipal da Cidade do Salvador, Uber e Dois Terços.

GGB outorga Prêmio de ‘Honra ao Mérito da Diversidade Cultural LGBT’ na Parada da Bahia

Salvador, Bahia, 3 de setembro de 2018 – Do GGB

Amanda Leoa /UFC/MMA. Campeã mundial 

No próximo dia 9 de setembro, domingo, o Grupo Gay da Bahia (GGB) faz a entrega do Prêmio de “Honra ao Mérito da Diversidade Cultural LGBT” a personalidades, órgãos públicos e entidades do movimento social que se destacaram por suas relevantes contribuições à cidadania e diversidade cultural LGBT, promovendo a criação de climas favoráveis para o fortalecimento dos direitos humanos e democracia na Bahia e no Brasil. A condução dos trabalhos ficará aos cuidados do ator Gésner Braga.

Instituído em 2009, a entrega da honraria será realizada a partir das 11h30, no foyer do Teatro Castro Alves, no mesmo dia em que acontece a 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia. Nessa ocasião a soprano lírica Ana Clícia Ferreira fará uma apresentação acompanhada de viola, violino, violão e violoncelo. O Balé Sivaldo Tavares se apresentará juntamente com a cantora, ao som da Suíte 2 “Habanera” da ópera Carmen, de Georges Bizet, seguida do clássico “Concerto Para Uma Voz Só”, de Saint-Preux.

Entre os 28 homenageados que compõe a lista, estão o Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e População LGBT (GEDEM) do Ministério Público da Bahia, o Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), a Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM), o programa Mosaico Baiano, da Rede Bahia, o Esporte Clube Bahia e os atletas Amanda Nunes, a Leoa, e Acelino Popó de Freitas.

Nessa seleta lista constam ainda três instituições públicas de ensino superior que se destacaram por instituir a política de cotas para transexuais na graduação e pós: Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade Federal da Bahia (UFBA). Marcelo Cerqueira, presidente do GGB acredita que este é o momento para reconhecer essa abertura humanista que não é privilégio, mas política pública de inclusão social. “Essas pessoas merecem estímulo porque para muitas seria impossível, dada a cruel transfobia estrutural de nossa sociedade, vencer as barreiras e fazer carreira universitária, daí merecerem reconhecimento e políticas públicas específicas que tenham outras opções de trabalho além de prestação de serviços sexuais, como sucede com 90% das travestis”.

Entre os homenageados na área da saúde, está o Instituto Couto Maia, pela gestão humanizada da Dra. Ceuci Nunes e pela experiência positiva de parceria público-privada em gestão da saúde, pesquisa, atenção e serviços voltados às doenças infecciosas e HIV.

Confira os nomes dos agraciados:

1-Prefeitura Municipal do Salvador – SALTUR

Pelo apoio aos eventos da diversidade durante o carnaval de Salvador e à Parada do Orgulho LGBT da Bahia.

Senhor Isaack Edignton, presidente.

2-Secretária do Turismo do Estado da Bahia e Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia – Bahiatursa.

Pelo apoio logístico e institucional aos projetos da Parada do Orgulho LGBT da Bahia.

Senhor Superintendente Diogo Medrado.

3-Polícia Militar do Estado da Bahia

Pela participação em todas as Paradas e pelas estratégias de segurança em grande eventos.

Coronel Anselmo, Comandante Geral de Polícia Militar outorga MAJOR DENICE RONDA MARIA DA PENHA PARA SE FAZER PRESENTE NO EVENTO.

4 -Ministério Público do Estado da Bahia: Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e População LGBT (GEDEM)

Pela campanha e realização do Casamento Civil Coletivo, que possibilitou a união afetiva de diversos casais LGBT, que agora se sentem como núcleo familiares.

5-CEDAP – Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa.

Pelo seu trabalho de atenção especializada as pessoas com HIV/Aids, novas estratégias para a dispensa de medicamentos e adesão ao tratamento de pessoas que fazem a terapia do HIV. Premiação extensiva a toda equipe de infectologia.

Dra. Miralba Freire Ribeiro da Silva, médica infectologista e diretora presidente do CEDAP.

6-Universidade do Estado da Bahia – UNEB

Por ter instituído a política de cotas para pessoas travestis e transexuais, na graduação e pós graduação.

Representando o Magnifico Reitor Professor José Bites, a Professora Dra. Senhora Amelia Tereza Santa Rosa Maraux Pro-Reitora de Ações Afirmativas da Universidade Estadual da Bahia (Uneb).

7-Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)

Por ter instituído a política de cotas para pessoas travestis e transexuais, na graduação e pós-graduação

8-Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Por ter instituído a política de cotas para pessoas travestis e transexuais, na graduação e pós graduação na Universidade Federal da Bahia.

Representando o Magnifico Professor Reitor José Carlos Salles, a Professora Cassia Virgínia Bastos Maciel, Pró-Reitora de Ações Afirmativas e Assistência Estudantil.

9-Secretaria da Saude do Estado da Bahia: Instituto Couto Maia (Icom)

Pela parceria público-privada em saúde que possibilitou que o Couto Maia se transformasse em um instituto onde se pode fazer pesquisa, saúde e atender a população nas áreas que se propõe, entre elas a questão do HIV.

Dra. Ceucí Nunes

Senhor Alexandro Miranda Diretor da Rede Própria. 

10-Sr. Carlos Martins

Pelo trabalho à frente da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. Por seu empenho na instituição do Centro LGBT de Cidadania.

11-Fundo PositHiVo

Site na internet que possibilita não somente os contatos de informação e orientação, mas que indica caminhos para a autonomia das OSCs através do patrocínio independente do governo;

Senhor Edward MacRae.

12-Esporte Clube Bahia

Magnifico Senhor Guilherme Bellintani Presidente Esporte Clube Bahia.

Senhores Nelson Barros Neto & Tiago Cesar.

Agraciamento pela campanha “Não há impedimento”, primeira e única no Brasil voltada a diversidade nos esportes. Campanha, lançada em 17 de maio, Dia Internacional de Combate a LGBTfobia. Na gestão do Magnifico Presidente Guilherme Ballintanni do Esporte Clube Bahia, iniciou-se um bate bola com a Gestão da Diversidade nos Clubes de Futebol. Instituiu o “Núcleo de Ações Afirmativas” que tem a finalidade de fazer a gestão da Diversidade dentro e fora do clube com as torcidas. O título de magnifico é uma honraria conferida pelo GGB sendo usado pela primeira vez a se relacionar a Guilherme Ballintani, por sua coragem em fazer esse debate no futebol.

13- Amanda Nunes, a Leoa (UFC-MMA)

Revelação baiana, de Pojuca, lutadora UFC/MMA da Bahia para o mundo. A Bahia segue com ela e suas apresentações. O que que nos dá muito orgulho dessa mulher baiana cinturão do UFC Internacional.

Senhora Maria de Fatima Lourenço Nunes

14-Sr. Campeão Mundial Acelino Popó de Freitas

O campeão mundial que nos deu tantas alegrias falou publicamente em relação a LGBT e família, referindo-se ao seu filho, frisando que isso não faria com que ele deixasse de amá-lo como sempre amou até hoje, que deve ser um exemplo para as famílias e que não muda nada, não muda o amor, não munda o jeito de cuidar e de amar.

15-Programa Esporte Espetacular (Rede Globo): Produtora Imaginar

Programa do UFC/MMA que protagonizou as mulheres como lutadoras e a inserção feminina nesse esporte masculino.

https://globoplay.globo.com/v/6889561/

Senhora Vanessa Nunes.

14- Sra. Paula Lice, Diretora Teatral

Pelo desapertar do debate da questão da orientação sexual ainda na infância e juventude e pelo conjunto de sua obra.

15-Ator Kleper Reis

A exposição “CU É LINDO” é a revelação de um processo de cura, A CURA GAY. Elaborada em três capítulos – Gênesis, Pedagogia do Cu e A Cura Gay – a exposição relata a trajetória do Kleper no reencontro com as raízes, nas suas tecnologias de sobrevivência a dor e na cura da homofobia. Tendo como fonte as memórias e a leitura das imagens do inconsciente, o artista desafia em uma estética da existência. Uma jornada de libertação pela arte. Kleper é performer, artista visual e ator.

Senhor Kleper Reis 

Kleper Reis. Foto arquivo do artista.

16-Programa Mosaico Baiano (Rede Bahia)

O mosaico baiano já é parte de nosso sábado. Esse prêmio é apenas para reconhecer o trabalho de visibilidade através da televisão que ajuda construir e difundir uma imagem diversificada da população LGBT da Bahia para o mundo.

Senhor Alessandro Timbó 

17-Site Bocão News

Intempestivo, polemico, inquietante, investigador, nervoso, parceiro, questionar em busca da verdade. Esse é o Se Liga Bocão News.

Senhor Vitor Pinto

18-Sr. José Augusto Vasconcelos

Prémio em homenagem a Zé, da San Sebastian, entretenimento LGBT que instituiu na cidade um novo conceito em conforto e lazer para a população LGBT local e nacional. A Casa noturna com o mais alto padrão em qualidade de Salvador.

Senhor José Augusto Vasconcelos empresário – Boate San Sebastian!

19-Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB)

Pelo interesse em temas da diversidade, coberturas de eventos LGBT e por apresentar programas da TV Brasil com a temática da diversidade.

Senhor Flávio Silva Gonçalves, diretor.

20-Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM)

A Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM) atua em Salvador desde 1985 quando sua fundadora, Maria Conceição Macedo dos Santos, alugou os primeiros quartos para abrigar pessoas empobrecidas vivendo com o vírus HIV/AIDS, que tinham alta no hospital em que ela trabalhava como auxiliar de enfermagem, e lá permaneciam, por não terem para onde ir, uma vez que haviam sido rejeitados por seus familiares. Desde então, a IBCM passou a atender pessoas com o HIV/AIDS, fornecendo-lhes assistência, bem como desenvolvendo ações de prevenção e sensibilização social. Vive exclusivamente com doações e projetos.

Senhora Conceição Macedo e Pe. Alfredo. 

Para entregar representando a primeira Dama da Bahia, Senhora Aline Costa as senhoras.

Laura Tanure
Lila Moraes
Jó Santana 

21-Agência Propeg

Uma campanha da Propeg feita para o dia dos pais chegou a alcançar o prêmio Leão de Prata do Festival de Cannes, o maior prêmio mundial da publicidade. A Propeg venceu com uma história simples: “O primeiro Dia dos Pais de César”. César é um homem trans. A História é contada pelo seu filho. O prêmio não é só da Propeg e do GGB, mas a criatividade da publicidade baiana. Confira o Vídeo:

Senhora Trícia Rocha

Assista o vídeo!

22-Senhora Professora Olívia Santana

Pela gestão na Secretaria do Trabalho e por lançar novas abordagens em relação ao trabalho e a gestão da diversidade nas empresas.

23-Programa do Babado (Metrópole FM)

Principal Programa de Rádio FM apresentado por jornalistas LGBT! Conseguiram levar a cultura, arte e cidadania todos as segundas-feiras, nas ondas da Rádio Metrópole Salvador, Bahia. O comando do programa é dos jornalistas Tedson Souza, Genilson Coutinho e convidados.

Senhores Jornalistas. 

24- Casa de Apoio e Assistência do Portador do Vírus HIV Aids (CAASAH)

Como não homenagear essa grande instituição que acolhe todos que são rejeitados. Tudo começou quando uma louca invadiu um acasa abandonada no Tororó, com um grupo de portadores do HVI. Depois um outro grupo de movimentos sociais invadiram o Hospital da Cruz Vermelha nos Dendezeiros! Vassoura, sabão, pá de lixo, sacos… e lá se instalou os paciente de HIV sem teto. Hoje a CAASAH é uma referência em assistência e casa de apoio na cidade de Salvador.

Senhoras Naira/ Celeste Carvalho.

25-Bloco Cortejo Afro

O Cortejo afro tem sido o bloco que os LGBT têm se identificado. Isso contribuiu para o fortalecimento da amizade, divulgação da cultura baiana seja durante o carnaval ou não.

Sr. Alberto Pita, presidente. 

26-Secretaria Municipal da Reparação

Pelo Centro de Referência LGBT de Salvador, cerca de 3 mil atendimentos desde a fundação.

Senhora Secretária Ivete Sacramento.

27-Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia

Destaque para a Campanha do Carnaval “Respeite as Minas”, campanha voltada para combate ao assedio durante as festas populares baianas, desenvolvida pela SPM.

Secretária Julieta Palmeira.

28-Fernando Guerreiro

Padrinho da 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia. Extensivo a Fundação Gregório de Matos pelos editais LGBT que tanto contribuíram para o fortalecimento da cultura, arte e cidadania da população LGBT de Salvador.

29- Ministério da Saúde.

Instauração do processo transexualizador do SUS. A Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde têm dialogado com os vários movimentos das populações de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais para construir e exercer o princípio da igualdade nos atendimentos do Sistema Único de Saúde, por meio de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde.

O excelentíssimo Ministro da Saúde Senhor Gilbeto Occhi outorga a representação do Ministério da Saúde ao Senhor GERSON FERNANDO MENDES PEREIRA, Diretor Substituto do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais, para representar esta Pasta no referido evento.

30- Secretaria de Administração do Estado da Bahia

Pela inclusão no Concurso da PM / Bahia de autorização para que candidatos travestis e transexuais pudessem se inscreverem usando o nome social.

Sr. Robson Souza de Carvalho – Diretor de Recursos Humanos da Superintendência de Recursos Humanos da Secretaria da Administração do Estado da Bahia estará representado esta Secretaria da Administração no Prêmio da Ordem de Honra ao Mérito da Diversidade Cultural LGBT.