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Mais um crime bárbaro de machismo e homofobia é a história de uma vida matada pelo a golpes de faca porque alegria do outro era demais,recalque. COMPARTILHE!

Salvador/22/12/2019 22HS – MARCELO CERQUIRA

No detalhe da foto, comum no mundo das facções criminosas bandido faz arma com a mão

Sexta-feira 1, Fazenda Coutos, no Iraque, subúrbio de Salvador, 15hs um bar de frequência LGBT, um gay dançava alegre e um machista homofóbico não gostou do jeito que o gay dançava, partiu ao ataque.

Daniel Marinho, volgo míope, machista homofóbico já conhecido por agredir homossexual no bairro de Fazenda Coutos, e também de acordo com populares por pertence a facção criminosa local começou a provocar a vítima dizendo palavra de baixo nível.

Uma testemunha que não quis ser identificada disse que ele chamava rapaz de viadinho …. é viadinho deveria tomar no “c” como ele gostava iria morrer. A partir daí começou a desferir golpes de faca conta Rodrigo Santos, 23 anos, sendo que um golpe no rosto e outro na clavícula. O jovem foi socorrido por populares para o HGE e não resistindo faleceu na manhã de hoje, dia 6. O sepultamento será amanhã, dia 7, 13hs no Cemitério Municipal de Plataforma.

A mãe de Rodrigo Santos dona Giovanni Maria, 39 anos, ” meu filho era um rapaz bom, querido por todos ele trabalhava com estética e todos estão sentidos com essa morte violenta e é homofóbica” disse. Sexta-feira,dia 8 , está prevista uma manifestação próximo ao corrido pedindo justiça prisão do criminoso que mora no mesmo bairro. O Grupo Gay da Bahia se une ao coração destroçado dessa família nesse momento de dor insuportável quando se perde um ente querido por ato fútil e brutal como este. Dona Maria esta esfacelada de sofrimento em saber que nunca mais vai estar com filho seu melhor amigo.

Não tem porque uma dança incomodar tanto a ponto de matar, não! Só o ódio machista! Cadeia! Onde estão os homens de bem? Secretario Segurança Publica, tá difícil queremos soluçarão. A impunidade estimula novos casus esse meliante acha que pode botar ema arma na cintura e sair por ai fazenda as suas leis porque trabalha para o crime e é mais macho que as outro.

Ele tem índole intrinsicamente má, isto é, já nasceu cresceu cum essa capacidade destrutiva e incapaz de viver sociedade de e cumprir o acordo socaicial. Tem de pedir a prisão preventivo imediata, se é que o covarde não já fugiu. A força matriz de toda violência é o machismo o mesmo que mata as mulheres precisamos educadas as filhos para gás e mulheres viver.

contatos71 9 99894748

GGB pede Justiça para Alex Fraga seis meses de impunidade.

FOTO; pessoal.

Salvador, 10, outubro de 2019.Do GGB – Passados seis meses da morte violenta de Alex Fraga,35 anos, funcionário público, no dia 13 de abril até presente as investigações encontram-se paradas, sem motivações o sustenta a ideia do que mais vale a vida de um bicho que de um ser humano. Ele era um ativista de combate a homofobia em Lauro de Freitas tinta em trabalho social reconhecido na cidade e também era coordenador do Centro de Teste e Aconselhamento (CTA) – serviços de saúde na promoção da equidade de acesso ao aconselhamento e ao diagnóstico do HIV, das hepatites B e C e da sífilis. Alex era muito querido pela população e a notícia do crime causou comoção. O corpo foi na comunidade Pedreira entre Simões Filho e Areia Branca, em Lauro de Freitas.

Alessandro não era um qualquer, mesmo que fosse, e papel da polícia investigar. Ele foi morto com requintes de crueldades e sofreu muita dor antes de morrer.” Ele sofreu com pauladas e estrangulamentos era uma pessoa de estrutura corporal franzina, dilaceraram sua face certamente foram mais de duas pessoas, covardia”. Disse Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB).de acordo do Cerqueira o descaso e a omissão com esses crimes são tratados em sua maioria acaba por estimular para novos homicídios aconteceram, em especial nesse momento atual em que só pelo fato de ser LGBT deve-se redobrar atenção.

O nome Alex se transformou em ema estática de sangue que deveria envergonhar a Ministra dos Direitos Humanos do Brasil. De acordo com o Grupo Gay da Bahia em 2018 no Brasil foram assassinados 420 LGBT, 2019 até setembro já são 280 na Bahia já foram 22 executados. O caso é investigado pela 22ª Delegacia, em Simões Filho, a época e atualmente DHPP.
‘Foi um crime estupido e bárbaro e por isso não se deve se descartar a motivação homofobica’. A Secretaria de Segurança Pública não botou gás suficiente para responder a sociedade a época do crime agora e mais difícil, é um gay! Completou Cerqueira. Esse caso em particular, reforça a necessidade da designação de um delegado especial para acompanhamento de crimes homofóbicos, para que os processos sejam devidamente instruídos com todas as peças para que o Ministério Público possa aplicar a justa lei.

18 Parada LGBT da Bahia 2019 22 de setembro

*Furdunço LGBT: Parada terá minitrio e ato ecumênico*


Salvador, 17 setembro 2019
A 18ª Parada LGBTI da Bahia, que este ano acontece pela primeira vez no Dique do Tororó, no dia 22 de setembro (Domingo), àa 14h, terá um formato diferente dos anos anteriores: além do cunho político e dos protestos contra o discurso de ódio que toma conta do Brasil, a festa irá ter minitrios e pranchões, elementos presentes no Furdunço, prévia carnavalesca realizada na capital baiana.

As novidades desta 18a edição foram anunciadas na manhã desta terça-feira (10) durante coletiva à imprensa no Dique do Tororó.

“A 18a Parada da Bahia acontece diante de um momento preocupante no Brasil, quando estamos sendo governados por um grupo político que prega o ódio e a intolerância. Então precisamos, mais do que festejar, mostrar que nosso estado e nossa população LGBT está unida para enfrentar as diversas tentativas de retrocessos impostas”, destaca o presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira.

Para o coordenador do evento, Weslen Moreira, a Parada LGBTI da Bahia, a terceira maior do país, atrás de São Paulo e do Rio de Janeiro, trará inovação em seu formato para se adequar ao novo espaço, que é o belo cartão postal do Dique do Tororó. “Estamos trazendo novos elementos que valorizam ainda mais a diversidade e o respeito às diferenças. Por conta das obras na Avenida Sete, mudamos o local e aproveitamos para trazer novidades, como os minitrios e os pranchões, já que o espaço não comporta trios elétricos”, explica.

O evento, que irá homenagear os 40 anos do Grupo Gay da Bahia (GGB) e os 50 anos de Stonewall, terá o apoio e a presença de entidades como APLB Sindicato, Defensoria Pública do Estado da Bahia DPE-BA, UNA, Grupo Diadorim (Uneb) e Casarão da Diversidade, este último um espaço ligado a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) que acolhe o público LGBTI e promove junto ao Governo do Estado políticas públicas de inclusão da comunidade. A Associação das Paradas de Salvador, responsável pela realização de desfiles em pelo menos 30 bairros da capital, também marca presença.

“São entidades e instituições comprometidas com a manutenção da democracia e da liberdade de expressão que se unem neste cenário político complicado do nosso país para enfrentar o preconceito e o discurso de ódio”, acrescenta Moreira.

*Ato Ecumênico* – Um ato ecumênico também está marcado para acontecer antes do desfile, quando representantes das religiões evangélica, católica, espírita e de matriz africana, se encontrarão para passar uma mensagem contra a intolerância religiosa e contra todo tipo de preconceito. “É importante mostrar que a Bahia não dá vez para a intolerância, seja ela religiosa ou de gênero”, diz o coordenador do evento Weslen Moreira.

*Atrações* – Entre as atrações, estão Flor Serena, Xote de Anjo, Fred Menendes, banda Marana e a cantora Claudia Costa. O grupo Diadorim, que desenvolve projetos para a comunidade LGBTI dentro da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), também marca presença como vem ocorrendo em todos os anos.

Além dos minitrios e apresentações artísticas, a organização se preocupou em envolver diversos atores da cena LGBT da cidade. “Vamos oferecer informação e serviços para a população, será um ato conjunto com os vários órgãos da Prefeitura, que é umas das patrocinadoras do evento. É pra divertir, mobilizar e refletir” pontua Weslen.

O presidente do GGB, entidade que há 18 anos consecutivos assume o protagonismo do evento em Salvador, disse que esta Parada é diferente das anteriores pela conjuntura política e convoca todos e todas a estarem presentes.

“Não só pelo local, mas pela conjuntura política desfavorável à comunidade. Precisamos que todos convoquem suas famílias. Mais do que uma festa, estamos organizando um ato de conscientização e, principalmente, de resistência. Tivemos que somar esforço, com dificuldade de patrocínio para realizar tudo que vamos fazer”, conclui o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira.

*Stonewall* – A Rebelião de Stonewall foi uma série de manifestações espontâneas da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York que aconteceu nas primeiras horas da manhã de 28 de junho de 1969, no bar Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, em Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Os protestos são considerados um dos eventos mais importantes contra o preconceito e a LGBTfobia

Na 18ª Parada LGBTQ vá de UBER

É com alegria que nunciamos o apoio da UBER 18ª Parada Lgbtq da Bahia.

VAQUINHA, AJUDE COM UMA GRANINHA!

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/18-parada-lgbtq-da-bahia

TRAGA O SEU CARTAZ!

Com alegria anunciamos o apoio da Prefeitura do Salvador.


14,09,19 postado.