RELATÓRIOS ANUAIS DAS MORTES CAUSADAS PELA HOMOFOBIA

OSCAR GAY 2020: Troféu Triângulo Rosa para os amigos e Pau de Sebo para os homofóbicos

OSCAR GAY 2019-2020

Foto: meramente ilustrativa

Desde 1991, logo após a divulgação do Oscar de Hollywood, o Grupo Gay da Bahia, entidade de utilidade pública municipal de Salvador, divulga pelo 29º ano consecutivo, o OSCAR GAY, premiando com o Troféu Triângulo Rosa as personalidades e instituições que em 2019 deram maior apoio aos direitos humanos dos LGBT+, outorgando o Troféu Pau de Sebo, aos inimigos dos gays, lésbicas e transgêneros. O Troféu Triângulo Rosa relembra o distintivo utilizado pelos nazistas nos campos de concentração para identificar os prisioneiros homossexuais: mais de 300 mil gays foram presos por Hitler. Desde então o Triângulo Rosa tornou-se o símbolo internacional do orgulho LGBT+. Neste ano, participaram da seleção dos indicados o Grupo Dignidade de Curitiba, além de contar com assessoria de militantes gays de diversos estados.

Quanto ao Troféu Pau de Sebo, explica o historiador Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia: “Aproveitamos uma tradição irreverente do folclore brasileiro para mostrar o ridículo de ser inimigo dos LGBT: por mais que queiram espezinhar os gays e destruir o movimento de libertação LGBT+, nunca chegam a seu objetivo, caindo e se lambuzando no pau de sebo da intolerância. Mesmo que esperneiem, aumenta a cada ano o número dos LGBT+ assumidos e o apoio dos simpatizantes, além das vitoriosas garantias legais a favor de nossa cidadania.” Prova disso é que o número de simpatizantes homenageados tem sido sempre superior aos homotransfóbicos.

Segundo o fundador do GGB, o Prof. Luiz Mott, “neste ano, infelizmente, coube pela segunda vez a um Presidente da República destaque dentre os que pisaram na bola da cidadania LGBT. Jair Bolsonaro, que assume publicamente ser homofóbico, considerou ‘equivocada a decisão do STF de criminalizar a homofobia’. Além desta infeliz declaração, o Presidente disse que um jornalista tinha uma “cara de homossexual terrível”, proibiu a campanha do Banco do Brasil com figurantes LGBTs, fez também declaração internacional contra o turismo de gays ao nosso país.

Dilma Roussef foi a primeira presidenta da república a receber o troféu Pau de Sebo (2012) quando vetou o Kit-anti-homofobia, diferentemente de Lula e FHC que receberam o troféu Triângulo Rosa por declarações e ações em favor da comunidade LGBT, assim como Fernando Collor, por ter sido o primeiro Presidente da República a falar em cadeia nacional no Dia Mundial da Aids. “As diversas declarações homofóbicas do Presidente Jair Bolsanaro e sua política governamental contra o que rotula de “ideologia de gênero”, justificam cabalmente sua inclusão entre os opositores da cidadania LGBT.”

Segundo o Prof.Dr.Toni Reis, fundador do Grupo Dignidade de Curitiba e da Aliança Nacional LGBTI+, “consideramos de fundamental importância parabenizar as pessoas e instituições que apoiaram a agenda do Movimento LGBTI+ por incentivarem outros vips e entidades a entrar nessa luta cidadã. Também é crucial apontar e fazer a crítica, a partir de falas, fatos e evidências concretas, daqueles que discriminam nosso segmento. Por isso o Oscar Gay persiste há quase três décadas construindo cidadania e fazendo história no Brasil! E conhecereis a verdade e a verdade vos liberará…”
Os diplomas Triângulo Rosa e Pau de Sebo são enviados pelo correio aos indicados.

TROFÉU TRIÂNGULO ROSA DOS AMIGOS DOS LGBT+
1. Supremo Tribunal Federal pelo reconhecimento da União Estável Homoafetiva, direito à adoção conjunta e à identidade de gênero das pessoas trans e a equiparação da lgbtfobia ao racismo.
2. Ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão nº 26, por seu voto histórico reconhecendo a violência e discriminação LGBTIfóbica como racismo.
3. Diretoria de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos, pelo relatório analisando criteriosamente as mortes de LGBT+ do Brasil, encaminhada a Comissão Internacional de Direitos Humanos e Advocacia Geral da União.
4. Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo de São Paulo, pelo edital para financiar 15 paradas LGBT no Estado.
5. Governador do Acre, Nicolau Júnior, pela retomada do Conselho Estadual de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos LGBT, desativado desde 2018.
6. Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul pelo excelente Relatório Final da Comissão Especial para Análise da Violência Contra a População LGBT, ótimo exemplo para demais Assembleias.
7. Câmara Legislativa de Brasília por autorizar às pessoas transexuais o uso de nome social em concursos públicos.
8. Prefeitura de Salvador por incluir beijos de casais gays e de lésbicas na publicidade do Show da Virada 2019-2020.
9. Deputado distrital Fabio Felix (Psol, Brasília) pela representação contra o Presidente Bolsonaro por ter-se referido a um jornalista como “cara de homossexual terrível”.
10. Dra. Deborah Duprat, procuradora federal dos Direitos do Cidadão, pela crucial atuação junto ao Ministério Público Federal no reconhecimento da união estável homoafetiva, no direito à identidade das pessoas trans e equiparação da LGBTIfobia ao racismo.
11. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, pela publicação do Atlas da Violência 2019, com dados referentes à LGBTIfobia no Brasil.
12. Rede Globo, pela abordagem positiva e desconstrução de estereótipos negativos do segmento LGBTI+ particularmente na novela Malhação.
13. Fórum de Empresas e Direitos LGBT+ pelo seu pioneirismo em promover a inclusão e a diversidade contemplando pessoas LGBTI+ no mundo corporativo.
14. Empresa Atento Brasil, call center multinacional, por selecionar funcionários LGBTI em sua política de inclusão e empregabilidade.
15. Atriz Camila Pintanga, por assumir o romance com a artesã Beatriz Coelho, fazendo declarações politicamente corretas sobre a homoafetivade; Funkeira Ludmilla, por assumir publicamente seu namoro com a bailarina Brunna Gonçalves; Ator Reynaldo Gianecchini, por assumir relacionamentos homoeróticos; Ator Luiz Fernando Guimarães por publicitar seu casamento com Adriano Medeiros após 20 anos de união; Atriz Vitória Strada por revelar seu romance com a atriz Marcella Rica.
16. Influencer youtube Felipe Neto, por comprar e distribuir mais 10 mil livros sobre a temática LGBTI na Bienal do Livro, no Rio, em resposta à tentativa de censura homofóbica intentada pelo prefeito Crivella.
17. Atriz transexual Glamour Garcia, personagem Britney da novela A Dona do Pedaço, por tornar-se a primeira trans a merecer o “Troféu Domingão” do Faustão.
18. Bradesco, primeiro banco brasileiro a aderir ao Forum de Empresas e Direitos LGBTI+.
19. Aplicativo UBER pelo seu apoio financeiro à Paradas LGBT+, por sua política de empregabilidade simpatizante e por ter afastado motoristas culpados de homofobia.
20. Marca de calçados Free Love do Recife, por distribuir no Natal sandálias da grife a LGBT moradores de rua.
21. Atriz Laura Cardoso, 91 anos, por declarar: “Se vejo dois homens juntos se amando, ou duas mulheres, acho normal. Ninguém tem o direito de censurar. Sempre fui assim, sem preconceito algum. ”
22. Pastor Reuel Albuquerque da Silva, da Igreja Batista Nazareth, Salvador, por abençoar matrimônio de casal gay; Maikon Balbino, cantor gospel, por declarar “Deus aceita seus filhos LGBT como são”.
23. Jornalista Matheus Ribeiro, o primeiro assumidamente homossexual a apresentar o “Jornal Nacional”, da Rede Globo de Goiás.
24. À Confederação Brasileira de Futebol, ao Vasco pela faixa contra homofobia, Esporte Clube Bahia pela camisa da torcida gay e aos clubes de futebol da Série A pela campanha “Pior que prejudicar o seu time, é cometer um crime. Grito homofóbico não é piada, muito menos cântico de torcida. Grito homofóbico é crime, dentro e fora do estádio. Diga não à homofobia. Uma campanha dos clubes brasileiros”; ao árbitro Anderson Daronco por interromper o jogo entre Vasco e São Paulo devido aos gritos homofóbicos.

TROFÉU PAU DE SEBO DOS INIMIGOS DOS LGBT+
1. Grupo Integralista neofascita que atacou com bombas molotov a sede da produtora Porta dos Fundos, Rio de Janeiro, em represália a vídeo sobre Jesus Gay.
2. Presidente Jair Bolsonaro, por declarar-se contrário decisão do STF que equiparou a homofobia ao crime de racismo, por vetar a presença de LGBT em publicidade do Banco do Brasil, por opor-se ao turismo gay no Brasil e por dizer que jornalista tinha uma “cara de homossexual terrível”.
3. Governador de São Paulo João Doria (PSDB) por mandar recolher livros com menção a identidade de gênero e ter abortado o projeto de museu LGBT na Avenida Paulista; Prefeito Marcelo Crivella, RJ, por retirar da Bienal do Livro a obra “Vingadores: A cruzada das crianças” devido ao beijo dos heróis gays; Prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra, (Republicanos), por proibir a Parada Livre LGBT no Centro da cidade; Vereadores e Prefeito de Blumenau (SC) Mário Hildebrandt, por vetar e arquivar o projeto de lei do Dia do Orgulho LGBT e Parada da Diversidade; Prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Sátiro de Oliveira (PSB/SC), por proibir Parada LGBT na cidade, sendo processado pelo Ministério Público por improbidade.
4. Deputado Douglas Garcia (PSL, SP) por declarações transfóbicas no Plenário.
5. Promotor Henrique Limongi, da 13ª Promotoria da Comarca de Florianópolis, por tentar anular 112 uniões homoafetivas nos últimos 5 anos.
6. Anvisa, Ministério da Saúde, pelo veto a doação de sangue por homossexuais.
7. Prof. Eduardo Lobo Botelho Gualazzi, Faculdade de Direito da USP, por afirmar que “casais LGBT são aberração”; Psicóloga Rose Fernandes de Souza, de São Bernardo do Campo, SP, por insistir no uso do termo “homossexualismo” e ter declarado a cliente gay que teria “um fim melancólico e merecia a sarjeta”.
8. Padre Rodrigo Alves de Oliveira Arruda, Recife, por condenar e liderar abaixo assinado contra a criminalização da homofobia pelo STF.
9. Aposentado Adel Abdo, 89 anos, S.Paulo, por atirar contra um morador homossexual, revoltado com uma festa gay no prédio, gritando “viado tem que morrer!”.
10. Jornal Gazeta do Povo, Curitiba, pela publicação de editorial “Como os grupos LGBTQ estão destruindo as normas e mudando a educação” e outras matérias discriminatórias.
11. Radialista Luiz Gama, da Rádio Band News de Goiânia, por comentários homofóbicos e racistas contra apresentador gay do Jornal Nacional.
12. Shoping Pátio de Maceió, por impedir e levar presa a uma transexual que usava o banheiro feminino.
13. Hotel Iberostar da Praia do Forte, Bahia, por recusar cama de casal a repórteres gays da Rede Globo.
14. Cervejaria Saint Arnulf, Montes Claros (MG), por declarar-se “contra a militância LGBT e não teme perder clientes por isso. ”
Para mais informações:
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41-996028906

GGB abre inscrições para 23ª edição do Concurso Nacional de Fantasia LGBT do Carnaval de Salvador


Foto:Arquivo ggb fantasia luxo.

Salvador, sexta-feira, 7 de fevereiro 2020 – O Grupo Gay da Bahia (GGB) e Quimbanda Dudu comunicam que a partir de hoje começam receber inscrições de candidatos interessados em participar da 23ª edição do Concurso Nacional de Fantasia LGBT do Carnaval de Salvador que acontece na segunda-feira, 24, a partir das 15h na Praça Municipal, Centro Histórico de Salvador. Para se inscrever os interessados basta preencher o formulário que de graça e ser maior de idade, no caso de de menor deve estar acompanhados por responsável legal e devidas autorizações.

Os candidatos interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site ou sede na sede da entidade localizada a Ladeira de São Miguel, 24 no Centro Histórico. Os candidatos na hora da inscrição devem indicar a categoria luxo ou originalidade, as inscrições são de graça, entretanto menos de 18 anos, só poderão participar com autorização dos responsáveis.

O evento acontece na Praça Municipal, consta de uma programação que tem início ás 15h00 e segue até ás 21h00 composta de shows de transformistas e atracões. Serão premiadas as três primeiras fantasias nas categorias de luxo e originalidade. Quem vencer na categoria luxo em primeiro lugar leva o cheque de 8 mil reais, já em originalidade o primeiro leva 4 mil.

O Concurso que começou meio tímido em frete a Câmara Municipal tomou forma e corpo, acrescentou a categoria luxo e rendeu homenagem a um dos maiores ícones de desfiles de fantasias da categoria luxo que foi Clóvis Bornay, expondo 25 de suas fantasias premiadas. “é um resgate cultural incrível alem de ser um acremento na produção cultural individual” diz Marcelo Cerqueira, presidente do GGB.

O critério de eleição dos vencedores das fantasias será por julgamento que levará em conta a beleza, elegância, simpatia, desenvoltura na passarela, pedraria, penas, postura, andar e por fim o valor gasto pelo candidato na produção da roupa, especialmente na categoria luxo, a mais esperada do evento. “Tanto em luxo quanto originalidade é importante avaliar o grau de dificuldade para a realização da roupa”, segue Cerqueira, ” costumo falar isso para separa e deixar bem claro a questão da homenagem a causas e temas que são justas e comoventes” conclui.

Na originalidade os critérios são a semelhança com a ideia original, entretanto, nessa categoria é proibido a utilização de materiais preciosos, pedrarias caras, penas haras, lantejoulas entre outros assessórios que possam dá conotação de luxo.

De acordo com a produção a categoria originalidade recebeu dois novos critérios dentro da avaliação que são apresentações que envolvam “protesto” e “reverência”, de situações da atualidade. De acordo com o Regimento, estas ações serão bem-vindas, mas há de obedecerem aos critérios norteadores da categoria em si, além de considerar o grau de dificuldade do desfilante para realizar a fantasia, desde de 2018.

A 23ª Edição do Concurso de Fantasia LGBT do carnaval de Salvador tem patrocínio da Prefeitura Municipal do Salvador, através da Saltur, é uma realização do Grupo Gay da Bahia e Quimbanda Dudu.

Mais informações: ggbbahia@gmail.com
http://www.grupogaydabahia.com.br
intragra; ggb_bahia_bra

Especial de Natal Portas dos Fundos Ridiculariza Gays

Marcelo Cerqueira
@marcelocerqueira_marcelezza


Especial do Porta dos Fundos é conservador e ridiculariza gays, segundo Vincent Villari, para a Folha de São Paulo. Eu também concordo com o ensaio do jornalista e acho que, agora que passou a tempestade, é possível respirar e pensar um pouco melhor sobre tudo isso o que aconteceu, foi um susto. De hora para outra tínhamos que escolher um lado! Contra ou a favor.

O Especial de Natal Porta dos Fundos trás a personagem gay em primeiro plano. Jesus está em crise e resolveu fazer sobrevivência no deserto assim como o pessoal vai fazer vivência no Capão e fica por lá uma semana, lá ele conheceu Orlando (Fábio Porcht) que é o capeta. Subentende-se que o capeta seduziu Jesus e transou com ele. Isso quer dizer que o capeta é homossexual, sedutor, traiçoeiro e que tá influenciando Jesus para o caminho do mal, no filme o capeta é o gay do mal pronto para pevertir, ele faz isso todo tempo.

O texto é ridiculariza gays porque utiliza elementos da subcultura de um segmento assim também como elementos da estética e também da linguagem para fazer rir. Isso tá nos movimentos do corpo, vestes, cabelos e naquela forma rápida de dizer as palavas que só os gays têm, Porchat é bom observador. Eles pegam tudo isso e bota na tela como arte e como cinema, e de fato é arte e a cinema não podemos negar mas o que não entendemos é que isso causou ódio a elite heterossexual branca, não deveria.

Em tese o principal público prejudicado seria os lgbts e não os outros mas essa categoria preferiu se manter contra a censura e ao lado do Porta dos Fundos mesmo tendo restrição ao especial de Natal, por não se sentir representada, mais consciente que censura não.

E agora o que é que fica de tudo isto? eu acho que fica um desgaste, cansaço de todos lados.Fazer humor com as dores das minorias é sempre divertido. Com certeza Dona Hermínia não acha, A Minha Mãe é uma Peça é um Sucesso de bilheteria faz um humor inteligente e não ridiculariza ninguém. Ao Portas fica dica: é bom um upgrade!

Grupo Gay da Bahia parabeniza prefeitura pela Virada Salvador

Leilão Salvador, 3/01/20 -O Grupo Gay da Bahia (GGB) sociedade civil que promove a cultura da paz e direitos humanos da população LGBT no Estado da Bahia, através do seu presidente professor Marcelo Cerqueira vem reconhecer e parabenizar a Prefeitura Municipal do Salvador e a Saltur pelo Festival da Virada na Arena Daniela Mercury (28/12 a 1/1/2020), na Boca do Rio,.
A cidade de Salvador cumpriu com seu papel de cidade mãe do Brasil, revelando sua generosidade ao saber cuidar de sua população, fazendo uma campanha e um evento de grandiosa inclusão sócia, campanha desenvolvida pela agência Propeg.

A campanha de divulgação do Festival da Virada convidou o povo não só para uma festa de Réveillon, mas para celebrar e conviver com a diferença na nossa sociedade, enfatizando que temos mais semelhança que diferenças. A prefeitura fez o convite a todos para o uso de espaço público para celebrar a diversidade, acolhimento e respeito.

Ficamos todos orgulhosos em ver casais homoafetivos em cenas de carinho numa simpática propaganda oficial de governo. Além do casal gay o evento privilegiou outra categoria profissional LGBT, as Drag Queens, Sandro Costa autor da personagem feminina Nicole Cuscus, Salvador é linda e se torna a cidade mais acolhedora LGBT do Brasil, tornando-se a San Francisco do Atlântico Sul.

Já tem Lei sancionada contra a lgbtfobia aprovada pelo Executivo Municipal,Lei Teu Nascimento que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. E o fantástico é que a Prefeitura de Salvador teve a sensibilidade de incluir diversas categorias de nossa população mais discriminada: Plus Size,Albino,Vitiligo, Cadeirante,Negro, Drag, Casal Homo e Deficiente Físico. Nunca houve uma campanha com tanta inclusão de uma só vez!

Parabéns à prefeitura do Salvador, estamos radiantes por esse momento libertador e esperamos por outros. Convidamos todos LGBT do Brasil que não conhecem a Bahia, Salvador, que nos deem o ar de sua graça: venham a Boa Terra, aqui tem respeito, acolhimento e alegria e muita festa e Carnaval”, disse Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia.

Atacada nas redes, youtuber Karol Eller é defendida por grupos LGBTI; Após ser espancada na orla da Barra da Tijuca, a influenciadora digital foi alvo de críticas e piadas na Internet, mas recebeu apoio de organizações.

Constança Tatsch, o Globo.
18/12/2019 – 20:35 / Atualizado em 18/12/2019 – 20:43

RIO — Há três anos a youtuber assumidamente gay Karol Eller postou um vídeo no seu canal no Youtube no qual pediu “menos vitimismo” por parte dos homossexuais. “Não é porque um gay morreu assassinado que é homofobia”, dizia ela na mensagem.

No domingo passado (15), ela foi espancada por um homem em um quiosque na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio) em “um caso típico de homofobia”, segundo a delegada que registrou o caso como lesão corporal e injúria por preconceito. Atacada nas redes sociais por ser apoiadora de Jair Bolsonaro, ela ganhou solidariedade por parte de grupos de defesa dos direitos LGBTI.

No Instagram, no post no qual mencionava a agressão sofrida no fim de semana, muitos dos 45 mil comentários têm tom agressivo, com risadas, piadas, xingamentos e frases como “bem-feito” ou “fale de mimimi agora”.
A posição dos grupos de defesa dos direitos LGBTI, porém, vai na direção oposta:

Leia mais:’Achei que ia morrer’, diz youtuber Karol Eller sobre agressão

— Nós temos que ser solidários, ela tem que ser acolhida, até para que ela perceba o quanto errou. Ela não entendia a necessidade da lei contra a homofobia. Queremos nossos direitos para preservar as pessoas de passar pelo que ela passou. Não sei se ela vai mudar, mas não podemos nos tornar iguais a quem criticamos — afirmou a responsável pela coordenação política da Associação Brasileira de Lésbicas e pela coordenação nacional do Movimento D’Ellas, Yone Lindgren.

O Grupo Gay da Bahia, uma das organizações mais antigas do Brasil, tem a mesma posição. Para o presidente, Marcelo Cerqueira, Karol Eller tinha uma “homofobia internalizada” e talvez por isso tenha se aproximado de pessoas que tinham “comportamento hostil aos homossexuais”.

— Ela achava que nossa luta era “mimimi”, que era vitimismo, agora ela sofreu na pele. O nosso movimento repudia esse tipo de agressão que ela sofreu porque somos pela paz, harmonia e amor — disse Cerqueira. — As pessoas estão pegando pesado nas redes sociais, está barra pesada. Ninguém tem esse direito.

O Grupo Arco-Íris afirma que vai cobrar da polícia civil a investigação rigorosa dos fatos. O coordenador do movimento, Claudio Nascimento, disse que “discriminação é discriminação, não importa contra quem, e nós vamos sempre repudiar”.

— Que esses setores mais conservadores possam enxergar que a discriminação e o assassinato de homossexuais no Brasil não é algo abstrato, é algo concreto que acontece cotidianamente.

Leia também:Brasil registrou 513 denúncias de violência contra LGBTIs no primeiro semestre de 2019


A youtuber Karol Eller postou foto no Instagram pedindo para ser lembrada com esse rosto, após agressão Foto: Reprodução do Instagram / Reprodução do Instagram

A Aliança Nacional LGBTI+ emitiu nota na qual apresenta solidariedade à youtuber e repudia quem “ouse justificar tamanha violência” pois “os agressores são os culpados, e não aceitamos que a vítima seja responsabilizada”.

— Nós não somos bárbaros. Independentemente de tudo, ela sofreu uma violência, e temos que estar ao lado de quem sofreu a violência. Mesmo ela falando que não se identifica com a lgbtfobia, porque a nossa capacidade de humanidade desce ao grau zero. Nos solidarizamos independentemente de qualquer coisa, como nos solidarizaríamos por qualquer crime lesbofóbico — diz Toni Reis, diretor da Aliança. — Essa pessoa que bateu nela tem um problema com a sua própria sexualidade. Parece que a namorada é bonita, e ele ficou incomodado. É o cúmulo do machismo, do patriarcado.

Vitimismo e ‘mimimi’
Karol Eller é muito ativa nas redes há alguns anos, mesmo antes de se aproximar da família Bolsonaro. Seu vídeo mais criticado foi postado em seu canal no Youtube em março de 2016.

“Todo dia morre um policial, todo dia morre um hétero, todo dia morre um gordo, todo dia morre um negro, todo dia morrem várias pessoas assassinadas, pelo amor de Jeová. Então, menos vitimismo. Não é porque um gay morreu assassinado que é homofobia. Tem muito gay que faz cagada. Tem muito hétero que faz cagada, que anda com pessoas erradas e às vezes sofre mesmo, é vítima mesmo de pessoas malvadas. Não só por ser gay, mas porque nosso mundo hoje é podre. Para com essa palhaçada de vitimismo que todo dia morre uma bicha, um sapatão. Não é assim que vocês falam da gente?”, afirmou na mensagem.

Em diversos vídeos e posts, a influenciadora digital diz que é contra ativismo, feminismo e que só quer “viver a minha vida”. Mas também pede respeito aos homossexuais.

No dia em que a Suprema Corte americana aprovou o casamento gay em todo o país, em junho de 2016, ela postou um vídeo chorando no qual faz um “desabafo”:

“Estou muito indignada com as pessoas que estão julgando isso que a gente lutou tanto para conseguir. Vocês não têm que nos engolir ou concordar, apenas respeitar o nosso sentimento. Nós, gays, temos um coração. Nós não somos animais, somos humanos, pessoas civilizadas e temos que aprender a respeitar o próximo. Eu só quero respeito.”

Mais um crime bárbaro de machismo e homofobia é a história de uma vida matada pelo a golpes de faca porque alegria do outro era demais,recalque. COMPARTILHE!

Salvador/22/12/2019 22HS – MARCELO CERQUIRA

No detalhe da foto, comum no mundo das facções criminosas bandido faz arma com a mão

Sexta-feira 1, Fazenda Coutos, no Iraque, subúrbio de Salvador, 15hs um bar de frequência LGBT, um gay dançava alegre e um machista homofóbico não gostou do jeito que o gay dançava, partiu ao ataque.

Daniel Marinho, volgo míope, machista homofóbico já conhecido por agredir homossexual no bairro de Fazenda Coutos, e também de acordo com populares por pertence a facção criminosa local começou a provocar a vítima dizendo palavra de baixo nível.

Uma testemunha que não quis ser identificada disse que ele chamava rapaz de viadinho …. é viadinho deveria tomar no “c” como ele gostava iria morrer. A partir daí começou a desferir golpes de faca conta Rodrigo Santos, 23 anos, sendo que um golpe no rosto e outro na clavícula. O jovem foi socorrido por populares para o HGE e não resistindo faleceu na manhã de hoje, dia 6. O sepultamento será amanhã, dia 7, 13hs no Cemitério Municipal de Plataforma.

A mãe de Rodrigo Santos dona Giovanni Maria, 39 anos, ” meu filho era um rapaz bom, querido por todos ele trabalhava com estética e todos estão sentidos com essa morte violenta e é homofóbica” disse. Sexta-feira,dia 8 , está prevista uma manifestação próximo ao corrido pedindo justiça prisão do criminoso que mora no mesmo bairro. O Grupo Gay da Bahia se une ao coração destroçado dessa família nesse momento de dor insuportável quando se perde um ente querido por ato fútil e brutal como este. Dona Maria esta esfacelada de sofrimento em saber que nunca mais vai estar com filho seu melhor amigo.

Não tem porque uma dança incomodar tanto a ponto de matar, não! Só o ódio machista! Cadeia! Onde estão os homens de bem? Secretario Segurança Publica, tá difícil queremos soluçarão. A impunidade estimula novos casus esse meliante acha que pode botar ema arma na cintura e sair por ai fazenda as suas leis porque trabalha para o crime e é mais macho que as outro.

Ele tem índole intrinsicamente má, isto é, já nasceu cresceu cum essa capacidade destrutiva e incapaz de viver sociedade de e cumprir o acordo socaicial. Tem de pedir a prisão preventivo imediata, se é que o covarde não já fugiu. A força matriz de toda violência é o machismo o mesmo que mata as mulheres precisamos educadas as filhos para gás e mulheres viver.

contatos71 9 99894748

GGB pede Justiça para Alex Fraga seis meses de impunidade.

FOTO; pessoal.

Salvador, 10, outubro de 2019.Do GGB – Passados seis meses da morte violenta de Alex Fraga,35 anos, funcionário público, no dia 13 de abril até presente as investigações encontram-se paradas, sem motivações o sustenta a ideia do que mais vale a vida de um bicho que de um ser humano. Ele era um ativista de combate a homofobia em Lauro de Freitas tinta em trabalho social reconhecido na cidade e também era coordenador do Centro de Teste e Aconselhamento (CTA) – serviços de saúde na promoção da equidade de acesso ao aconselhamento e ao diagnóstico do HIV, das hepatites B e C e da sífilis. Alex era muito querido pela população e a notícia do crime causou comoção. O corpo foi na comunidade Pedreira entre Simões Filho e Areia Branca, em Lauro de Freitas.

Alessandro não era um qualquer, mesmo que fosse, e papel da polícia investigar. Ele foi morto com requintes de crueldades e sofreu muita dor antes de morrer.” Ele sofreu com pauladas e estrangulamentos era uma pessoa de estrutura corporal franzina, dilaceraram sua face certamente foram mais de duas pessoas, covardia”. Disse Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB).de acordo do Cerqueira o descaso e a omissão com esses crimes são tratados em sua maioria acaba por estimular para novos homicídios aconteceram, em especial nesse momento atual em que só pelo fato de ser LGBT deve-se redobrar atenção.

O nome Alex se transformou em ema estática de sangue que deveria envergonhar a Ministra dos Direitos Humanos do Brasil. De acordo com o Grupo Gay da Bahia em 2018 no Brasil foram assassinados 420 LGBT, 2019 até setembro já são 280 na Bahia já foram 22 executados. O caso é investigado pela 22ª Delegacia, em Simões Filho, a época e atualmente DHPP.
‘Foi um crime estupido e bárbaro e por isso não se deve se descartar a motivação homofobica’. A Secretaria de Segurança Pública não botou gás suficiente para responder a sociedade a época do crime agora e mais difícil, é um gay! Completou Cerqueira. Esse caso em particular, reforça a necessidade da designação de um delegado especial para acompanhamento de crimes homofóbicos, para que os processos sejam devidamente instruídos com todas as peças para que o Ministério Público possa aplicar a justa lei.

A HOMOFOBIA MATA – ESTATÍSTICA DE ASSASSINATOS

DOSSIÊ – ESTATUTO DA FAMÍLIA

Boletim GGB & Dicionário Biográfico…

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