Especial de Natal Portas dos Fundos Ridiculariza Gays

Marcelo Cerqueira
@marcelocerqueira_marcelezza


Especial do Porta dos Fundos é conservador e ridiculariza gays, segundo Vincent Villari, para a Folha de São Paulo. Eu também concordo com o ensaio do jornalista e acho que, agora que passou a tempestade, é possível respirar e pensar um pouco melhor sobre tudo isso o que aconteceu, foi um susto. De hora para outra tínhamos que escolher um lado! Contra ou a favor.

O Especial de Natal Porta dos Fundos trás a personagem gay em primeiro plano. Jesus está em crise e resolveu fazer sobrevivência no deserto assim como o pessoal vai fazer vivência no Capão e fica por lá uma semana, lá ele conheceu Orlando (Fábio Porcht) que é o capeta. Subentende-se que o capeta seduziu Jesus e transou com ele. Isso quer dizer que o capeta é homossexual, sedutor, traiçoeiro e que tá influenciando Jesus para o caminho do mal, no filme o capeta é o gay do mal pronto para pevertir, ele faz isso todo tempo.

O texto é ridiculariza gays porque utiliza elementos da subcultura de um segmento assim também como elementos da estética e também da linguagem para fazer rir. Isso tá nos movimentos do corpo, vestes, cabelos e naquela forma rápida de dizer as palavas que só os gays têm, Porchat é bom observador. Eles pegam tudo isso e bota na tela como arte e como cinema, e de fato é arte e a cinema não podemos negar mas o que não entendemos é que isso causou ódio a elite heterossexual branca, não deveria.

Em tese o principal público prejudicado seria os lgbts e não os outros mas essa categoria preferiu se manter contra a censura e ao lado do Porta dos Fundos mesmo tendo restrição ao especial de Natal, por não se sentir representada, mais consciente que censura não.

E agora o que é que fica de tudo isto? eu acho que fica um desgaste, cansaço de todos lados.Fazer humor com as dores das minorias é sempre divertido. Com certeza Dona Hermínia não acha, A Minha Mãe é uma Peça é um Sucesso de bilheteria faz um humor inteligente e não ridiculariza ninguém. Ao Portas fica dica: é bom um upgrade!

Grupo Gay da Bahia parabeniza prefeitura pela Virada Salvador

Leilão Salvador, 3/01/20 -O Grupo Gay da Bahia (GGB) sociedade civil que promove a cultura da paz e direitos humanos da população LGBT no Estado da Bahia, através do seu presidente professor Marcelo Cerqueira vem reconhecer e parabenizar a Prefeitura Municipal do Salvador e a Saltur pelo Festival da Virada na Arena Daniela Mercury (28/12 a 1/1/2020), na Boca do Rio,.
A cidade de Salvador cumpriu com seu papel de cidade mãe do Brasil, revelando sua generosidade ao saber cuidar de sua população, fazendo uma campanha e um evento de grandiosa inclusão sócia, campanha desenvolvida pela agência Propeg.

A campanha de divulgação do Festival da Virada convidou o povo não só para uma festa de Réveillon, mas para celebrar e conviver com a diferença na nossa sociedade, enfatizando que temos mais semelhança que diferenças. A prefeitura fez o convite a todos para o uso de espaço público para celebrar a diversidade, acolhimento e respeito.

Ficamos todos orgulhosos em ver casais homoafetivos em cenas de carinho numa simpática propaganda oficial de governo. Além do casal gay o evento privilegiou outra categoria profissional LGBT, as Drag Queens, Sandro Costa autor da personagem feminina Nicole Cuscus, Salvador é linda e se torna a cidade mais acolhedora LGBT do Brasil, tornando-se a San Francisco do Atlântico Sul.

Já tem Lei sancionada contra a lgbtfobia aprovada pelo Executivo Municipal,Lei Teu Nascimento que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. E o fantástico é que a Prefeitura de Salvador teve a sensibilidade de incluir diversas categorias de nossa população mais discriminada: Plus Size,Albino,Vitiligo, Cadeirante,Negro, Drag, Casal Homo e Deficiente Físico. Nunca houve uma campanha com tanta inclusão de uma só vez!

Parabéns à prefeitura do Salvador, estamos radiantes por esse momento libertador e esperamos por outros. Convidamos todos LGBT do Brasil que não conhecem a Bahia, Salvador, que nos deem o ar de sua graça: venham a Boa Terra, aqui tem respeito, acolhimento e alegria e muita festa e Carnaval”, disse Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia.

Atacada nas redes, youtuber Karol Eller é defendida por grupos LGBTI; Após ser espancada na orla da Barra da Tijuca, a influenciadora digital foi alvo de críticas e piadas na Internet, mas recebeu apoio de organizações.

Constança Tatsch, o Globo.
18/12/2019 – 20:35 / Atualizado em 18/12/2019 – 20:43

RIO — Há três anos a youtuber assumidamente gay Karol Eller postou um vídeo no seu canal no Youtube no qual pediu “menos vitimismo” por parte dos homossexuais. “Não é porque um gay morreu assassinado que é homofobia”, dizia ela na mensagem.

No domingo passado (15), ela foi espancada por um homem em um quiosque na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio) em “um caso típico de homofobia”, segundo a delegada que registrou o caso como lesão corporal e injúria por preconceito. Atacada nas redes sociais por ser apoiadora de Jair Bolsonaro, ela ganhou solidariedade por parte de grupos de defesa dos direitos LGBTI.

No Instagram, no post no qual mencionava a agressão sofrida no fim de semana, muitos dos 45 mil comentários têm tom agressivo, com risadas, piadas, xingamentos e frases como “bem-feito” ou “fale de mimimi agora”.
A posição dos grupos de defesa dos direitos LGBTI, porém, vai na direção oposta:

Leia mais:’Achei que ia morrer’, diz youtuber Karol Eller sobre agressão

— Nós temos que ser solidários, ela tem que ser acolhida, até para que ela perceba o quanto errou. Ela não entendia a necessidade da lei contra a homofobia. Queremos nossos direitos para preservar as pessoas de passar pelo que ela passou. Não sei se ela vai mudar, mas não podemos nos tornar iguais a quem criticamos — afirmou a responsável pela coordenação política da Associação Brasileira de Lésbicas e pela coordenação nacional do Movimento D’Ellas, Yone Lindgren.

O Grupo Gay da Bahia, uma das organizações mais antigas do Brasil, tem a mesma posição. Para o presidente, Marcelo Cerqueira, Karol Eller tinha uma “homofobia internalizada” e talvez por isso tenha se aproximado de pessoas que tinham “comportamento hostil aos homossexuais”.

— Ela achava que nossa luta era “mimimi”, que era vitimismo, agora ela sofreu na pele. O nosso movimento repudia esse tipo de agressão que ela sofreu porque somos pela paz, harmonia e amor — disse Cerqueira. — As pessoas estão pegando pesado nas redes sociais, está barra pesada. Ninguém tem esse direito.

O Grupo Arco-Íris afirma que vai cobrar da polícia civil a investigação rigorosa dos fatos. O coordenador do movimento, Claudio Nascimento, disse que “discriminação é discriminação, não importa contra quem, e nós vamos sempre repudiar”.

— Que esses setores mais conservadores possam enxergar que a discriminação e o assassinato de homossexuais no Brasil não é algo abstrato, é algo concreto que acontece cotidianamente.

Leia também:Brasil registrou 513 denúncias de violência contra LGBTIs no primeiro semestre de 2019


A youtuber Karol Eller postou foto no Instagram pedindo para ser lembrada com esse rosto, após agressão Foto: Reprodução do Instagram / Reprodução do Instagram

A Aliança Nacional LGBTI+ emitiu nota na qual apresenta solidariedade à youtuber e repudia quem “ouse justificar tamanha violência” pois “os agressores são os culpados, e não aceitamos que a vítima seja responsabilizada”.

— Nós não somos bárbaros. Independentemente de tudo, ela sofreu uma violência, e temos que estar ao lado de quem sofreu a violência. Mesmo ela falando que não se identifica com a lgbtfobia, porque a nossa capacidade de humanidade desce ao grau zero. Nos solidarizamos independentemente de qualquer coisa, como nos solidarizaríamos por qualquer crime lesbofóbico — diz Toni Reis, diretor da Aliança. — Essa pessoa que bateu nela tem um problema com a sua própria sexualidade. Parece que a namorada é bonita, e ele ficou incomodado. É o cúmulo do machismo, do patriarcado.

Vitimismo e ‘mimimi’
Karol Eller é muito ativa nas redes há alguns anos, mesmo antes de se aproximar da família Bolsonaro. Seu vídeo mais criticado foi postado em seu canal no Youtube em março de 2016.

“Todo dia morre um policial, todo dia morre um hétero, todo dia morre um gordo, todo dia morre um negro, todo dia morrem várias pessoas assassinadas, pelo amor de Jeová. Então, menos vitimismo. Não é porque um gay morreu assassinado que é homofobia. Tem muito gay que faz cagada. Tem muito hétero que faz cagada, que anda com pessoas erradas e às vezes sofre mesmo, é vítima mesmo de pessoas malvadas. Não só por ser gay, mas porque nosso mundo hoje é podre. Para com essa palhaçada de vitimismo que todo dia morre uma bicha, um sapatão. Não é assim que vocês falam da gente?”, afirmou na mensagem.

Em diversos vídeos e posts, a influenciadora digital diz que é contra ativismo, feminismo e que só quer “viver a minha vida”. Mas também pede respeito aos homossexuais.

No dia em que a Suprema Corte americana aprovou o casamento gay em todo o país, em junho de 2016, ela postou um vídeo chorando no qual faz um “desabafo”:

“Estou muito indignada com as pessoas que estão julgando isso que a gente lutou tanto para conseguir. Vocês não têm que nos engolir ou concordar, apenas respeitar o nosso sentimento. Nós, gays, temos um coração. Nós não somos animais, somos humanos, pessoas civilizadas e temos que aprender a respeitar o próximo. Eu só quero respeito.”

Mais um crime bárbaro de machismo e homofobia é a história de uma vida matada pelo a golpes de faca porque alegria do outro era demais,recalque. COMPARTILHE!

Salvador/22/12/2019 22HS – MARCELO CERQUIRA

No detalhe da foto, comum no mundo das facções criminosas bandido faz arma com a mão

Sexta-feira 1, Fazenda Coutos, no Iraque, subúrbio de Salvador, 15hs um bar de frequência LGBT, um gay dançava alegre e um machista homofóbico não gostou do jeito que o gay dançava, partiu ao ataque.

Daniel Marinho, volgo míope, machista homofóbico já conhecido por agredir homossexual no bairro de Fazenda Coutos, e também de acordo com populares por pertence a facção criminosa local começou a provocar a vítima dizendo palavra de baixo nível.

Uma testemunha que não quis ser identificada disse que ele chamava rapaz de viadinho …. é viadinho deveria tomar no “c” como ele gostava iria morrer. A partir daí começou a desferir golpes de faca conta Rodrigo Santos, 23 anos, sendo que um golpe no rosto e outro na clavícula. O jovem foi socorrido por populares para o HGE e não resistindo faleceu na manhã de hoje, dia 6. O sepultamento será amanhã, dia 7, 13hs no Cemitério Municipal de Plataforma.

A mãe de Rodrigo Santos dona Giovanni Maria, 39 anos, ” meu filho era um rapaz bom, querido por todos ele trabalhava com estética e todos estão sentidos com essa morte violenta e é homofóbica” disse. Sexta-feira,dia 8 , está prevista uma manifestação próximo ao corrido pedindo justiça prisão do criminoso que mora no mesmo bairro. O Grupo Gay da Bahia se une ao coração destroçado dessa família nesse momento de dor insuportável quando se perde um ente querido por ato fútil e brutal como este. Dona Maria esta esfacelada de sofrimento em saber que nunca mais vai estar com filho seu melhor amigo.

Não tem porque uma dança incomodar tanto a ponto de matar, não! Só o ódio machista! Cadeia! Onde estão os homens de bem? Secretario Segurança Publica, tá difícil queremos soluçarão. A impunidade estimula novos casus esse meliante acha que pode botar ema arma na cintura e sair por ai fazenda as suas leis porque trabalha para o crime e é mais macho que as outro.

Ele tem índole intrinsicamente má, isto é, já nasceu cresceu cum essa capacidade destrutiva e incapaz de viver sociedade de e cumprir o acordo socaicial. Tem de pedir a prisão preventivo imediata, se é que o covarde não já fugiu. A força matriz de toda violência é o machismo o mesmo que mata as mulheres precisamos educadas as filhos para gás e mulheres viver.

contatos71 9 99894748

GGB pede Justiça para Alex Fraga seis meses de impunidade.

FOTO; pessoal.

Salvador, 10, outubro de 2019.Do GGB – Passados seis meses da morte violenta de Alex Fraga,35 anos, funcionário público, no dia 13 de abril até presente as investigações encontram-se paradas, sem motivações o sustenta a ideia do que mais vale a vida de um bicho que de um ser humano. Ele era um ativista de combate a homofobia em Lauro de Freitas tinta em trabalho social reconhecido na cidade e também era coordenador do Centro de Teste e Aconselhamento (CTA) – serviços de saúde na promoção da equidade de acesso ao aconselhamento e ao diagnóstico do HIV, das hepatites B e C e da sífilis. Alex era muito querido pela população e a notícia do crime causou comoção. O corpo foi na comunidade Pedreira entre Simões Filho e Areia Branca, em Lauro de Freitas.

Alessandro não era um qualquer, mesmo que fosse, e papel da polícia investigar. Ele foi morto com requintes de crueldades e sofreu muita dor antes de morrer.” Ele sofreu com pauladas e estrangulamentos era uma pessoa de estrutura corporal franzina, dilaceraram sua face certamente foram mais de duas pessoas, covardia”. Disse Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB).de acordo do Cerqueira o descaso e a omissão com esses crimes são tratados em sua maioria acaba por estimular para novos homicídios aconteceram, em especial nesse momento atual em que só pelo fato de ser LGBT deve-se redobrar atenção.

O nome Alex se transformou em ema estática de sangue que deveria envergonhar a Ministra dos Direitos Humanos do Brasil. De acordo com o Grupo Gay da Bahia em 2018 no Brasil foram assassinados 420 LGBT, 2019 até setembro já são 280 na Bahia já foram 22 executados. O caso é investigado pela 22ª Delegacia, em Simões Filho, a época e atualmente DHPP.
‘Foi um crime estupido e bárbaro e por isso não se deve se descartar a motivação homofobica’. A Secretaria de Segurança Pública não botou gás suficiente para responder a sociedade a época do crime agora e mais difícil, é um gay! Completou Cerqueira. Esse caso em particular, reforça a necessidade da designação de um delegado especial para acompanhamento de crimes homofóbicos, para que os processos sejam devidamente instruídos com todas as peças para que o Ministério Público possa aplicar a justa lei.

18 Parada LGBT da Bahia 2019 22 de setembro

*Furdunço LGBT: Parada terá minitrio e ato ecumênico*


Salvador, 17 setembro 2019
A 18ª Parada LGBTI da Bahia, que este ano acontece pela primeira vez no Dique do Tororó, no dia 22 de setembro (Domingo), àa 14h, terá um formato diferente dos anos anteriores: além do cunho político e dos protestos contra o discurso de ódio que toma conta do Brasil, a festa irá ter minitrios e pranchões, elementos presentes no Furdunço, prévia carnavalesca realizada na capital baiana.

As novidades desta 18a edição foram anunciadas na manhã desta terça-feira (10) durante coletiva à imprensa no Dique do Tororó.

“A 18a Parada da Bahia acontece diante de um momento preocupante no Brasil, quando estamos sendo governados por um grupo político que prega o ódio e a intolerância. Então precisamos, mais do que festejar, mostrar que nosso estado e nossa população LGBT está unida para enfrentar as diversas tentativas de retrocessos impostas”, destaca o presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira.

Para o coordenador do evento, Weslen Moreira, a Parada LGBTI da Bahia, a terceira maior do país, atrás de São Paulo e do Rio de Janeiro, trará inovação em seu formato para se adequar ao novo espaço, que é o belo cartão postal do Dique do Tororó. “Estamos trazendo novos elementos que valorizam ainda mais a diversidade e o respeito às diferenças. Por conta das obras na Avenida Sete, mudamos o local e aproveitamos para trazer novidades, como os minitrios e os pranchões, já que o espaço não comporta trios elétricos”, explica.

O evento, que irá homenagear os 40 anos do Grupo Gay da Bahia (GGB) e os 50 anos de Stonewall, terá o apoio e a presença de entidades como APLB Sindicato, Defensoria Pública do Estado da Bahia DPE-BA, UNA, Grupo Diadorim (Uneb) e Casarão da Diversidade, este último um espaço ligado a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) que acolhe o público LGBTI e promove junto ao Governo do Estado políticas públicas de inclusão da comunidade. A Associação das Paradas de Salvador, responsável pela realização de desfiles em pelo menos 30 bairros da capital, também marca presença.

“São entidades e instituições comprometidas com a manutenção da democracia e da liberdade de expressão que se unem neste cenário político complicado do nosso país para enfrentar o preconceito e o discurso de ódio”, acrescenta Moreira.

*Ato Ecumênico* – Um ato ecumênico também está marcado para acontecer antes do desfile, quando representantes das religiões evangélica, católica, espírita e de matriz africana, se encontrarão para passar uma mensagem contra a intolerância religiosa e contra todo tipo de preconceito. “É importante mostrar que a Bahia não dá vez para a intolerância, seja ela religiosa ou de gênero”, diz o coordenador do evento Weslen Moreira.

*Atrações* – Entre as atrações, estão Flor Serena, Xote de Anjo, Fred Menendes, banda Marana e a cantora Claudia Costa. O grupo Diadorim, que desenvolve projetos para a comunidade LGBTI dentro da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), também marca presença como vem ocorrendo em todos os anos.

Além dos minitrios e apresentações artísticas, a organização se preocupou em envolver diversos atores da cena LGBT da cidade. “Vamos oferecer informação e serviços para a população, será um ato conjunto com os vários órgãos da Prefeitura, que é umas das patrocinadoras do evento. É pra divertir, mobilizar e refletir” pontua Weslen.

O presidente do GGB, entidade que há 18 anos consecutivos assume o protagonismo do evento em Salvador, disse que esta Parada é diferente das anteriores pela conjuntura política e convoca todos e todas a estarem presentes.

“Não só pelo local, mas pela conjuntura política desfavorável à comunidade. Precisamos que todos convoquem suas famílias. Mais do que uma festa, estamos organizando um ato de conscientização e, principalmente, de resistência. Tivemos que somar esforço, com dificuldade de patrocínio para realizar tudo que vamos fazer”, conclui o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira.

*Stonewall* – A Rebelião de Stonewall foi uma série de manifestações espontâneas da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York que aconteceu nas primeiras horas da manhã de 28 de junho de 1969, no bar Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, em Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Os protestos são considerados um dos eventos mais importantes contra o preconceito e a LGBTfobia

A HOMOFOBIA MATA – ESTATÍSTICA DE ASSASSINATOS

DOSSIÊ – ESTATUTO DA FAMÍLIA

Boletim GGB & Dicionário Biográfico…

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