Estudo conta 420 crimes contra LGBT em 2018.

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GGB abre inscrições para 22º Concurso de Fantasias do Carnaval de Salvador

Confira como foi a 21º edição Carnaval do Salvador em 2018 –

Salvador, segunda-feira, 14 de janeiro 2019 – O Grupo Gay da Bahia (GGB) começa a partir de hoje receber inscrições de candidatos interessados em participar da 22ª edição do Concurso Nacional de Fantasia LGBT do Carnaval de Salvador que acontece na segunda-feira, 4, a partir das 15h na Praça Municipal, Centro Histórico de Salvador com shows artísticos, já o desfile começa ás 17h com previsão de término ás 21h.

Os candidatos interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site ou sede na sede da entidade localizada a Ladeira de São Miguel, 24 no Centro Histórico. Os candidatos na hora da inscrição devem indicar a categoria luxo ou originalidade, as inscrições são de graça, entretanto menos de 18 anos, só poderão participar com autorização dos responsáveis.
O evento acontece na Praça Municipal, consta de uma programação que tem início ás 15h00 e segue até ás 21h00 composta de shows de transformistas e bandas musicais. Serão premiadas as três primeiras fantasias nas categorias de luxo e originalidade. Quem vencer na categoria luxo em primeiro lugar leva o cheque de 8 mil reais, já em originalidade o primeiro leva 6 mil.
Além de oferecer gratuitamente um evento brilhante no Carnaval o evento quer também estimular novos talentos. “A premiação é um incentivo à produção cultural e artística individual,”, disse Marcelo Cerqueira, presidente do GGB.

O critério de eleição das melhores fantasias será por julgamento que levará em conta a beleza, elegância, simpatia, desenvoltura na passarela, pedraria, penas, postura, andar e por fim o valor gasto pelo candidato na produção da roupa, especialmente na categoria luxo, a mais esperada do evento. “Tanto em luxo quanto originalidade é importante avaliar o grau de dificuldade para a realização da roupa”, finaliza Cerqueira.

Na originalidade os critérios são a semelhança com a ideia original, entretanto, nessa categoria é proibido a utilização de materiais preciosos, pedrarias caras, penas haras, lantejoulas entre outros assessórios que possam dá conotação de luxo. De acordo com a produção a categoria originalidade recebeu dois novos critérios dentro da avaliação que são apresentações que envolvam “protesto” e “reverência”, de situações da atualidade. De acordo com o Regimento, estas ações serão bem-vindas, mas há de obedecerem aos critérios norteadores da categoria em si, além de considerar o grau de dificuldade do desfilante para realizar a fantasia.
A 22ª Edição do Concurso de Fantasia LGBT do carnaval de Salvador tem patrocínio da Prefeitura Municipal do Salvador, através da Saltur, é uma realização do Grupo Gay da Bahia, Quimbanda Dudu e Centro Baiano Anti-Aids.

Mais informações: ggbbahia@gmail.com
Site: http://www.grupogaydabahia.com.br

 

Jesus na goiabeira e o abuso sexual infantil

Para o Atarde Luiz Mott em 22/12/2018 -Maniqueísmo é uma visão do mundo que acredita existir uma dualidade fundamental entre dois princípios opostos: de um lado o bom Deus, do outro, o mau Diabo. O maniqueísta de esquerda acha que Lula é totalmente inocente, o maior santo desse país dominado pelos corruptos. O maniqueísta de direita acredita piamente que o mito Bolsonaro é totalmente honesto, o salvador da pátria. Visões equivocadas, pois ambos líderes reúnem aspectos bons e maus, como todos nós, simples mortais. A mesma coisa em relação às religiões: todas têm aspectos positivos, humanitários, auxiliando muitos a superar sofrimentos; todas também têm aspectos negativos, abjetos, levando à intolerância.

Num recente vídeo a Ministra do Direitos Humanos, Damares Alves, pregando numa igreja evangélica do Rio Grande do Sul, revelou que dos 6 aos 10 anos foi covardemente violentada por dois pastores. Disse que cheia de medo e culpa, decidiu então se suicidar. “Peguei veneno de rato e subi no pé de goiaba, aonde costumava ir chorar. Quando subi com o veneno, vi meu amigo imaginário, o personagem que é Jesus, de barba e roupa branca. O saquinho caiu da minha mão e desisti. Agora estão me ridicularizando por ter falado isso, mas se vocês não acreditam, problema é de vocês. Tem criança que vê duende, que fala com fadas. Eu vi Jesus”. Há crianças que incorporam os Orixás nas rodas de terreiro, acrescento eu.

Muitas divindades se manifestaram aos videntes através do mundo vegetal: Javé, o todo poderoso pai de Jesus apareceu a Moisés no meio de uma sarça ardente no Monte Sinai; Nossa Senhora de Fátima revelou-se diversas vezes em 1913 aos pastorinhos encima de uma azinheira; na tradição das religiões afro-brasileiras, Iroko é uma divindade que habita a gameleira, árvore sagrada pela qual passaram todos os Orixás. Ninguém ridiculariza tais mitos, pelo contrário, recentemente diversas árvores do Campo Grande foram garbosamente “vestidas” de panos brancos, respeitando a mesma tradição religiosa do Candomblé.

As redes sociais e a mídia deitaram e rolaram nesse episódio da goiabeira, sem atentar para dois gravíssimos problemas infanto-juvenis: o abuso sexual e o suicídio. O Brasil é um dos países onde mais meninas e meninos são abusados sexualmente, na maioria das vezes, por parentes, mas também por ministros religiosos. O médium João de Deus, dentre suas centenas de vítimas, abusou sexualmente de algumas pré-adolescentes, inclusive de sua própria filha. Suicídios infanto-juvenis são outra tragédia silenciada em nossa sociedade, seja causados pelos traumas decorrentes desses abusos, seja de jovens LGBT massacrados pelo bullying familiar e escolar.

A ministra prometeu cuidar dessas tragédias infanto-juvenis. Aleluia!

Bahia busca consolidação como destino gay-friendly

Salvador, Bahia, 8 de dezembro de 2018!
Resultados da pesquisa de demanda turística realizada pela Secretaria do Turismo do Estado (Setur) durante a 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia foram avaliados junto com o Grupo Gay da Bahia (GGB). De acordo com o estudo, 15,6% do público do evento, realizado no mês de setembro, eram turistas.

Foto: Genilson Coutinho.
A pesquisa indica que a participação de turistas na Parada Gay da Bahia aumentou expressivamente desde 2013: passou de 4,4% para mais de 15%. “Essa informação reforça o potencial da Bahia para atração de visitantes LGBT e também nos ajuda a planejar melhor as ações da Setur voltadas para o segmento”, explica o secretário estadual do Turismo, José Alves.

Presidente do GGB, Marcelo Cerqueira destaca a qualidade e diversidade do evento. “A nossa riqueza, seja na música ou na dança, e a crescente participação são determinantes para que pessoas de fora da Bahia decidam comprar suas passagens para vir ao estado na Parada Gay”. Ainda segundo Cerqueira, soma-se a isso o permanente trabalho de atração de visitantes realizado pela Secretaria do Turismo da Bahia.

Outro dado relevante indicado pela pesquisa é que a Bahia é considerada um destino gay-friendly – amigável para o público LGBT – por 76% dos baianos e turistas que participaram da festa organizada pelo GGB.

Perfil do visitante – Em 2018, os principais emissores de visitantes nacionais para a Bahia no período do evento foram os estados de São Paulo, Amazonas, Sergipe, Alagoas, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul. Dentre estrangeiros estavam europeus da Itália, Alemanha e França.

Conforme o estudo, a maior fatia dos turistas participantes da Parada Gay de 2018 declarou renda entre R$ 2 mil e R$ 5 mil (62,8%) e gasto médio de cerca de R$ 1.300. Segundo a pesquisa, o tempo de permanência dos visitantes na capital baiana foi equivalente a 5,5 pernoites.

Hotéis, albergues e hostels foram os principais meios de hospedagem utilizados pelos turistas que participaram da Parada do Orgulho LGBT em 2018. Os serviços oferecidos pela rede hoteleira foram bem avaliados por 83% dos visitantes – mais de 50% avaliaram como ótimo.

O presidente do Grupo Gay da Bahia, que inicialmente não queria a pesquisa, ficou perplexo com o resultado positivo. “Fiquei impressionado com a analise dos dados feita pela Setur, eu sempre relaciono o valor de gasto em R$ 35,00 e eles encontraram muito mais valor por individuo.” disse Marcelo Cerqueira, presidente do GGB. Diante da pesquisa reveladora espera-se que o Governo Rui Costa seja mais sensível no apoio as questões LGBT, isso porque a Parada promove economia com cidadania.

REGULAMENTO O USO DO NOME SOCIAL

Capturar

Resolução CME n.º 01-2018 – Regulamento o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares

DANILO BITENCOURT: Opinião – Mensagem à Raphaela: As palavras que não tive tempo de te dizer…

Legenda: Raphaela e Danilo, foto arquivo privado do autor.
Salvador, Bahia, 16/11/18 – Descobre-se estranho. Não por si. Mas pelo outro e doí. Ver em outros olhos, sua caricatura. Quem entenderia tamanha loucura? Acreditar ser o que realmente se quer ser. Não lhe o que está (im)posto; pois, se desperta desgosto, nosso caminho é seguir do lado oposto. Lado que incomoda. Atirou-me na cabeça. Fim de festa. Se não deu pra ir mais longe, fui só mais uma, apenas essa satisfeita, mas longe do sonho que carreguei. Quem dera fosse o amor o sentimento que despertei!

São palavras tristes e chorosas, num momento de perda, mas que me proponho a falar de amor. Amor como sentimento vivo que conhecemos no caminhar da amizade, no cotidiano das risadas, dos compromissos, da luta por uma sociedade que nos entendesse, que nos respeitasse e nos enxergasse como humanos. O ódio, a ausência de políticas afirmativas, a exclusão, a alta vulnerabilidade, tiraram do nosso convívio, a nossa Raphaela!

Conheci Rafa, como carinhosamente a chamava, em 2011, quando retornei a Vitória da Conquista para assumir meu concurso junto à Prefeitura de Vitória da
Conquista. Ela era a primeira transexual funcionária da Secretaria de Desenvolvimento Social, atuando junto com o Programa Bolsa Família. Sua feminilidade, seu jeito sorridente, sua pele de jambo se destacavam naquele enorme salão. Foi ali que começou uma amizade e uma história de luta. Junto com Rafa, construímos a Assessoria de Diversidade Sexual, órgão que hoje é uma Coordenação de Políticas de Promoção da Cidadania e Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

De lá para cá, foram anos de luta para combater essa cultura bastante sexista, de negar ao outro a condição de sujeito de direito. A Prefeitura, na então
gestão do Prefeito Guilherme Menezes, alçou voos de reconhecimento nessa luta. E Rafa estava sempre lá comigo. Realizamos juntos duas conferências territoriais de Direitos LGBT; preparamos uma campanha publicitária para combater o estigma e o preconceito da sociedade em relação às travestis e transexuais, se tornando a primeira prefeitura da Bahia, entre os 417 municípios, a realizar uma ação comemorativa ao Dia Nacional de Visibilidade Trans.

Com Rafa, e sua luta junto às travestis e transexuais de nossa cidade, nos tornamos a terceira cidade do Estado a possuir decreto-lei que garante o uso do nome social de travestis e transexuais nos serviços prestados por qualquer órgão da Administração Pública Municipal Direta, Indireta, Autarquias, Fundações e nas instituições públicas de ensino.

Depois dessa experiência com Rafa junto da governabilidade municipal, vi Rafa se reconhecer como militante e defensora dos direitos humanos. Terminou seu contrato com a Prefeitura, foi fazer Serviço Social e se engajou na sua própria luta. Com nosso apoio institucional, fundou o Coletivo Finas pela Diversidade
Sexual, cuja finalidade principal foi agregar o maior número de pessoas, independente de sexo, orientação sexual, etnia, credo, convicções filosóficas,
condição social, para defender e promover o direito à liberdade da orientação sexual de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, homens e mulheres transexuais.
Tornou-se a primeira presidente do Coletivo e daí não parou. Levou o movimento LGBT de Conquista a ter visibilidade e assumiu a cadeira de representante das travestis e transexuais da Bahia no Conselho Estadual LGBT.

É essa Rafa que eu conheço. Não a que foi morta pela sociedade discriminatória e que não tem uma política adequada sobre drogas. Não quero a imagem da Rafa que, por inúmeros motivos, encontrou no uso e no tráfico, um alento e um respeito. Sabemos que o contexto do uso de drogas aparece desafiador para a saúde pública brasileira. Ao relacioná-lo com a população de travestis, faz-se necessário uma sistematização singular, pela vulnerabilidade característica desse segmento.

O uso de drogas se associa principalmente ao momento de saída da casa dos familiares, conforme ressalta as principais etnografias sobre travestis brasileiras. A situação das drogas já enquadra por si só uma complexidade de fatores que implicam em ações educativas, sociais, políticas, de segurança pública e de saúde. Quando somamos a essa complexidade as especificidades travestis, temos uma nova equação, também desafiadora.

Entre os desafios está a dimensão ideológica, que nos leva a pensar que a forma como dizemos e fazemos as práticas de prevenção e intervenção estão
longe de ser neutras e devem estar atentas ao contexto histórico e social da pessoa que faz uso indevido de drogas. E junto ao contexto histórico, há a importância em associar a dimensão ética reconhecendo os indivíduos em sua pluralidade, ou seja, evitando que julgamentos morais e familiares de certo e errado mascarem as ações e afastem o usuário de uma possível postura colaborativa.

No entanto, é fundamental que uma política integrada seja desenvolvida, para aumentar os repertórios de existência dessas pessoas, em termos de
educação, saúde e trabalho historicamente restringidos. O uso de drogas nos espaços de sociabilidade trans deve ser compreendido como um
potencializador da vulnerabilidade notória dessa população. Mas ligar drogas-travestis-prostituição seria favorecer o preconceito já marcado
o grupo. O que se enseja, portanto, é evidenciar o contexto bem como a precariedade das relações e das redes de proteção às travestis e transexuais para, então, considerar formas de minimizar os danos. Os resultados também vão ao encontro da Política Nacional e Estadual sobre Drogas, evidenciando a amplitude de ações que precisam ser demarcadas como a prevenção e atenção aos fatores de risco e proteção.

Por isso, nosso apelo é que Rafa não se torne mais um corpo estendido no chão. Revela-se aqui, mais uma vez, principalmente nas execuções de
travestis, a evocação de uma imagem da desordem urbana, em que a sexualidade aparece conectado à pobreza, ao tráfico e às favelas. Bandos que atacam carros, assaltam moradores, provocam arruaças. Embora sob protestos de alguns agentes da lei, travestis acabam sendo assassinadas sem que muito
se faça para esclarecer o caso.

Hoje foi Rafa. Mas os casos de execução chamam a atenção para a presença de diferentes hierarquias sociais no universo LGBT e, com isso, para a diversidade e complexidade das práticas LGBTfóbicas. Nesses casos, há uma clara confluência entre hierarquia de classe e gênero, já que as vítimas são normalmente travestis ou homossexuais pobres, envolvidos com prostituição ou moradores de bairros periféricos, que carregam o peso mais estigmatizante
da homossexualidade.

A indiferença policial na apuração da maior parte desses crimes parece encontrar eco nas representações negativas de travestis como homossexuais especialmente desajustados, de modo que sua morte, em geral em idade bem inferior do que a das vítimas de latrocínio, tende a ser tomada por policiais
como consequência de um modo de vida constantemente próximo da ilegalidade e que é recebida com poucas pressões, sobretudo familiares, por
sua apuração e por justiça.

O que se deve ter em mente, constantemente, é que a ideia fundadora de direitos humanos remete de imediato ao princípio fundamental de que todas as
pessoas possuem dignidade, inerente a sua condição humana que, independente de sexo, identidade de gênero, condição de saúde, raça, cor, língua, nacionalidade, idade, convicções sociais, religiosas, políticas,n preferências sexuais, todos e todas estariam igualmente habilitados a gozar
desses direitos.

Faltará tinta no dia que o céu for livre pra todos serem o que são. Cobertos pelo sol, sem nenhum tipo de opressão. Faltarão nomes pra descrever o mundo sem as misérias. O que sentimos, o que nos tornamos. O novo ser sem medo de viver. Faltará a falta que nos entristece que hoje enche o peito de vazio e fumaça. Mas digo, que com sua vida de luta, seu sorriso marcado em nosso coração, querida Rafa, não faltará amor, não faltará sonhos. O novo mundo se abrirá para o futuro, onde o presente dominará o passado e nossos corações enfim serão salvos. A você, Rafa, que nasceu pra ser sujeito, escolheu, decidiu, quis ser você mesma, um descanso eterno. A nós, lutar sempre. Somos guerreiras sobreviventes de mais um dia, no campo de batalha. Da vida. Do corpo. Da
alma. Ninguém solta a mão de ninguém.

Com saudades, Danillo Bitencourt.

Por Danillo Bittencourt
Mestrando em Relações Étnicas e Contemporaneidade – UESB
Pós-graduando em Direitos Humanos e Contemporaneidade – UFBA
Graduando em Pedagogia – UNIT
Bacharel em Comunicação Social – UESB

BOLSONARO DEFENDE PENA MAIOR PARA QUEM AGREDIR LGBTs: O momento pede calma, solidariedade e atenção redobrada!

Salvador, Bahia, terça-feira, 30 de outubro de 2018. O Grupo Gay da Bahia (GGB), através do seu presidente Marcelo Cerqueira, passadas as eleições do segundo turno no Brasil, considera e orienta a população LGBT para acalmar os ânimos e atenção redobrada, por vários motivos, dentre ele a manutenção da paz e a vida acima de tudo para nós que integramos a população LGBT.

Consideramos que pela sensibilidade do momento atual precisamos acalmar os ânimos, redobramos o cuidado e a atenção em relação as agressões LGBTfobicas associadas ao presidente eleito Jair Bolsonaro. O presidente eleito no último dia 28 de outubro, falou com exclusividade aos jornalistas Bonner e Renata Vasconcelos do Jornal Nacional da Rede globo de Televisão no dia 29, segunda-feira.

Respondendo a jornalista o presidente eleito disse como vai tratar os crimes de violação de direitos, especialmente violações contra pessoas LGBTs. O presidente declarou que esses crimes serão tratados com vigor constitucional e normativo que temos a disposição da nossa arquitetura jurídica.

Portanto, pensamos que superadas, as eleições, devemos nos apoiar e quando atingidos com práticas de ódio ou qualquer tipo de violência devemos denunciar e buscar nossos direitos junto aos Órgãos Públicos de Defesa dos Direitos Humanos constituídos. Cobrar o cumprimento da Lei e da Constituição, inclusive ele defendeu isso.

Resolvi divulgar esse vídeo para que todos tenham conhecimento do seu teor, sobretudo para aqueles que estão praticando todo tipo de discriminação e violência seja por orientação sexual, por ser negr@, mulher, ou nordestin@s.

Espero que o Presidente eleito apoie a criminalização da LGBTfobia no Brasil.
O vídeo que apresentamos aqui foi editado pelo GGB priorizando a resposta concreta e o comunicado a nação brasileira. Por favor, veja a entrevista completa dos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcelos do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão pode ser apreciada na sua integra clicando aqui! https://www.youtube.com/watch?v=9v3-SvXptAU

Em entrevista ao JN prometeu respeitar a constituição

Vídeo completoAqui

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