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Michael Waldholz, colaborador da revista Forbes, escreve sobre a indústria da saúde e inovações médicas.

Conteúdo extra: Forbes, 31/07/2012 Uma das razões pelas quais a catástrofe da aids, que já dura 30 anos, continuará a fazer vítimas é que se está negligenciando uma confluência histórica de avanços na luta contra a doença. Isso ficou claro para mim semana passada, na Conferência Internacional de Aids em Washington, que acontece a cada dois anos. Durante os seis dias do evento, mais de 25 mil participantes de todo o mundo escutaram pesquisadores, gestores, políticos e ativistas repetirem, como se seguissem um roteiro meticulosamente elaborado, uma mensagem surpreendente e profunda: as evidências científicas emergentes mostram que os novos tratamentos e estratégias de prevenção, se empregados ampla e conjuntamente, podem deter a marcha incansável do vírus.