GGB envia comunicado a Krieger para pedir Pastoral Gay na Arquidiocese de Salvador
por Carol Prado Após as declarações um tanto quanto progressistas do papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude, o Grupo Gay da Bahia enviou, nesta quinta-feira (1º), uma solicitação de audiência com o arcebispo de Salvador, dom Murilo Krieger, para pedir formalmente a criação de uma Pastoral Gay na Arquidiocese baiana. Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente da entidade, Luiz Mott, disse que a iniciativa tem o objetivo de aproximar os homossexuais da Igreja e integrá-los à religião católica.
Vamos fazer deste azedo limão, uma boa e santa limonada!
Luiz Mott e Sérgio Viulla, 1-8-2013 Enquanto alguns militantes deixaram-se entusiasmar pela simpáticas palavras do Papa Francisco, outros chegaram a participar de suas celebrações e defender a Igreja Católica com ardor fundamentalista, a maioria dos participantes das listas e redes sociais interpretou como oportunismo e demagogia a fala do soberano pontífice católico. Uma análise objetiva e comparativa de seu discurso revela que não houve mudança ou progresso algum em relação às declarações dos ultra homofóbicos João Paulo II e Bento XVI, que resumiram a cruel homofobia católica neste anátema: “a homossexualidade é intrinsecamente má!” Discurso que assemelha-se ao dos evangélicos fundamentalistas: “amar o pecador e odiar o pecado!”