GGB 41 ANOS BEM ASSUMIDOS.
O parlamentar vêm a público passar sua mensagem de felicitação a entidade. Nesse momento de isolamento social precisamos fazer uma reforma em nossa sede! Você pode ajudar fazendo um PIX 71 988430100 💜💜🙏👍
GGB 41 ANOS BEM ASSUMIDOS.
Olha só que coincidência a repórter @ritabatista nasceu no mesmo ano que o GGB foi fundado! Hoje ela parabeniza a instituição pelo trabalho político! Hoje o grupo precisa reformar a sua sede no Pelourinho! Se você puder faça um PIX 71 988430100! Sua doação, de qualquer valor vai ajudar muito.
GGB 41 ANOS BEM ASSUMIDOS.
GGB 41 ANOS BEM ASSUMINDOS! André Fischer.Diretor do Festival MixBrasil e do Centro Cultural da Diversidade/SP manda mensagem de parabéns pelo aniversário do grupo. 🙏 O #grupogaydabahia é a mais antiga entidade da América Latina em funcionamento! Nesse momento de pandemia isolamento social precisamos fazer uma reforma em nossa sede! Você pode ajudar fazendo um PIX 71 988430100 💜💜🙏👍
EM 1984 INSTITUIU O ANO GAY INTERNACIONAL.
Nossa reinvindicação: Extinção imediata do parágrafo 302.0 do Código de Saúde do Ministérioda Saúde do Brasil; Salvador, 6 março 2021. A Associação Gay Internacional, órgão equivalente à ONU, quecongrega grupos militantes homossexuais do mundo inteiro, proclamou 1984 como o “ANO GAY INTERNACIONAL”. Se todas as minorias egrupos sociais discriminados – crianças, velhos, deficientes físicos – játiveram seu ano internacional, nada mais justo que os gays, que representam10% da população do mundo, também tenham um ano internacional a fimde chamar a atenção da população mundial para os gravíssimos problemas,sofrimentos e discriminação de que são alvo os homossexuais. Nosprincipais países do mundo inúmeras atividades culturais, artísticas epolíticas estão sendo organizadas para que 1984 seja um marco na lutacontra a intolerância e preconceitos que anualmente levam milhares de gaysa situações dramáticas como discriminação no trabalho e escola; expulsãode casa por famílias intolerantes; perseguição, espancamento e prisão porpoliciais prepotentes e machistas; centenas de suicídios e assassinatoscausados simplesmente por uma razão: HOMOFOBIA, isto é, intolerânciaaos gays e ao homossexualismo (uma doença tão grave e perigosa como ahidrofobia, a raiva do cachorro louco). Não é fácil ser homossexual emnossa sociedade, onde desde pequeno ouvimos nossos pais dizerem preferirter um filho ladrão, assassino ou morto, do que homossexual; onde serchamado de “viado” é das piores afrontas que alguém pode fazer a uminimigo. Apesar de não Existir mais fogueira para nos queimar, muita gentecontinua a pensar e agir como a mesma ignorância pré-científica eobscurantista dos inquisidores: 3 homossexuais são assassinados todos osmeses no Brasil (fora os que os jornais não noticiam); 300.000 gays foramexterminados nos campos de concentração nazista.É urgente mudar a mentalidade mundial, substituindo-a porprincípios mais condizentes com o progresso científico e de acordo com osdireitos humanos universais. Felizmente já temos alguns progressos: aprópria Igreja Católica começa a mudar – em vez de queimar judeus,protestantes e sodomitas, hoje o Papa prega o ecumenismo, o respeito aos“oprimidos”, mandando inclusive que os gays sejam tratados com maisrespeito, sem violência nem discriminação. Os cientistas contemporâneossão unânimes em afirmar que o homossexualismo não é nem doença nemdesvio. Diversas associações científicas das mais importantes dos EstadosUnidos e do Brasil – inclusive a Sociedade Brasileira para o Progresso daCiência – garantem que a discriminação imposta aos gays é extremamenteinjusta, odiosa e anti-científica. Os políticos igualmente manifestam-se afavor da igualdade de direitos dos homossexuais: na Noruega e Canadá háleis que punem todo tipo de discriminação, por raça, idade, religião etambém por expressão sexual. O Conselho do Parlamento Europeu,principal órgão político da Europa, manifestou-se várias vezes de formaenérgica contra todas as expressões de preconceito e discriminação anti-gay. No Brasil, mais de 15 mil pessoas já assinaram o documento de iniciativa doGRUPO GAY DA BAHIA contra o §302.0 do Código Internacional deSaúde, em vigor também no Brasil, que rotula o homossexualismo comodesvio e transtorno sexual. Entre os assinantes, mais de 300 políticos: oatual Governador de S. Paulo, o Vice-Governador do Rio de Janeiro, 2Prefeitos, 1 Senador, 14 Deputados Federais e 120 Estaduais, 149Vereadores de todo o Brasil. Em Janeiro/83 a Justiça determinou o registrolegal do GGB como “sociedade civil”, reconhecendo-se oficialmente quetambém os homossexuais têm o livre direito de associação para defesa deseus interesses. Tudo isso é apenas um começo de uma longa luta ecaminhada: que 1984, o ANO GAY INTERNACIONAL represente umavanço significativo e perceptível nessa busca de uma nova sociedademundial onde “o amor seja o essencial, o sexo um acidente, podendo serigual ou diferente”. (Fernando Pessoa) Reivindicações (mínimas) do Movimento Homossexual Brasileiro:1) Extinção imediata do parágrafo 302.0 do Código de Saúde do Ministérioda Saúde do Brasil;2) Igualdade de direitos dos homossexuais;3) Punição de toda discriminação e violência contra os gays;4) Garantia de espaço nos meios de comunicação para o movimento gayexpor suas reivindicações.Participe do ANO GAY INTERNACIONAL na Bahia: ProgramaçãoJaneiro (13 a 15): 2º Encontro Nacional do Movimento HomossexualBrasileiroFevereiro (28): 4º Aniversário de Fundação do GGB – 3ª Exposição de ArtePostal GayInício da Pesquisa “Os homossexuais na Bahia”Março-Abril: Ciclo de conferências e debates “A Inquisição e repressão àhomossexualidade”Maio-Junho: Campanha Médico-Social junto aos travestis do Pelourinho /Semana do Orgulho GayJulho: Reunião Anual da Soc. Bras. P/Progresso da Ciência (SP),conferências e debatesAgosto-Setembro: Debates na UFBª: “Homossexualismo visto pelosprofessores e estudantes”Outubro-Novembro: Ciclo de filmes sobre temos homossexuaisDezembro: Exposição de Arte e Cultura Gay; Apresentação das conclusõesda pesquisa sobre os homossexuais da Bahia. Ato Público deEncerramento do Ano Gay Internacional. Boletim do GGB.
Centro LGBT da Bahia lança campanha para garantir direito ao nome social.
O Centro de Promoção e Defesa dos Direitos da População LGBT da Bahia (CPDD-LGBT) lança na sexta-feira (5) uma campanha intitulada: “Me chame pelo meu nome: Nome social é direito garantido”. A ação tem como objetivo sensibilizar a sociedade acerca da importância da garantia de cada um ser chamado pelo nome escolhido. O CPDD-LGBT, órgão da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), tem recebido muitas demandas para a troca do nome social em decorrência, principalmente, do preconceito e transfobia sofridos pelas pessoas transexuais que ainda não possuem nos seus documentos o nome social, expondo essas pessoas a situações discriminatórias em diversas situações, a exemplo de atendimento em hospitais e serviços públicos. Apenas no mês de fevereiro, em parceria com a Defensoria Pública, o CPDD-LGBT atendeu e encaminhou mais de 40 pessoas para efetuar a mudança de nome. A campanha contará com publicações de peças publicitárias nas redes sociais, além de debates com advogados para informar sobre os procedimentos legais e passo a passo para mudança do nome nos documentos. Para Tailon Alessandro, homem trans, 23 anos e modelo da campanha, a mudança nos seus documentos, além de ter sido uma conquista, é motivo de alívio e orgulho, por constar em seus documentos o nome escolhido por ele. “Estou muito feliz e seguro, pois passei por muitos constrangimentos pela falta do documento com meu nome. Era doloroso chegar aos lugares e ser chamado pelo meu nome civil. Hoje, eu sou Tailon. Isso me deixa muito feliz e certo de que não irei sofrer nenhum ato de transfobia por esse motivo”, celebra. De acordo com Renildo Barbosa, coordenador do Centro e integrante da Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM), responsável pela gestão do CPDD-LGBT, essa mudança é fundamental e urgente, pois é um direito da população trans que precisa ser garantido. “Não é apenas a troca do nome, é muito além, é a conquista da liberdade da transfobia, a autoestima e, principalmente, um direito garantido. Vamos fortalecer ainda mais a nossa rede para atender e fazer esse processo com o maior número possível de pessoas que buscam nossa equipe técnica. Vamos mudar essa realidade”, afirma Barbosa. A campanha conta também com o apoio de mídia do Dois Terços, veículo de notícias LGBTQIA+ que há onze anos luta e visibiliza pautas da comunidade na Bahia e no Brasil. O CPDD-LGBT tem WhatsApp exclusivo para atendimento, triagem e encaminhamento para o corpo técnico, por meio do número (71) 9 9606-5505, das 8h às 17h, de segunda à sexta-feira
GGB 41 ANOS BEM ASSUMIDOS
E aí Galera? Já se ligou? 19 de março de 2020 Especificamente de onde saem tantos garotos e garotas a gente não tem certeza. Mas pude imaginar que dos quatro cantos da Salvador. Eles chegam de bairros e de subúrbios mais distantes. Entram “fazendo barulho” , nada de anormal e perfeitamente aceitável em se tratando da média de idade, que suponho não ultrapassar os vinte anos. Período da vida em que o agito faz parte mesmo. Parece um encontro marcado, porque quase todos – tinha mais de quarenta jovens e adolescentes – se conhecem e lotam o espaço físico de reuniões da sede social do Grupo Gay da Bahia no Pelourinho. Inclusive soube e constatei que são muito bem cuidados pelo GGB. Eles tem um dia especial por semana – dentro da programação e da rotina da entidade – específico para discutirem e se inteirarem da própria homossexualidade. Sempre as quartas-feiras onde recebem todo o tipo de apoio e orientação dos monitores à exemplo do Cristiano, que passa horas coordenando uma reunião informal em que é mostrado o modus operandi científico do correto uso dos preservativos e os estimula todo tempo à discussão e a reflexão de temas como “namoro”, “homofobia” e “inclusão social” dentre tantos outros. Cláudio, Denis e Otávio estão por perto e ficam de atentos para que não ocorram desatenções e que ninguém fique sem folhetos explicativos – material de excelente qualidade tanto de conteúdo científico quanto da qualidade de impressão – patrocinados pelo Pathfinder do Brasil. O vontade de acertar é tão grande que os envolvidos no Projeto Se Ligue destinam especial atenção a formação do ser cidadão. Nos textos que tive acesso do “Juventude e Homossexualidade” e “Seja você mesmo” a constatação é óbvia “ a criança e o adolescente têm o direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas”. Munidos desse farto material educativo ninguém pode dizer que saído do Se Ligue ficou á ver navios. Que foi uma tarde perdida ou que ficou deslocado ou posto pra escanteio na tal reunião. A dinâmica do estarem juntos no GGB é legal. Todos falam. Perguntam, tiram dúvidas, dão muitas risadas e dá prazer vê-los na jocosa irreverência. É tudo feito no Projeto para que o jovem gay ou a lésbica se sintam bem com a própria sexualidade. Acredito mesmo que a informação é a base de tudo. A minha opinião enquanto visitante é corroborada com os depoimentos que tratei de tomar no local, entrevistando gente que freqüenta o Se Ligue e todos se mostraram sinceros ao creditar pontos positivos a esta iniciativa. Também pude entender que no futuro o Se Ligue pretende alçar vôos maiores, depois do Se Ligue I e II há a proposta de se atuarem junto à escolas – na tentativa de “mobilizar professores do ensino de I e II graus para desenvolverem atitudes positivas frente aos alunos com orientação sexual minoritária e não hegemônica”. Voltar ao Se Ligue e de vez em quando para ver o que estão fazendo é também uma forma de incentivá-los. Foi uma visão da competência e do altruísmo enxergar tantos jovens sendo ajudados no que lhes é mais importante: o valor da vida. A grande viagem do dia da reunião que assisti, foi a da felicidade do prazer consciente – o gozo responsável. Diminuir a incidência de DSTs/HIV e AIDS junto a jovens homossexuais é inquestionavelmente importante. É aí que reside a beleza e valor desta iniciativa do Grupo Gay da Bahia. O Se Ligue é um projeto salvador, que tenta salvar da dor quem no vigor da juventude necessita urgentemente banir a ignorância. Portanto estão juntos e são parceiros, nesse mutirão cultural pelo sexo sem riscos, o USAID e CREAIDS que ajudam em muito a construção do amanhã destes jovens. Confira mais fotos: PROJETO SE LIGUE O projeto inicia em outubro de 2002 e terminou em setembro de 2003, foram feitos 72 intervenções, distribuímos 8.230 preservativos e também atendemos este mesmo números de pessoas entre outubro de 2002 à setembro de 2003, fizemos 50 oficinas em escolas publicas distribuímos 7.188 preservativos nestas oficinas, distribuímos 3.765 alunos nestas oficinas, reuniões na sede do GGB 48 reuniões, 4.451 preservativos distribuímos nestas reuniões, 1.603 jovens atingidos nestas reuniões. Houve uma continuidade do projeto em setembro de 2003 á agosto de 2004, chamado de Projeto Se Ligue II, 42 intervenções, distribuímos 8.076 preservativos e atendemos o mesmo numero de jovens, 63 oficinas em escolas públicas, 10.066 preservativos distribuídos nas oficinas, 3.236 alunos atingidos, reuniões na sede do GGB 43 reuniões, 8.973 preservativos distribuídos nestas reuniões, 2.099 jovens atingidos nestas reuniões. O projeto tem uma nova continuidade mas não temos dados, pois está reiniciando suas atividades esperamos atingimos um numero maior de pessoas informando sobre a verdade sobre a homossexualidade mudando está idéia de marginalidade, das pessoas têm dos homossexuais, onde esperamos atingir um numero maiores de jovens gays informando sobre aids/dst, auto estima a respeito da sua própria orientação sexual. E agora com este link dentro do site marccelus, esperamos ter um acesso de maior abrangência dos jovens gays e lésbicas, onde conhecerá o projeto se ligue. Nos do Projeto Se Ligue agradecemos a você por este trabalho, pode conta com a gente. Contato: seligue2@hotmail.com Os Apoiadores do Projeto Se Ligue Leia Mais:
GGB 41 anos bem assumidos, Luiz Mott.
GGB 41 ANOS BEM ASSUMIDOS, 28 de fevereiro 2021. O fundador do GGB, decano do movimento LGBT fala da importância desta data, dos avanços, conquistas e pede ajuda para reformar a sede da entidade no Centro de Salvador. Faça um PIX 71 988430100. luizmott #grupogaydabahia #mesalte #correio24horas #ajudar solidariedade #resiliencia #Lgbti #gay #salvador #BAHIA #brasil
GRUPO GAY DA BAHIA CELEBRA 41 ANOS MUITO BEM ASSUMIDOS.
Do GGB, em Salvador. Com os olhos bem abertos na história, com os pés fincados no presente e abraçando com coragem e afeto o que estar por vir, o futuro. Grupo Gay da Bahia, Grupo Gay do Brasil! Salvador, Bahia, 27 de fevereiro de 2021, ás 23hs23min O dia 28 de ferreiro de 1980, entrou para a história do movimento de emancipação homossexual brasileiro, como o dia em que na Bahia, em Salvador, foi fundado pelo jovem antropólogo Luiz Mott, o Grupo Gay da Bahia (GGB). O sociólogo, Aroldo Assunção, 59 anos, relata o que motivou a fundação do grupo: “Eu e Luiz, estávamos sentados apreciando o pôr do sol no Farol da Barra, eu estava deitado e com a cabeça no colo de Mott, quando saímos, percebemos que a motocicleta estava suja de ketchup”. Aroldo conta que Mott foi reclamar em um carrinho de cachorro-quente, e um homem deferiu-lhe um soco no rosto, chamando-os de gays. Esse fato ocorrido em finais de 1979 deixou Luiz Mott completamente decidido a fazer algo para reverter esse tipo de preconceito. No ano seguinte, Mott publicou um anúncio no jornal gay de ultraesquerda o Lampião da Esquina, do Rio de Janeiro. No anúncio, Mott, convidava as bichas da Bahia a rodarem a baiana contra o preconceito. As bichas botaram a baiana para rodar e fundaram o grupo, sobretudo com o apoio do Grupo anarquista Inimigo do Rei. O GGB foi o primeiro grupo a possuir uma personalidade jurídica no Brasil, conseguida através de liminar expedida pelo Judiciário da Bahia. Foi também o primeiro grupo, na Bahia, a combater o preconceito e discriminação, que hoje chamamos de Lgbtifobia. O GGB é referência na prevenção do HIV e AIDS, desenvolvendo campanhas de educação e prevenção, inclusive junto a várias casas a outras populações, assim como divulgando o “Safe Sex” com uso do preservativo. Nos anos 90, começou a denunciar as mortes relacionadas ao preconceito. O relatório anual de crimes contra homossexuais do grupo se tornou uma referência internacional para a imprensa, OEA, ONU e governos, inclusive dos Estados Unidos, Bill Clinton e Obama. O GGB sobreviveu a todo tipo de situação e sempre apresentou a sua contestação nos casos envolvendo os homossexuais na Bahia e no Brasil, se tornou uma referência para inúmeros grupos que começaram a surgir em todo o Brasil. O desafio que o grupo enfrenta hoje, é evoluir a narrativa de atuação sem perder a sua identidade e originalidade. Nos últimos tempos, houve uma grande evolução que possibilitou pessoas interagirem, viverem e expressarem suas opiniões e individualidades, inclusive orientações sexuais e identidades de gênero, por meio das mídias sociais. Apesar da discriminação que permanece em patamares altos, hoje a repercussão e visibilidade de temas associados a liberdade sexual e os direitos de pessoas LGBTI no Brasil assumiram grande espaço nas mídias sociais, o que há 41 anos atrás ainda não existiam e os meios de atuação e comunicação eram muito restritos, o Grupo Gay da Bahia está buscando refletir sobre os novos desafios de organização e comunicação para a promoção da cidadania LGBTI e o enfrentamento da discriminação que persiste com a reação do conservadorismo, do fundamentalismo religioso e o negacionismo científico. O STF reconheceu nossas lutas, garantindo avanços importantes nas conquistas legais dos direitos da população LGBTI, como casamento civil (2011), alteração de nome e gênero no registro civil para pessoas trans sem condicionar a cirurgia (2018), as práticas de discriminação contra pessoas LGBTI foram consideradas crime (2019) e a revogação da proibição da doação de sangue por gays, travestis e bissexuais (2020), um preconceito e discriminação cruel contra a nossa população. A luta precisa continuar. Vislumbramos um mundo onde a liberdade de ser e viver não precise de leis normativas que protejam essas manifestações. “A liberdade de pensamento e conduta, e o respeito a diferença, seria a “normalidade” deste novo mundo” afirma o presidente do (GGB), professor Marcelo Cerqueira. Enquanto houver manifestações de ódio, preconceito e discriminação, o GGB estará vivo e alerta. Que venham mais 41 anos! Grupo Gay da Bahia. Grupo Gay do Brasil, porque sempre acreditamos que “Amanhã vai ser outro dia” (Chico Buarque).
Centro de Documentação Dr. Luiz Mott: história se faz, História se estuda e História se preserva.
Edição por Marcelo Cerqueira, e-mail: marcelo99894748@gmail.com Curitiba, 26/02/2021 – Nesta última semana de fevereiro, a equipe do Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott, no Grupo Dignidade/IBDSEX (Cedoc) começou a abrir as 30 caixas e separar os materiais recebidos em doação do Grupo Gay da Bahia (GGB), abrangendo um período de 40 anos desde fundação do GGB em 1980.Uma das primeiras coisas que encontraram foi essa linda foto com dedicatória da atriz Elizabeth Taylor. Emocionante… obrigado a toda a equipe e a todas as parcerias.O acervo recebido em doação será digitalizado para estar à disposição do público via internet. História se faz, história se estuda e história se preserva. Vamos inaugurar o acervo no dia 14 de março de 2022, na ocasião dos 30 anos do Grupo Dignidade. Se você tem algum material sobre a temática LGBTI+, como livros, jornais, revistas, CDs, DVDs, fotos, folders, cartazes, produção acadêmica etc., estamos aceitando doações para o Cedoc:Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott,Av. Mal. Floriano Peixoto, 366, cj. 43CentroCuritiba-PR80010-130dignidade@grupodignidade.org.br41 3222 3999 / 41 996028906
Hoje, 25 de fevereiro é aniversário de Madame Satã.
João Francisco dos Santos (Glória do Goitá, 25 de fevereiro de 1900 — Rio de Janeiro, 12 de abril de 1976), mais conhecido como Madame Satã, foi um transformista brasileiro, uma figura emblemática e um dos personagens mais representativos da vida noturna e marginal da Lapa carioca na primeira metade do século XX.