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Esse é o Portal do Grupo Gay da Bahia

Pessoas que vivem com HIV podem e devem tomar a vacina contra covid-19.

O ano mudou, mas o assunto ainda é o mesmo: quando e como vamos superar a pandemia de covid-19? E em primeira posição na lista de esperanças sem dúvida está a imunização contra o coronavírus. Se tudo der certo, quanto mais rapidamente atingirmos ampla cobertura vacinal no Brasil, maior será a redução da circulação do vírus, o que por sua vez trará a queda da incidência e mortalidade por covid-19. No meio de um turbilhão de ansiedade, cansaço e novos estudos publicados diariamente, uma pergunta que recebo frequentemente dos pacientes que acompanho é: “E para as pessoas que vivem com HIV? Qual a recomendação de vacinação contra covid-19?”. A primeira e mais importante informação que precisamos conhecer é que até agora todas as vacinas candidatas para o Brasil se mostraram bastante seguras nos ensaios clínicos. Entre pessoas que vivem com HIV, não há motivos para isso ser diferente. Devemos, sim, ter atenção especial na imunização de pessoas com HIV nos casos em que a vacina contém vírus vivos na sua composição, como as vacinas contra febre amarela ou sarampo. Rico Vasconcelos, Uol.

EDITAL DE INSCRIÇÃO PARA AS COORDENAÇÕES DA ALIANÇA NACIONAL LGBTI+ NOS 5570 MUNICÍPIOS BRASILEIROS.

Gestão 2021 a 2024 (o Edital está disponível em https://bit.ly/2YD6Sba) Estão abertas as inscrições para candidatura às Coordenações Municipais da Aliança Nacional LGBTI+ para a gestão 2021-2024. Acesso o formulário de inscrição em https://bit.ly/3cjSSeF O período das inscrições é de 03/02/2021 a 01/03/2021. Sobre a Aliança Nacional LGBTI+ A Aliança Nacional tem como missão contribuir para a promoção e defesa dos direitos humanos e cidadania de LGBTI+ no Brasil. Ela tem como princípio básico o pluripartidarismo.Com relação aos governos municipais, estaduais e nacional, seguimos a Resolução PR 041/2020 da Aliança https://bit.ly/3opN19V sobre Representações em espaços de controle social, advocacy e accountability.A Aliança Nacional LGBTI+ também tem um Código de Ética https://bit.ly/2MgtKep Todas as Coordenações Estaduais e Distrital para a gestão 2021-2024 já foram nomeadas. Conheça quem sãohttps://bit.ly/2KXRrr7 Para conhecer mais sobre a Aliança Nacional LGBTI+, clique neste link https://bit.ly/2KVYj8g Sobre as Inscrições para as Coordenações Municipais da Aliança Nacional LGBTI+ Daremos preferência a pessoas que já ocupam cargos nas coordenações municipais ou exercem alguma atividade na Aliança Nacional LGBTI+ e que estejam atuando. Incentivamos também a candidatura de pessoas afrodescendentes, indígenas, idosas, mulheres, pessoas com deficiência, pessoas com HIV/aids, e demais particularidades, pessoas héteras aliadas, além de pessoas das mais diversas orientações sexuais e identidades de gênero. As Coordenações podem ser compostas de no mínimo uma pessoa e de no máximo cinco, tendo uma Coordenadora Titular, 1º Adjunto, 2º Adjunto, 3º Adjunto até o 4º Adjunto. Todo o trabalho das Coordenações será pro bono. Para saber mais sobre as orientações e sugestões quanto à atuação das Coordenações Municipais, consulte a Resolução No. PR 001/2021 da Aliança https://bit.ly/2MfePB7 O que precisa fazer para fazer sua inscrição: 1) Conheça o Estatuto da Aliança Nacional LGBTI+, para se inteirar de seus objetivos e sua estrutura: http://aliancalgbti.org.br/sobre/ 2) Para se candidatar à coordenação municipal, você precisa estar afiliado/a à Aliança Nacional LGBTI+. Se você ainda não se afiliou, clique neste link e se afilie: https://goo.gl/Ukk28A 3) As pessoas selecionadas para integrar as coordenações municipais precisam concordar com o termo de responsabilidade quanto à sua atuação na representação da Aliança Nacional LGBTI+. Conheça o Termo de Responsabilidade: https://goo.gl/R2k5Ts 4) Para preencher o formulário de inscrição on-line, você precisa estar com sua conta de gmail aberta. 5) Tenha pronta uma breve biografia sua de até 10 linhas, inclusive com informações sobre sua atuação em prol da causa LGBTI+, para incluir na sua inscrição. 6) Tenha disponível uma foto sua para subir na hora que você fizer sua inscrição. Faça sua inscrição aqui: https://bit.ly/3cjSSeF Seleção e Nomeação Encerrado o período de inscrições, as Coordenações Estaduais/Distrital da Aliança farão análise, seleção e nomeação das Coordenações Municipais correspondentes, com a supervisão e colaboração da diretora administrativa da Aliança, Rafaelly Wiest, e da Assessora da Aliança Nacional LGBTI+ para Mobilização, Interação e Integração, Layza Lima. 03 de fevereiro de 2021 Toni ReisDiretor Presidente da Aliança Nacional LGBTI+41 99602 8906 Patrícia MannaroSecretária Geral da Aliança Nacional LGBTI+11 95794-8831 Rafaelly WiestDiretora Administrativa da Aliança Nacional LGBTI+41 9651-4204 Cláudio NascimentoDiretor de Políticas Públicas da Aliança Nacional LGBTI+21 98351-8759 Layza LimaAssessora da Aliança Nacional LGBTI+ para Mobilização, Interação e Integração27 99611 3767 Coordenações Estaduais e Distrital da Aliança Nacional LGBTI+

Em vídeo, Rodolffo do BBB21 diz: “Uma das criaturas que mais me faz dar risada, é a criatura gay.

Neste domingo, após definir o primeiro “Paredão” da 21ª temporada do Big Brother Brasil, formado por Kerline, Sarah e Rodolffo, o termo “criatura gay” entrou na lista dos trending topics do Twitter. O motivo foi a viralização de trecho de uma entrevista onde o cantor sertanejo disserta sobre sua heterossexualidade e sobre gays. “Eu tenho a minha vida super bem resolvida com relação a minha heterossexualidade. E eu gosto demais de um monte de gays. Eu não tenho preconceito pra estar junto, de bater papo, de dar risada. E aliás, uma das criaturas que mais me faz dar risada, é a criatura gay. E está tudo certo. Ele lá com o boy e eu de cá com girl”, disse o goiano de Uruaçu.

29 de janeiro visibilidade trans.

29 de janeiro: Dia da Visibilidade TransLuiz Mott, decano. 29-1-2021Todas as minorias e categorias sociais têm seu dia: 8 de março dia da mulher, 19 de abril dia do índio, 20 de novembro dia do negro, 28 de junho dia dos gays, 28 de abril dia da sogra.29 de janeiro é o dia da visibilidade transexual. Na interminável sopa de letrinhas LGBTIAQ+, o “T” inclui travestis, transexuais femininas, trans homens, transgêneros, trans não binários, cross dresser, transformistas, etc. O Facebook reconhece 52 opções de identidades sexuais, ou melhor, identidades de gênero, o termo politicamente correto vetado pelo atual presidente na documentação oficial.Para simplificar, usa-se o termo “trans” para incluir todas as criaturas que se identificam e vivenciam gênero oposto ao de sua genitália e reconhecido no registro de nascimento e por seus familiares. Na atual pós-modernidade, vagina e pênis já não definem quem vai ser menina ou menino:  o que vale é a autoidentificação da criança ou adolescente. E aumenta dia a dia o número de transexuais no Brasil e no mundo inteiro. As estatísticas sobre tal população são raras e contraditórias: nos Estados Unidos estima-se que as\os transexuais representem de 0,005% a 0,1% da população, no Brasil, as ONGs trans avaliam  1,9%, dos habitantes (quase 2 milhões), o que considero um exagero, acrescentando que 90% das travestis vivem da prostituição, mais de uma centena são assassinadas todos os anos, sendo 35 anos a idade média quando vítimas de crimes transfóbicos.Relatam os etnohistoriadores que o travestismo existiu desde priscas eras em praticamente todas as sociedades, tanto que a Bíblia previa o apedrejamento de homens ou mulheres que praticassem essa “abominação” (Deuteronômio, 22:5). Herdamos a transexualidade das três raças constitutivas de nossa nacionalidade: nossos primeiros cronistas relatam a presença de índios e índias trans em inumeráveis tribos, o mais célebre, venerado na comunidade LGBT como São Tibira do Maranhão, nossa primeira vítima da homotransfobia, executado pelos capuchinhos na boca de um canhão; em 1591 foi denunciado à Inquisição o quimbanda Francisco Manicongo, morador na Ladeira da Misericórdia de Salvador, que se recusava usar roupa de homem;  jovens sodomitas portugueses foram degredados ao Nordeste devido à prática do homoerotismo e transexualidade.Nos anos 80 a trans Roberta Close foi eleita “modelo de beleza da mulher brasileira”. Rogéria, atriz Global, se autointitulava “travesti da família brasileira”. Na Bahia, a popular Florípes, morta a murros na Baixa do Sapateiro, mereceu necrológio aqui mesmo nesse tradicional jornal, que anos depois, um secretário neto de contrabandista de escravos,  proibiu qualquer notícia sobre “homossexualismo”.Respeitemos as Trans! 

Conheça Jorge Gauthier, jornalista âncora da 19 Parada LGBTQIA+ da Bahia.

1/12/20 – Pela primeira vez, em 19 anos, a parada LGBTQIA+ da Bahia acontecerá de formato de um programa virtual que será apresentado pelo jornalista Jorge Gauthier (@jorgegauthier). Gauthier é gay, idealizador e editor do Me Salte, o canal de notícias LGBTQIA+ do jornal Correio. Lançado há cinco anos, o Me Salte acumula mais de 30 milhões de acessos. “Através do Me Salte/CORREIO queremos viabilizar cada vez mais as questões ligadas à comunidade LGBTQIA+. Sempre fui para a parada como folião/militante. Esse ano apresentar a parada nessa versão inédita será uma honra”, destaca Gauthier que comandará o programa que receberá artistas, intelectuais e militantes LGBTQIA+. A edição da 19ª Parada LGBTQIA+ será transmitida sábado (5 de dezembro) ao vivo nos canais “Me Salte” e Jornal CORREIO* (Instagram, Facebook e Youtube), a partir das 18h. O tema é o Racismo na Comunidade LGBTQIA+. O projeto Diversidade é uma realização do Grupo Gay da Bahia (GGB), conta com a produção da Maré Produções Culturais, patrocínio do Grupo Big, Goethe Institut Salvador e Criação de Conteúdo do Jornal CORREIO*/Me Salte e Movida Conteúdo.⠀@grupogaydabahia , @paradalgbtba, #QuimbandaDudú, @mareproducoes , @me_salte, @correio24horas, @movidaconteudo , @goethe.bahia e @hipermercadobig vaiterparada #paradalgbtqia #paradabahia #paradalgbt #pride #racismo #correio24horas #paradalgbtnocorreio #paradalgbtnomesalte

Érica Hilton, Hiran, Josyara e Doralyce na 19ª Parada LGBTQIA+ da Bahia

Confira os destaques da programação deste sábado (5), a partir das 18h. 27 de novembro 2020 – Na voz do apresentador e jornalista Jorge Gauthier, a 19ª Parada LGBTQIA+ da Bahia estreia neste sábado (5), das 18h às 20h, ao vivo nos canais “Me Salte” e Jornal CORREIO* (Instagram, Facebook e Youtube). Para 2020 o evento virtual contará com a participação da primeira vereadora trans e negra eleita para a cidade de São Paulo, Érica Hilton (PSOL), as cantoras Josyara e Doralyce, o rapper da cena baiana Hiran, entre outros.  Em edição histórica, a 19ª Parada da Bahia — e 1ª realizada em ambiente virtual — traz o “racismo na comunidade LGBTQIA+” como tema central da programação. Para debater questões relacionadas a ‘LGBTQIA+fobia’, Jorge Gauthier convida à mesa o produtor cultural Alan Costa; Bruna Bastos — tatuadora e ativista negra; Ismael Carvalho —criador de conteúdo digital; Inaê Leoni — cofundadora do Coletivo das Liliths; Janda Mawusí — pedagoga; e a vereadora Érica Hilton. “A 19 ª Parada tem como objetivo ampliar o tema ‘racismo’, que sempre esteve em evidência e agora está cada vez mais, principalmente com relação a LGBTQIA+fobia. As mesas de debate, assim como toda a programação, visam incentivar o cuidado com si e com todos, e a nossa luta para que a homofobia acabe”, afirma Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB).  Abrindo o mês de dezembro com informação e reflexão, a 19ª Parada LGBTQIA+ da Bahia também traz “fechação” como palavra de ordem do evento. As performances artísticas ficam a cargo do rapper baiano Hiran — autor do hit “Tem Mana no Rap”; Matheuzza — revelação do 27º Prêmio Braskem; Bagageryer Spilberg — transformista, Josyara — cantora e compositora natural de Juazeiro (BA); e Doralyce a autora dos hits “Miss Beleza Universal” e “Canto da Revolução”.  PROGRAMAÇÃO  Mesas de debate A partir das 18h, a Parada LGBTQIA+ recebe o idealizador do Coletivo Afrobapho e mobilizador social na “Campanha Jovem Negro Vivo” da Anistia Internacional Brasil, Alan Costa. Ao lado de Ismael Carvalho —Cofundador da “Preta Agência de Comunicação”, a mesa “Bichas, pretas e afeminadas” discute a vivência da comunidade LGBT no Brasil e no estado da Bahia, levando reflexões e informações a respeito da vulnerabilidade social de LGBT’sQIA+ negros e negras. Na sequência, o evento virtual estreia a mesa “Negras, Lésbicas e Masculinizadas”. Entre as convidadxs, Bruna Bastos — sapatona negra, ativista e idealizadora da página “Sapatona a Entendida”, e Jandira Mawusí — idealizadora do “Coletivo Merê” e ativista nas causas raciais e de gênero LGBTQIA; dialogam sobre “lesbianidade” e “afroperspectiva”. Ampliando os debates, a última mesa da noite traz a experiência da primeira vereadora trans e negra eleita de São Paulo — mulher mais votada da cidade com 50.508 votos pelo PSOL —, Érica Hilton. Além da vereadora, a 19º Parada LGBTQIA+ da Bahia convida à mesa “Transexuais e travestis negras não trabalham só em salão” a 1ª professora trans de São Francisco do Conde (BA), Inaê Leoni — multiartista no Coletivo das Liliths e autora do single “Onda”. Performances artísticas Além do levante social à reflexão e informação, a 19º Parada LGBTQIA+ da Bahia recebe as performances individuais de mais de 5 artistas conhecidos na cena baiana e por todo Brasil.  Quem estreia os palcos da Parada é “Hiran”, baiano de 25 anos conhecido no rap nacional por hits como “Lágrima, feat. Gloria Groove, Baco Exu do Blues e Àttooxxá” e “Tem Mana no Rap”, collabs com o BaianaSystem, shows de abertura para BNegão e por figurar junto às cantoras Duda Beat (PE) e Ludmilla (RJ). O rapper tem trazido à agenda da música independente brasileira uma nova integração de realidades e influências, buscando um novo ar para o hip hop da Bahia e o rap queer.  Outra estrela da noite é a pernambucana e cantora afrofuturista Doralyce, autora dos hits “Acenda a Luz”, “Eu Boto” e “O Boyzinho”. A artista é engajada em questões sociais, como mostra seus primeiros álbuns solos, Canto da Revolução (2017) e Pílula Livre (2019).  Ao lado de Doralyce, Josyara é responsável por sacudir a 19ª Parada LGBTQIA+ da Bahia, resgatando a energia do seu primeiro disco, Uni Versos (2012). A cantora natural de Juazeiro (BA) já levou os troféus de “Melhor Instrumentista” e o Escuta As Minas, tirando a inspiração do sertão para as letras. A atriz, transgênero e preta Matheuzza Xavier — estrela do espetáculo Peles Negras, Máscaras Brancas- direção Onisajé — tem lugar garantido no 19º ano da Parada. A artista figura ao lado da apresentadora, transformista e realizadora de concursos de beleza, Bagageryer Spilberg.  Sobre a 19º Parada LGBTQIA+ da Bahia Reunindo milhares de vozes todos os anos, o 19º ano da Parada LGBTQIA+ ocupa, dessa vez, os ambientes virtuais através da hashtag #X. A frente da Parada por quase duas décadas, o Grupo Gay da Bahia (GGB) é o realizador do evento, com a produção da Maré Produções Culturais, patrocínio do Grupo Big, Goethe-Institut Salvador – Bahia e Criação de Conteúdo do Jornal CORREIO*/Me Salte e Movida Conteúdo. SERVIÇO 19ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ da BahiaQuando: 5 de dezembro, sábado;Horário: das 18h às 20h. Onde: ao vivo nos canais “Me Salte” e Jornal CORREIO*;Participantes: Jorge Gauthier, Alan Costa, Bruna Bastos, Ismael Carvalho, Inae, Janda Mawusí, Érica Hilton, Hiran, Matheuzza, Bagageryer Spilberg, Josyara e Doralyce; Fontes para pautas e entrevistas: GRUPO GAY DA BAHIA | Sociedade civilggb@ggb.org.br/ggbbahia@gmail.com+55 (71) 3322–2552Rua Frei Vicente, 24 — Pelourinho MARCELO CERQUEIRA | Presidente do GGB+55 (71) 9 9989–4748Instagram.com/marcelocerqueira.oficial