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CASO ITAMAR FERREIRA. Juiz ouve envolvidos, mas interrompe audiência de instrução por falta de provas

Salvador, Bahia, quinta-feira, 14 de novembro de 2013 – Assessoria do GGB Aconteceu na manhã dessa quarta-feira (14), na 15ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia, no bairro de Sussuarana, uma audiência de instrução do caso Itamar Ferreira Souza, 27 anos, estudante de produção cultural, encontrado morto na noite de 13 de abril deste ano, dentro de uma fonte luminosa na Praça do Campo Grande, centro de Salvador. Na noite do crime, o estudante estava em companhia do eletricista Edmilson dos Santos, 42 anos, que, apesar dos graves ferimentos, teria se fingido de morto e foi conduzido por uma viatura da Polícia Militar até o Hospital Geral. De acordo com informações da delegada Simone Moutinho, titular da 3ª Delegacia de Homicídios (BTS), Scarlet Lira Maia Gomes, 18 anos, Ricardo Souza, 25 anos, o então menor de idade Felipe de Souza Pinheiro, suposto namorado de Scarlet, e Anderson dos Santos Pereira, vulgo Índio, foram autores do ataque contra os dois. No dia seguinte ao crime, a polícia prendeu Ricardo Souza e o menor Felipe de Souza Pinheiro. Scarlet Lira foi a terceira pessoa detida e identificada como coautores do homicídio que, na opinião do Grupo Gay da Bahia (GGB), teve forte motivação homofóbica e covarde por ser quatro contra dois. Anderson dos Santos Pereira, o Índio, que teve participação na morte, ainda não foi encontrado pela Polícia. Ricardo Souza, que aguarda o julgamento na prisão, compareceu custodiado por dois policiais militares. Já Scarlet, que aguarda em liberdade, foi acompanhada da mãe, avó paterna, outros familiares e amigos que aguardavam impacientes o resultado do juiz. Comprovada a sua participação, ela poderia ir direto para a Casa de Detenção. Por falta de provas, a audiência foi interrompida e transferida para o dia 1º de abril de 2014. Para chegar a conclusão final, o juiz considerou importante ouvir as versões do “Índio” e  Felipe de Souza, agora com 18 anos, que por ser menor de idade na época do crime não pode ser responsabilizado, mas pode ser chamado em juízo para dar a sua versão. Edmilson Santos, sobrevivente, prestou depoimento dando sua versão dos fatos, deixando a sala com a fisionomia visivelmente abalada por ficar de frente com o agressor. Edmilson desmentiu a versão de que eles estavam juntos bebendo em um bar no centro de Salvador. “Estávamos andando e entramos na Praça para urinar em uma das árvores”, disse o eletricista descartando qualquer tipo de envolvimento anterior com os agressores. O GGB teve acesso à informação da audiência na noite de quarta-feira (13), por meio dos familiares da vítima. Marcelo Cerqueira, presidente da entidade acompanhou as quatro irmãs de Itamar por toda a manhã. Após audiência, Cerqueira e os familiares se prostraram frente ao Tribunal de Justiça à espera de Scarlet, porém ela não deixou o recinto com os familiares, aguardando que os familiares da vítima fossem embora. “Não vamos fazer nada com ela, só queremos que ela veja a gente aqui e saiba que vamos lutar até o fim para que a justiça seja feita”, disse uma das irmãs.

Mulheres trans protestam por nome civil em Salvador

Salvador, Bahia, terça-feira, 22 de outubro de 2013 – por Assessoria do GGB.  Cerca de cinquenta mulheres trans e lésbicas   protestaram na tarde dessa terça-feira (22) em frente ao Fórum Ruy Barbosa, em Nazaré, contra decisão da Vara de Registros Públicos que, no inicio do mês, decidiu por indeferir o pedido de mudança de nome feito por Millena Passos, líder trans, assessora parlamentar e presidente da Associação de Travestis e Transexuais de Salvador (ATRAS). Inconformada com o fato de não poder usar o seu nome de acordo com sua condição social de mulher trans, Millena, recorreu à justiça para reparar uma situação que segundo ela causa-lhe muito constrangimento no seu cotidiano social. Ostentando faixas e proferindo palavras de ordem pacificamente nos degraus da instituição, elas permaneceram das 15h até as 17h30, quando dispersaram. Durante o ato, fizeram discursos de repúdio à sentença contrária ao pleito de Millena Passos, o que, segundo ela própria, é um atraso rumo à cidadania das trans na cidade. “Justiça transfóbica, nega o direito de termos um nome nosso, de sermos pessoas humanas”, disse a líder trans. O parecer levou em conta que, para requerer mudança de nome, o interessado deve primeiro ter realizado mudança de sexo. O Grupo Gay da Bahia (GGB) acredita ser irrelevante a pessoa ter feito mudança de sexo para requerer o nome civil, devendo ser considerada a condição social da pessoa que requer pertencer à categoria de gênero, vivenciada na pratica do cotidiano por essas mulheres e homens trans. De acordo com jurisprudências existentes sobre a matéria, a intervenção é o último procedimento, decisão exclusiva da pessoa. “Antes da cirurgia, a pessoa deve passar por procedimentos psicológicos, endocrinológicos e o nome social é condição de pertencer o gênero”, explica Marcelo Cerqueira. Ele informou ainda que a mudança de sexo deve ser decisão da pessoa e tem como finalidade, caso necessário, ajustar o sexo anatômico ao sexo social e psicológico, ou seja, como a pessoa se apresenta na sociedade e como se sente psicologicamente, respectivamente. Cerca de dezoito mulheres ingressaram na Justiça com pedido de mudança de nome civil. Nesta tarde, Luana Neves, esteticista, teve seu pedido atendido, podendo desde agora fazer uso do seu nome em documentos pessoais de identificação. Pálida, nervosa e muito feliz ela comemorou a decisão e agradeceu aos juízes que analisaram o seu pedido e deferiram favoravelmente. “Agora tudo fica mais fácil, especialmente para procurar trabalho”, declarou. O evento organizado pelo GGB e ATRAS contou com adesão do Fórum Baiano LGBT, Coletivo Kiu, Beco das Cores, Movimento das Vadias, Núcleo de Gênero da Universidade Estadual da Bahia (DIADORIN/UNEB), representantes dos mandatos do deputado Marcelino Galo (PT), vereadores Carlos Suíca (PT), Fabíola Mansur (PSB) e Paullete Furação do Núcleo LGBT da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH).

Líder prostituta, Gabriela Leite morreu nessa quarta-feira no Rio de Janeiro

Salvador, BA, quinta-feira, 10 de outubro de 2013 – Assessoria do Grupo Gay da Bahia (GGB) Faleceu nessa quinta-feira (10), ás 19h no Rio de Janeiro Gabriela Silva Leite (1951 + 1913) de acordo com informações de amigos o enterro acontece sábado próximo. Gabriela, como era conhecida pelo movimento social lutava contra um câncer na garganta e nós últimos messes passou internada em tratamento intensivo na capital fluminense, não resistindo ao agravo da doença faleceu, deixando filho e marido, companheiros que deram força para que ela pudesse fazer o trabalho de defesa da mulher prostituta.

Parada Gay leva 1 milhão de pessoas as ruas em Salvador

Salvador, segunda-feira, 9 de setembro de 2013 De acordo com avaliação do Grupo Gay da Bahia (GGB) a 12ª Parada Gay levou cerca de 1 milhão de pessoas ao centro de Salvador neste domingo, (8) colorindo o centro cinzento da cidade com as cores do arco-íris. O evento que teve a cantora Daniela Mercury como madrinha foi à última atividade da II Semana da Diversidade que começou no dia 2 de setembro, teve três dias de seminário, contou com as presenças do ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, deputada Federal Erika Kokay do Distrito Federal, Secretários Elias Sampaio ( Sepromi), Moema Gramacho (Sedees), vereadora Fabíola Mansur e Olívia Santana (Setre), concluindo com o Festival de Filmes Mix Brasil na Sala Walter da Silveira da Biblioteca Pública da Bahia com entrada franca.

Toca de tudo na 12ª Parada Gay da Bahia

Na festa da diversidade, todos os estilos musicais têm direito à cidadania. Os apreciadores da axé music,  reggae, pop music e música eletrônica poderão se divertir no desfile, ao mesmo tempo em que demonstram seu apoio à causa dos direitos LGBT. Salvador, 30 de agosto de 2013 – por Assessoria do GGB.

Mostra de Filmes na Semana da Diversidade e 12ª Parada Gay da Bahia

Salvador, 30 de agosto de 2013 – por Assessoria do GGB. No ano em que Feliciano conseguiu irritar profundamente os gays e liberais do país inteiro e que Daniela Mercury assumiu sua relação com outra mulher provocando grande estardalhaço na mídia vai acontecer a 12ª Parada Gay da Bahia e a Semana da Diversidade no período de 02 a 08 sendo que no último dia a cidade recebe a 12ª edição da Parada gay no centro de salvador, a partir das 11h e tem como madrinha a cantora Daniela Mercury.

Salvador recebe Mostra de Filmes do Mix Brasil em setembro.

(Marcelo cerqueira) Pelos segundo ano consecutivo o Grupo Gay da Bahia trás a Salvador por ocasião da II Semana da Diversidade e da 12ª Parada Gay da Bahia a Mostra de Filmes do Festival Mix Brasil do ano anterior. A Mostra que acontece em Salvador nos dias 6 e 7 de setembro vai expor curtas, medias, longas e documentários de filmes que geralmente não fazem parte do circuito dos cinemas do Brasil, uma oportunidade para conhecer os trabalhos dos cineastas brasileiros. Na programação consta o longa “Tudo que Deus Criou” um filme de André da Costa Pinto Brasil, rodado na Paraíba e tem á atriz Letícia Spiller no papel principal. O filme retrata o universo da prostituição, sexualidade e drogas.

12ª Parada Gay da Bahia

(Marcelo Cerqueira) Confira aqui toda programação da II Semana da Diversidade e da 12ª Parada Gay da Bahia. O evento que acontece de 2 a 8 de setembro, culminando com a Parada Gay no dia 8 apresenta uma intensa programação cultural que promete colorir o cinza do centro de Salvador com a cores fortes do Arco Iris da Diversidade. Confira a programação.