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Esse é o Portal do Grupo Gay da Bahia

True Colors do GGB criado pela Propeg recebe prêmio Duda Mendonça

O filme publicitário “True Colors” (Cores Verdadeiras) da agência Propeg, encomendado pelo Grupo Gay da Bahia, recebeu o prêmio Duda Mendonça da Associação Brasileira de Agências de Publicidade – Bahia (ABAP-BA). O evento, que celebrou os 45 anos da ABAP-BA, ocorreu na quarta-feira, dia 22, às 19h, no restaurante Amado, em uma cerimônia exclusiva para convidados. O prêmio Duda Mendonça é uma homenagem ao renomado publicitário baiano Duda Mendonça, conhecido especialmente pela campanha vitoriosa do ex-presidente Lula (PT) em 2002, intitulada “Lulinha, Paz e Amor”. “True Colors”, com trilha sonora de Cyndi Lauper, conta a emocionante história de um garoto narrando seu primeiro Dia dos Pais. O filme aborda a paternidade de um homem trans e sua busca por reconhecimento e visibilidade, destacando a relação sensível e bela entre o menino e seu pai. Com uma duração de dois minutos, a peça teve uma grande repercussão social e conquistou diversos prêmios, tanto no Brasil quanto no exterior. Além de vencer o troféu Duda Mendonça, a peça fez da Propeg a Agência do Ano no prêmio Colunistas Brasil e recebeu o Prêmio Profissionais do Ano organizado pela TV Globo, quebrando o ciclo de vencedores do Rio e São Paulo. Internacionalmente, “True Colors” ganhou prêmios como o Cannes Lions, NY Festivals, Clio Awards, El Ojo de Iberoamérica e Lürzer’s Archive. Titulo True Colors Agência Propeg Campanha GGB- True Colors Anunciante GGB – Grupo Gay da Bahia Marca GGB- Grupo Gay da Bahia Data da primeira Transmissão/Publicação 2017 / 8 Sector Empresarial Instituições, organizações não governamentais Tipo de Mídia Viral Comprimento 120 seconds Director executivo criativo Fabiano Ribeiro Director criativo Bertone Balduino Director criativo Vitor Barros Supervisor de arte Luiz Celestino Equipa criativa Emerson Braga Equipa criativa Rafael Damy Equipa criativa Vitor Barros Equipa criativa Bertone Balduino Equipa criativa Vinícius Oliveira Equipa criativa Thiago Machado VP of Attendance / Management Vitor Barros Account Service Michele Estevez National Media Director Fatima Rendeiro Director de media Malu Melo RTV Production Juliana Leonelli RTV Production Taís Carvalho Planeador Melina Romariz Produtora Vapt Filmes Direction of Scene Rafael Damy Assistant Director Bárbara Aranega Cinematografia Bruno Tiezzi Cinematografia Thiago Cauduro Produtor executivo Edgard Soares Account Service Paula Librandi Account Service Felipe Costa Assistant Attendant Carla Zulu Editor Alan Porciuncula Production Coordinator Ana-Paula Domingues Production Management Janaína Mesquita Produtor de linha Marco Fiore Produtor de linha Sabrina Lippi Director de arte Luiz Henrique Pinto Director de arte Kelly Hayd Production of Objects Patricia Di Giorgio Costume Fernanda Gunutzman Makeup Department Miriam Kanno Casting Production Vivi Simõnes Casting Production Rodrigo Correia Director de publicidade Marcelo Cerqueira

Criar Grupo de Afinidade LGBT na empresa

Criar um Grupo de Afinidade LGBT na empresa é uma excelente maneira de promover a inclusão, oferecer suporte e criar uma comunidade para funcionários LGBT e seus aliados. A criação desse grupo poderá ainda ajudar a empresa a se relacionar com clientes LGBT+ e atender as normas de compliance, evitando desgastes e conseguindo atrair novos públicos consumidores. Sua empresa está iniciada trabalhar inculcação e diversidade aqui estão algumas etapas para criar esse grupo: Do Grupo Gay da Bahia 1. Pesquisa e Planejamento Inicial: Realize Pesquisas de Interesse: Comece identificando o interesse e a necessidade de um grupo de afinidade LGBT entre os funcionários, pense como esse grupo poderá ajudar a empresa e impulsionar seus negócios. Isso pode ser feito por meio de pesquisas de clima organizacional ou entrevistas informais. Identifique os Objetivos: Defina claramente os objetivos do grupo, como oferecer suporte emocional, promover a conscientização sobre questões LGBT, fornecer oportunidades de networking e advocacia. 2. Apoio da Liderança: Obtenha Apoio da Administração: É crucial garantir o apoio da liderança da empresa para o estabelecimento do grupo de afinidade LGBT. Isso pode ser feito através de apresentações formais ou reuniões com os líderes da empresa. Estabeleça um Patrocinador Executivo: Designe um patrocinador executivo que seja membro da alta administração e esteja disposto a apoiar e promover o grupo de afinidade LGBT. 3. Formação do Grupo: Identifique os membros fundadores: Procure por funcionários LGBT e seus aliados que estejam interessados em liderar o grupo de afinidade. Eles serão os membros fundadores responsáveis por iniciar e organizar as atividades do grupo. Estabeleça uma Estrutura Organizacional: Determine a estrutura organizacional do grupo, incluindo líderes, membros do conselho consultivo e responsabilidades específicas de cada papel. 4. Desenvolvimento de Políticas e Normas: Crie um Estatuto ou Regulamento Interno: Desenvolva um estatuto ou conjunto de normas que estabeleçam os propósitos, objetivos, regras de adesão e procedimentos operacionais do grupo de afinidade LGBT. Alinhe-se às Políticas da Empresa: Certifique-se de que o estatuto ou regulamento interno do grupo esteja em conformidade com as políticas e valores da empresa, especialmente em relação à diversidade e inclusão. 5. Promoção e Recrutamento: Promova o Grupo de Afinidade: Utilize diferentes canais de comunicação interna, como e-mails, intranet, mídia social corporativa e cartazes físicos, para promover o grupo e convidar os funcionários a participarem. Realize Eventos de Lançamento: Organize eventos de lançamento para apresentar o grupo de afinidade LGBT à empresa, destacar seus objetivos e incentivar a participação dos funcionários. 6. Planejamento de Atividades: Desenvolva um Calendário de Atividades: Planeje uma variedade de atividades e eventos ao longo do ano, incluindo workshops educativos, palestras, grupos de discussão, eventos de networking e ações de advocacia. Seja Inclusivo e Diversificado: Certifique-se de que as atividades do grupo sejam inclusivas e diversificadas, abordando uma variedade de questões e interesses relevantes para a comunidade LGBT. 7. Avaliação e Ajustes: Avalie Regularmente o Progresso: Realize avaliações regulares para medir o progresso do grupo de afinidade LGBT em relação aos seus objetivos e identificar áreas de melhoria. Ajuste as Estratégias conforme necessário: Com base nos resultados das avaliações, faça ajustes nas estratégias e atividades do grupo para garantir que ele continue atendendo às necessidades e expectativas dos membros. Essas etapas, você estará bem encaminhado para criar um Grupo de Afinidade LGBT na empresa que promova a inclusão, ofereça suporte e crie uma comunidade acolhedora para funcionários LGBT e seus aliados.

Mott critica decreto do Peru que classifica transgeneridade como doença mental

Mott/ Medida assinada pela presidente Dina Boluarte às vésperas do Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia causa indignação entre ativistas e especialistas. Elen Genuncio/ Pimenta Rosa No dia 17 de maio, data que marca o Dia Internacional contra a Homofobia, a Bifobia e a Transfobia, a presidente do Peru, Dina Boluarte, assinou o Decreto Supremo N° 009-2024-SA. O decreto, que trata homens e mulheres trans como ‘portadores de doenças mentais’, foi publicado pelo Ministério da Saúde peruano (Minsa) com a justificativa de facilitar o acesso de pessoas trans ao tratamento psicológico gratuito. O documento classifica ‘transexualidade, travestismo de duplo papel, transtorno de identidade de gênero infantil, transtornos de identidade de gênero, travestismo fetichista e orientação sexual egodistônica’ como problemas de saúde mental. Esta decisão contraria a Organização Mundial da Saúde (OMS), que excluiu a homossexualidade da lista de Classificação Internacional de Enfermidades (CIE) em 1990. Luiz Roberto de Barros Mott, antropólogo, historiador, pesquisador e um dos mais reconhecidos ativistas brasileiros pelos direitos civis LGBT, criticou duramente o decreto: ‘É uma decisão absurda do presidente do Peru, considerando que a transexualidade, assim como a homossexualidade até 1990, não é um desvio ou transtorno sexual. Classificar o travestismo e a transexualidade como patologias é um retrocesso inaceitável, pois já está cientificamente comprovado que não há patologia inerente à transexualidade’, afirmou Mott. Ele destacou que a medida é um passo atrás comparado às conquistas dos direitos das pessoas trans em outros países, como o direito ao registro civil, a mudança de documentos, e o acesso a operações de redesignação sexual e tratamentos hormonais. Mott acredita que a mobilização das associações LGBT no Peru e internacionalmente será capaz de reverter essa decisão. “A pressão dos movimentos LGBT internacionais será decisiva para impedir que essa medida se mantenha”, acrescentou. A justificativa do Minsa de que o decreto ajudaria as pessoas trans a obterem benefícios governamentais não convence os ativistas. Para Mott, tratar a transgeneridade como doença para facilitar acesso a benefícios é uma abordagem equivocada e prejudicial. Enquanto o Peru enfrenta a controvérsia, Mott aponta que, apesar de desafios recentes, países como o Brasil têm avançado nos direitos LGBT. Mesmo durante o governo de Jair Bolsonaro, conhecido por suas declarações homofóbicas, os direitos das pessoas LGBT continuaram a ser defendidos, e o número de assassinatos de pessoas LGBT diminuiu, em parte devido à maior cautela da comunidade e, principalmente à pandemia. Luiz Mott reafirma sua crença de que o decreto peruano é um retrocesso temporário. ‘Não há lugar para retrocessos no mundo contemporâneo. A resistência e a mobilização internacional vão garantir que essa medida seja revogada e que os direitos das pessoas trans sejam respeitados e protegidos’. A situação no Peru continua a evoluir, com organizações e ativistas locais e internacionais monitorando de perto os desdobramentos e trabalhando para assegurar que os direitos das pessoas trans sejam reconhecidos e defendidos.

GGB anuncia mudanças na Parada LGBT+ para atrair visitantes e jovens

Orgulho LGBT da Bahia / arquivo GGB O Grupo Gay da Bahia (GGB) anunciou importantes mudanças para o 21º Orgulho LGBT+ Bahia, visando atrair mais visitantes e jovens para o evento. As alterações incluem a mudança do nome do evento, a alteração do circuito e a modificação do ritual de entrega das honrarias. Mudança de Nome: O evento, anteriormente conhecido como Parada LGBT+ Bahia, agora se chama Orgulho LGBT+ Bahia. Esta mudança tem o objetivo de reforçar a valorização e o reconhecimento da diversidade sexual e de gênero, destacando o orgulho das identidades LGBT+. O presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, destacou que a adoção da palavra “Orgulho” (equivalente a “Pride” em inglês) busca enfatizar o aspecto positivo e afirmativo da luta por direitos e visibilidade da comunidade LGBT, além de alinhar o evento com uma terminologia reconhecida globalmente. Novo Circuito: O circuito do evento será transferido do Centro da Cidade para a Orla da Barra de Salvador. Esta alteração visa atrair mais jovens e inserir o evento de forma mais significativa no calendário turístico de Salvador, promovendo a cidade como um destino inclusivo e acolhedor. A mudança também proporciona uma estrutura mais adequada, garantindo maior visibilidade, acessibilidade e segurança para os participantes. Em complemento, o GGB está desenvolvendo um roteiro turístico de cinco dias chamado “Vem Viver Salvador LGBT”, destacando as atrações de sol e mar, vida noturna, gastronomia e pontos turísticos da cidade. Entrega de Honrarias: Uma novidade é a alteração no ritual de entrega das honrarias às madrinhas e padrinhos do evento. A madrinha do ano anterior passará a faixa para a nova madrinha durante o evento, simbolizando a continuidade e a renovação do compromisso com a causa LGBT. Esta tradição reforça o espírito de união e celebração, valorizando as contribuições daqueles que apoiam a comunidade LGBT. O 21º Orgulho LGBT+ da Bahia está programado para ocorrer em 8 de setembro, precedido pela VIII Semana da Diversidade Cultural de Salvador, que começa no início do mês. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone 71 99989 4748.

Dominação, subversão e prazer: entenda o que torna anal o “queridinho”

É MAIS GOSTOSO?- 11/05/2024, 07:30- PAOLA PEDRO Em conversa exclusiva com o Jormal Massa!, a sexóloga Cris Arcuri tirou todas as dúvidas sobre a prática Você sabia que o anal é a prática sexual preferida dos brasileiros? Apesar da preferência, uma pesquisa do VivaLocal revelou que “dar o bumbum” não ocupa o primeiro lugar do ranking de posições sexuais preferidas no Brasil. Para tentar entender melhor essa realidade, o Portal Massa! conversou com a sexóloga e educadora sexual Cris Arcuri, que revelou os perigos de uma prática sexual regada de preconceitos e desinformação, além de dar dicas para todos fazerem um anal gostoso e saudável. Cris Arcuri explicou que a contradição do resultado da pesquisa está no fato de o sexo anal ser um tabu: “O sexo anal é e continua sendo um tabu por ser uma prática sexual diferente. [O tabu se dá] Por conta da nossa cultura machista e por conta de religião, mas não é algo que as pessoas não possam ter prazer.” “Eu costumo dizer que o ânus não tem gênero, é um lugar onde existem terminações nervosas e se [o sexo anal] executado de uma forma correta, as pessoas podem ter prazer, sim. Mulheres, homens… enfim, qualquer gênero”, continuou. A sexóloga também argumentou que, muitas vezes, as pessoas ficam ‘travadas’ por um medo causado pela desinformação. Cris defendeu que é necessário ter mais conhecimento sobre si para sermos capazes de desbravar prazeres ainda desconhecidos, como o gerado durante o sexo anal. “Quando você fala sobre sexo, intimidade e relação sexual, as pessoas precisam se permitir vivenciar momentos que saiam um pouco da normalidade com o foco no prazer. A partir do momento que você tem respeito pelo seu corpo, conhece seu corpo e como ele pode te dar prazer, você começa a não sentir tanto medo de experimentar coisas novas, prazeres novos relacionados ao sexo”, esclareceu. “É preciso entender o porquê se tem medo. Será que é porque foi inserido num núcleo familiar rígido, de uma familia mais religiosa, aonde o sexo nunca foi muito bem visto? É preciso tentar identificar o motivo de tanto medo com relação ao sexo, porque sexo é algo bom e que, a partir do momento que se tem a permissão do outro, respeito e uma boa troca de energia, isso vai ser muito interessante”, acrescentou. O sexo anal é uma das práticas preferidas de Marina*, de 26 anos. Ela explicou ao Portal Massa! os motivos que tornam essa posição uma das mais prazerosas na ‘hora H’. “Primeiro que as terminações nervosas da região causam umas sensações muito ambíguas, você sente dor e prazer ao mesmo tempo, e é mais prazeroso do que doloroso, principalmente quando você relaxa totalmente e curte a penetração. Mas acredito que o fator predominante pra sentir prazer de fato é a mente. A relação da submissão é até mesmo subversão do convencional, o tesão no que em tese é proibido e não costuma ser a preferência feminina traz um ‘quê’ de satisfação. Tipo ‘p*rra, eu sou f*da!’”, contou. Dicas para fazer um bom sexo analÉ fato que uma boa experiência de sexo anal se constrói com a prática. Mas, e quem nunca fez? A educadora sexual Cris Arcuri fez questão de listar ótimas dicas para os leitores do Portal Massa! que têm aquela curiosidade. “Em primeiro lugar, você precisa querer praticar o sexo anal. O que eu sempre recomendo é que as pessoas usem muito lubrificante à base de água ou siliconado, que aderem por mais tempo à pele e não resseca tanto. O ânus é uma região que não tem lubrificação própria, diferente do canal vaginal, aonde existe uma lubrificação própria pra te ajudar a ter a relação íntima”, direcionou. “Outro ponto que é muito importante é sempre usar preservativo. É uma região que tem muitos vasos sanguíneos, então a proliferação de qualquer tipo de doença pode ser muito maior. É importante que você faça de forma protegida”, recomendou. A sexóloga aproveitou para desmistificar o famoso “sem camisinha é mais gostoso”: “[O uso do preservativo] não vai tirar o seu prazer, jamais tira o prazer.” “É muito importante que a pessoa que esteja sendo penetrada fique em uma posição mais relaxada, para ficar o mais confortavel possível para fazer o sexo anal. Sexo não é como receita de bolo, é algo que você precisa fazer, ir testando e ver como funciona pra você ter sucesso na sua intimidade”, finalizou. Como prolongar o prazer“Pra mulher receber a introdução do objeto fálico, é legal que ela estimule MUITO o clitóris, porque ele é o órgão de prazer que as pessoas que têm vulva tem. O clitóris está diretamente ligado ao cérebro, então, ao estimulá-lo, ela vai sentir prazer, vai relaxar e o sexo anal pode ser prazeroso pra essa pessoa”, explicou a sexóloga. Cris Arcuri aproveitou para tranquilizar os leitores que não conseguiram ter uma experiência maravilhosa: “Tem pessoas que terão prazer e outras não, e tá tudo bem. o que não pode é querer apenas agradar o outro e não senti prazer.” “É muito importante que a pessoa que esteja sendo penetrada fique em uma posição mais relaxada, para ficar o mais confortavel possível para fazer o sexo anal. Sexo não é como receita de bolo, é algo que você precisa fazer, ir testando e ver como funciona pra você ter sucesso na sua intimidade”, finalizou. Como prolongar o prazer“Pra mulher receber a introdução do objeto fálico, é legal que ela estimule MUITO o clitóris, porque ele é o órgão de prazer que as pessoas que têm vulva tem. O clitóris está diretamente ligado ao cérebro, então, ao estimulá-lo, ela vai sentir prazer, vai relaxar e o sexo anal pode ser prazeroso pra essa pessoa”, explicou a sexóloga. Cris Arcuri aproveitou para tranquilizar os leitores que não conseguiram ter uma experiência maravilhosa: “Tem pessoas que terão prazer e outras não, e tá tudo bem. o que não pode é querer apenas agradar o outro e não senti prazer.” Sou obrigado(a) a fazer a ‘chuca’ antes do anal?Outro fator

Ótimo Setembro em Salvador

Plácio Rio Branco / foto e arte Correio da Bahia Todas as épocas do ano têm alguma característica especial que as torna propícias para você arrumar sua mala e sair para desbravar novas cidades, estados e, quem sabe, até mesmo países! No entanto, se sua meta é economizar com passagens e hospedagem, considerar meses como o de setembro é uma ótima ideia, já que esse mês costuma marcar um período de baixa temporada em diversos lugares. Por que viajar em setembro? Além de ser um período no qual as passagens e hospedagens costumam estar mais baratas, é possível aproveitar os dias de folga na semana com o feriado da Independência do Brasil, dia 7 de setembro, ou também aguardar a data passar para curtir os passeios com mais calma e menos aglomeração. No Brasil, essa época também marca o fim do inverno e o começo da primavera – razão pela qual destinos ensolarados voltam a ficar mais atraentes. Ao mesmo tempo, as temperaturas não são tão elevadas quanto no verão e transformam grande parte do território brasileiro em excelentes locais para visita. Destinos históricos OK, época do ano definida. A outra grande pergunta que aparece agora é: para onde viajar em setembro? São diversas opções disponíveis e, no mês da independência brasileira, a primeira grande dica de viagem é procurar destinos históricos que tenham relação direta com a nossa cultura e de onde viemos. Vamos conhecer Salvador. Salvador (Bahia) Vice Prefeita Ana Paula Matos, Margareth Menezes madrinhas da Parada 2023 Fundada em 1549 por Tomé de Souza, Salvador foi a primeira capital do Brasil e, sem dúvida, é uma cidade histórica que todo brasileiro precisa conhecer. Seus principais destaques são:  Para quem viaja até Salvador, o hotel Mercure Salvador Rio Vermelho é a hospedagem perfeita: piscina de borda infinita com vista para o mar, quartos amplos, fitness center com grande variedade de aparelhos, pool bar e restaurante especializado em culinária internacional são alguns dos confortos que você encontrará por lá. Praia do Porto

A Melhor Parada Gay da História da Bahia

Artigo Retrospectiva 2002 @luizmott Luiz Mott, decano, profesor aposentado da UFBA e fundador do GGB O GGB foi quem primeiro iniciou no Brasil as comemorações do Dia do Orgulho Gay: a partir de 1981, todos os anos, marcamos o dia 28 de Junho com shows, coletivas para a imprensa, exposições. Por anos seguidos realizamos uma fantástica  Mareata Gay: com faixas, cartazes e muita pluma e paetê, diversos barcos e canoas saiam do porto de Salvador em direção ao Forte de São Marcelo, para  homenagear o primeiro governador gay da Bahia, Diogo Botelho,  construtor deste maravilhoso monumento barroco. Passeatas realizamos muitas, durante os anos 80-90, protestando contra homofobia, contra a visita do Papa, em defesa das travestis de pista. Só em 2002 realizamos a 1ª Parada Gay da Bahia: 15 mil participantes; em 2003,  30 mil; 2004: 50 mil; no ano passado, 2005: 250 mil e neste ano, na 5ª Parada, mantivemos a mesma freqüência: 250 mil participantes segundo avaliação dos cantores dos trios e militantes, 200 mil segundo a PM. O lema foi o mesmo das demais paradas pelo Brasil a fora: “Homofobia é  crime!” Do alto dos trios, cantores e militantes liam frases políticas em defesa da cidadania gltb, estimulando o uso da camisinha, insistindo para que tivessem orgulho gay o ano inteiro, pleiteando que fizessem carinho em público, exercendo cidadania plena. A professora Ivete Sacramento Reitora da UNEB instituiu o Programa de cotas na Uiversidade, Madrinha da III Parada em 2004 De todas as cinco paradas, esta de 2006 foi a mais politizada, pacífica e bem organizada. Começou na hora certa, 14 hs,  mais cedo que nos anos anteriores, exatamente para evitar a noite, quando os ladrões costumavam atacar as bibas mais vacilentas. Insistimos com o reforço da segurança, contando com a presença de 1.000 Policiais Militares, devidamente instruídos para dar um tratamento mais “light” a massa gltb, já que durante o carnaval, infelizmente, muitos PMs não economizam murros e tapões na cara ou nas costas dos foliões mais exaltados. Do alto do trio e no meio da massa, não registramos nenhuma briga, violência, roubo, assalto – Salvador até parecia Goiânia e Belo Horizonte, locais que não registraram nenhuma ocorrência policial em suas últimas paradas. Todo mundo alegre, à vontade, sem medo de ser feliz. Outro ponto positivo da 5ª Parada Gay da Bahia foi a presença predominante de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, diferentemente dos anos anteriores, onde a galera não-gltb parecia dominar a cena. Quando do alto do trio eu gritava: “quem é homossexual levante  a mão”, éramos maioria quase absoluta! Quando convocava aos casais gays e casais de lésbicas para se beijarem, Salvador parecia San Francisco! Subi e discursei em todos os oito trios. “Salvador é Gay! A Bahia é Gay, lésbica, travesti, transexual, bissexual, heterossexual! Salvador é de todos os santos e santas! Jesus e os Orixás amam os gays, senão, em vez deste sol maravilhoso, teriam mandado chuva, raios e tempestade! Se assuma o ano inteiro! Quem continuar no armário vai morrer sufocado! Quem não levanta bandeira, carrega a cruz! Quero mandar meu recado para as nossas queridas cantoras baianas: Dona Betânia, Dona Gal, Dona Margareth dos Mascarados: sigam o exemplo da nossa madrinha  Preta Gil, se assumam!!! Sigam o exemplo de Ivete Sangalo, que aceitou ser   madrinha desta parada! Imitem Daniela Mércury, defendam o uso da camisinha! Todo mundo ama vocês, mas deixem de ser alienadas,  defendam a liberdade sexual, e já estão convidadas para serem nossa madrinha na próxima  parada! É legal, ser homossexual! É legal, ser  homossexual!!!” A presença de políticos em alguns trios, com muitas bandeiras, distribuindo folhetos, no meu entender, é positivo, pois só estavam presentes aqueles que de fato são aliados e têm história de apoio às causas populares. Compete a nós cobrar seu apoio depois de eleitos. A presença do presidente da Câmara dos Vereadores abrindo a parada demonstra a respeitabilidade do nosso movimento, como ocorre nas principais paradas do primeiro mundo. Quanto à manutenção do mesmo número de participantes – por volta de 250 mil pessoas em 2005 e 2006,  embora pleiteássemos superar a parada de Fortaleza, 5ª capital do Brasil, e que divulgou ter reunido meio milhão de pessoas, honestamente, contentamo-nos em ter conseguido reunir 10% dos moradores de Salvador, terceira capital do Brasil. Esta fórmula deu certo e todos saímos ganhando! Parabéns ao Presidente do GGB, Marcelo Cerqueira e à sua equipe de colaboradores! “A Bahia é Gay!!!”

VIII Semana da Diversidade Cultural de Salvador

A VII Semana da Diversidade Cultural de Salvador Cidade Inclusiva tem uma programada para acontecer entre os dias 1 e 7 de setembro de 2024. Abrange uma série de atividades simultâneas e interligadas, incluindo debates, palestras, seminários, lançamento de publicações, feiras e festas, culminando com a realização da 21ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia. Eixo I – Artes Plásticas/Visuais/Intervenções /Instalação, Eixo II – Mostra Fotográfica, Eixo III – Artes e Humanidades, Eixo IV – Semibarios, debates, rodas, Eixo temático V – Evento “ Celebração do Orgulho. Então, você artista que se encaixa em um desses eixos, que tal mandar uma proposta para compor a programação. Nosso e-mail ggbbahia@gmail.com