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No Início Eram as Mareatas Parte I

Enquanto San Francisco, Chicago e Nova Iorque, já nos meados dos anos 1980 a Gay Parade pipocava nos estados americanos, aqui o GGB recebia as notícias, graças a um correspondente que enviava pelos Correios caixas com jornais e revista Nova Iorque, era revigorante. Luiz Mott, dono de uma mente brilhante, precisava pautar a imprensa e sociedade para a causa, ele descobriu nas suas pesquisas nos arquivos da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal, que Diogo Botelho (1618) Governador Geral da Bahia, foi denunciado por um escravo ao Tribunal do Santo Ofício pela prática da sodomia com marinheiros estrangeiros no Palácio Rio Branco. Foi ele quem mandou construir o Forte de São Marcelo, que tinha a função de proteger a cidade contra os invasores. Com objetivo saudar a memória do governador criar o fato político Mott inventou “ As Mareatas” em Salvador no ano 1984, os gays faziam a concentração no Mercado Modelo, seguiam até ao embarcando em canoas levando flores para jogar no entorno, enquanto faziam a volta e desembarcar no forte monumental com sua enorme porta feita de madeira monocromada, despachavam as mais flores e em seguida embarcavam felizes e cantando rumo ao cais do Mercado Modelo. Era todo um ritual bem estudado e planejado – até licença ao Iphan – para se dar a volta ao vetusto monumento era preciso. Era uma época de muito preconceito e discriminação em Salvador o principal jornal da cidade jornalista José Augusto para a sua coluna de cinema “ matar veados não é crime, é cassada” e “ mantenha Salvador limpa, mate uma bicha por dia”, ainda hostilizava os LGBTs que trabalhavam na redação. Fazia tudo isso impunemente sob o olhar complacente do jornalista e diretor de Redação Joaquim Alves Cruz Rios, que vem de linhagem do traficante, possuía o mesmo nome do diretor, uma possível homenagem. Ele traficou 514 (1850/51) escravos da Costa da África, duas viagens: a primeira com 168 almas e a segunda com 346 vidas, duração da viagem, duração 35 e 24 dias respectivamente. (Luiz Henrique Dias Tavares). A família tem as mãos sujas com o sangue negro. Em Salvador, a classe média da época que recebeu as influências que “homossexualismo” era doença e vergonha para a família levam os filhos para serem torturados por médicos forense. Professor da Faculdade de Medicina, Estácio Lima formou gerações de médicos nessa perspectiva. Muitos gays foram exilados por seus familiares para o Rio de Janeiro e Paris.

Coleção Super Heróis Contra o Preconceito

Super homem Vale a Pena Ler de Novo! SALVADOR, 30/03/2009 – Uma série de quadrinhos no mínimo curiosa. Trata-se da campanha Super Heróis contra o preconceito, feita por encomenda do Grupo Gay da Bahia (GGB) ao premiado Hector Sallas, jovem cartunista vencedor de diversos prêmios desing na Bahia. A campanha tem a finalidade em forma de paródia evocar os poderes dos super heróis no combate diário ao preconceito em nossa sociedade. No total são cinco desenhos que fazem alusão aos heróis conhecidos em todo o mundo. Uma adorável paródia ao super homem, mulher maravilha, incrível homem verde, homem morcego e capitão América. Quem nunca sonhou ser salvo pelo super homem, aparecendo lindo, forte e voando. Nessa paródia ele aparece, com fenótipo negroide, com roupa rosa, de brinco na orelha e o clássico cavanhaque ao gosto dos gays. Também recebe em seu peito a letra G maiúscula sobre a lycra rosa e quando ele aparece rasgando o céu, eis que surge um lindo arco íris. O famoso casal que não se sabe se é amor ou amizade, ou é ambos os sentimentos, o homem morcego e seu companheiro. Mulher maravilha, personagem imortalizado nas Paradas Gays por drag queens de todo o mundo. Ela também recebeu uma cara de negona da Liberdade, olhos amarelos, mais músculos e um discreto volume na região pélvica, na versão do GGB, mulher maravilha é um sapatão rebentão de maré, maldade nenhuma escapa do seu laço mágico certeiro. Quando não está combatendo o mal, está na roça de candomblé do babalorixá Bel de Oxum, em Paripe, fazendo obrigações do seu orixá.   O homem verde, não perdeu a sua índole de bom moço, ganhou mais uma sutileza que atrás daqueles músculos de pedras, músculos também bate um coração, na versão também entrega flores. Um outro super meio é o Flecha tá  capitão América que atravessa o mundo na rapidez da luz, utiliza os seus poderes superiores para acabar com o preconceito contra jovens homossexuais, porque ele é jovem e muito serelepe. Esse material foi lançado em cartazes distribuídos em Salvador em 2001 e agora ele vai ser disponibilizado na internet para quem quiser divulgar os heróis contra o preconceito. Só poderes mágicos para acabar com o preconceito ainda muito presente em nossa sociedade. Além da campanha de cartazes foram produzidos postais com as figuras que traziam a mensagem “preconceito contra homossexuais é crime contra a humanidade”. Estamos de olho” insinuava que os heróis estão de olho na homofobia. (Marcelo Cerqueira, DRT-BA 2135)

Viver LGBT Além (60+) 

Diagnóstico do Envelhecimento da População LGBT de Salvador Denise Taynáh Leite (74) e Ana Apocalypse (65): duas mulheres trans que estarão na nova temporada da série premiada do #Colabora LGBT+60. (Fotos: Gab Meinberg) Se você é da turma 60+ e reside em Salvador, esse questionário abaixo é para você, responda rapidinho e suas informações irão ajudar fazer o Diagnóstico do Envelhecimento da População LGBT de Salvador, a meta é duzentas realizar essa pesquisa com amostra de duzentas (200) pessoas. Para acessar o Google Forms, formulário virtual da pesquisa, a pessoa deve estar logada a uma conta de um e-mail pessoal, para começar a responder a pesquisa que leva 5 min, logo terminar de responder aperte opção enviar, é anônimo, sua identidade vai ser preservada. O Diagnóstico do Envelhecimento da População LGBT de Salvador é importante porque o seu produto final vai servir para orientar políticas públicas para a população idosa e idoso de Salvador. O as pessoas estão envelhecendo rapidamente, esse envelhecimento da população em geral e as velhices LGBT é um grande que requer uma reestruturação do Estado com a finalidade de garantir longevidade e velhice com qualidade de vida e bem-estar dos idosos e idosas. Caso você deseje fazer uma visita a nossa sede o nosso endereço: Lad de São Miguel, 24 – Centro Histórico, Salvador, BA. Pode também fazer contato pelo telefone especial celular (71) 9884-0100, ou por e-mail ggbbahia@gmail.com e nossa rede social no instagram @grupogaydabahia Essa pesquisa é uma realização do Grupo Gay da Bahia e Quimbanda Dudu, agradecimento especial ao Diverso da Universidade Federal de Minas Gerais, que em 2021 realizou estudo similar com apoio da Prefeitura de Belo Horizonte.   Acesse o questionário abaixo! https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeUe7JO3SFhu-ZJ6OqTsXcxZFoOBgciiwfMZUxW5gbD6wFZPA/viewform

Você conhece a (PrEP)? Revele!

A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é um novo método de prevenção à infecção do HIV por meio do uso de dois medicamentos (Tenofovir+entricitabina) em pessoas não infectadas pelo vírus, que agem bloqueando caminhos que o vírus precisa para infectar o organismo, antes de a pessoa ter contato com o vírus HIV. Disponível no SUS desde dezembro de 2017, a PrEP vem se consolidando como uma estratégia eficaz para prevenir novos casos de infecção pelo HIV e promover práticas sexuais mais seguras. Além da forma oral, de uso diário e contínuo, indicada para qualquer pessoa em situação de vulnerabilidade ao HIV, temos mais recentemente, a PrEP sob demanda, que consiste na tomada da PrEP apenas quando a pessoa tiver uma possível e xposição sexual de risco ao vírus. Neste caso, a PrEP deve ser utilizada com o uso de 2 comprimidos de 2 a 24 antes da relação sexual programada, + 1 comprimido 24 horas após a dose inicial, + 1 comprimido 24 horas após a segunda dose. Entretanto, segundo o Ministério da Saúde, a PrEP sob demanda é indicada apenas para homens cisgêneros heterossexuais, bissexuais, gays e outros HSH, pessoas não b inárias designadas como do sexo masculino ao nascer, travestis e mulheres transexuais – que não estejam em uso de hormônios à base de estradiol, que sejam capazes de planejar o momento do sexo e que tenham uma frequência menor de relações sexuais – uma vez por semana ou menos, em média (BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica N° 8/2023 de 16 de janeiro de 2023). Novos esquemas de PrEP vêm sendo estudados e os resultados de eficácia comprovados. O exemplo mais recente da aprovação de novas tecnologias pela Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA) para prevenção do HIV no Brasil, é a PrEP injetável de longa duração, com o a utilização do Cabotegravir (CAB-LA). O novo medicamento ainda não tem data para ser comercializado no país, mas em breve será ofertado no âmbito de estudos clínicos, visando reunir subsídios científicos para possível inclusão do CAB-LA no SUS. * segundas-feiras à tarde / terças e quartas-feiras manhã e tarde e sextas-feiras pela manhã.**Vide NOTA INFORMATIVA DASF/DIVEP Nº16/2021. Eficácia da PreP A estratégia reduz em mais de 90% o risco de infecção pelo HIV, se utilizada regularmente. Ou seja, a eficiência da proteção está relacionada diretamente à adesão, devendo ser somada a outras medidas de prevenção, tais como o uso de preservativos e gel lubrificante, detecção e tratamento precoce das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), dentre outros, já que a profilaxia não impede a ocorrência destas infecções. A PrEP faz parte da chamada prevenção combinada ao HIV no Brasil. Quem pode usar a PreP? A PrEP é recomendada para indivíduos das populações-chave a partir de 15 anos, com peso igual ou superior a 35 kg, que apresentem risco aumentado de infecção pelo HIV e encontram-se em contextos específicos, associados a uma maior vulnerabilidade à infecção por meio das suas práticas sexuais, como número e diversidade de parcerias, uso irregular de preservativos, além de demonstrar o interesse em usar o medicamento (BRASIL, 2022). A profilaxia também está indicada em situações de relações sexuais em troca de dinheiro, objetos de valor, drogas ou moradia, para a parceria soronegativa em uma relação sorodiferente (uma pessoa tem o HIV e a outra não), e para pessoas adeptas ao “Chemsex”, prática sexual sob a influência de drogas psicoativas com a finalidade de melhorar as experiências sexuais (BRASIL, 2022). Mas lembre-se, a indicação da PrEP deve ser feita conjuntamente com um profissional de saúde habilitado, e os medicamentos podem ser encontrados gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) ou adquiridos nas farmácias. * segundas-feiras à tarde / terças e quartas-feiras manhã e tarde e sextas-feiras pela manhã.**Vide NOTA INFORMATIVA DASF/DIVEP Nº16/2021 Onde encontro a PreP no SUS? O Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa (CEDAP) foi a primeira unidade de saúde a ofertar a PrEP na Bahia, em 2018, e a constituir uma equipe de saúde capacitada para a atuação e disseminação da estratégia em todo o Estado, a partir da implementação do Protocolo de Pesquisa ImPrEP no Centro, em parceria com o INI- Fiocruz. Atualmente, o CEDAP tem cerca de 900 pessoas cadastradas na profilaxia, o maior quando comparado a outras unidades dispensadoras de PrEP no estado (Painel PrEPSICLOM, agosto de 2023). O Ambulatório da PrEP do CEDAP conta com a atuação de profissionais médicos especialistas, que distribuem o atendimento aos/às usuários(as) da profilaxia em quatro dias na semana*, além da triagem por enfermeiras e aconselhadoras do Projeto ImPrEP, de segunda a sexta-feira. Além do CEDAP, em Salvador, contamos com mais três serviços de saúde municipais para atendimento da PrEP, e uma Unidade Dispensadora de Medicamento (UDM Comércio), apenas para a dispensa da PrEP prescrita na rede privada**. Outros três (3) serviços situam-se na região metropolitana de Salvador (Camaçari, Simões Filho e Lauro de Freitas) e trinta e cinco (35) encontram-se distribuídos no interior do estado da Bahia. A seguir, as unidades que ofertam PrEP SUS em Salvador: 1. SAE MARYMAR NOVAES – End: Rua Arthur Bernardes nº 1, Dendezeiros. Tel: (71) 3202-1606 2. SEMAE LIBERDADE – End: Rua Lima e Silva, n° 217, Liberdade. Tel: (71) 3021-7329 3. ICOM – INSTITUTO COUTO MAIA – End: Rua Coronel Azevedo, s/n, Cajazeiras II. Tel: (71) 3103-7150/7210 / (71) 31037168 (WhastApp). 4. CEDAP – End: Rua Comendador José Alves Ferreira, nº 240, Garcia. Tel:(71) 3116-8888 / (71) 99673-3006 (WhastApp). 5. UDM COMÉRCIO (consulta na rede privada e retirada do medicamento no SUS). End: Condomínio Edifício Conde dos Arcos – Av. Jequitaia, 40 – Comercio, Salvador, Bahia.Tel: (71) 3202-1113. Clique no link a seguir e conheça as demais Unidades do SUS que disponibilizam gratuitamente a PrEP na Bahia e no Brasil: http://antigo.a ids.gov.br/pt-br/acesso_a_informacao/servicos-de-saude/prep * segundas-feiras à tarde / terças e quartas-feiras manhã e tarde e sextas-feiras pela manhã.**Vide NOTA INFORMATIVA DASF/DIVEP Nº16/2021. atualizado em 27 de setembro de 2023.

Discriminação e preconceito no ambiente de trabalho podem impactar na saúde mental dos profissionais afetados

A discriminação e o preconceito no ambiente de trabalho podem ter um impacto significativo na saúde mental dos profissionais afetados. Quando o preconceito ultrapassa a linha do pensamento e se transforma em atitudes de caráter mais prático acontece a discriminação. Para apresentar essas questões na Roda de Conversa da Comissão Interna de Saúde do Servidor Público – Cissp, a Fundacentro convidou a auditora-fiscal do Trabalho e coordenadora nacional do Projeto de Combate à Discriminação e Promoção da Igualdade de Oportunidades no Trabalho, da Secretaria da Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Marina Cunha Sampaio. “A discriminação é o reflexo das estruturas de poder na sociedade, dentre elas as decorrentes das relações de trabalho”, informou Marina. Completou que em outros países e no Brasil, a discriminação alcança certos grupos de pessoas com base em características como raça, etnia, gênero, religião, orientação sexual, idade e deficiência – as quais são protegidas pela lei. O preconceito pode ser expresso de várias maneiras, como tratamento injusto, exclusão social, estereótipos negativos, piadas ofensivas, assédio e hostilidade interpessoal. Discriminação do trabalho A experiência de ser alvo de discriminação ou preconceito no local de trabalho pode levar o trabalhador ou a trabalhadora a uma série de consequências graves à saúde que afetam o bem-estar emocional e psicológico. A auditora-fiscal salientou que muitas vezes, as mulheres não alcançam o cargo de liderança apenas por ser mulher – mesmo tendo boa qualificação. Já os negros, em sua maioria, ocupam cargos inferiores e de baixa remuneração. “Mesmo nós que somos concursados, quando avaliamos a divisão de renda, percebemos que há diferença salarial entre homens e mulheres, e pessoas brancas e negras. Além disso, quando analisamos o salário efetivamente, ele é diferente para determinados grupos populacionais. Isso acontece porque os cargos-chave e de direção – comissionados – são ocupados na maioria das vezes por homens brancos”, informou Marina. Gênero “A discriminação de gênero ocorre em alguns lugares. A maternidade, por exemplo, é utilizada porque existe o imaginário popular de que as mulheres ficarão menos acessíveis ao trabalho por conta de terem que tomar conta dos filhos. Por esse e outros motivos, o fenômeno teto de vidro faz com que as mulheres não ascendam na carreira”, ressaltou. Salientou ainda que essa barreira invisível aos olhos de todos influência nas oportunidades de ascensão na carreira das profissionais. A discriminação, segundo Sampaio, é uma violação dos direitos humanos. A prática é considerada ilegal em muitos países, sendo combatida por leis e regulamentações que protegem os indivíduos contra essa forma de tratamento injusto. Segundo especialistas, a prática de discriminação leva o trabalhador ao estresse, ansiedade, depressão, baixo autoestima e redução da satisfação no trabalho e do desempenho.  Obstáculos para as mulheres negras Marina apontou que, segundo levantamento do Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), em 2021, 41,5% das mulheres negras estavam subutilizadas no mercado de trabalho. Em comparação, a subutilização entre os homens brancos era de cerca de 18% no mesmo período. Em 2022, os indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC), a taxa geral de desemprego ficou em 9,3%. Mulheres negras a taxa foi de 13,9%; entre as mulheres brancas, 8,9%; homens brancos, 6,1%, a menor taxa entre os grupos. Racismo e Capacitismo “Racismo e capacitismo fazem parte de como as relações se estruturam e suas relações estigmatizadas baseadas na raça, cor da pele, origem ética ou nacionalidade. A visão holística procura ampliar um mundo mais igualitário. Combate à discriminação precisa ser discutido, sobretudo no mundo do trabalho”, enfatizou. O racismo pode se manifestar de diversas maneiras, tais como discriminação institucional, preconceito e estereótipos, violência racial, disparidades socioeconômicas e racismo estrutural. A auditora-fiscal ressaltou que o capacitismo é a discriminação, preconceito ou estigmatização contra pessoas com deficiência. O capacitismo pode se manifestar de várias maneiras, Marina explicou que pode ser tanto intencional quanto resultar de atitudes e práticas que negam oportunidades de trabalho. A lei de inclusão e os direitos das pessoas com deficiência devem ser resguardados. Assim como a lei de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, prevista na Lei de Cotas nª 8.219/91. “É importante promover a conscientização, a empatia e a aceitação das diferenças para construir uma sociedade mais inclusiva e justa para todas as pessoas”, salientou. LGBTFobia e Gordofobia Sampaio comentou que é importante promover a igualdade, a inclusão e o respeito para todas as pessoas, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero. Conforme apontado pela auditora-fiscal, embora seja proibido por lei, a prática discriminatória ainda é muito comum e algumas exigências causam polêmicas. O ambiente corporativo julga, em muitos casos, características como cabelo, pele, tipo físico e personalidade. A gordofobia é a discriminação, o preconceito e o estigma direcionado às pessoas com excesso de peso ou obesidade. Segundo a especialista, as empresas e instituições precisam promover ações para promoção da diversidade e medidas visando à redução de desigualdades existentes na sociedade ou na demografia interna da organização. Lei que proíbe a discriminação Marina informou que a Lei nº 9.029 de 1995 dispõe sobre a proibição da adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho e dá outras providências. Citou também que essa lei está alinhada com a Convenção da OIT nª 111 – Discriminação em Matéria de Emprego e Ocupação. Para ela, é necessária a adoção de políticas claras de não discriminação, treinamentos de sensibilização, canais de denúncia, protocolo para lidar com esses casos, programas e suporte que visam a proteção da saúde mental dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Brasil se destaca pela maior cobertura de PreP na região das Américas

Foto/ Agência AIDS Na última semana, o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (Dathi/MS) esteve no Panamá para participar da reunião anual do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos da América para Alívio da Aids (Pepfar) para a região das Américas. Na ocasião, Draurio Barreira recebeu, junto às representantes brasileiras do Escritório Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos no Brasil (CDC Brasil), homenagem pelo pioneirismo e a maior cobertura de profilaxia pré-exposição de risco ao HIV (PrEP) na região. A PrEP consiste na tomada de antirretrovirais antes da relação sexual com o objetivo de preparar o organismo para enfrentar um possível contato com o HIV. Atualmente existem cerca de mil serviços de saúde que ofertam PrEP em todo o país. Nos últimos 12 meses, cerca de 120 mil pessoas tiveram acesso a pelo menos uma dispensa da profilaxia, sendo 91% com origem do atendimento em serviços públicos de saúde. A meta do Dathi é ampliar o número de usuários de PrEP em 140% em todo o Brasil até 2027. Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em AgenciaAids.com.br ou na aba “NOTÍCIAS” no link da bio. #PrEP #HIV #aids #SUS #prevencao #PrevencaoCombinada #SaudePublica #AgenciaAidsNa última semana, o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (Dathi/MS) esteve no Panamá para participar da reunião anual do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos da América para Alívio da Aids (Pepfar) para a região das Américas. Na ocasião, Draurio Barreira recebeu, junto às representantes brasileiras do Escritório Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos no Brasil (CDC Brasil), homenagem pelo pioneirismo e a maior cobertura de profilaxia pré-exposição de risco ao HIV (PrEP) na região. A PrEP consiste na tomada de antirretrovirais antes da relação sexual com o objetivo de preparar o organismo para enfrentar um possível contato com o HIV. Atualmente existem cerca de mil serviços de saúde que ofertam PrEP em todo o país. Nos últimos 12 meses, cerca de 120 mil pessoas tiveram acesso a pelo menos uma dispensa da profilaxia, sendo 91% com origem do atendimento em serviços públicos de saúde. A meta do Dathi é ampliar o número de usuários de PrEP em 140% em todo o Brasil até 2027. Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em AgenciaAids.com.br Onde fazer em Salvador

Grupo Gay da Bahia está com site super fresquinho no ar pra você 

Salvador, 05 de março de 2024 Depois de ter pedido o seu domínio e todo conteúdo digital, após dois anos de muita dificuldade consegue obter não somente o domínio e todo conteúdo de anos, agora está com site fresquinho no ar para acesso livre de todos. O site recebeu projeto gráfico todo novo de fácil navegação, inclusive por aparelhos celulares.  No painel principal a notícia ganha destaque na foto e chamada escrita, o menu principal recebeu seis entradas e o submenu conta com um cardápio de doze assuntos com exclusividade. O GGB escolheu três novas frentes de trabalho para atuar a partir de agora. Entendendo a urgência em desenvolver ações destinadas às velhices LGBT, criou as categorias VIVER LGBT 60+, Inclusão e Diversidade nas Empresas e Turismo, o site ainda pode-se encontrar ambulatório trans e toda atenção especializada em Salvador. No Observatório de Mortes Violentas de LGBT no Brasil toda a pesquisa de doze anos desde 2011 até o ano de 2023, atual. Esse trabalho, considerado fonte primária para a imprensa nacional, é citado por diversos órgãos públicos no Brasil e exterior e serve também para sinalizar políticas públicas de proteção à comunidade. O site conta com uma ferramenta nova, linha direta de telefone móvel celular e WhatsApp para falar e se comunicar através de mensagens com a entidade. O projeto gráfico sob a orientação do presidente Marcelo Cerqueira, foi desenvolvido pela Agência Digital DevBleck fundada por empreendedores pretos tem como objetivo apoiar afro empreendedores e afro empreendedoras! O site também tem uma aba ajude o GGB com dados institucionais que o interessado pode fazer  doação em dinheiro.   O Grupo Gay da Bahia quer saber sua opinião sobre Pessoas LGBT+ que trabalham como diaristas, considerando “diaristas” como a prestação de forma eventual de uma pessoa automática, não sendo empregado/a doméstico/a e não tenho vínculos empregatício, prestando serviços até três vezes por semana. Responda a pesquisa, por favor.

Mostra de Filmes na Semana da Diversidade e 12ª Parada Gay da Bahia

Salvador, 30 de agosto de 2013 – por Assessoria do GGB. No ano em que Feliciano conseguiu irritar profundamente os gays e liberais do país inteiro e que Daniela Mercury assumiu sua relação com outra mulher provocando grande estardalhaço na mídia vai acontecer a 12ª Parada Gay da Bahia e a Semana da Diversidade no período de 02 a 08 sendo que no último dia a cidade recebe a 12ª edição da Parada gay no centro de salvador, a partir das 11h e tem como madrinha a cantora Daniela Mercury.

12ª Parada Gay da Bahia

(Marcelo Cerqueira) Confira aqui toda programação da II Semana da Diversidade e da 12ª Parada Gay da Bahia. O evento que acontece de 2 a 8 de setembro, culminando com a Parada Gay no dia 8 apresenta uma intensa programação cultural que promete colorir o cinza do centro de Salvador com a cores fortes do Arco Iris da Diversidade. Confira a programação.