Michael Waldholz, colaborador da revista Forbes, escreve sobre a indústria da saúde e inovações médicas.
Conteúdo extra: Forbes, 31/07/2012 Uma das razões pelas quais a catástrofe da aids, que já dura 30 anos, continuará a fazer vítimas é que se está negligenciando uma confluência histórica de avanços na luta contra a doença. Isso ficou claro para mim semana passada, na Conferência Internacional de Aids em Washington, que acontece a cada dois anos. Durante os seis dias do evento, mais de 25 mil participantes de todo o mundo escutaram pesquisadores, gestores, políticos e ativistas repetirem, como se seguissem um roteiro meticulosamente elaborado, uma mensagem surpreendente e profunda: as evidências científicas emergentes mostram que os novos tratamentos e estratégias de prevenção, se empregados ampla e conjuntamente, podem deter a marcha incansável do vírus.
ILGA
GGB considera campanha da Schin provocação gratuita às pessoas trans
Entidade oferece lista com nomes de mulheres trans “gostosas” á cervejaria que pegou pesado no vídeo do São João. Ação sugere reparar o tropeço dado pela agência.
Marcha das vadias
Movimento contra a violência sexual acontece em Salvador Quem passou pelo centro de Salvador na tarde deste sábado, 26, encontrou um protesto diferente no trajeto entre a praça da Piedade e o Terreiro de Jesus. O movimento Marcha das Vadias, realizado entre às 15h e às 18h, reuniu cerca de 300 homens e mulheres, principalmente jovens mobilizados via redes sociais, com placas, faixas e palavras de ordem, para protestar contra a violência sexual e a cultura machista ainda dominante de colocar a mulher como culpada ou motivadora da agressão sexual sofrida.