As dez coisas babado que o gay deve se lembrar de perguntar quando for ao médico

Imagem meramente ilustrativa De acordo com os levantamentos médicos, os gays procuram mais os serviços médicos do que as lésbicas, mas menos do que a população heterossexual, isso parece estar relacionado com vergonha ou medo de ser discriminada por um profissional. Mas isso não é verdade, os médicos são treinados para responder quaisquer questões, especialmente depois da necessidade de se ter médicos para o tratamento da AIDS e das DSTs entre homens homossexuais. O ideal é que se tenha um médico de confiança que possa ser acessível todas as vezes que for necessário, e que poderá indicar especialistas quando necessário. Os serviços de apoio para a comunidade gay, os serviços médicos de universidades, os postos de saúde podem ser muito úteis para se auxiliar a procura de profissionais acessíveis. Estamos colocando ao final os telefones de alguns médicos, serviços, ONGs, Organizações Governamentais, nomes de serviços que possam ser úteis.Caso você se sinta discriminada ou tenha alguma queixa não hesite em procurar o Conselho Regional de Medicina do seu estado, ou o Conselho Federal de Medicina- telefones e sites no fim. O mais importante é que qualquer pessoa independente da sua orientação sexual tenha acesso às condições adequadas de saúde. Em último caso manda um email ou telefona para nós que tentaremos te auxiliar da melhor forma possível. De acordo com a Associação Médica para Gays e Lésbicas (Gay and Lesbians Medical Association-GLMA), toda vez que forem ao médico os gays devem sempre lembrar de fazer as seguintes perguntas: 1-AIDS e HIV. Como todo mundo sabe, os gays são ainda um grupo com comportamento de risco para se adquirir o HIV em relações sexuais. Claro que isso mudou muito desde o aparecimento da doença. Mas sempre é algo que devemos falar e perguntar para o médico.Devemos lembrar que as duas coisas mais importantes aqui são: só a camisinha impede a transmissão do vírus, e que hoje em dia os tratamentos para controle do vírus são muito eficazes e gratuitos no Brasil, e que quanto mais cedo uma pessoa souber que é portadora do vírus, melhor vai ser. 2-Uso de drogas O consumo de drogas entre gays é algo a considerar. Aqui se incluem os “poppers”, maconha, ecstasy e anfetaminas. Todas têm efeitos colaterais sérios e podem levar a dependência, além de ser muito contra indicadas para quem é portador do HIV. Há relação direta entre o uso de drogas e a infecção por HIV. Os índices de depressão e ansiedade são maiores na população gay do que na população em geral. Isto está associado principalmente a dificuldade muitas vezes de se assumir perante a família e sociedade. Os índices de suicídio entre adolescentes gays é também maior do que em outros adolescentes, pelos mesmos motivos. Por isso se você se sentir deprimido, triste, ansioso, comendo muito, ou muito pouco, tendo problemas com sono, procure um médico ou psicólogo. Os gays apresentam ainda alguns problemas de depressão e ansiedade relacionados com a dificuldade de se manter relacionamentos estáveis, mas cada vez mais há profissionais da área da saúde que podem auxiliar. Homens que mantém relações sexuais com homens apresentam um risco bem maior de se infectar pelos vírus da hepatite. Esta infecção pode ser fatal, ou levar a condições como a cirrose ou câncer de fígado.As hepatites A e B já tem vacinas, o que é uma obrigação de todo gay tomar, mas a hepatite C ainda não e a única forma de se evitar qualquer uma delas é a prática de sexo seguro. As DSTs são mais frequentes em homens gays, algumas tem tratamento médico (gonorréia, sífilis, clamídia, sarna, etc.) e outras ainda não (hepatites, AIDS, HPV).A única forma efetiva de prevenção é a visita regular ao médico e o uso da camisinha. Devido as práticas sexuais, ao uso de hormônios anabolizantes , e a falta de exames periódicos os gays podem estar mais sujeitos a contrair estes tipos de câncer do que homens heterossexuais. O meio mais eficaz para se prevenir e identificar precocemente estes cânceres é a visita regular ao médico para realização de exames. Além disso qualquer alteração anal ou sexual e urinária deve ser vista por um médico. 7. Alcoolismo Muitos estudos médicos têm sido realizados nos últimos anos buscando as causas que levam os gays a apresentarem um maior consumo de bebidas alcoólicas e maiores índices de alcoolismo do que heterossexuais.Uma taça de vinho tinto por dia está relacionada como um fator de proteção para doenças cardiovasculares, mas parece que a necessidade de aceitação social, o tipo de vida noturna e o uso das bebidas alcoólicas como forma de se desinibir estão entre os principais fatores de risco para o alcoolismo entre gays. 8. Tabagismo Estudos americanos mostram que homens gays fumam até 50% mais do que heterossexuais.Os principais problemas relacionados com o tabagismo são: câncer de pulmão, doenças cardíacas, aumento da pressão arterial, impotência, entre outras. Nos Estados Unidos e na Europa já há várias campanhas para prevenção para o tabagismo entre gays. 9.Atividades físicas e dietas. Os problemas com a imagem corporal são uns dos mais frequentes entre homossexuais do sexo masculino.Este excesso de preocupação com a imagem corporal leva os gays a apresentarem maiores índices de desordens alimentares como a bulimia(comer e vomitar) e anorexia (magreza extrema às custas de dietas muito rigorosas). As atividades físicas regulares, especialmente as aeróbicas, como corrida e natação, são excelentes fatores de promoção à saúde, mas entre os gays há um consumo muito grande de hormônios esteróides anabolizantes, com intuito de se aumentar a massa muscular, que podem levar a sérios problemas de saúde como cirrose, hepatite, câncer de próstata, fígado e ginecomastia. Por outro lado, há também um grande número de gays sedentários e obesos, que podem levar ao aparecimento de doenças como diabetes, infartos e hipertensão. De todas as doenças sexualmente transmissíveis que os gays podem adquirir, o vírus do papiloma humano, que causa lesões anais e genitais popularmente conhecidas como “ crista de galo” ou condiloma, estão entre as mais perigosas. O papiloma anal
Racismo dentro da comunidade homossexual ainda é grande
Vale a pena ler de novo Luiz Mott e Marcelo Cerqueira Um bate bola com Marcelo Cerqueira. Militante, homossexual e negro ele afirma que brancos e negros se relacionam sexualmente, por amor, ou mesmo por interesse. E mais, o militante diz que o preconceito na maioria das vezes é contra o feio, mas que o povo gay em geral é mais aberto para sexo, confira entrevista concedida a revista GOLD. Há 19 anos passados! 1 – EXISTE, NA SUA OPINIÃO, ALGUM PADRÃO DE PREFERÊNCIA SEXUAL OU COMPORTAMENTO, DENTRO DO UNIVERSO GAY MASCULINO RASILEIRO, QUE COSTUME MARGINALIZAR OS NEGROS? OS GAYS BRASILEIROS AINDA SEGUEM AQUELE PADRÃO MEIO NEOCLÁSSICO DE BELEZA, DE BARBIES BRANCAS E DEPILADAS? Na minha opinião existe uma variação muito grande por tipos e preferências no universo gay. Na observação empírica, embora possa ocasionalmente dizer que tem uma preferência fixa em determinado tipo na prática a depender do momento e da hora o contato sexual acontece com qualquer um, inclusive mutilados. Esse modelo clássico grego é minoritário e mesmo quem pratica com raça diferente pode abrigar um certo racismo teórico. Socialmente esculhamba, mas depois não resistem. Faz ou sublima muito, vive mais da festa do que do banquete. No geral os gays são mais abertos para realizar suas fantasias. 2 – SE OS NEGROS SÃO DE CERTA FORMA “REJEITADOS” PELO ESTEREÓTIPO DE BELEZA GAY, E PORTANTO, RELEGADOS A UM SEGUNDO PLANO COMO POSSÍVEIS PARCEIROS, VOCÊ CONSIDERA QUE CULTIVAMOS UMA CERTA HERANÇA (RANÇO) EUROPÉIA DE MODELO SEXUAL? OU QUAIS SERIAM OS POSSÍVEIS MOTIVOS DESSA MARGINALIZAÇÃO? Os negros não se encaixam nessa ideal de beleza criado por alguns motivos. O que o se procura é o gênero masculino seja que cor tenha. No caso da herança européia e quando há opção o branco predomina. Porém, de outro lado à imagem do negro intrinsecamente relacionada ao poder da masculinidade e isso é muito forte. Os negros são de classes sociais mais baixas, portanto teoricamente são muito mais machos socialmente e na cama que os brancos. É uma grande confusão que se faz na cabeça deixando o signo substitui a realidade. O que o outro gay macho não gosta é da bicha negra “fresca” e ainda passiva. Mas também não gosta da bicha branca na mesma situação. A discriminação mesmo é com a bicha efeminada. Nas salas de bate papo a preferência é por não efeminados. 3 – EM QUE CIRCUNSTÂNCIAS ESSA “REJEIÇÃO” COSTUMA ACONTECER?Quando há extrema frescura ou quando há uma pressão social muito forte, família e amigos racistas. Sexo e afeição são dois sentimentos diferentes. O orgasmo é clandestino, exigente, exótico, é uma experiência nova, tomou banho lavou tá novo e ninguém toma banho de afeição que é mais lenta e permite o raciocínio. Já quando você pensa em um relacionamento mais duradouro, ai vem o racismo e o preconceito. 4 – EXISTE TAMBÉM DENTRO DO UNIVERSO GAY AQUELE ANTIGO MITO, EMOLDURADO PELO MAIS SEXISTA DOS PRECONCEITOS, DE QUE O NEGRO SERIA UM “EXCELENTE AMANTE”, TEM “PAU GRANDE”, ETC, ETC, ETC? QUE OUTROS MITOS, POSITIVOS OU NEGATIVOS, SÃO ASSOCIADOS AO HOMEM NEGRO GAY NO BRASIL? Este mito vem de África passando pelo Brasil colonial e chega aos nossos dias, é exótico, erótico não é rel. Parece que na experiência prática os negros tem pau grande mesmo de dez homens, sete são bem dotados. Como também pelo outro lado tem o glúteo maior, canela mais fina. Não é 100% é claro, mas o mito faz o marketing, atiça a curiosidade, o tesão e a vontade. É um grande trunfo que temos entre as pernas e por isso nos habilita a entrar no mercado da carne em uma posição superior. Isso é maravilhoso em uma cultura machista e competitiva que sinaliza o pênis como instrumento de poder concreto. Nessa cultura quem tem pênis tem tudo e quem tem pênis grande teoricamente tem mais poder sobre as coisas reais. 5 – VOCÊ PRÓPRIO, OU AMIGOS NEGROS, JÁ SOFRERAM NA PELE O FATO DE TEREM SIDO PRETERIDOS COMO AMANTES OU PARCEIROS POR SEREM NEGROS? PODE CITAR ALGUNS CASOS, DAR UM DEPOIMENTO? COMO VOCÊ LIDA COM ISSO? Eu sou casado com um homem branco filho de italiano com mãe portuguesa. De todo o meu rosário de amantes tive poucos negros. Não significa que não estou disponível. Sempre fui assediado pelos homens brancos, gosto disso e acho um bom instrumento de poder fantástico. 6 – QUE OUTROS TIPOS DE HOMENS GAYS, ALÉM DOS NEGROS, COSTUMAM SER PRETERIDOS, NA SUA OPINIÃO? VOCÊ TEM ALGUM PRECONCEITO NA HORA DE ESCOLHER PARCEIROS? No geral os gays são muito mais abertos a novas e exóticas experiências sexuais que os heterossexuais. Acho que existe um preconceito contra os extremamente feios seja qual raça for. Talvez quem sofra mais o estigma seja o Japonês pelo mito do pênis pequeno, mas não deixa de despertar a curiosidade, a pele lisa, os cabelos pretos, os olhos puxadinho. Eu mesmo, não posso negar tenho curiosidade de ir para a cama com um japonês. Aqui na Bahia é difícil, mas acredito que eles apresentam dificuldades sexuais com os negros.7 – QUAL É, NO SEU PONTO DE VISTA, O LIMITE ENTRE A PREFERÊNCIA SEXUAL DO HOMEM GAY E O PRECONCEITO?Um elemento definidor desse preconceito é o culto ao corpo. Ouço meus amigos musculosos dizerem que não transam com quem não seja malhado. Teoricamente porque manter um corpo definido e trabalhado custa caro. Esse caras gastam tanto dinheiro e tempo com o corpo que este torna-se um bem muito precioso e para dividi-lo somente com outro igual ou melhor, eu ouço tanto isso. 8 – COMO VOCÊ VÊ ATUALMENTE A QUESTÃO DOS NEGROS GAYS, DENTRO DO UNIVERSO CULTURAL EM QUE ESTÃO INSERIDOS? HOUVE AVANÇOS? DE QUE ORDEM? Acho que a homossexualidade ainda é um grande tabu para os negros. Isso por causa da fama de masculinidade que herdamos. Aqui em Salvador, eu mesmo já ouvi a expressão “além de preto viado” e “tá sujando a raça negão”. Mas isso é no mundo inteiro, eu estava em Nova Iorque com o meu companheiro e os negros de lá
Conselho LGBT+ de Salvador convoca entidades para Eleição de Titulares e Suplentes

Da redação do GGB O Conselho Municipal de Promoção e Defesa dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (CMLGBT+), vinculado à Secretaria Municipal da Reparação – SEMUR, está convocando de 06 a 19 de março as entidades com reconhecida atuação no campo da promoção da cidadania e defesa dos direitos da população LGBT+ para participarem do processo eleitoral que escolherá titulares e suplentes das entidades representantes da sociedade civil, que atuarão no biênio 2024/2025. Poderão concorrer para ocupar uma das 13 (treze vagas) representantes das OSC sem fins lucrativos formalmente constituídas com cadastro no CNPJ, OSC não Personificadas ou de Fato e Ativistas Individuais dos Direitos Humanos da População LGBT com atuação comprovada há 02 (dois) em Salvador. No ato do preenchimento da ficha de inscrição o responsável deve informar os nomes do titular e suplente e marcar a categoria que deseja representar. Regularmente inscrito passa a ter o direito a dois votos para votar e ser votado. A eleição vai acontecer de forma presencial no dia 14 de março, das 9h às 12h nas instalações do Centro LGBT Vida Bruno, Rio Vermelho. O Regimento Eleitoral de escolha de representantes da sociedade civil para compor o Conselho Municipal de Promoção e Defesa dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (CMLGBT+), para um mandato de 02 (dois) anos, é contado a partir da posse dos eleitos. O Conselho foi instituído através do Decreto nº 26.053 de 19 de maio de 2015, pelo então prefeito ACM Neto. Categorias As vagas serão preenchidas por representantes das entidades distribuídas conforme: a) 01 (uma) representação do segmento de Mulheres Lésbicas e/ou Bissexuais; b) 01 (uma) representação do seguimento de Mulheres Travestis e Transsexuais; c) 01 (uma) representação do segmento de Homens Trans; d) 01 (uma) representação do segmento de Homens Gays e/ou Bissexuais; e) 01 (uma) representação do segmento de Pessoas com Deficiência LGBT+; f) 01 (uma) representação de Ativista Independente LGBT+; g) 01 (uma) representação do segmento de pessoas Negras LGBT+; h) 01 (uma) representação do segmento Redes e Fóruns LGBT+; i) 01 (uma)representação do segmento Sindicatos e Entidades de Classe, que atuem junto à população LGBT+ mediante comprovação das ações realizadas; j) 02 (duas) representações do segmento de Paradas do Orgulho LGBT+; k) 02 (duas) representações de Grupos e Núcleos de Pesquisa de Instituições de Ensino Superior, com notório trabalho em sexualidade, diversidade sexual e de gênero, bem como referente aos direitos da população LGBT+.
Pela gratuidade da adequação de nome e gênero das pessoas trans, travestis e não binárias

Imagem meramente ilustrativa. Marcelo Cerqueira, artigo. Um levantamento realizado pelos Cartórios de Registro Civil da Bahia mostrou que o número de pessoas que adequaram o nome e gênero no registro civil, no estado totalizam mais de 500 atos realizados, sem a necessidade claro, de processo judicial, muito menos comprovação de cirurgia de transgenitalização, os dados são até novembro de 2023. Os números da Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais do Estado da Bahia (Arpen), passados seis anos do Provimento 73/2018, do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) que as adequações passaram a ser feitas livremente pelas interessadas nos cartórios ainda são tímidos e não refletem a realidade das pessoas trans, travestis e não binárias em todo o Estado. Fazer a retificação, hoje é fácil, não é algo simples, uma pessoa comum enfrenta muita dificuldade para juntar todas as peças que são certidões públicas, documentos pessoais, comprovante de endereço, xerox e originais mais de vinte que juntas, na sequência deve encaminhar à Casa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública da Bahia para obter a gratuidade no processo. O procedimento exige pagamentos de taxas públicas a Defensoria Pública, ainda bem, consegue anistiar fazendo mutirões em parceria com diversos órgãos públicos e sociedade civil. Se o acesso tivesse a gratuidade, muito mais pessoas estariam se beneficiado a com a isenção do pagamento cobradas pelo custo de serviços prestados pelos Cartórios de Protesto, 1,2,3,4 e Cartórios Registro Civil das Pessoas Naturais, para emissão da nova certidão, considerada como segunda via. O Estado de Minas Gerais oferece gratuidade dos custos de cartório para retificação de nome e gênero de pessoas transgênero em situação de vulnerabilidade. Retificar o nome e gênero na certidão de nascimento das pessoas travestis, trans e não binárias, pretas, pardas, periféricas é possibilidade de uma vida de inclusão social, profissional, cultural e com segurança. Uma pessoa que fez a retificação passa viver e interagir melhor com a sociedade. A pessoa passa a ter o direito à autodeterminação de gênero é fundamental para a dignidade das pessoas, a retificação promove o bem-estar emocional das pessoas trans, travestis e não binárias, reconhecendo e validando sua identidade. A igualdade perante a lei é um princípio fundamental, e permitir a retificação contribui para a construção de sociedades mais justas e inclusivas. Contribui para a segurança pessoal, apresentar um documento anterior à transição, com o nome morto, pode colocar o indivíduo em um risco maior de sofrer violência. Documentos que não condizem com a identidade de gênero vivida podem expor as pessoas trans a situações potencialmente perigosas, retificação contribui para prevenir conflitos e proteger contra possíveis situações de violência ou assédio. Só pessoas maiores de 18 anos podem retificar, menores mesmo com autorização dos tutores, só com processo judicial. Um paradoxo, porque sinais da transgeneridade que começa a partir dos 8 anos e aos 15 a pessoa já tem convicção do que é. Onde receber informações– Centro Municipal de Referência LGBT+ Vida Bruno/SEMUREndereço: Av. Oceânica, 3731 – Rio Vermelho, SalvadorTelefone: (71) 3202-2750– Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da População LGBTQIA+ do Estado da BahiaAvenida Joana Angélica, Nº 1312, Sala 305. Nazaré. Salvador/Bahia(71) 99725-4468 *Marcelo Cerqueira é coordenador Municipal das Políticas Públicas de Cidadania e Direitos Humanos LGBT. Ativista do Grupo Gay da Bahia.
70% dos brasileiros afirmam que há homofobia no país, diz pesquisa.

Os dados são da pesquisa PoderData de 2024 e revelam que, comparado a 2022, a taxa subiu sete pontos percentuais Foto meramente ilustrativa OBrasil continua a liderar o ranking dos países que mais matam pessoas LGBTQIAPN+. Em 2023, foram registradas 257 mortes violentas, o que indica que, a cada 34 horas, uma pessoa da comunidade perdeu a vida de forma violenta no país por transfobia, segundo Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga organização não governamental (ONG) LGBT da América Latina. Outro estudo mostra que cerca de 70% dos brasileiros acreditam que existe homofobia no país. Os dados são da pesquisa PoderData de 2024 e revelam que, comparado a 2022, a taxa subiu sete pontos percentuais. A diversidade, equidade e inclusão é fundamental para uma sociedade, pois reflete sua inclusão e acessibilidade para todas as pessoas. Para promover isso, é essencial envolver toda a população em diálogos relevantes, buscando fornecer informações e estimulando a luta contra a opressão, a violência e vários tipos de preconceito, incluindo o racismo e a homofobia. Para a Head de DE&I da Condurú Consultoria, Jenifer Zveiter, é essencial promover a acessibilidade, equidade e igualdade de direitos em uma sociedade democrática. “Ao combater a homofobia, garantimos que de forma equânime, todas as pessoas tenham acesso igualitário aos direitos e oportunidades”, explica. A ignorância e falta de interesse são , frequentemente, responsáveis por alimentar a homofobia. Diante disso, é essencial investir em uma educação inclusiva que aborde temas de diversidade sexual e de gênero desde cedo, nas escolas e em casa. Isso implica na implementação de programas educacionais que fomentem o respeito, a compreensão e a naturalidade de diversas orientações sexuais e de gênero. “Como citado acima, é fundamental, incluir assuntos LGBTQIAPN+ nos currículos escolares, pois se trata de uma abordagem eficaz para desconstruir estereótipos܂Além disso, campanhas de conscientização bem-sucedidas desempenham um papel crucial na mudança de mentalidades e na transformação da sociedade como um todo”, destaca Zveiter. ( Com informações do site Brasil ao Minuto) 6/03/2024
Grupo Gay da Bahia está com site super fresquinho no ar pra você

Salvador, 05 de março de 2024 Depois de ter pedido o seu domínio e todo conteúdo digital, após dois anos de muita dificuldade consegue obter não somente o domínio e todo conteúdo de anos, agora está com site fresquinho no ar para acesso livre de todos. O site recebeu projeto gráfico todo novo de fácil navegação, inclusive por aparelhos celulares. No painel principal a notícia ganha destaque na foto e chamada escrita, o menu principal recebeu seis entradas e o submenu conta com um cardápio de doze assuntos com exclusividade. O GGB escolheu três novas frentes de trabalho para atuar a partir de agora. Entendendo a urgência em desenvolver ações destinadas às velhices LGBT, criou as categorias VIVER LGBT 60+, Inclusão e Diversidade nas Empresas e Turismo, o site ainda pode-se encontrar ambulatório trans e toda atenção especializada em Salvador. No Observatório de Mortes Violentas de LGBT no Brasil toda a pesquisa de doze anos desde 2011 até o ano de 2023, atual. Esse trabalho, considerado fonte primária para a imprensa nacional, é citado por diversos órgãos públicos no Brasil e exterior e serve também para sinalizar políticas públicas de proteção à comunidade. O site conta com uma ferramenta nova, linha direta de telefone móvel celular e WhatsApp para falar e se comunicar através de mensagens com a entidade. O projeto gráfico sob a orientação do presidente Marcelo Cerqueira, foi desenvolvido pela Agência Digital DevBleck fundada por empreendedores pretos tem como objetivo apoiar afro empreendedores e afro empreendedoras! O site também tem uma aba ajude o GGB com dados institucionais que o interessado pode fazer doação em dinheiro. O Grupo Gay da Bahia quer saber sua opinião sobre Pessoas LGBT+ que trabalham como diaristas, considerando “diaristas” como a prestação de forma eventual de uma pessoa automática, não sendo empregado/a doméstico/a e não tenho vínculos empregatício, prestando serviços até três vezes por semana. Responda a pesquisa, por favor.
GGB quer saber sua opinião sobre serviço doméstico por trabalhadores LGBT+

Salvador, 05 de março 2024, 21h O corre do dia-a-dia faz com que a gente passe mais tempo fora de casa, por uma série de motivos relacionadas ao trabalho. Com isso o trabalho doméstico fica para o final de semana, o lazer é fazer a faxina, lavar roupas e outras coisas. O Grupo Gay da Bahia quer saber sua opinião sobre Pessoas LGBT+ que trabalham como diaristas, considerando “diaristas” como a prestação de forma eventual de uma pessoa automática, não sendo empregado/a doméstico/a e não tenho vínculos empregatício, prestando serviços até três vezes por semana. Considerando Pessoas LGBT+ como: Pessoas Cisgêneras- são pessoas que se identificam com o mesmo gênero que foi designado ao nascer, independente da orientação sexual, inclusas/os aqui as L(Mulheres Lésbicas), G(Homens Gays) e B(Mulheres Bissexuais e Homens Bissexuais) Pessoas Transgêneras – são pessoas que não se identificam com o gênero atribuido ao nascer, ou que não se enquadram no binarismo do feminino ou masculino, inclusos nesse grupo os T ( as travestis, as Mulheres Trans, Homens Trans) e os + são pessoas que se identificam com outros gêneros. Sua opinião é muito importante.
Denomina o Centro Municipal de Referência LGBT de Centro Municipal de Referência LGBTQIA+ VIDA BRUNO.
DECRETO Nº 34.084 DE 28 DE JUNHO DE 2021
Nomeia os membros do Conselho Municipal para Promoção e Defesa dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, para o triênio 2020/2022.
DECRETO Nº 32.914 DE 02 DE OUTUBRO DE 2020
Regulamenta dispositivos da Lei nº 5.275, de 09 de setembro de 1997, com as alterações introduzidas pela Lei nº 9.498/2019 e dá outras providências.
DECRETO nº 32.959 de 9 de outubro de 2020