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Saiba o que é Ballroom e outras celebrações LGBTQIAPN+

Legenda: Silvia Miranda é a pioneira da cultura ballroom no Ceará/Foto: Régis Amora e Tomaz Maranhão/Divulgação. Redação do Grupo Gay da Bahia – ggbbahia@gmail.com / @marcelocerqueira.oficial A cultura ballroom – preta, latina e LGBTQIAPN+ – se caracteriza por ser um movimento de grande relevância na luta pela diversidade. O ponto principal é que as pessoas têm abertura para ser quem elas são verdadeiramente. Continue lendo para saber mais sobre essa e outras celebrações LGBTQIAPN+. O que é a cultura Ballroom? Resumidamente, a cultura ballroom é um movimento político e de entretenimento que visa fortalecer a diversidade de sexualidade, gênero e raça. Os balls nasceram nos subúrbios de Nova York e aos poucos ganharam os holofotes, sendo integrados à cultura pop. A difusão da cultura ballroom permitiu que corpos marginalizados ganhassem destaque e voz perante o mundo. Atualmente, há referências claras a esse movimento em produções como a série “Pose” de Ryan Murphy e o reality show “RuPaul’s Drag Race”. O documentário “Paris is Burning”, de Jennie Livingston, é outro exemplo. A história do surgimento da cultura Ballroom O Harlem, bairro do subúrbio nova-iorquino, foi o cenário do surgimento da essência do que viria a se estabelecer como a cultura Ballroom. Data de 1849, os primeiros registros de um baile onde os homens vestiam-se com um visual feminino. Tratava-se do “Annual Masquerade and Civic Ball”, organizado pela Grand United of Odd Fellows. É importante contextualizar que concursos de beleza voltados para drag queens e pessoas trans se tornaram comuns desde a década de 1960. No entanto, apenas para o público branco e europeu. Nesse contexto de padrões racistas nos concursos, a famosa drag queen Crystal Labeija decidiu organizar um novo segmento de balls. O público-alvo dessa nova vertente eram pessoas negras e latinas. Assim teve início a cultura ballroom tal qual conhecemos atualmente. Houses: o que são? Além de ter sido a responsável pela criação de balls inclusivas, Crystal Labeija foi a criadora da primeira house, chamada “House of Labeija”. As houses nada mais são do que coletivos em que há relações de afeto. Em outras palavras, é como uma família cuja liderança é feita por uma mother ou um father. Na década de 1980, durante o surto de HIV, as houses tiveram grande importância para o público LGBTQIAPN+. Essas casas acolhiam jovens que eram expulsos de casa por questões relacionadas a gênero e sexualidade. Os “filhos” adotavam o sobrenome da casa e quando eram premiados nos balls traziam prestígio para o lugar que os acolheu. Mas, o que são os balls? Os balls foram criados na década de 1970 e eram eventos de entretenimento e também de caráter político. Neles, pessoas LGBTQIAPN+, latinas e pretas podiam se expressar sem medo e com total liberdade. Resumidamente, era um tipo de baile onde as pessoas se reuniam para uma celebração em que categorias eram disputadas. Cada categoria tinha um vencedor contemplado com um troféu, esse prêmio era direcionado também a sua house. No decorrer do ball, eram escolhidos premiados os ganhadores de categorias como beleza, dança e performance. As apresentações de caráter mais simbólico eram aquelas onde os participantes se caracterizavam e performavam de acordo com as suas aspirações profissionais. Devemos lembrar que nesse período histórico, pessoas queer e marginalizadas não tinham abertura para exercer determinadas profissões. Dessa forma, os balls representavam a oportunidade para que essas pessoas realizassem, de alguma forma, o seu sonho. Os participantes podiam performar com toda a sua graça e elegância como seriam desempenhando profissões que eram inalcançáveis na vida real. E o que é voguing? Voguing é uma dança de rua cujos passos são inspirados nas poses das modelos da revista de moda Vogue. Durante algum tempo, as pessoas LGBTQIAPN+ eram presas apenas pela sua sexualidade. Na prisão, seu único entretenimento era justamente as revistas Vogue. Tornou-se uma diversão reproduzir as poses das modelos brancas. Com o passar do tempo, o voguing foi evoluindo dando origem a novos estilos e modalidades na dança. Na década de 1980, a cantora Madonna conheceu a cena ballroom de Nova York e incluiu o voguing no seu clipe da canção “Vogue”. Outras categorias dos ballrooms Legenda: O documentário ‘Paris is Burning’ (1990) é considerado o registro definitivo sobre a cena ballroom em NY /Foto: Reprodução Os ballrooms contavam com diversas categorias além do voguing. A maior parte delas tinha como foco a caracterização e performance como na categoria Realness onde os participantes representavam membros da realeza. Todos os anos, os balls recebem novas categorias, sempre visando ampliar o seu acolhimento de corpos, contextos culturais e expressões. Confira abaixo alguns exemplos dessas categorias: A cultura ballroom no Brasil Legenda: No Ceará, a cultura ballroom também incorpora elementos regionais. Na foto, ball com tema junino / Foto: Divulgação Ao longo do tempo, a cultura ballroom se tornou um sinônimo de luta pela diversidade e resistência. Com toda certeza esse foi um movimento essencial para o fortalecimento da pauta LGBTQIAPN+ na grande mídia. No Brasil, os primeiros passos desse movimento foram dados, nos anos 2000, por um clipe da cantora Madonna. Os passos da dança ganharam destaque antes mesmo que a cultura fosse conhecida. Para se ter uma ideia, em 2008 já havia cursos de voguing na região Sul do país. Porém, a ideia de comunidade somente foi introduzida em 2011 através da House of HandsUp, sob o comando da mother Kona, em Brasília. Em paralelo, outras figuras relevantes passaram a propagar a cultura em novas houses espalhadas por todo o país. Outras celebrações LGBTQIAPN+ O viés de luta pela diversidade e resistência da cultura ballroom foi grande impulsionador de celebrações LGBTQIAPN+. Foi fundamental para dar voz a pessoas que até então eram deixadas à margem da sociedade. Atualmente, existem diferentes movimentos, concursos e festas elaborados para esse público. Para os organizadores de eventos é um nicho bastante interessante, tanto do ponto de vista criativo quanto de aderência. A absorção do movimento ballroom pela cultura pop contribuiu para a abertura de um leque amplo de formatos de eventos. O ponto focal desse tipo de evento sempre deve ser a maior inclusão possível. Texto/https://lets.events/blog/ Foto/Jornal Diário do Nordeste
Ping pong com Maria Fernanda

O site fez uma entrevista tipo revista Capricho, divertida com Maria Fernanda, jovem trans ativista e uma das realizadoras da Parada da Engomadeira, leia. Ela revela que o dia mais feliz de sua vida foi quando recebeu seus documentos pessoais com o seu nome. Site/ Se não fosse você, quem gostaria de ser?MF/ Sim! Nunca queria deixar de ser eu, amor ser essa pessoa simples, literalmente linda que me tornei. Site/A sua transição foi como, idade?MF/ Minha transição começou aos 12 anos de idade com uma mente menina, mas já com pensamentos em ser uma linda mulher. Site/Você começou com hormônios, qual?MF/ Comecei com Perlutan, sempre. Site/ Você ainda tá em busca de mais beleza?MF/ Sim, tenho alguns ajustes a serem feitos. Espero fazer logo, mas já me acho uma menina linda. Site/ Defina a beleza?MF/ A beleza pode ser definida como a qualidade do que é belo ou do que é agradável simples! Site/ Europa ou Estados Unidos?MF/ Não!! Site/ Uma experiência inesquecível?MF/ Depois de ter feito a retificação de nome e gênero no registro civil, quando recebi a carteira de identidade e CPF com meu nome. Site/ Um homem?MF/ Luciano Huck. Site/ Qual seu sonho que não sai da cabeça?MF/ Ficar estabilizada na vida e com muita saúde. Site/ Uma mulher trans?MF/ Léo Aquilla. Site/ Uma diva?MF/ Anitta. Site/ Um filme inesquecível?MF/ A donzela. Site/ Um robbyMF/ Sair para dançar Site/Quem levaria para uma ilha deserta?MF/Bons vinhos e meu boy magia.
UOL / Rico Vasconcelos: Quem vive com HIV não é obrigado a revelar seu diagnóstico

Na última semana, um vídeo postado pela jornalista e apresentadora Regina Volpato em suas redes sociais incendiou a internet brasileira. O que era para ser apenas mais um vídeo de conselhos para seus seguidores, fez o Brasil parar e refletir sobre o quanto aqui ainda somos desinformados e preconceituosos quando o assunto é HIV/Aids. Tudo começou quando, na resposta enviada para a caixinha “Qual o seu dilema?”, um seguidor contou que estava apaixonado por um rapaz que só havia revelado que vivia com HIV depois do terceiro encontro. Como conselho, Regina recomendou não confiar nem se relacionar com alguém com HIV que ocultasse essa informação, afinal “o que mais esse moço seria capaz de fazer?”. O vídeo provocou imediato tsunami nas redes sociais. Acusada de discriminar as pessoas que vivem com HIV/Aids, rapidamente a jornalista substituiu o vídeo por outro com um sincero e adequado pedido de desculpas (veja abaixo). Já que as replies estão cheias de pessoas ignorando o que eu disse e só focando no fato da Regina pedir desculpas, posto o vídeo. Vejam que ela mesma diz que não gosta de deletar os vídeos dos seus erros e que entende as críticas, que são feitas para melhorar e não linchar pic.twitter.com/RD36X0JKbj — merla punk 🇵🇸🍉 (@umanovamuie) April 15, 2024 Mas será que uma pessoa que vive com HIV é obrigada a revelar seu diagnóstico para todas as suas parcerias sexuais? Foi a partir daí que eu comecei a gostar de verdade de toda essa história. Ao gravar este vídeo para seu seguidor, Regina Volpato nos teletransporta para a década de 1980, uma época em que, para o senso comum, o HIV era uma catástrofe iminente a nos rondar e as pessoas com esse vírus eram consideradas como perigosas, que tinham se infectado em decorrência de um desvio de comportamento. Infelizmente, por desinformação e por preconceito, a mentalidade de grande parte dos brasileiros permanece até hoje na década 1980, apesar de todo o avanço médico e científico na prevenção e no tratamento do HIV desenvolvido ao longo desses mais de 40 anos de epidemia. O episódio da Regina Volpato, entretanto, provocou uma movimentação. Em parte, por medo de serem canceladas, mas também por genuíno interesse, de uma hora para a outra muitas pessoas começaram a buscar informação e tomar cuidado para não falar besteira sobre o tema. Ao ver Regina Volpato na berlinda da internet por emitir uma opinião que muito provavelmente era igual à sua, muita gente se desarmou dos seus preconceitos e se permitiu aprender as atualizações do mundo do HIV/Aids. Por outro lado, infelizmente teve também quem aproveitasse o movimento para vomitar toda a sua sorofobia enrustida nas redes sociais. O importante é que Regina Volpato conseguiu com o ocorrido furar a bolha, fazendo com que muita informação valiosa sobre o tema chegasse em solos áridos que, em pleno 2024, ainda acreditavam que a camisinha sozinha seria capaz de resolver a epidemia de HIV/Aids. Muita gente teve aí o seu primeiro contato com dados científicos que já eram conhecidos e divulgados há mais uma década, mas que simplesmente não chegavam e nem eram assimilados por todos. Um exemplo disso é a não progressão para a Aids e a ausência de risco de transmissão sexual obtidos com o tratamento antirretroviral adequado. Hoje sabemos que além do uso do preservativo e do tratamento antirretroviral, existem muitos outros potentes métodos de prevenção do HIV, tais como a testagem periódica, o pré-natal das gestantes e as Profilaxias Pré e Pós-Exposição (PrEP e PEP), na forma de comprimidos, injeções e anéis vaginais com antirretrovirais. E que o melhor método para cada pessoa é aquele que consegue usar. Sabemos também que a camisinha, quando recomendada isoladamente, não conseguiu controlar a epidemia de HIV em nenhum lugar do planeta. E que somente com a associação destes diferentes métodos de prevenção, foi possível obter uma redução significativa nas novas infecções por HIV, nos dando a esperança de um futuro em que essa epidemia terá sido enfim erradicada. Tais mudanças de paradigma tornaram possível uma pessoa viver saudável com HIV e sem riscos de transmissão do seu vírus. Assim, também permitiu que esse diagnóstico deixasse de ser assunto para ser tratado pela sociedade em praça pública, como no caso da Revista Veja retratando o Cazuza. O HIV se tornou um tema de foro individual, entrando na longa lista das intimidades humanas, que podem ou não ser reveladas, somente se, quando e para quem um determinado indivíduo assim decidir. Fazendo isso, pessoas que vivem com HIV em tratamento antirretroviral adequado não são perigosas ou pouco confiáveis nem tampouco devem ser culpadas por absolutamente nada. Existem inclusive leis que asseguram a essas pessoas o sigilo do seu diagnóstico. Ao errar, pedir desculpas e querer aprender, Regina Volpato convida toda a grande ala preconceituosa e desatualizada do Brasil a fazer o mesmo. Se o seguidor enviasse para mim o “seu dilema” em busca de um conselho, primeiro eu o orientaria a agradecer ao rapaz por ter confiado e revelando para ele essa intimidade que é o diagnóstico do HIV. Em seguida, diria que o mais difícil para um bom encontro se concretizar eles já tinham conseguido: a afinidade. Por fim, diria que a prevenção do HIV, em 2024, é a parte mais fácil dessa história. Bastava o casal procurar se informar sobre a moderna prevenção combinada do HIV e encontrar os métodos de prevenção que se adaptavam às suas vidas sexuais. Regina Volpato, obrigado por colocar esse tema em pauta. Só deixaremos de ser sorofóbicos se reconhecermos isso e conseguirmos falar com conhecimento e naturalidade sobre HIV/Aids. Fonte: UOL / Rico Vasconcelos
Duda Salabert lança pré-candidatura à PBH com Rede e PSOL no palanque

Do Jornal O Tempo, BH/MG, 19/04/2024 Com a federação Rede-PSOL no palanque, a deputada federal Duda Salabert (PDT) lançou nesta quinta-feira (18/4) a pré-candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). Realizado em um restaurante, na região Leste, o evento reuniu as deputadas estaduais Bella Gonçalves (PSOL), também pré-candidata à PBH, e Ana Paula Siqueira (Rede). Duda, que, em alfinetada ao prefeito e pré-candidato à reeleição, Fuad Noman (PSD), atribuiu o atraso de mais de uma hora e meia ao trânsito de Belo Horizonte. Para a deputada, a mobilidade será o principal tema desta eleição. “Belo Horizonte tem o segundo pior trânsito do Brasil e está entre os 50 piores do mundo”, criticou a deputada federal, que acrescentou que “não tem empresário de ônibus por trás da candidatura”. Ofensiva. Saudada com os gritos de “Olê, olê, olê, olá, Duda, Duda”, a pré-candidata aumentou o tom das críticas a Fuad ao abordar a saúde e o meio-ambiente. “Não podemos naturalizar Belo Horizonte estar na maior epidemia de dengue e o prefeito nunca, jamais, ter posto o pé em um posto de saúde para saber como está a situação. Não podemos naturalizar que o prefeito seja o que mais cortou árvores nesta cidade”, apontou. Sem citá-lo, a pré-candidata à PBH ainda atacou o deputado estadual Bruno Engler (PL), que também é pré-candidato. “Belo Horizonte é o epicentro do interesse da ultradireita no mundo. Ela está articulada e está botando a ficha em nomes de Belo Horizonte. Eu não preciso saber quem é. Vocês sabem quem são”, emendou ela, que disse que, em 2024, será o desempate após as eleições de 2018 e 2022. Ao citar Bella e Ana Paula, Duda disse acreditar na união da esquerda. “A importância de unificar o campo. Nós nunca estivemos separadas. Sempre estaremos juntas. Estamos conversando. Queremos estar juntas no 1° turno e vamos com certeza estar juntas no 2° turno”, projetou. A deputada estadual Bella Gonçalves afirmou que, hoje, como deputada, ela e Duda fazem “o enfrentamento à Stock Car, ao desmatamento e ao desrespeito à Universidade Federal de Minas Gerais”. “Eles apostam em uma disputa entre nós, mas eu, que fui co-vereadora na ‘gabinetona’ (mandato coletivo com Áurea Carolina e Cida Falabella), aposto que é juntando a força das mulheres que vamos transformar a cidade”, sinalizou a deputada. Alinhada a Duda e Bella, Ana Paula Siqueira, cuja pré-candidatura à PBH foi derrubada pela Rede, disse que, em breve, terão vitórias juntas para Belo Horizonte. “É por acreditar que Belo Horizonte tem jeito que estamos aqui pra fortalecer a candidatura da Duda”, afirmou a deputada estadual. ApoiosO ministro da Previdência do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente nacional licenciado do PDT, Carlos Lupi, chamou a atenção ao lembrar quando cantou “Sonho impossível” durante a Ditadura Militar. “E o mundo vai ver uma flor /Brotar do impossível chão. É o que você vai fazer em Belo Horizonte, Duda”, concluiu Lupi. Além de Bella, Ana Paula e Lupi, o evento reuniu a vice-presidente nacional do PDT, Sirley Soalheiro, o presidente estadual do PDT, Mário Heringer, a deputada estadual Lohanna (PV) e os vereadores Bruno Miranda (PDT), Miltinho CGE (PDT), Cida Falabella (PSOL) e Iza Lourença (PSOL). O deputado federal e pré-candidato Rogério Correia (PT) chegou ao final do evento
Conheça o CEDOC LGBTI+ 📚📰

O Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott foi inaugurado em 2007 pelo Grupo Dignidade e guarda um dos maiores e mais relevantes acervos brasileiros sobre os nossos ✨ rastros de purpurina ✨ e outros temas, como educação, direitos humanos e saúde. O CEDOC leva o nome “Prof. Dr. Luiz Mott” em homenagem ao fundador do Grupo Gay da Bahia – GGB (1980), a mais antiga instituição presente até os dias atuais na luta pelos Direitos Humanos de LGBTI+ no Brasil. São livros, jornais, revistas, produções acadêmicas (artigos, trabalhos de conclusão de curso, teses e dissertações), CD’s, DVD’s, fotografias, folhetos, cartazes e grande quantidade de documentos dos grupos, dos projetos e do movimento LGBTI+. O CEDOC é aberto à comunidade em geral para consulta local com agendamento prévio, mas também apresenta grande parte do seu acervo digitalizado. Tudo isso de forma gratuita! 💫 O Paraná Mais Diversidade está ampliando o CEDOC LGBTI+ com a sua colaboração! Responda o questionário a seguir e contribua com a nossa pesquisa sobre memórias LGBTI+ no estado do Paraná 🔗 https://forms.gle/N8z4RK7NwN2X4uQC6 Paraná Mais Diversidade: Promovendo a Inclusão e a Cidadania LGBTI+ no Paraná, uma iniciativa do Grupo Dignidade com apoio da Itaipu Binacional. https://cedoc.grupodignidade.org.br/
Confira a vibe

Confira a vibe: a 21ª Parada do Orgulho da Bahia vai rolar em Salvador, no domingo, 8 de setembro de 2024. Vamos colorir o bairro da Barra, misturando nossa vibe com os prédios e o azulão do mar lá do Farol.O tema desse ano é todo voltado pra galera mais nova: “Orgulho Juvenil”. Escolhemos esse tema pra dar aquele destaque à juventude da nossa comunidade, celebrar essa fase da vida e mandar aquele recado de diversidade, respeito e empoderamento. Vamos criar memórias incríveis de amor, aceitação e muita alegria! Venha fazer parte e trazer sua energia! vai rolar em Salvador, no domingo, 8 de setembro de 2024. Vamos colorir o bairro da Barra, misturando nossa vibe com os prédios e o azulão do mar lá do Farol.O tema desse ano é todo voltado pra galera mais nova: “Orgulho Juvenil”. Escolhemos esse tema pra dar aquele destaque à juventude da nossa comunidade, celebrar essa fase da vida e mandar aquele recado de diversidade, respeito e empoderamento. Vamos criar memórias incríveis de amor, aceitação e muita alegria! Venha fazer parte e trazer sua energia!