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Racismo dentro da comunidade homossexual ainda é grande

Vale a pena ler de novo Luiz Mott e Marcelo Cerqueira Um bate bola com Marcelo Cerqueira. Militante, homossexual e negro ele afirma que brancos e negros se relacionam sexualmente, por amor, ou mesmo por interesse. E mais, o militante diz que o preconceito na maioria das vezes é contra o feio, mas que o povo gay em geral é mais aberto para sexo, confira entrevista concedida a revista GOLD. Há 19 anos passados! 1 – EXISTE, NA SUA OPINIÃO, ALGUM PADRÃO DE PREFERÊNCIA SEXUAL OU COMPORTAMENTO, DENTRO DO UNIVERSO GAY MASCULINO RASILEIRO, QUE COSTUME MARGINALIZAR OS NEGROS? OS GAYS BRASILEIROS AINDA SEGUEM AQUELE PADRÃO MEIO NEOCLÁSSICO DE BELEZA, DE BARBIES BRANCAS E DEPILADAS? Na minha opinião existe uma variação muito grande por tipos e preferências no universo gay. Na observação empírica, embora possa ocasionalmente dizer que tem uma preferência fixa em determinado tipo na prática a depender do momento e da hora o contato sexual acontece com qualquer um, inclusive mutilados. Esse modelo clássico grego é minoritário e mesmo quem pratica com raça diferente pode abrigar um certo racismo teórico. Socialmente esculhamba, mas depois não resistem. Faz ou sublima muito, vive mais da festa do que do banquete. No geral os gays são mais abertos para realizar suas fantasias. 2 – SE OS NEGROS SÃO DE CERTA FORMA “REJEITADOS” PELO ESTEREÓTIPO DE BELEZA GAY, E PORTANTO, RELEGADOS A UM SEGUNDO PLANO COMO POSSÍVEIS PARCEIROS, VOCÊ CONSIDERA QUE CULTIVAMOS UMA CERTA HERANÇA (RANÇO) EUROPÉIA DE MODELO SEXUAL? OU QUAIS SERIAM OS POSSÍVEIS MOTIVOS DESSA MARGINALIZAÇÃO? Os negros não se encaixam nessa ideal de beleza criado por alguns motivos. O que o se procura é o gênero masculino seja que cor tenha. No caso da herança européia e quando há opção o branco predomina. Porém, de outro lado à imagem do negro intrinsecamente relacionada ao poder da masculinidade e isso é muito forte. Os negros são de classes sociais mais baixas, portanto teoricamente são muito mais machos socialmente e na cama que os brancos. É uma grande confusão que se faz na cabeça deixando o signo substitui a realidade. O que o outro gay macho não gosta é da bicha negra “fresca” e ainda passiva. Mas também não gosta da bicha branca na mesma situação. A discriminação mesmo é com a bicha efeminada. Nas salas de bate papo a preferência é por não efeminados. 3 – EM QUE CIRCUNSTÂNCIAS ESSA “REJEIÇÃO” COSTUMA ACONTECER?Quando há extrema frescura ou quando há uma pressão social muito forte, família e amigos racistas. Sexo e afeição são dois sentimentos diferentes. O orgasmo é clandestino, exigente, exótico, é uma experiência nova, tomou banho lavou tá novo e ninguém toma banho de afeição que é mais lenta e permite o raciocínio. Já quando você pensa em um relacionamento mais duradouro, ai vem o racismo e o preconceito. 4 – EXISTE TAMBÉM DENTRO DO UNIVERSO GAY AQUELE ANTIGO MITO, EMOLDURADO PELO MAIS SEXISTA DOS PRECONCEITOS, DE QUE O NEGRO SERIA UM “EXCELENTE AMANTE”, TEM “PAU GRANDE”, ETC, ETC, ETC? QUE OUTROS MITOS, POSITIVOS OU NEGATIVOS, SÃO ASSOCIADOS AO HOMEM NEGRO GAY NO BRASIL? Este mito vem de África passando pelo Brasil colonial e chega aos nossos dias, é exótico, erótico não é rel. Parece que na experiência prática os negros tem pau grande mesmo de dez homens, sete são bem dotados. Como também pelo outro lado tem o glúteo maior, canela mais fina. Não é 100% é claro, mas o mito faz o marketing, atiça a curiosidade, o tesão e a vontade. É um grande trunfo que temos entre as pernas e por isso nos habilita a entrar no mercado da carne em uma posição superior. Isso é maravilhoso em uma cultura machista e competitiva que sinaliza o pênis como instrumento de poder concreto. Nessa cultura quem tem pênis tem tudo e quem tem pênis grande teoricamente tem mais poder sobre as coisas reais. 5 – VOCÊ PRÓPRIO, OU AMIGOS NEGROS, JÁ SOFRERAM NA PELE O FATO DE TEREM SIDO PRETERIDOS COMO AMANTES OU PARCEIROS POR SEREM NEGROS? PODE CITAR ALGUNS CASOS, DAR UM DEPOIMENTO? COMO VOCÊ LIDA COM ISSO? Eu sou casado com um homem branco filho de italiano com mãe portuguesa. De todo o meu rosário de amantes tive poucos negros. Não significa que não estou disponível. Sempre fui assediado pelos homens brancos, gosto disso e acho um bom instrumento de poder fantástico. 6 – QUE OUTROS TIPOS DE HOMENS GAYS, ALÉM DOS NEGROS, COSTUMAM SER PRETERIDOS, NA SUA OPINIÃO? VOCÊ TEM ALGUM PRECONCEITO NA HORA DE ESCOLHER PARCEIROS? No geral os gays são muito mais abertos a novas e exóticas experiências sexuais que os heterossexuais. Acho que existe um preconceito contra os extremamente feios seja qual raça for. Talvez quem sofra mais o estigma seja o Japonês pelo mito do pênis pequeno, mas não deixa de despertar a curiosidade, a pele lisa, os cabelos pretos, os olhos puxadinho. Eu mesmo, não posso negar tenho curiosidade de ir para a cama com um japonês. Aqui na Bahia é difícil, mas acredito que eles apresentam dificuldades sexuais com os negros.7 – QUAL É, NO SEU PONTO DE VISTA, O LIMITE ENTRE A PREFERÊNCIA SEXUAL DO HOMEM GAY E O PRECONCEITO?Um elemento definidor desse preconceito é o culto ao corpo. Ouço meus amigos musculosos dizerem que não transam com quem não seja malhado. Teoricamente porque manter um corpo definido e trabalhado custa caro. Esse caras gastam tanto dinheiro e tempo com o corpo que este torna-se um bem muito precioso e para dividi-lo somente com outro igual ou melhor, eu ouço tanto isso. 8 – COMO VOCÊ VÊ ATUALMENTE A QUESTÃO DOS NEGROS GAYS, DENTRO DO UNIVERSO CULTURAL EM QUE ESTÃO INSERIDOS? HOUVE AVANÇOS? DE QUE ORDEM? Acho que a homossexualidade ainda é um grande tabu para os negros. Isso por causa da fama de masculinidade que herdamos. Aqui em Salvador, eu mesmo já ouvi a expressão “além de preto viado” e “tá sujando a raça negão”. Mas isso é no mundo inteiro, eu estava em Nova Iorque com o meu companheiro e os negros de lá

Conselho LGBT+ de Salvador convoca entidades para Eleição de Titulares e Suplentes

Da redação do GGB O Conselho Municipal de Promoção e Defesa dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (CMLGBT+), vinculado à Secretaria Municipal da Reparação – SEMUR, está convocando de 06 a 19 de março as entidades com reconhecida atuação no campo da promoção da cidadania e defesa dos direitos da população LGBT+ para participarem do processo eleitoral que escolherá titulares e suplentes das entidades representantes da sociedade civil, que atuarão no biênio 2024/2025. Poderão concorrer para ocupar uma das 13 (treze vagas) representantes das OSC sem fins lucrativos formalmente constituídas com cadastro no CNPJ, OSC não Personificadas ou de Fato e Ativistas Individuais dos Direitos Humanos da População LGBT com atuação comprovada há 02 (dois) em Salvador. No ato do preenchimento da ficha de inscrição o responsável deve informar os nomes do titular e suplente e marcar a categoria que deseja representar. Regularmente inscrito passa a ter o direito a dois votos para votar e ser votado. A eleição vai acontecer de forma presencial no dia 14 de março, das 9h às 12h nas instalações do Centro LGBT Vida Bruno, Rio Vermelho. O Regimento Eleitoral de escolha de representantes da sociedade civil para compor o Conselho Municipal de Promoção e Defesa dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (CMLGBT+), para um mandato de 02 (dois) anos, é contado a partir da posse dos eleitos. O Conselho foi instituído através do Decreto nº 26.053 de 19 de maio de 2015, pelo então prefeito ACM Neto. Categorias As vagas serão preenchidas por representantes das entidades distribuídas conforme: a)    01 (uma) representação do segmento de Mulheres Lésbicas e/ou Bissexuais; b)    01 (uma) representação do seguimento de Mulheres Travestis e Transsexuais; c)    01 (uma) representação do segmento de Homens Trans; d)    01 (uma) representação do segmento de Homens Gays e/ou Bissexuais; e)    01 (uma) representação do segmento de Pessoas com Deficiência LGBT+; f)     01 (uma) representação de Ativista Independente LGBT+; g)    01 (uma) representação do segmento de pessoas Negras LGBT+; h)    01 (uma) representação do segmento Redes e Fóruns LGBT+; i)     01 (uma)representação do segmento Sindicatos e Entidades de Classe, que atuem junto à população LGBT+ mediante comprovação das ações realizadas; j)     02 (duas) representações do segmento de Paradas do Orgulho LGBT+; k)    02 (duas) representações de Grupos e Núcleos de Pesquisa de Instituições de Ensino Superior, com notório trabalho em sexualidade, diversidade sexual e de gênero, bem como referente aos direitos da população LGBT+.

Pela gratuidade da adequação de nome e gênero das pessoas trans, travestis e não binárias

Imagem meramente ilustrativa. Marcelo Cerqueira, artigo. Um levantamento realizado pelos Cartórios de Registro Civil da Bahia mostrou que o número de pessoas que adequaram o nome e gênero no registro civil, no estado totalizam mais de 500 atos realizados, sem a necessidade claro, de processo judicial, muito menos comprovação de cirurgia de transgenitalização, os dados são até novembro de 2023. Os números da Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais do Estado da Bahia (Arpen), passados seis anos do Provimento 73/2018, do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) que as adequações passaram a ser feitas livremente pelas interessadas nos cartórios ainda são tímidos e não refletem a realidade das pessoas trans, travestis e não binárias em todo o Estado. Fazer a retificação, hoje é fácil, não é algo simples, uma pessoa comum enfrenta muita dificuldade para juntar todas as peças que são certidões públicas, documentos pessoais, comprovante de endereço, xerox e originais mais de vinte que juntas, na sequência deve encaminhar à Casa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública da Bahia para obter a gratuidade no processo. O procedimento exige pagamentos de taxas públicas a Defensoria Pública, ainda bem, consegue anistiar fazendo mutirões em parceria com diversos órgãos públicos e sociedade civil. Se o acesso tivesse a gratuidade, muito mais pessoas estariam se beneficiado a com a isenção do pagamento cobradas pelo custo de serviços prestados pelos Cartórios de Protesto, 1,2,3,4 e Cartórios Registro Civil das Pessoas Naturais, para emissão da nova certidão, considerada como segunda via. O Estado de Minas Gerais oferece gratuidade dos custos de cartório para retificação de nome e gênero de pessoas transgênero em situação de vulnerabilidade. Retificar o nome e gênero na certidão de nascimento das pessoas travestis, trans e não binárias, pretas, pardas, periféricas é possibilidade de uma vida de inclusão social, profissional, cultural e com segurança. Uma pessoa que fez a retificação passa viver e interagir melhor com a sociedade. A pessoa passa a ter o direito à autodeterminação de gênero é fundamental para a dignidade das pessoas, a retificação promove o bem-estar emocional das pessoas trans, travestis e não binárias, reconhecendo e validando sua identidade. A igualdade perante a lei é um princípio fundamental, e permitir a retificação contribui para a construção de sociedades mais justas e inclusivas. Contribui para a segurança pessoal, apresentar um documento anterior à transição, com o nome morto, pode colocar o indivíduo em um risco maior de sofrer violência. Documentos que não condizem com a identidade de gênero vivida podem expor as pessoas trans a situações potencialmente perigosas, retificação contribui para prevenir conflitos e proteger contra possíveis situações de violência ou assédio. Só pessoas maiores de 18 anos podem retificar, menores mesmo com autorização dos tutores, só com processo judicial. Um paradoxo, porque sinais da transgeneridade que começa a partir dos 8 anos e aos 15 a pessoa já tem convicção do que é. Onde receber informações– Centro Municipal de Referência LGBT+ Vida Bruno/SEMUREndereço: Av. Oceânica, 3731 – Rio Vermelho, SalvadorTelefone: (71) 3202-2750– Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da População LGBTQIA+ do Estado da BahiaAvenida Joana Angélica, Nº 1312, Sala 305. Nazaré. Salvador/Bahia(71) 99725-4468 *Marcelo Cerqueira é coordenador Municipal das Políticas Públicas de Cidadania e Direitos Humanos LGBT. Ativista do Grupo Gay da Bahia.

70% dos brasileiros afirmam que há homofobia no país, diz pesquisa.

Os dados são da pesquisa PoderData de 2024 e revelam que, comparado a 2022, a taxa subiu sete pontos percentuais Foto meramente ilustrativa OBrasil continua a liderar o ranking dos países que mais matam pessoas LGBTQIAPN+. Em 2023, foram registradas 257 mortes violentas, o que indica que, a cada 34 horas, uma pessoa da comunidade perdeu a vida de forma violenta no país por transfobia, segundo Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga organização não governamental (ONG) LGBT da América Latina. Outro estudo mostra que cerca de 70% dos brasileiros acreditam que existe homofobia no país. Os dados são da pesquisa PoderData de 2024 e revelam que, comparado a 2022, a taxa subiu sete pontos percentuais. A diversidade, equidade e inclusão é fundamental para uma sociedade, pois reflete sua inclusão e acessibilidade para todas as pessoas. Para promover isso, é essencial envolver toda a população em diálogos relevantes, buscando fornecer informações e estimulando a luta contra a opressão, a violência e vários tipos de preconceito, incluindo o racismo e a homofobia. Para a Head de DE&I da Condurú Consultoria, Jenifer Zveiter, é essencial promover a acessibilidade, equidade e igualdade de direitos em uma sociedade democrática. “Ao combater a homofobia, garantimos que de forma equânime, todas as pessoas tenham acesso igualitário aos direitos e oportunidades”, explica. A ignorância e falta de interesse são , frequentemente, responsáveis por alimentar a homofobia. Diante disso, é essencial investir em uma educação inclusiva que aborde temas de diversidade sexual e de gênero desde cedo, nas escolas e em casa. Isso implica na implementação de programas educacionais que fomentem o respeito, a compreensão e a naturalidade de diversas orientações sexuais e de gênero. “Como citado acima, é fundamental, incluir assuntos LGBTQIAPN+ nos currículos escolares, pois se trata de uma abordagem eficaz para desconstruir estereótipos܂Além disso, campanhas de conscientização bem-sucedidas desempenham um papel crucial na mudança de mentalidades e na transformação da sociedade como um todo”, destaca Zveiter. ( Com informações do site Brasil ao Minuto) 6/03/2024

Grupo Gay da Bahia está com site super fresquinho no ar pra você 

Salvador, 05 de março de 2024 Depois de ter pedido o seu domínio e todo conteúdo digital, após dois anos de muita dificuldade consegue obter não somente o domínio e todo conteúdo de anos, agora está com site fresquinho no ar para acesso livre de todos. O site recebeu projeto gráfico todo novo de fácil navegação, inclusive por aparelhos celulares.  No painel principal a notícia ganha destaque na foto e chamada escrita, o menu principal recebeu seis entradas e o submenu conta com um cardápio de doze assuntos com exclusividade. O GGB escolheu três novas frentes de trabalho para atuar a partir de agora. Entendendo a urgência em desenvolver ações destinadas às velhices LGBT, criou as categorias VIVER LGBT 60+, Inclusão e Diversidade nas Empresas e Turismo, o site ainda pode-se encontrar ambulatório trans e toda atenção especializada em Salvador. No Observatório de Mortes Violentas de LGBT no Brasil toda a pesquisa de doze anos desde 2011 até o ano de 2023, atual. Esse trabalho, considerado fonte primária para a imprensa nacional, é citado por diversos órgãos públicos no Brasil e exterior e serve também para sinalizar políticas públicas de proteção à comunidade. O site conta com uma ferramenta nova, linha direta de telefone móvel celular e WhatsApp para falar e se comunicar através de mensagens com a entidade. O projeto gráfico sob a orientação do presidente Marcelo Cerqueira, foi desenvolvido pela Agência Digital DevBleck fundada por empreendedores pretos tem como objetivo apoiar afro empreendedores e afro empreendedoras! O site também tem uma aba ajude o GGB com dados institucionais que o interessado pode fazer  doação em dinheiro.   O Grupo Gay da Bahia quer saber sua opinião sobre Pessoas LGBT+ que trabalham como diaristas, considerando “diaristas” como a prestação de forma eventual de uma pessoa automática, não sendo empregado/a doméstico/a e não tenho vínculos empregatício, prestando serviços até três vezes por semana. Responda a pesquisa, por favor.

GGB quer saber sua opinião sobre serviço doméstico por trabalhadores LGBT+

Salvador, 05 de março 2024, 21h O corre do dia-a-dia faz com que a gente passe mais tempo fora de casa, por uma série de motivos relacionadas ao trabalho. Com isso o trabalho doméstico fica para o final de semana, o lazer é fazer a faxina, lavar roupas e outras coisas. O Grupo Gay da Bahia quer saber sua opinião sobre Pessoas LGBT+ que trabalham como diaristas, considerando “diaristas” como a prestação de forma eventual de uma pessoa automática, não sendo empregado/a doméstico/a e não tenho vínculos empregatício, prestando serviços até três vezes por semana. Considerando Pessoas LGBT+ como: Pessoas Cisgêneras- são pessoas que se identificam com o mesmo gênero que foi designado ao nascer, independente da orientação sexual, inclusas/os aqui as L(Mulheres Lésbicas), G(Homens Gays) e B(Mulheres Bissexuais e Homens Bissexuais) Pessoas Transgêneras – são pessoas que não se identificam com o gênero atribuido ao nascer, ou que não se enquadram no binarismo do feminino ou masculino, inclusos nesse grupo os T ( as travestis, as Mulheres Trans, Homens Trans) e os + são pessoas que se identificam com outros gêneros. Sua opinião é muito importante.

Rainha e princesas do Carnaval LGBT de Salvador são eleitas

Segunda-feira (12), 16h, foi realizada a II Edição do Rainha LGBTRANS do Carnaval de Salvador, na praça Municipal com a finalidade de escolher a corte feminina formada por rainha e duas princesas. A jovem trans Nola Criola, 29 anos, mãe, casada, formada em Dança pela Universidade Federal da Bahia, moradora do bairro de Pirajá, foi eleita rainha, recebeu faixa, coroa e um prêmio no valor de 2.500 mil.    Além de ser uma atividade festiva, o título ajuda a abrir espaços de palavras e respeito para a comunidade LGBT em Salvador.  “É uma responsabilidade grandiosa que eu pretendo levar com seriedade, estou emocionada principalmente sendo uma travesti preta assumindo tal cargo” disse Nola. Ainda garantiu a presente não só no carnaval, mas em todas agendas políticas de reparação para que mais travestis e trans possam ter seus direitos assegurados e para reavivar a felicidade de sermos como nós quisermos ser! Performance vencedora! Nola é uma Travesti preta, onde dos seus 25 anos 10 estão preenchidos pela sua carreira nas artes, vinda do interior da Bahia trás consigo a força das terras áridas da mãe sertão e toda sua ancestralidade africana diásporica resgatado ao longo dos 8 anos que vive salvador , além de performer e dragqueen ela é dj, estudante da universidade federal da Bahia no curso de dança, mãe da grande Casa Criola dentro da cena ballroom soteropolitana e agitadora cultural das noites de salvador, Nola representa a luz solar irradiante do carnaval de salvador e a força de uma mulher trans preta nordestina com referências a música faraó da incrível Margareth Menezes Jackellyne Santos Coelho, 37 anos, trans, do bairro 7 de Abril, foi eleita a primeira princesa, recebeu prêmio 1.900 mil. Ela gosta sempre de sorrir, dançar, sagitariana com o coração aberto para amor ao próximo. A segunda princesa Jeane Reis, 31 anos, do bairro de Brotas, recebeu uma tiara em um cheque no  valor de 1.500 mil. Dez candidatas participaram do evento, cada  uma com uma entrada de 5min na passarela executando um número autoral, sob avaliação do corpo de jurados habilitados para a função. A organização adianta que em 2025 vai descolar a Rainha do tradicional Concurso de Fantasias e fazer um evento exclusivo. Entre os jurados Lizi mãe da cantora Majú e o escritor, jornalista e ex-deputado Federal Jean Wyllys. Os eventos têm por finalidade promover direitos, arte e a cultura LGBT no momento do Carnaval de Salvador, conhecido nacionalmente por ser um destino que acolhe e abraça a diversidade. É uma realização do Quimbanda Dudu e logística do Grupo Gay da Bahia, contou com apoio da Prefeitura do Salvador através Empresa Salvador Turismo (Saltur).

Fantasia luxo de Malévola vence em concurso Gay realizado dentro do Carnaval de Salvador

A pernambucana Kamylla Silva, de 30 anos, mulher trans foi classificada em primeiro lugar sendo a vencedora do Concurso Nacional de Fantasia Gay do Carnaval de Salvador realizado na noite de ontem (12), segunda-feira, 21h, na Praça Municipal, Centro. Pelo segundo ano consecutivo, ela venceu na categoria luxo, dessa vez com uma fantasia de 60 quilos de pedras, adereços como plumas, lantejoulas e penas de faisão, conquistou o prêmio de 9 mil, vestindo Malévola principal vilã do filme “A Bela Adormecida” da Disney, escolha acertada da campeã, que curte os últimos dias da folia, como se diz “de boa”. O segundo lugar foi para a carnavalesca Sandra Farias, 42 anos, mulher trans também de Pernambuco, que recebeu o prêmio de 8 mil, já o terceiro lugar, a premiação de 7 mil ficou com o baiano de Juazeiro, o carnavalesco Geraldo Pontes. O primeiro lugar na categoria originalidade venceu Michele Almeida, 28 anos, mulher trans natural de Recife, Pernambuco, recebendo prêmio de 7 mil. Apresentou a alegoria de uma bruxa que mexia um caldeirão e a noite se transformava em uma terrível aranha. O pernambucano Severino Queiroga, ficou no segundo lugar e levou o prêmio 6 mil com a alegoria dedicada ao Bloco Olodum.  O carnavalesco idealizou para o Concurso, a fantasia Cantos e Encantos dos Oloduns, em homenagem ao grupo baiano Olodum, trazendo o lixo para o luxo, representando pobreza, fome do pescador, desaparecimento dos peixes e crustáceos, que servem de alimentos para a população indígena e afro-brasileira. Com a fantasia “Os Anjos Feriram-se”, trazendo o tema da guerra de Israel e Palestina, Antônio Matos, 38 anos, de Petrolina, Pernambuco, ganhou o terceiro lugar com premiação de 5 mil.  Ao todo o Concurso teve 11 fantasias originalidade e 08 fantasias de luxo de grande porte.   Rainha e princesas do Carnaval LGBT de Salvador são eleitas Segunda-feira (12), 16h, foi realizada a II Edição do Rainha LGBTRANS do Carnaval de Salvador, na praça Municipal com a finalidade de escolher a corte feminina formada por rainha e duas princesas. A jovem trans Nola Criola, 29 anos, mãe, casada, formada em Dança pela Universidade Federal da Bahia, moradora do bairro de Pirajá, foi eleita rainha, recebeu faixa, coroa e um prêmio no valor de 2.500 mil.    Além de ser uma atividade festiva, o título ajuda a abrir espaços de palavras e respeito para a comunidade LGBT em Salvador.  “É uma responsabilidade grandiosa que eu pretendo levar com seriedade, estou emocionada principalmente sendo uma travesti preta assumindo tal cargo” disse Nola. Ainda garantiu a presente não só no carnaval, mas em todas agendas políticas de reparação para que mais travestis e trans possam ter seus direitos assegurados e para reavivar a felicidade de sermos como nós quisermos ser! Performance vencedora! Nola é uma Travesti preta, onde dos seus 25 anos 10 estão preenchidos pela sua carreira nas artes, vinda do interior da Bahia trás consigo a força das terras áridas da mãe sertão e toda sua ancestralidade africana diásporica resgatado ao longo dos 8 anos que vive salvador , além de performer e dragqueen ela é dj, estudante da universidade federal da Bahia no curso de dança, mãe da grande Casa Criola dentro da cena ballroom soteropolitana e agitadora cultural das noites de salvador, Nola representa a luz solar irradiante do carnaval de salvador e a força de uma mulher trans preta nordestina com referências a música faraó da incrível Margareth Menezes Jackellyne Santos Coelho, 37 anos, trans, do bairro 7 de abril, foi eleita a segunda princesa, recebeu prêmio 1.500 mil. Ela gosta sempre de sorrir, dançar, sagitariana com o coração aberto para amor ao próximo. A primeira princesa é Havena Drumond, 27 anos, do bairro de São Cristovam do Aeroporto, recebeu uma tiara em um cheque no valor de 1.900 mil. Dez candidatas participaram do evento, cada  uma com uma entrada de 5min na passarela executando um número autoral, sob avaliação do corpo de jurados habilitados para a função. A organização adianta que em 2025 vai descolar a Rainha do tradicional Concurso de Fantasias e fazer um evento exclusivo. Entre os jurados Lizi mãe da cantora Majú e o escritor, jornalista e ex-deputado Federal Jean Wyllys. Os eventos têm por finalidade promover direitos, arte e a cultura LGBT no momento do Carnaval de Salvador, conhecido nacionalmente por ser um destino que acolhe e abraça a diversidade. É uma realização do Quimbanda Dudu e logística do Grupo Gay da Bahia, contou com apoio da Prefeitura do Salvador através Empresa Salvador Turismo (Saltur).

Mamãe eu quero, mamãe eu quero!Inscrições para o II Rainha LGBTRANS do Carnaval de Salvador segue até sábado (10)

Salvador, 06 de janeiro 2023. A partir de hoje, terça-feira, faltam quatro dias para terminar o prazo regimental de inscrições no Concurso Rainha LGBTRANS do Carnaval de Salvador, evento que acontece segunda-feira, 12, de fevereiro na Praça Municipal, Centro Histórico. Para participar a candidata deve ter dezoito danos, ser natural da Bahia ou está morando ao menos três anos, basta acessar o formulário eletrônico https://forms.gle/uTFmjCN4FfWe6N988 e fazer a inscrição. Serão eleitas além da rainha e duas princesas por um júri composto por treze pessoas de notório saber da comunidade LGBT de Salvador. A premiação é R$ 2.500, primeira princesa; R$ 1.900, segunda e R$ 1.5 para cada vencedora nas respectivas categorias. Para a próxima edição do evento em 2024 a organização vai realizar algumas mudanças estruturais, que é somente uma, deve passar para duas. A proposta é tornar mais atrativo aumentando o valor da premiação, descolar do Concurso Nacional de Fantasia Gay da Bahia, alongar mais o reinado realizando sexta-feira, quando começa a folia. O Concurso faz parte das ações afirmativas da prefeitura de Salvador realizado pelo Grupo Quimbanda com apoio logístico do Grupo Gay da Bahia.

Dj Chiquinho é atração confirmada no Carnaval Gay de Salvador.

O DJ Chiquinho é um querido de nossa comunidade e ele vai está no 24 Concurso Nacional de Fantasia Gay do Carnaval de Salvador e no II Rainha LGBTrans 12 de fevereiro, a partir das 15h, na Praça Municipal, Centro. Ainda estamos aceitando inscrições, pelos formulários abaixo. https://forms.gle/ncLHR3Uyz26kFeSM7 https://forms.gle/uTFmjCN4FfWe6N988 Regulamento II Rainha LGBTrans