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Por conta do isolamento social a nossa social, Rua Frei Vícente, 24 no Pelourinho, ficou fechada. Hoje necessitamos fazermos uma reforma no imóvel da instituição, sobretudo no talhado e nos pilares. A oxidação das ferragens ameaça a estrutura. Isso é grave! Colabore fazendo uma doação financeira! Temos um PIX 71 988430100/Quimbanda e também temos uma Vakinha virtual ID da Vahynha vaka.me/1807683!

Grupo Gay da Bahia 41 anos bem assumidos, Rebeca Matta!

Repost @grupogaydabahia Rebeca Matta @rebecamattamatta é uma cantora e compositora de músca brasileira contemporânea e artista multimidia. Jovem e destemida, ela foi atração da I Parada Gay da Bahia em 2002 que aconteceu em junho e teve o cantor Edson Cordeiro @edsoncordeirooficial como padrinho. O show foi na Praça Castro Alves, Rebeca , Emanuelle Araujo, @emanuellearaujo Márcia Short @marciashortoficial e Viva Varjão @vivavarjao levaram a multidão ao êxtase contando a música ” De noite na cama” de Caetano Veloso @caetanoveloso GGB 41 ANOS BEM ASSUMINDOS!Muita gente tem uma história com o GGB, uma história bonita de ouvir….Agora o GGB precisa de sua ajuda para reformar o imóvel da nossa sede no Pelourinho. Doe pelo nosso PIX 71 988430100 ou vakynha virtual vaka.me/1807683! ❤

Grupo Gay da Bahia 41 anos bem assumidos, Jean Wyllys.

@jeanwyllys_real passa para parabenizar o GGB e fala da importância do Grupo para a cultura Lgbt. ” Querido obrigado por tudo que você representa para todos nós ” GGB. GGB 41 ANOS BEM ASSUMINDOS!Muita gente tem uma história com o GGB, uma história bonita de ouvir….Agora o GGB precisa de sua ajuda para reformar o imóvel da nossa sede no Pelourinho. Doe pelo nosso PIX 71 988430100 ou vakynha virtual vaka.me/1807683! ❤

Grupo Gay da Bahia 41 anos bem assumidos, Delegada Isabel Alice.

Queridos do GGB!Segue a minha “pequena” mas sincera homenagem pelos 41 anos GGB! O Grupo Gay da Bahia faz parte da história da Bahia na causa dos direitos humanos, pois é reconhecida como a primeira e a mais antiga associação de defesa dos legítimos direitos e garantias cidadãs dos homossexuais no Brasil. Sua fundação em 1980, antecede as políticas voltadas para a defesa dos direitos e proteção das mulheres, com a criação das Delegacias Especiais de Atendimento – as DEAMs que foram criadas em 1985, em São Paulo e a primeira da Bahia data de 1986. Nesse período, o GGB já marcava sua trajetória como sociedade civil e sua liderança representava e reivindicava o reconhecimento dos direitos legítimos para toda a comunidade homoafetiva, que era invisível às políticas públicas, sobretudo nas áreas de saúde e segurança. O GGB enfrentou o desafio de combater a violência doméstica, homofobia, discriminação, intolerância, ampliando suas ações para as famílias e abrigou em suas pautas as outras entidades que também lutavam contra o preconceito e a discriminação e atos de violências aos homossexuais nos espaços públicos e privados. Destaque nas campanhas e garantia de atendimentos para prevenção das DST’s, como marco de alcance para toda a população. Como DELEGADA Titular da DEAM/Brotas por mais de uma década tive a honra de participar de vários eventos, fóruns e demandas em prol dos grupos vulneráveis promovidos pelo GGB, e compartilhar na sua luta no enfrentamento a todo tipo de violência sofrida pela comunidade assistida e suas famílias, denunciando mortes, propondo ações efetivas, conquistando apoios e, com garra e determinação, o reconhecimento de todo o povo brasileiro e, sobretudo garantindo a manutenção dos direitos conquistados. Nossa parceria ao longo dos anos, contribuiu na promoção do diálogo e a convivência pacífica de muitas famílias em conflito, pois o “ pano de fundo” da violência doméstica e nos espaços públicos, é o desrespeito à vida, à honra do outro homem/mulher, impedir o exercício digno da sua liberdade sexual e intimidade afetiva, de viver plenamente suas escolhas e desafios, de amar-se, conquistar o seu lugar no mundo, sonhar com um futuro….. Isso é a essência dos nossos direitos humanos! É o que de melhor traduz essa caminhada de 41 anos do GGB! Poder comemorar é reconhecer que valeu a pena cada conquista diária, com muito afeto, trabalho de equipe, parcerias e amorosidade vibrante e colorida como um imenso e infindável arco-íris!Parabéns e vida longa ao GGB!Isabel Alice de Pinho Parabéns e vida longa ao GGB!

Grupo Gay da Bahia 41 anos bem assumidos, Mr. Galiza!

24/03/ 21 – O GGB lançou em 2015 a música composta por Salete Maria saletemaria.jusfemina e Mr Galiza, cantada por ele que fala de amor ” Mais amor por favor ” em resposta as letras de pagode que depreciam gays. GGB 41 ANOS BEM ASSUMINDOS!Muita gente tem uma história com o GGB, uma história bonita de ouvir….Agora o GGB precisa de sua ajuda para reformar o imóvel da nossa sede no Pelourinho. Doe pelo nosso PIX 71 988430100 ou vakynha virtual vaka.me/1807683! ❤ Mais amor por favor.

Grupo Gay da Bahia 41 anos bem assumidos, por Sarajane.

Repost @grupogaydabahia Sarjane, @oficialsarajane nossa querida! aquela manifestação que você se refere foi o Dia 28 de Junho de 1981, comemoração do Dia do Orgulho Gay. Você é uma de nós! Na época no máximo 18 anos. Obrigado por você ser essa artista generosa! GGB 41 ANOS BEM ASSUMINDOS!Muita gente tem uma história com o GGB, uma história bonita de ouvir….Agora o GGB precisa de sua ajuda para reformar o imóvel da nossa sede no Pelourinho. Doe pelo nosso PIX 71 988430100 ou vakynha virtual vaka.me/1807683! ❤

Luiz Mott: o ativista que deu a cara a tapa pelo fim da cura gay no Brasil.

Salvador, 23/03/21 – Uma denúncia, uma luta, um marco mundial! Essa foi resumidamente a trajetória de uma das maiores conquistas para a cidadania homo e bissexual no Brasil: a proibição das terapias de conversão também conhecidas como “cura gay”. Em 22 de março de 1999, o Conselho Federal de Psicologia publicava a Resolução nº 001/99, que estabelecia “normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual”.Com a regra, o País tornava-se o primeiro do mundo a vetar aquela prática. Mas o exemplo nacional ainda não se refletiu pelo planeta. Enquanto a comunidade arco-íris brasileira celebra 22 anos de regra que protege sua integridade psicológica e social, apenas outros dois países têm regras similares: Equador, a partir de 2014, e Malta, em 2016. O grande responsávelNas redes sociais, muitas vezes, é colocada a questão sobre quem foi a linha de frente da luta pelos direitos LGBT.As loas no caso do veto no Brasil à terapia de conversão devem ir principalmente a um lutador que, como se diz, deu a cara a tapa: o antropológo Luiz Mott.Dono de possivelmente do maior arquivo histórico do ativismo homossexual no País, o presidente emérito do Grupo Gay da Bahia (GGB) lembra de como foi iniciada essa jornada. “Em 11 de julho de 1998, o jornal Folha de São Paulo publicou reportagem intitulada ‘Encontro em Minas quer ‘curar’ homossexuais’, em Viçosa, Minas Gerais”, lembrou Mott ao Guia Gay. Tratava-se do III Encontro Cristão sobre Homossexualidade – realizado em 1998, com a colaboração do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos. Como tentativa de frear essa prática, Mott comunicou o Conselho Federal de Psicologia, instância máxima de regulamentação do exercício profissional na área, a respeito desses eventos, muitos deles envolvidos em torturas físicas e psicológicas.O documento enviado ao órgão era acompanhado de relatos coletados pelo ativista de pessoas que tinham passado por tais centros de ‘cura’.  Leia reportagem na íntegra no Guia Gay Salvador (https://www.guiagaysalvador.com.br/noticias/cidadania/luiz-mott-o-ativista-que-deu-a-cara-a-tapa-pelo-fim-da-cura-gay-no-brasil)

Grupo Gay da Bahia 41 anos bem assumidos: Léo Kret

Repost @grupogaydabahia @leokret Léo Kret a primeira vereadora mulher trans na Bahia em Salvador. Ela dá parabens aos 41 anos do GGB, ao tempo que dá um depoimeto. Assista ão vídeo!. ..Agora o GGB precisa de sua ajuda para reformar o imóvel da nossa sede no Pelourinho. Doe pelo nosso PIX 71 988430100 ou vakynha virtual vaka.me/1807683! ❤

Pandemia expõe que parcela da população é homofóbica e genocida, diz economista

Observação é da diretora adjunta do Dieese Patrícia Pelatieri, em debate virtual promovido ontem pelo Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé A reportagem é de Eduardo Maretti, publicada porRede Brasil Atual, 19-03-2021. A situação da pandemia no Brasil, que se agrava sem que o governo Bolsonaro respeite os protocolos científicos, mostra que há uma parcela da população que apoia a falta de postura do governo no combate à crise sanitária. Essa é a opinião da diretora adjunta do Dieese, Patrícia Pelatieri. “Temos que olhar todos os lados. O que a pandemia tem exposto é que temos uma parcela muito grande da população absolutamente homofóbica, conservadora, genocida, que defende isso que está sendo aplicado (pelo governo Bolsonaro)”, disse Patrícia. Embora a pauta do debate tenha sido economia, Patrícia Pelatieri resumiu o sentimento da parcela progressista e democrática da população brasileira com uma abordagem sociológica. “A responsabilidade (pela situação do país hoje) não é só de quem está lá, neste governo. Tem o judiciário, que tem responsabilidade. Gosto de destacar que não é assim, que estamos todos juntos, combatendo a pandemia e só o doido do Bolsonaro é que faz essas maluquices. Não é verdade. Você vê a grande imprensa que bate no Bolsonaro, mas protege a área econômica, como se fosse possível fazer o combate e manter o teto de gastos”, disse. Patrícia fez essa afirmação na noite desta quinta-feira (18), ao participar de debate promovido pelo Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé. O tema do debate foi “Cadê a retomada em V da economia brasileira?”, em referência ao termo usado pelo ministro Paulo Guedes, que previa uma recuperação da atividade econômica desde o início de 2020. Em “V” porque, segundo o “Chicago Boy”, a retomada seria tão abrupta quanto foi a queda. A “profecia” de Guedes, claro, não se realizou. Além de Patrícia, participaram da discussão mais quatro mulheres: Ana Georgina Gomes, supervisora técnica regional do Dieese-Bahia; Leda Paulani, professora titular do Departamento de Economia da FEA-USP; e Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O evento foi mediado por Maria Alice Vieira, do Barão de Itararé. Ana Georgina, Maria Alice, Tereza Campello e Leda Paulani discutem falácia da “retomada em V” da economia (Foto: Reprodução) Tereza Campello – assim com todas as debatedoras – destacou que o governo mantém hoje, tanto na condução da economia como no “combate” à pandemia, a mesma postura “errada” que vem desde o primeiro dia de governo. Ela enfatizou que o presidente não apenas nega a pandemia, como atrasou todas as medidas necessárias a seu enfrentamento. Lembrou que o desgoverno brasileiro demorou a tomar iniciativas, deixando de aproveitar o aprendizado de países como China e Itália, onde o vírus atacou primeiro. Saúde pública x economia Com a condução caótica do governo federal, mais de 700 mil micro e pequenas empresas, segundo números de novembro, fecharam as portas. Pior, “essas empresas não voltam, é irreversível”, disse Tereza. O governo também não entendeu, ou não quis entender, que as medidas capazes de minimizar os efeitos da crise provocada pela covid-19 não eram meramente econômicas, mas sanitárias, de saúde pública, “para que as pessoas pudessem ficar em casa”. O fundamental auxilio emergencial, por exemplo, foi introduzido pelo Congresso a contragosto de Bolsonaro e Guedes, obrigados a ceder devido à pressão social. Fixado em R$ 600 no ano passado, foi agora reintroduzido “desidratado”, disse Tereza, com valores entre R$ 150 e R$ 375, dependendo da composição familiar. Além do valor, em média, de quase metade do anterior, com o “novo” benefício jogaram “mais de 22 milhões de pessoas fora”, disse a ex-ministra de Dilma Rousseff, sobre os excluídos que estavam entre os beneficiários em 2020. Sinais ruins ao mercado “O valor não era de R$ 600 por acaso, mas porque é o valor da cesta básica. Por isso que os setores progressistas querem R$ 600.” Segundo ela, se não fosse o auxílio emergencial em 2020, o PIB brasileiro teria caído o dobro do que caiu. No ano passado, o Produto Interno Bruto do país recuou 4,1%, a maior queda em 30 anos. “E o que o governo faz? No final de dezembro, no auge da pandemia, acaba auxilio emergencial e auxilio às empresas, que davam movimentação mínima à economia.” Tereza observou ainda que, além de todos os erros absurdos, o Planalto continua dando sinais ruins ao mercado, como com as quedas do presidentes do Banco do Brasil e da Petrobras. Para piorar, a perversa política de Guedes-Bolsonaro vai cortar ainda mais em saúde, educação e assistência social em 2021. “Cadê o crescimento em V?”, ironizou Ana Georgina Gomes, do Dieese da Bahia. Para ela, Guedes acertou no “V” em relação à “queda vertiginosa, mas falar em subida é precipitado”. “É estranho falar em retomada, e mais estranho é não considerar a pandemia, quando precisamos intensificar o isolamento e a interrupção em várias atividades. Os dados mostram um mercado muito ruim para todo mundo, embora pior pra mulheres, negros e mais jovens”, destacou. Leda Paulani lembrou o termo “hecatombe”, usado pelo neurocientista Miguel Nicolelis para definir a situação brasileira na pandemia. “A hecatombe está aí. O país vive a situação de ser um exemplo triste para o mundo, que nos envergonha a todos. Penso eu que hoje o único presidente negacionista no mundo é Bolsonaro”, disse. Para a professora da USP, a postura “equivocada” do governo Bolsonaro desconsidera um pressuposto: “para a economia funcionar minimamente, as pessoas têm que ter saúde”. Fonte. REVISTA IHU ON-LINE

Transexuais e travestis com identificação com gênero feminino poderão optar por cumprir pena em presídio feminino ou masculino, decide Barroso

Ministro do STF se baseou em documentos do governo federal elaborados por meio de interlocução com associações representativas de grupos LGBTI. Salvado, 20/03/ 2021 O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (19) que presas transexuais e travestis com identidade de gênero feminino possam optar por cumprir penas em estabelecimento prisional feminino ou masculino. Nesse último caso, elas devem ser mantidas em área reservada, como garantia de segurança. Barroso ajustou os termos de medida cautelar deferida em junho de 2019, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 527. Na cautelar deferida anteriormente, o ministro havia determinado que presas transexuais femininas fossem transferidas para presídios femininos. Quanto às presas travestis, ele registrou, à época, que a falta de informações, naquele momento, não permitia definir com segurança, à luz da Constituição Federal, qual seria o tratamento adequado a ser conferido ao grupo. Notável evolução Ao ajustar os termos de sua decisão, o ministro registrou que dois documentos juntados posteriormente aos autos pelo governo federal acrescentam importantes informações à instrução do processo e sinalizam uma “notável evolução” do entendimento do Poder Executivo quanto ao tratamento a ser conferido a transexuais e travestis identificados com o gênero feminino no âmbito do sistema carcerário. São eles o relatório “LGBT nas prisões do Brasil: diagnóstico dos procedimentos institucionais e experiências de encarceramento”, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH), e a Nota Técnica 7/2020, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O relatório apresenta uma ampla pesquisa de campo com a população LGBT encarcerada e chega à conclusão de que a decisão mais adequada do ponto de vista da dignidade de tais grupos, extremamente vulneráveis e estigmatizados, não implicaria apenas olhar para questões de identidade de gênero, tais como direito ao nome, à alteração de registro e ao uso de banheiro, mas também para as relações de afeto e múltiplas estratégias de sobrevivência que eles desenvolvem na prisão. Nesse sentido, aponta que o ideal é que a transferência ocorra mediante consulta individual da travesti ou da pessoa trans. Na mesma linha, a nota técnica também defende que a transferência seja feita após a manifestação de vontade da pessoa presa. Ambos os documentos defendem que a detenção em estabelecimento prisional masculino deve ocorrer em ala especial, que assegure a integridade do indivíduo. Diálogo institucional Segundo Barroso, essa evolução de tratamento dado à matéria no âmbito do Poder Executivo decorre do diálogo institucional ensejado pela judicialização da matéria, que permitiu uma “saudável interlocução” com associações representativas de interesses desses grupos vulneráveis, o Executivo e o Judiciário. Ele acrescentou não haver “dúvida” de que a solução sinalizada por ambos os documentos se harmoniza com o quadro normativo internacional e nacional de proteção das pessoas LGBTI, no sentido de ser dever dos Estados zelar pela não discriminação em razão da identidade de gênero e orientação sexual, bem como de adotar todas as providências necessárias para assegurar a integridade física e psíquica desses grupos quando encarcerados. No Brasil, disse ele, o direito das transexuais femininas e travestis ao cumprimento de pena em condições compatíveis com a sua identidade de gênero decorre, em especial, dos princípios constitucionais do direito à dignidade humana, à autonomia, à liberdade, à igualdade, à saúde, e da vedação à tortura e ao tratamento degradante e desumano. Decorre também da jurisprudência consolidada no STF no sentido de reconhecer o direito desses grupos a viver de acordo com a sua identidade de gênero e a obter tratamento social compatível com ela. O ministro ressaltou ainda que, dentre os Princípios de Yogyakarta, documento aprovado em 2007 pela comunidade internacional com o objetivo de produzir standards específicos para o tratamento da população LGBTI, o de número 9 recomenda que, caso encarceradas, essas pessoas possam participar das decisões relacionadas ao local de detenção adequado à sua orientação sexual e identidade de gênero. Preceitos fundamentais A ADPF 527 foi ajuizada pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) e questiona decisões judiciais contraditórias na aplicação da Resolução Conjunta da Presidência da República e do Conselho de Combate à Discriminação 1/2014, que estabeleceu parâmetros de acolhimento do público LGBT submetido à privação de liberdade nos estabelecimentos prisionais brasileiros. A entidade argumenta que alguns juízos de execução penal estariam interpretando a norma de forma a frustrar a efetivação dos direitos desses grupos a tratamento adequado no âmbito do sistema carcerário, resultando em violação aos preceitos fundamentais da dignidade humana, da proibição de tratamento degradante ou desumano e do direito à saúde. Leia a decisão http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/ADPF527decisao19mar.pdf