Bairro do Tororó recebe Paradinha Gay domingo (3): Michelle Monize, Banda Frutos Tropicais, Terra Samba e Arrocha de Gorete Boop e Lucas Tarantelli são atrações confirmadas
Salvador, Bahia, sexta-feira, 1 de setembro de 2017. Do GGB. O charmoso bairro do Tororó localizado entre os Barris e Nazaré área central de Salvador recebe neste domingo (3), a IV Paradinha do Orgulho LGBT a partir das 15h00, seguindo até às 22h30 com apresentação de bandas musicais e shows de transformistas. O evento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) serve de “esquenta” para a 16ª Parada do Orgulho LGBTI da Bahia que acontece no dia 10 de setembro, no Campo Grande, com expectativa de reunir cerca de 800 mil pessoas. A concentração ocorre no Largo do Campo da Pólvora e a partir das 15h00 sai em direção ao centro do Bairro pelo acesso da Avenida Joana Angélica, entrando no Bairro pela Rua José Duarte da Costa, seguindo pela Rua Amparo do Tororó, retornando no Largo em frente à Igreja de Nossa Senhora até a Praça Dodô e Osmar, onde ficará até ás 22h30. A cantora Michelle Monize se apresenta a partir das 15h00, conduzindo o trio por toda a extensão do bairro. Na sequência, se apresenta a banda Frutos Tropicais, em seguida a cantora Gorette Boop, e o encerramento ficará por conta do cantor Lucas Tarantelli. A organização do evento, incentiva os artistas locais possibilitando aos mesmos apresentar o seu trabalho para a comunidade e os visitantes. Scarlet Sangalo vai ficar sincronizada com as artistas Ferah Sunshine, Suzzy D´Costa, Alehandra Dellavega, Luana Lins, Eyshila Butterfly, fazendo peripécias durante todo o percurso, animadas ao som de Michelle Monize. O evento este ano rende homenagem à ativista social psicopedagoga Verônica Porto, idealizadora do projeto social Gatos e Gatas, que realiza, há treze anos, oficinas de moda e esportes com foco na juventude do bairro. A Paradinha divulga a mesma mensagem da 16ª Parada que é “A Comunidade LGBT pede Paz”. O tema escolhido levou em consideração os dados estatísticos do próprio Grupo Gay da Bahia (GGB) que alerta que as expressões da LGBTIfobia no Brasil têm alcançado índices alarmantes que maculam nosso país no cenário internacional. Em 2014 um total de 326 foram barbaramente assassinados no Brasil e em 2015 o Grupo contabilizou por meio do site https://homofobiamata.wordpress.com/ um total de 318 crimes onde a orientação sexual da vítima foi principal elemento motivador da causa morte. Em 2016 o mesmo estudo anual constatou 343 crimes em todo o Brasil. Até meados de agosto desse ano já foram contabilizados 249 crimes em todo o Brasil, sendo um gráfico crescente que não baixa. Na Bahia de janeiro até 31 de agosto 25 LGBT foram assassinados em todo o Estado. Essas estatísticas de ódio revelam a ponta de iceberg de sangue e que a cada 25horas um LGBTI é morto no Brasil. Tal genocídio exige uma tomada de decisão por parte das pessoas LGBTI na resposta ao impacto dessa violência entre nós. Isso sugere a importância da criação de redes internas de proteção de cada um de nós, especialmente porque essa proteção se relaciona com a necessidade da organização de todos atuando na denúncia dessas expressões homofóbicas e não permitindo que outro seja oprimido por sua orientação sexual. A realização da VI Semana da Diversidade LGBT e da 16ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia, é do GGB e Grupo Quimbanda Dudu, com apoio da Prefeitura Municipal do Salvador, Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura, Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Secretaria de Turismo e Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Bahiatursa), Unifacs, Uber, Dogs Can Fly, Shopping da Bahia, Ministério da Saúde, Laboratório Sabin e Clube Planetário 11. Parada Solidária: Traga 1k de alimento que será doado a Caasah e Instituição Beneficente Conceição Macedo. Artistas. Serviço: IV Paradinha Gay do Tororó Domingo, dia 3 de setembro de 2017 Horário: A partir das 15h00 até às 22h30. Percurso: Rua Duarte da Costa, Rua do Amparo, Largo do Amparo, retornando pela Rua do Amparo, concentrando na Praça Dodô e Osmar. Fone (71) 999894748
Triste Bahia, fingida terra da felicidade bi e tricampeã em crimes homofóbicos acumula 167 mortes de LGBT em 6 anos.
Salvador, 27 de agosto de 2017 – Por GGB. Se os dados apresentados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) relativos aos crimes praticados contra lésbicas, gays, travestis e pessoas transexuais na Bahia em seis anos, se não revelassem nome, sobrenome, idades, dia, data, hora, causas mortis das vítimas, se os corpos abatidos das vítimas não revelassem a brutalidade do requinte de crueldade, se não houvesse a dor real de parentes e amigos que choram a morte intempestiva de uma pessoa querida, tudo isso poderia ser parte de uma ficção policial, ocorrida na Bahia, falsa terra da felicidade. O site homofobiamata do GGB revela que no período de 2011 á 2016 a Bahia foi tricampeã na região Nordeste com 167 crimes contra LGBT em seis anos. A homotransfobia não para de fazer novas vítimas de janeiro até agosto de 2017 já são 24 casos ocorridos no Estado. Não podemos continuar pagando com as nossas vidas o preço de sermos o que somos. Para denunciar esse iceberg de sangue a 16ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia joga luzes e chama atenção da população LGBT, dos órgãos públicos e população em geral para essa realidade cruel que desonra e desqualifica o Estado comparativamente aos demais da Região Nordeste. O tema da Parada é “A comunidade pede paz” que será impresso em cartazes, placas e folhetos que começam a ser distribuídos na cidade a partir dessa segunda-feira com a finalidade levar mensagem de paz e respeito a diversidade. Uma análise desses crimes revela o requinte de crueldade como são praticados, revoltando não somente as famílias e amigos das vítimas abatidas, mas toda a comunidade LGBTI que se expressa estressada diante da violência provocada pela LGBTfobia no Estado, acrescentando ainda a falta de uma resposta positiva por parte dos órgãos de segurança estaduais, seja no fortalecimento da comunidade por meio do apoio as entidades associadas a essas populações, ou mesmo na condução do apoio as famílias das vítimas para lidar com essa realidade brutal e adversas qual foram submetidas inesperadamente. “ É tanto sofrimento, dor, solidão, desamparo que se torna inadmissível que a LGBTfobia ainda não seja crime no Brasil”, diz Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, em tempo que chama atenção para a falta de apoio e suporte de órgãos públicos para esse drama social. “ A homofobia é o mal do século, e o seu combate não significa fazer propaganda de orientação sexual, mas de direitos, embora a homofobia institucionalizada nos órgãos públicos e nos dirigentes, torna a luta menor” revela Cerqueira. Os casos de homofobia institucional são alarmantes. Em 8 de janeiro os primos Carla Rafaela Silva, de 28 anos, e Isac Pereira da Silva, de 22 anos, foram barbaramente espancados por Policias Militares em Riacho de Santana. Em 16 de agosto de 2016 a comerciaria transexual Natila Mota foi esfaqueada por um grupo de transfobicos e no Hospital Municipal de Maiquinique, sudoeste baiano, implorava por socorro aos enfermeiros que negligenciavam a sua convalescênça, enquanto o Policial Militar de plantão se preocupava em prender em uma sala o marido da trans que além de ferido gritava por ajuda de alguém a sua companheira que perdia sangue. Todos os servidores deveriam serem enquadrados por prevaricação, omissão de socorro, mas nada ocorreu, até hoje justiça não foi feita. A LGBTfobia institucional não pára. Em 5 de dezembro de 2016 após ter sido espancado por vizinhos, ter fraturado o maxilar Jonas Nascimento Souza, 29 anos, foi expulso da enfermaria do Hospital Geral do Estado,porque se recusou a engolir um coo de sopa, foi oprimido pela nutricionista, enfermeira e expulso por um médico suposto dono do Hospital, como se referiu “Meu hospital”. A 16ª Parada LGBT através da VI Semana da Diversidade abre o debate sobre a urgência de tipificar a homofobia como crime de ódio no Brasil. A homofobia interna e externa empurra as pessoas para uma vivência clandestina de sua orientação sexual, o que faz desse individuo um ser vulnerável física e socialmente, obrigando-os muitas vezes viver em ambientes clandestinos, violentos e insalubres. Para o operador do Direito Dr. Dimitre Sales “ao reconhecer diferenças a partir do critério sexualidade numa sociedade homofóbica, reconhece-se que as condições sexuais de cada pessoa são fatores que a vulnerabilizam. Um dos mecanismos que permite a plena realização da cidadania de pessoas LGBT é o enfrentamento aos crimes de ódio, possível por meio da criminalização da homofobia”. A 16ª Parada do Orgulho é uma realização do Grupo Gay da Bahia e do Grupo Quimbanda Dudu, acontece em Salvador no dia 10 de setembro, entretanto, de 4 a 9 ocorre a VI Semana da Diversidade. São objetivos da 16ª Parada promover a cultura, cidadania e os direitos humanos dos LGBT na Bahia através da realização de eventos de visibilidade massiva com foco na cultura da paz, amizade e respeito à diversidade humana e representações artísticas. Estimular de forma organizada a ocupação de espaços públicos para proporcionar uma troca efetiva entre todas as categorias sociais, elevar a auto-estima dos homossexuais e transexuais e sensibilizar o Estado e a sociedade em geral para o convívio pacifico com as diferenças. ESTATÍSTICAS DE CRIMES LETAIS CONTRA LGBT 2016 – 32 MORTOS 2015 – 33 MORTOS 2014 – 25 MRTOS 2013 – 20 MORTOS 2012 – 29 M0RTOS 2011 – 28 MORTOS 2017 – 24 MORTOS
Brasil é o país que mais mata LGBTI: A comunidade pede paz!
Salvador, Bahia, 18 de agosto de 2017 – Do GGB. Essa nossa bandeira do arco-íris já tem 39 anos e já foi usada em muitas batalhas contra o preconceito, homofobia, LGBTIfobia, mas sempre por direitos iguais. Mas esse ano ela vai ficar maior, não só no tamanho, mas também na causa. Pela primeira vez a nossa bandeira vai ganhar mais uma cor. O branco, branco da paz. Vamos costurar uma faixa branca na nossa bandeira! Chega de violência contra quem é diferente, contra as orientações sexuais não hegemônicas. A comunidade LGBTI da Bahia pede paz! Este é o tema da 16ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia, que acontece em Salvador no dia 10 de setembro próximo. O tema escolhido levou em consideração os dados estatísticos do próprio Grupo Gay da Bahia (GGB) que alerta que as expressões da LGBTIfobia no Brasil têm alcançado índices alarmantes que maculam nosso país no cenário internacional. Em 2014 um total de 326 foram barbaramente assassinados no Brasil e em 2015 o Grupo contabilizou por meio do site https://homofobiamata.wordpress.com/ um total de 318 crimes onde a orientação sexual da vítima foi principal elemento motivador da causa morte. Em 2016 o mesmo estudo anual constatou 343 crimes em todo o Brasil. Até meados de agosto desse ano já foram contabilizados 249 crimes em todo o Brasil, sendo um gráfico crescente que não baixa. Essas estatísticas de ódio revelam a ponta de iceberg de sangue e que a cada 25horas um LGBTI é morto no Brasil. Tal genocídio exige uma tomada de decisão por parte das pessoas LGBTI na resposta ao impacto dessa violência entre nós. Isso sugere a importância da criação de redes internas de proteção de cada um de nós, especialmente porque essa proteção se relaciona com a necessidade da organização de todos atuando na denúncia dessas expressões homofóbicas e não permitindo que outro seja oprimido por sua orientação sexual. A LGBTIfobia empurra os LGBTI para um submundo de clandestinidade e vivências de uma sexualidade exposta as vulnerabilidades sociais e de gênero. Os crimes ocorrem amparados na cultura que considera LGBTI como indivíduos de segunda categoria, o que sustenta a impunidade. Entretanto, o Delegado de Polícia, o Defensor Público, o Promotor e o Juiz devem compreender que os crimes praticados contra LGBTI são crimes de ódio motivados pela LGBTfobia e que necessitam de celeridade na aplicação da pena, pois tal indiferença e morosidade isso gera um grande estresse na sociedade e na própria comunidade que vive a sensação de insegurança e impunidade. De acordo com o advogado Dimitri Sales é preciso que os órgãos públicos reconheçam que existe uma desigualdade com base no gênero e encontre meios de mitigar a ação dessa LGBTIfobia institucional, que não garante a segurança pública dessa população. “Ao reconhecer diferenças a partir do critério sexualidade numa sociedade homofóbica, reconhece-se que as condições sexuais de cada pessoa são fatores agravantes da vulnerabilidade social”. O advogado acredita que o caminho para a equalização dos direitos é tornar a homofobia crime. “Um dos mecanismos que permite a plena realização da cidadania de pessoas LGBT é o enfrentamento aos crimes de ódio, possível por meio da criminalização da homofobia. Criminalizar a homofobia contribuiu para a cultura da paz entre nós” conclui o ativista do Direito. A campanha “A comunidade pede paz” foi uma criação da agência paulista DM9 para o Grupo Gay da Bahia, teve como inspiração os índices de crimes contra LGBT que a cada 25h um LGBTI é morto no Brasil. “A comunidade pede paz, requer especialmente aos órgãos públicos, às autoridades e os homens e mulheres de bem, um olhar carinhoso e solidário para essa população” diz Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, indicando ainda que só a partir da criminalização da LGBTfobia, os crimes irão sem dúvida diminuir. A campanha consta de cartaz, folder, peças para as mídias sociais e vídeo clip. A 16ª Parada acontece no dia 10 de setembro, domingo, a partir das 11h00 no centro de Salvador. Além do desfile de trios consta um palco funcionando das 11h30 até ás 21h30 com o revezamento de artistas e bandas musicais. Já o desfile de trios elétricos tem início ás 15h30 e segue até ás 20h30 após percorrer o circuito do carnaval, terminando no Largo dos Aflitos. A 16ª Celebração do Orgulho LGBT da Bahia é uma realização dos Grupos Quimbanda Dudu e Grupo Gay da Bahia.
“O primeiro Dia dos Pais de César”
Salvador, Bahia, 5 de agosto de 2017 – Do GGB. O Grupo Gay da Bahia (GGB) lançou nessa tarde de sábado, 5, a campanha “O primeiro Dia dos Pais de César”, a peça que está sendo nas redes sociais mostra o amor de um filho e um pai homem trans. Uma história linda, comovente que deve abrir os olhos da sociedade para olhar novamente para esse grupo familiar. Reinventar-se, não se deixar ser influenciado pelas influencias nefastas da transfobia, LGBTfobias são passos importantes nessa estrada de vida, combater os estigmas e discriminações, lutar pela igualdade e pelo orgulho de si mesmo são desafios diariamente enfrentados por pessoas trans em todo o mundo – em especial no Brasil, país líder mundial em assassinatos de travestis e transexuais. Por esse motivo, o Grupo Gay da Bahia (GGB), através de campanha criada pela agência Propeg, apresenta um filme inovador de Dia dos Pais com um homem transgênero, dando um passo à frente para a inclusão dentro do espaço democrático, de cores, sons, imagens e palavras que a propaganda deve ter. No filme, a cumplicidade entre pai e filho é narrada do ponto de vista da criança. Ao final, surge a revelação de que o pai, Cesar Sant’anna, deu à luz em 2005, quando ainda se chamava Beatriz – e só depois enfrentou o processo de aceitação e transição para o gênero oposto. O ator, que aceitou retratar sua história pessoal na campanha do GGB, afirma que sua participação teve como propósito “inspirar e encorajar outras pessoas que lutam por um mundo de respeito, empoderamento e amor”. Para presidente do Grupo Gay da Bahia, professor Marcelo Cerqueira, espera que a campanha consiga tocar no coração das pessoas e abrir os seus olhos para que elas possam enxergar e respeitar as novas famílias que existem e são numerosas e que necessitam do amparo legal. “ É incompreensível, a não ser pela tirania que o Estatuto da Família, não reconheçam esse tipo de amor familiar”, denuncia o presidente criticando o fato de que o documento reconhece famílias formadas por homem e mulher cisgênero. “O primeiro Dia dos Pais de César” é um passo importante na luta por inclusão e cidadania das novas famílias no amparo da Lei na aplicação da Justiça Social. “O primeiro Dia dos Pais de César” é um aviso que não vamos ficar parados esperando por migalhas de políticos desmoralizados que querem nós submeter aos seus caprichos indecentes, mantendo as nossas lutas paradas no Congresso Nacional, ou usando a seu prazer como moeda de troca para seus benefícios. A Promotora de Justiça Marcia Teixeira,Coordenadora do CAOP de Direitos Humanos do Ministério Público da Bahia parabeniza a campanha “O primeiro Dia dos Pais de César” e acredita que a forma que o tema abordado deve sensibilizar as pessoas para essa família. “Esse filme trata do amor genuíno entre um pai e seu filho. Ele emociona e faz com que eu acredite que a humanidade pode ser curada, quando todos entenderem que o caminho é sempre o amor” disse a Promotora ao presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, e segue. “As pessoas transgêneros precisam serem cuidadas, compreendidas e amadas para a sua transição ser mais tranquila e respeitada”, conclui a Promotora Marcia Teixeira. O Grupo Gay da Bahia – GGB, fundado em Salvador, em 1980 pelo professor, hoje presidente de honra, Luiz Mott, 67 anos. A entidade é a mais antiga do gênero em funcionamento na América Latina promovendo os Direitos Civis, Culturais e Humanos dessa população. Transgêneros Pessoas transgênero são aquelas que não se identificam com o gênero com o qual nasceram. A partir do momento em que decidem passar pela fase de transição, enfrentam uma verdadeira luta para terem sua identidade admitida e respeitada. Além do risco da violência, elas sofrem a exclusão do mercado de trabalho, além de, em muitos casos, serem incompreendidas e rejeitadas por familiares e amigos. Assista o filme e se emocione! Compartilhe! Link do filme https://we.tl/KsdXxIoldd Legenda para colocar no post do filme: Conheça a história do primeiro Dia dos Pais de Cesar. E compartilhe. #truecolors Ficha Técnica Campanha: True Colors Agência: Propeg Cliente: GGB – Grupo Gay da Bahia CCO: Emerson Braga Diretor de Criação Executivo: Fabiano Ribeiro Direção de Criação: Bertone Balduino, Vítor Barros Head of Art: Luiz Celestino Criação: Emerson Braga, Rafael Damy, Vítor Barros, Bertone Balduino, Vinicius Oliveira, Thiago Machado. VP Atendimento e Gestão: Vitor Barros Atendimento: Michele Estevez Diretora Nacional de Mídia: Fatima Rendeiro Mídia: Malu Melo Produção RTV: Juliana Leonelli, Taís Carvalho Planejamento: Melina Romariz Produtora filme: Vapt Filmes Direção de cena: Rafael Damy Assistente de direção: Bárbara Aranega Direção de Fotografia: Bruno Tiezzi e Thiago Cauduro Produção Executiva: Edgard Soares Atendimento: Paula Librandi e Felipe Costa Assistente Atendimento: Carla Zulu Montador: Alan Porciuncula Produtora de Áudio: Lira Musica Coordenação de Produção: Ana Paula Domingues Direção de produção: Janaína Mesquita Assistentes de produção: Marco Fiore e Sabrina Lippi Direção de arte: Luiz Henrique Pinto e Kelly Hayd Produção de objetos: Patricia Di Giorgio Figurinista: Fernanda Gunutzman Maquiagem: Miriam Kanno Produção de Casting: Vivi Simões e Rodrigo Correia Aprovação Cliente: Marcelo Ferreira de Cerqueira.
VI Semana da Diversidade Cultural LGBT de Salvador 16 Celebração do Orgulho LGBT da Bahia e VI Semana da Diversidade Cultural de Salvador. Celebração da vida, da arte, da cultura dos direitos humanos coletivos e difusos das pessoas. Direito a expressar-se e circular livremente nas cidades que amamos, sem preconceitos. SALVADOR SEM LGBTIFOBIA. FAÇA SUA DOAÇÃO! Continua …
16 Celebração do Orgulho LGBT da Bahia e VI Semana da Diversidade Cultural de Salvador. Passados 37 anos de fundação do Grupo Gay da Bahia (GGB), em 1980 pelo professor Luiz Mott, em três décadas tivemos muitas conquistas, e esse tipo de manifestação massiva tem sido uma conquista importante, pelo direito de poder ocupar os espaços públicos das cidades de forma organizada. Esse tipo de circulação de gente LGBTI fortalece a nossa identidade de pertencimento. Esse é o tema da 16 Celebração “Viver livre na cidade que amamos”. VI SEMANA DA DIVERSIDADE constitui-se por ser uma semana de ativismo com ações educativas, seminários, mostra de filmes, debates, que ocorre em Salvador de 4 a 10 de setembro de 2017, sendo o dia 10 principal por ser o dia da 16a Celebração: a) Coletiva imprensa e premiação da honra ao mérito, ás 11h30 TCA. b) Palco das 11h0 ás 21h30, desfile de trios das 15h ás 20h. Para fazer evento de qualidade precisamos de dinheiro. Tudo tem custo! Sem patrocínio não se pode fazer com qualidade. Contribua com o quanto desejar! Obrigado!
Flora Gil Madrinha da 16ª Celebração do Orgulho LGBT da Bahia. Sim da produtora agrega valores culturais ao evento que pretende reunir 900 mil pessoas.
Produtora Cultural Flora Gil, mãe, mulher, empresária, síntese da família Gil, madrinha cultural e das artes. Salvador, Bahia, quinta-feira, 29 de junho de 2017 – Do GGB. O Grupo Gay da Bahia (GGB) através do presidente Marcelo Cerqueira, recebeu a confirmação da produtora Flora Gil, a tão esperada confirmação para o convite para assumir a faixa de Madrinha da 16ª Celebração do Orgulho LGBT da Bahia e da VI Semana da Diversidade de Salvador, eventos que começam no dia 4 de setembro próximo e segue até o dia 10 com a Celebração no Centro da capital baiana. A notícia chegou na manhã, dessa quinta-feira, por meio do presidente da Bahiatursa, Diogo Medrado, que falou diretamente com a produtora, em seguida a mesma, por telefone confirmou com o presidente do GGB Marcelo Cerqueira. “ Claro que sim, o que devo fazer!?.” Disse Flora. “ Subir no trio, receber a faixa, abrir o evento com um lindo discurso”, disse Cerqueira. De acordo com a produção a presença de Flora Gil no evento, na condição de madrinha, é um sonho nutrido há anos, e chegou o momento. “Flora é a síntese da família Gil, sua presença agrega valores culturais e simbólicos que representam muito para a Bahia, o Brasil e isso reforça a nossa luta LGBT por respeito, igualdade e cidadania”, declarou Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, informando ainda Preta Gil, foi madrinha da 5ª Celebração em 2005. Flora também recebe honraria de gratidão ao cantor, compositor e ex-ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, por sua atuação na condução da cultura no Brasil, e por ser o grande homem, o príncipe negro da música popular Brasileira, que com sua foz, educou, formou e inspirou uma geração inteira culturalmente. Jornalista Maíra Azevedo, Tia Má, madrinha youtubers, comunicadora de massa, ativismo de gênero e raça. Também já disse sim a faixa de madrinha foi a jornalista baiana youtubers Maira Azevedo, criadora da personagem feminina Tia Má, grande revelação de ativismo negro na internet. A escolha de duas madrinhas possui significado especial que é unir esforços na resposta as expressões da LGBTfobia, que nos últimos anos tem se revelado de forma cruel vitimando de modo fatal seres humanos só por possuir orientação sexual homossexual. A presença das duas no evento abre diferentes espaços de diálogos junto a diferentes setores da sociedade, isso é muito bom porque pode sensibilizar muito mais pessoas no sentido de que descontruir as expressões da LGBTfobia não é fazer propaganda de orientação sexual, mas dos direitos coletivos e difusos da sociedade. A 16ª Celebração do Orgulho é uma realização do GGB, Quimbanda Dudu e Centro Baiano Anti-Aids. As instituições elegeram “Viver Livres na Cidade que Amamos” como o tema do evento que pretende reforçar a cidadania dos LGBT baianos a partir da ocupação de forma ordenada dos espaços públicos nas cidades, como territórios de identidades. Isso inclui a demonstração de afeto no uso desses espaços públicos. Acontece no dia 10 de setembro no Centro de Salvador, a previsão é de 10 trios elétricos das 15h0 até as 20h00. Um palco para exibição de bandas musicais das 11h00 até das 21h30. Espera-se um público de 900 mil pessoas no Centro da cidade.
GGB premia empresas e personalidades que promoveram a cultura LGBTTQIA O Grupo Gay da Bahia (GGB) realiza em setembro a 16ª Celebração do Orgulho LGBTTQAI da Bahia, considerado um dos mais importantes eventos deste público do calendário nacional. O evento premia empresas, personalidades e órgãos públicos que promoveram a cultura e direitos dos LGBTTQIA em 2016 e primeiro semestre de 2017. De acordo com o GGB, o Prêmio de Honra ao Mérito Cultural LGBTTQIA, instituído em 2009, será entregue às empresas reconhecidas nacionalmente e que inovaram em suas ações voltadas à diversidade. A divulgação dos nomes dos homenageados faz parte das celebrações do dia 28 de Junho, Dia Internacional do Orgulho Gay. Porém, a honraria só será entregue no dia 10 de setembro, partir das 11h, na Praça do Campo Grande, centro de Salvador. A organização do evento estima a participação de 10 trios elétricos. “Essas empresas se posicionando, mostra que o mundo está mudando para melhor, mais inclusivo”, revela Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, reforçando ainda a importância das mídias sociais nessa transformação. A edição do evento neste ano apresenta também novos conceitos. Abandona o termo “Parada LGBT” e adere à “celebração”, com o objetivo de evidenciar a festa com um teor de protesto, música, dança, outdoors, e a expressão do corpo como manifestação. Outra novidade é a utilização do termo “LGBT”, adotado em 2016, que agora passa a ser associado com letras “TQIA” formando a sigla LGBTTQIA, que significa (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queer, intersexual e assexual. “São identidades pós-modernas que reivindicam espaços dentro e fora do movimento”, explica Cerqueira. Conheça os agraciados Continua …
Breve história do banco de dados virtual da Homofobia e Transfobia no Brasil O BOLETIM DO GGB Falar em homofobia e transfobia neste país é falar também sobre a cumplicidade das instituições brasileiras com tais crimes, seja por omissão deliberada ou por atuação e engajamento em ativismo antigay e transfóbico. É apontar o tradicional descaso do Ministério Público, da OAB, dos juízes, dos delegados de polícia, do legislativo, do executivo, das igrejas e organizações humanitárias. Com efeito, a iniciativa da laboriosa e dolorosa tarefa de coletar dados quantitativos e informações qualitativas a respeito dos números da violência homofóbica e transfóbica coube à própria comunidade sexo desviante, mormente levada a cabo por homens gays; um esforço corajoso e monumental obstruído constantemente pela natureza clandestina das violações de direitos humanos de pessoas LGBT e por forças reacionárias hegemônicas. Essa pesquisa começou em agosto de 1981, mais de três décadas passadas; um ano e meio após a fundação do Grupo Gay da Bahia. Uma das ações mais significativas dos pioneiros do GGB foi justamente a edição de um periódico voltado para a conscientização política; o ”Boletim”. Através desse veículo de comunicação e integração social das minorias sexuais surge a divulgação sistemática da compilação dos assassinatos de gays, lésbicas, bissexuais e travestis no Brasil. O levantamento das vítimas retoma o ano de 1969 e vai até 1981; o Padre Antonio Carneiro van der Linden é o primeiro nome da lista, cuja cabeça foi esmagada a pauladas. São ao todo vinte pessoas; uma farândola de espancamentos, pauladas, facadas, castração, enxadadas, estrangulamentos, degolas, tiros, garfadas, sevícias, esmagamentos, machadadas e pasme, até uma injeção de psicotrópicos dada em uma clínica psiquiátrica. Foi apenas em 2011, três décadas depois do GGB, que o governo federal, através da secretaria de direitos humanos da presidência da República, trouxe a público pela primeira vez dados sistematizados da violência que atinge pessoas LGBT, produzindo três relatórios consecutivos, atividade que cessou no ano de 2013. O BLOG A ideia de criar um banco de dados na internet para o desenvolvimento e maior visibilidade do trabalho de compilação primitivo surgiu em uma lista de discussão virtual. O ativista gay Benjamin Bee, um membro da lista, relembrou esse momento: ”Eu frequentava uma lista, se não me falha a memória, no YahooGroups. Acho que até posso confirmar se era lá mesmo. Nela estavam todos os líderes do movimento. Acho que o grupo se chama Gaylawyers na segunda etapa. Na primeira, o grupo era propriedade do Luiz Eduardo Piza, advogado que chegou a presidir a GADVs antes do Paulo Iotti. Depois passou a ser administrado pelo Roberto Warken. Mott (Luiz Mott, fundador do grupo Gay da Bahia) e Miriam Martinho (ativista lésbica histórica do grupo SOMOS) participavam do grupo. Desde sempre eu insistia com o Mott para criar uma página que catalogasse os crimes contra LGBT na qual se juntariam todas as pesquisas feitas por ele anteriormente. Ele não dava trela pra essa ideia até que, segundo ele, Miriam Martinho sugeriu a construção da página. Mott então jogou na rede um pedido para que alguém fizesse esse trabalho. Na mesma hora, ato contínuo, imediatamente abri o domínio ”homofobiamata.wordpress”. Avisei o Mott que em seguida me pediu que encontrasse alguém que levasse o projeto adiante. Foi quando contatei o Dudu (Eduardo Michels, o administrador, investigador, redator, criador e pesquisador do site) que prontamente aceitou.” O blog ”Quem a Homofobia matou hoje?” (depois ”Quem a Homotransfobia matou hoje?”) nasceu então entre 2011 e 2012. tornando-se o herdeiro dos antigos BOLETINS do GGB e o único banco de dados da homofobia e transfobia do Brasil (com exceção dos dados levantados pelo governo federal entre 2011 e 2013), recebendo uma média de 300 a 600 visitas por dia. O criador do Blog, graduado em Ciências Sociais e Jurídicas pela UFRJ, Eduardo Michels, revelou as dificuldades iniciais resultantes da natureza peculiar do ofício e a posterior modificação cultural de setores da sociedade em função da sua pesquisa: ”No início do Blog todo mundo criticava; ‘que coisa horrível, só se vê sangue, sensacionalismo, jornal pasquim’, diziam.Depois quando o blog foi crescendo, aumentando a importância, toda semana eu recebia ameaça de advogado dizendo que ia me processar, que ia processar o blog, ameaças das famílias das vítimas que queriam manter a orientação sexual ou identidade de gênero dos parentes na clandestinidade. As famílias ficavam revoltadas por se tirar do armário as vítimas; agora depois do blog, todos esses anos, não. Pelo contrário, a família vem até me agradecer, porque nós colocamos que foi crime de homofobia, embora não seja tipificada penalmente, mas a família aprova e até procura por justiça”. Eduardo é uma espécie de ”faz tudo”; administra o blog, investiga os crimes, monitora as mortes, compila os casos, extrai informações,banca o detetive, produz resumos. Além dele há um colaborador que prefere se manter anônimo e é o responsável por transformar os dados em planilhas e gráficos; Michels também é auxiliado por vários colaboradores eventuais, militantes famosos (Letícia Lantz, Deco Ribeiro) ou anônimos. No final do ano, tradicionalmente, o fundador do Grupo Gay da Bahia, o antropólogo e professor aposentado Luiz Mott, que coordena e propõe alterações no blog oferece então um realease para a imprensa dos dados obtidos ao longo dos meses. Continua…
A cada 25 horas, um homossexual é assassinado no Brasil, diz pesquisa do GGB Sayonara Moreno, da Agência Brasil Em 2017, até o início deste mês, 117 pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) foram assassinadas no Brasil devido à discriminação à orientação sexual. A informação é do Grupo Gay da Bahia (GGB), que participa de programação sobre o tema durante toda esta quarta-feira (17), Dia Internacional Contra a Homofobia. O militante LGBT e membro honorário do GGB, Genilson Coutinho, informa que o dia será marcado por debates em diversos pontos de Salvador, como centros de apoio, para que a violência contra LGBT’s não seja esquecida e se torne alvo de medidas legislativas e políticas públicas nos níveis municipal, estadual e federal. Violência institucionalizada Para Genilson Coutinho, a crescente violência contra pessoas LGBT, pode ser atribuída a diversos fatores, sobretudo à impunidade, porque não há nenhuma lei que torne crime esse tipo de violência. Não há uma lei que criminalize a homofobia no país, que faça com que as pessoas abram os olhos e desaprovem isso. A impunidade fortalece a violência diária. O criminoso mata hoje e com um habeas corpus é liberado. Isso institui a banalização, porque a cada 25 horas um homossexual é assassinado no Brasil, a cada dia uma família é dilacerada pela morte de filhos LGBT. Além disso, ele cita, como forma de sustentar a homofobia, a ausência de políticas públicas e a falta de atendimento apropriado a essas pessoas, em locais de denúncias e apoio, o que institucionaliza esse tipo de violência. Coutinho lembra conta que muitos casos deixam de ser registrados em delegacias, por exemplo, porque as vítimas passam por constrangimentos, o que acaba sendo uma segunda violência. “Elas acabam sendo culpabilizadas e responsabilizadas pela violência que sofreram”. Leia mais: huffpostbrasil.com