Últimas Notícias

60+

Esse é o Portal do Grupo Gay da Bahia

NOTA DE PESAR DO GRUPO ARCO-ÍRIS PELO FALECIMENTO DE RUDDY PINHO.

O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+ vem através desta nota lamentar a partida na noite desta quinta-feira, dia 04, no Rio de Janeiro, da cabelereira, escritora, atriz e ativista trans Ruddy Pinho. Ruddy estava com 76 anos. Foi uma figura de destaque no meio LGBTI+ e fora dele. Cabelereira de várias famosas, entre elas a atriz e amiga Suzana Vieira. Sua vida em si foi um ativismo. Ainda rapaz adotou uma criança, num tempo onde havia muito preconceito em relação à adoção por pessoas LGBTI+. Logo em seguida transicionou para o gênero feminino, assumindo-se como uma mulher transexual, dando visibilidade ao tema. Em 2009 fez parte da composição do primeiro mandato do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBTI+ do Rio de Janeiro, dando a sua contribuição para as pautas de nossa comunidade. Como escritora, teve vários trabalhos publicados e chegou a vencer o concurso da Biblioteca Nacional. Chegou a atuar como atriz em três filmes, entre eles Navalha na Carne, junto à Vera Fisher. No teatro, sua última apresentação foi no espetáculo Divinas Divas, junto às saudosas Rogéria e Jane Di Castro. Ruddy é mais uma de nossas estrelar que deixa o nosso panteão na terra para brilhar no céu junto a outras divas de mesma grandeza. O Grupo Arco-Íris se solidariza com todas e todos seus amigos e amigas, familiares e fãs. Ruddy Pinho presente, hoje e sempre! Rio de Janeiro, 05 de fevereiro de 2021 Equipe do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI

Antirretroviral

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, aprovou o primeiro medicamento injetável contra o HIV. Ele é composto por duas substâncias já utilizadas no tratamento do vírus, o cabotegravir e a rilpivirina. A ideia é que ele sirva como um substituto aos comprimidos tomados diariamente para alguns pacientes.

Osmar Terra vira réu por discriminar projetos LGBT em edital da Ancine.

Quando ministro da Cidadania, em 2019, deputado gaúcho suspendeu chamamento para a tevê pública nas categorias diversidade de gênero e sexualidade. Por Gilson Camargo / Publicado em 5 de fevereiro de 2021 – para o Extra Classe. O ex-ministro da Cidadania e deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) virou réu em uma ação de improbidade administrativa apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter suspendido, em agosto de 2019, um edital de chamamento de projetos para tevês públicas que tinha entre as modalidades de investimentos séries com temática LGBT. A portaria assinada por Terra e publicada no Diário Oficial da União em agosto daquele ano oficializou a decisão de suspender o edital. Quatro projetos já tinham sido aprovados na fase final e inscritos nas categorias “diversidade de gênero” e “sexualidade”. As séries foram alvo de críticas por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Para agradar ao chefe, Terra resolveu cancelar a seleção de projetos, incorrendo em crime de improbidade de acordo com o MPF. Em outubro de 2019, a Justiça Federal determinou que a Agência Nacional do Cinema (Ancine) retomasse o concurso, por entender que houve “discriminação por parte do governo”. O resultado da seleção foi divulgado em janeiro de 2020. Os quatro projetos que haviam sido criticados por Bolsonaro e que levaram o ex-ministro a cancelar concurso não foram contemplados. A denúncia do MPF foi acatada na última quarta-feira, 3, pelo juiz federal Vigdor Teitel, da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro. “Tais fatos, analisados em conjunto com os documentos acostados na ação, até então, revelam, quando menos, indícios mínimos de autoria e materialidade do ato ímprobo”, escreveu Teitel na decisão. Terra tem 15 dias a contar da data do despacho, para apresentar sua defesa. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/

Quando o Carnaval chegar, rainha Daniela e Gal.

QUANDO O CARNAVAL CHEGAR… Daniela Mercury lançou no primeiro minuto desta sexta-feira, dia 5 de fevereiro, a canção “QUANDO O CARNAVAL CHEGAR”. Gravada com Gal Costa, esse é o primeiro feat dessas duas divas da música brasileira.  Daniela e Gal se uniram numa homenagem alegre e emocionante a Moraes Moreira. O frevo chamado “QUANDO O CARNAVAL CHEGAR” foi composto por Daniela Mercury e produzido por Yacoce Simões, que usou guitarras baianas, além de timbres característicos dos frevos dos anos 70 e 80. “Eu gostei muito da música. Aceitei na hora o convite para gravar a música. Daniela é um amor de pessoa. Eu gosto muito dela e o frevo é muito bacana. Achei legal ela me convidar porque é uma homenagem a Moraes Moreira, que fez Festa do Interior, gravada por mim, que foi um grande sucesso e também é um frevo, nos remetendo à lembrança dessa canção linda.”, celebrou Gal Costa. A música, que chega em todas as plataformas digitais nesta sexta-feira teve pré-lançamento no programa Domingão do Faustão. Com a chegada da música nas plataformas, vem também um clipe de animação, que vai ser lançado às 11h da manhã do dia 5. Por causa do risco de gravarem um videoclipe durante a pandemia, as artistas optaram pela arte para estarem juntas também em um registro audiovisual. O filme tem um divertido roteiro , que é bem lúdico e traz o pombo correio de Moraes, o frevo do Recife, os protestos cheios de humor e ironia típicos do carnaval e até um beijo na boca entre Daniela e Gal. Homenagens também a Marielle Franco, Elza Soares, Paulo Freire, Zé Celso Martinez, Raoni, Sócrates e Sílvio de Almeida., que aparecem como uma representação dos bonecos de Olinda A direção geral do filme é de Renato Nunes, o roteiro é de Bruno Mollicone, animação de Raphaela Fernanda e Ilustração de Militão Queiroz. No filme, o pombo correio entrega os óculos tão característicos de Moraes a Daniela e Gal, dando início à grande festa carnavalesca. “Eu queria homenagear Moraes e também Gal porque amo os dois. Foi Moraes que deu voz ao trio elétrico. Ele que abriu caminho para todos nós. Eu chego na Praça Castro Alves e lembro de Moraes. Ele foi um revolucionário da alegria. Essa música é minha forma de agradecer a ele por tudo que ele fez. Gal ter aceitado o convite foi um sonho realizado. Passei 3 dias ouvindo Gal cantar na música e chorando. É Gal Costa, né? ”, se emociona Daniela. CARNAVAL VIRTUAL DA RAINHA – 12/02, 20h30 A primeira execução ao vivo, com banda, da canção QUANDO O CARNAVAL CHEGAR vai ser na live CARNAVAL VIRTUAL DA RAINHA, no dia 12 de fevereiro, às 20h30. A live tem a intenção de trazer na cenografia as pessoas, através dos bonecos. Além de nos levar para dentro do colorido da avenida e nos fazer ter a sensação de dançar no meio da multidão no carnaval. “Vamos estar todos dentro de uma obra de arte de J Cunha. Eu sempre trago novidades pro trio elétrico. Já fiz uma ópera de Carnaval, ano passado teve a peça de Joao Falcão, sonho de uma noite de verão na Bahia, num conto de fadas lindo em cima do trio, já tive uma orquestra no meu Triatro, enfim… esse ano vai ser um carnaval diferente e vai depender de cada um entrar no meu bloco e pular do meu lado, cada um em sua casa, como se estivéssemos dançando juntos na rua. Vou cantar meus grandes sucessos. Será um repertório elétrico para todo mundo pular. Queria pedir aos meus fãs que se fantasiem e façam stories e posts me marcando, durante a live. Quero sentir a energia e a vibração de todo mundo. Vamos imaginar juntos o nosso novo circuito da folia. Um Circuito Planetário. É o Circuito da Rainha. Venham comigo”, convida Daniela. A live CARNAVAL VIRTUAL DA RAINHA vai ser transmitida no YouTube de Daniela Mercury (https://www.youtube.com/watch?v=YoRGixYVj8U&feature=youtu.be) e também por emissoras de TV abertas no Brasil e em Portugal. A live será transmitida simultaneamente pela TVE Bahia, TV Aperipe Sergipe, TV UFPB Paraíba, TV UFRN Rio Grande do Norte, TVC Ceará, TVE Espírito Santo, TVT São Paulo e a RTP Play, em Portugal. Cerca de 50 milhões de pessoas vão receber o sinal do Carnaval Virtual da Rainha, além do público presente no YouTube.com/DanielaMercury . Lembrando que a Live da Rainha, realizada em 2020 por Daniela Mercury, foi eleita pelo The New York Times como uma das 10 melhores lives do mundo. Daniela foi a única artista brasileira na seleta lista de jornal norte-americano, um dos mais importantes do mundo.

Frota apresenta projeto para multar clubes por racismo e LGBTfobia.

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), UOL. O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) apresentou Projeto de Lei na Câmara para que clubes e organizadores de evento possam ser punidos administrativamente, com multa, por atos de racismo e LGBTfobia em estádios, ginásios e outros locais de prática esportiva. A punição pode acontecer por ação ou por omissão, desde que os responsáveis tenham ciência dos fatos descritos na lei. “Os clubes ou responsáveis legais pelo equipamento esportivo terão a obrigatoriedade de fixar placas contra racismo e LGBTfobia, em locais de boa circulação e visibilidade”, diz um dos artigos do projeto de lei, que considera racismo e LGBTfobia o “ato resultante de discriminação ou preconceito por conta da raça, etnia, orientação sexual e identidade de gênero nos termos da Lei Federal nº 7.716, de 05 de janeiro de 1989 e das decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão 26 e no Mandado de Injunção 4733″….

Cabeleireira Ruddy Pinho morre no Rio de Janeiro.

Conhecida como “A Maravilhosa”, Ruddy fez o cabelo de muitas mulheres famosas Na madrugada desta quinta-feira (04/02), a cabeleireira Ruddy Pinho, 76 anos, famosa travesti que fez cabelos de muitas  famosas, como estrelas globais, entre elas, Susana Vieira e Marilia Pêra), morreu. A cauda da morte ainda não foi divulgada.  Ela deixa um filho adotivo, Ivan, de 43 anos, policial civil e uma neta, Maria Fernanda, de 8 anos. Ruddy, que era conhecida como “A Maravilhosa”,  em 2016, Ruddy  lançou uma biografia não-autorizada sobre Susana Vieira, sua cliente e grande amiga por 36 anos. De acordo com Ruddy, elas teriam brigado por causa de um megahair e nunca mais se falaram. Ruddy atuou em três filmes, entre eles “Navalha na carne”, de Neville de Almeida, ao lado de Vera Fischer. Seu último trabalho como atriz foi “Divinas Divas”, com Jane di Castro e Rogéria. Ela nasceu em Sabinópolis, no interior de Minas, e começou a trabalhar com cortes de cabelos aos 16 anos. Chegou ao Rio em 1965. Por Diário do Rio-5 de fevereiro de 2021