21 Orgulho LGBT+Bahia

0 22 ORGULHO LGBT+BA É CALENDARIZADO SEGUNDO DOMINGO DE SETEMBRO 2025! Agende-se para um compromisso com a Bahia para o mundo! A NOITE NO FAROL DA BARRA
Pornografia da Vingança

APornografia da Vingança e o Uso Responsável das Mídias Sociais pela Comunidade LGBT+ Salvador, Bahia, 30 de janeiro de 2024 – Do Grupo Gay da Bahia (GGB). Marcelo Cerqueira @marcelocerqueira.oficial O Grupo Gay da Bahia (GGB) reforça que as mídias sociais são uma realidade consolidada e contribuíram significativamente para a emancipação das pessoas LGBT+ em diversos aspectos. Essas plataformas possibilitam uma comunicação interativa que conecta indivíduos, permitindo o compartilhamento de experiências, diálogos e construção de redes de apoio. No entanto, com a ampliação dessa conectividade, surgem desafios, principalmente relacionados ao uso indevido de conteúdos íntimos e à invasão de privacidade. O GGB celebra as conquistas trazidas pelo universo digital, mas alerta para a importância do uso responsável das redes sociais. Tudo o que se publica está sujeito à crítica e à exposição pública, e o que antes era restrito a grupos pequenos agora pode alcançar uma audiência global. Nesse contexto, a invasão de privacidade se tornou uma prática frequente, especialmente na publicação de conteúdos íntimos sem consentimento, fenômeno conhecido como “pornografia da vingança”. O Perigo da Pornografia da Vingança Muitos casais optam por registrar seus momentos íntimos como parte de fantasias sexuais, prática comum e saudável. Contudo, o compartilhamento de fotos e vídeos íntimos tornou-se arriscado com os avanços da tecnologia e a ampla acessibilidade dos espaços virtuais. O material íntimo, uma vez armazenado em dispositivos móveis ou na nuvem, pode ser exposto de forma indevida, especialmente em situações de término de relacionamento, tornando-se uma ferramenta de retaliação. Casos de “pornografia da vingança” envolvem a divulgação não consensual de material íntimo, com o intuito de humilhar ou punir um ex-parceiro. Essa prática é considerada crime no Brasil, conforme o artigo 218-C do Código Penal, e pode resultar em penas severas, incluindo prisão. A prática também causa danos emocionais profundos às vítimas, muitas vezes levando a desfechos violentos. Nos últimos anos, o GGB registrou diversos casos de membros da comunidade LGBT+ que foram vítimas de pornografia da vingança, alguns com desfechos trágicos. Além de ser um crime, essa prática é uma grave violação dos direitos de privacidade, deixando as vítimas expostas ao constrangimento público e à violência. Cuidado com a Exposição nas Redes A disseminação rápida de conteúdo íntimo pelas redes sociais, especialmente em plataformas como WhatsApp e Telegram, facilita a viralização de materiais comprometedores. Muitas vezes, os responsáveis pelo vazamento usam perfis falsos (fakes), dificultando o rastreamento pelas autoridades, o que agrava o impacto do crime. Diante dessa realidade, o GGB faz um apelo à comunidade LGBT+ para que tenha um uso consciente e seguro das mídias sociais, evitando situações que possam comprometer sua privacidade e segurança. A seguir, apresentamos algumas dicas essenciais para proteger sua privacidade e evitar consequências prejudiciais. 10 Dicas de Segurança e Privacidade nas Mídias Sociais Conclusão A pornografia da vingança é uma prática cruel que destrói vidas, carreiras e relacionamentos. Proteger sua privacidade e a dos outros deve ser uma prioridade. As redes sociais oferecem um espaço valioso para conectar pessoas e construir comunidades, mas também podem ser perigosas quando usadas de maneira irresponsável. O GGB reforça a importância de adotar uma postura consciente e cuidadosa no uso das redes, garantindo um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos. A mensagem do GGB é clara: respeite a privacidade dos outros e proteja a sua. Não exponha sua intimidade ou a de terceiros, e lembre-se de que uma vez que um conteúdo é publicado, não há como reverter os danos causados. Em tempos de alta exposição online, cada atitude conta para promover uma convivência mais respeitosa e segura.
O Retrato Falado de Xica Manicongo
O Retrato Falado de Xica Manicongo /Por Prof. Dr. Luiz Mott Convite para ver a exposição O Retrato Falado de Xica Manicongo, uma homenagem a Xica Manicongo, reconhecida como a primeira pessoa trans registrada no Brasil, vítima da Inquisição Portuguesa. A exposição estará aberta ao público de 1 a 30 de setembro, na Escola de Belas Artes da UFBA, no bairro do Canela, em Salvador. Trata-se de uma reinterpretação artística que busca resgatar sua história e celebrar sua resistência em meio às opressões coloniais. Uma obra realizada tendo as características da época e do seu grupo étnico com orientação do professor Luiz Mott. Xica Manicongo, nascida no Reino do Congo, foi trazida para a Bahia como escravizada no final do século XVI. Acusada de “servir de mulher no pecado nefando” e de recusar-se a usar roupas masculinas, foi denunciada à Inquisição por Matias Moreira, um cristão-velho de Lisboa. A denúncia não se referia apenas à sua condição de cativa, mas também à sua expressão de gênero, considerada subversiva para a moral europeia. Xica utilizava um pano cingido, tradição comum entre os quimbanda do Congo e Angola, pessoas que desempenhavam papéis de gênero feminino ou eram vistas pelos europeus como “sodomitas”, termo pejorativo utilizado para descrever comportamentos e identidades divergentes das normas sexuais da época. Os quimbanda, no contexto cultural do Congo e de Angola, eram aceitos e respeitados, representando uma visão de gênero e sexualidade muito mais diversa do que a que prevalecia no Brasil colonial. Contudo, ao ser forçada a viver em uma sociedade dominada pela Igreja Católica e pela moral cristã, a expressão de identidade de Xica foi tratada com desprezo e violência. A Inquisição punia e buscava apagar as tradições culturais africanas que viam como ameaças à sua ordem social. A denúncia contra Xica, por se recusar a vestir roupas masculinas, revela as formas brutais de controle que o sistema colonial exercia sobre os corpos e identidades das pessoas escravizadas. Em 2010, a Associação de Travestis do Rio de Janeiro (ASTRA) rebatizou Francisco Manicongo com o nome social de Xica Manicongo, em uma tentativa de reabilitar e resgatar a memória dessa figura histórica. A partir desse reconhecimento, Xica se tornou um símbolo de resistência e luta para a comunidade trans brasileira. A exposição O Retrato Falado de Xica busca justamente trazer à tona essa história, antes esquecida e marginalizada, oferecendo uma reflexão sobre a violência histórica e o apagamento de identidades diversas no Brasil colonial. A reabilitação da história de Xica Manicongo nos leva a refletir sobre como as noções de raça, gênero e sexualidade foram utilizadas como ferramentas de opressão ao longo da história. Ao mesmo tempo, sua história é um lembrete de que, mesmo nas condições mais adversas, sempre houve resistência. Xica Manicongo representa essa resistência. Ao recusar as normas impostas, ela se afirmou como um símbolo de luta por liberdade e dignidade. A obra exposta apresente uma nova visão sobre a vida e o legado de Xica, oferecendo ao público a oportunidade de reimaginar essa figura histórica e reconhecer sua importância para a luta contemporânea por direitos trans e LGBT+. Integra a VIII Semana da Diversidade Cultural de Salvador, apoio Embasa. Data: de 1 a 30 de setembroLocal: Escola de Belas Artes da UFBA, Canela, SalvadorEntrada Gratuita Xica Manicongo: 1ª Travesti do Brasil, Luiz Mott
Dia das Crianças Trans

Foto/ grupo de crianças abertura da 27 Parada de São Paulo Vamos Celebrar o Dia das Crianças Trans: Inclusão, Respeito e Acolhimento MARCELO CERQUEIRA @marcelocerqueira.oficial O Dia das Crianças é um momento de celebração da infância, mas é importante que também reconheçamos a diversidade nas experiências de vida das crianças, especialmente as crianças trans. Elas existem, têm suas próprias trajetórias e precisam de compreensão e apoio para garantir seu bem-estar emocional, físico e psicológico. Identidade de Gênero nas Crianças Trans. A identidade de gênero é como uma pessoa se percebe e se identifica internamente, e para muitas crianças trans, essa percepção surge cedo. Infelizmente, por desconhecimento ou falta de aceitação, muitas vezes essa expressão é reprimida. Uma mãe relatou: “Ela nunca deu nenhum sinal, ou eu não percebia, porque nunca pensei na possibilidade de identidade de gênero”. Isso reflete o pensamento comum de muitos pais que confundem identidade de gênero com orientação sexual. Identidade de gênero e orientação sexual são questões diferentes. Enquanto a identidade de gênero diz respeito ao sentido interno de ser homem, mulher ou outro, a orientação sexual está ligada a quem a pessoa sente atração. Para crianças trans, o reconhecimento dessa identidade desde cedo é crucial para seu desenvolvimento saudável. Muitas crianças trans sabem que seu gênero não corresponde ao sexo que lhes foi atribuído ao nascer, ainda na primeira infância. No entanto, devido à pressão social e à falta de referências, muitas vezes não conseguem expressar essa identidade. O apoio da família e da comunidade é fundamental para que essas crianças possam se sentir seguras e aceitas em seus ambientes de vida e circulação. Uma mãe explicou: “Desde cedo, ele já dava traços de feminilidade, mas foi só depois de 14 anos que compreendemos sua identidade”. Famílias precisam estar abertas ao diálogo e buscar informações para criar um ambiente acolhedor. É muito importante o apoio familiar e social o bem-estar das crianças trans. Estudos revelam que crianças que recebem aceitação em casa têm melhor saúde mental, menor risco de depressão e suicídio. Pais que respeitam a identidade de seus filhos ajudam a promover o desenvolvimento emocional saudável e a autoestima, condição vital um crescimento saudável. Lamentavelmente, a Justiça só autoriza a retificação de nome e gênero após 18 anos, mesmo com autorização dos pais e laudo psicológico, na Bahia autoriza a mudança de nome, situação problema. Além das famílias, a sociedade tem um papel importante. A educação sobre diversidade de gênero deve começar cedo, tanto em casa quanto nas escolas. Professores e profissionais de saúde precisam ser treinados para lidar com a diversidade de gênero de maneira inclusiva. Nesse Dia Das Crianças é preciso lembrar de todas as infâncias. Serviços Públicos em Salvador Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais – Multicentro Carlos Gomes/SMS Endereço: Avenida Carlos Gomes, nº 270, Centro, Salvador – BA. Telefone: (71) 3202-1340 O Multicentro oferece acompanhamento multiprofissional para pessoas trans, incluindo atendimento médico, psicológico e de assistência social. Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (Bahiana) Endereço do Campus Cabula: Av. Silveira Martins, 3386, Cabula, Salvador – BA. Telefone: (71) 3276-8200 Site: www.bahiana.edu.br A Bahiana oferece cursos de graduação em Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia, Biomedicina, Odontologia e outros na área de saúde. É uma instituição reconhecida pela qualidade do ensino e pela formação de profissionais na área médica. Clínica Especializada em Doenças Infecciosas (CEDAP) SESAB Endereço: Rua Comendador José Alves Ferreira, 240, Garcia, Salvador – BA. Telefone: (71) 3116-0500 O CEDAP oferece atendimento especializado para a população LGBTQIA+, incluindo saúde sexual e reprodutiva. . Ambulatório Magalhães Neto – HUPES/UFBA Endereço: Rua Augusto Viana, s/nº, Canela, Salvador – BA. Telefone: (71) 3283-8000 Horário de Funcionamento: Geralmente, de segunda a sexta-feira, durante o horário comercial. O Ambulatório Professor Magalhães Neto oferece atendimentos ambulatoriais em várias especialidades médicas e está vinculado ao Hospital Universitário Professor Edgard Santos, funcionando como um espaço de atendimento e ensino para os alunos da UFBA, além de atender a população em geral.
GGB Divulga Nota de Repúdio Contra ALBA

O Grupo Gay da Bahia acredita que se estivéssemos no século 19, Silas Malafaia certamente estaria do lado opressor, alinhado com os interesses coloniais portugueses, e não ao lado do povo que lutou bravamente pela independência da Bahia e do Brasil. É incoerente e vergonhoso que a Assembleia Legislativa da Bahia tenha concedido a Medalha 2 de Julho ao pastor Silas Malafaia, uma figura que se orgulha publicamente de sua homofobia. Nos perguntamos em que mundo vivem os deputados baianos que aprovaram essa aberração. Será que eles compartilham dos mesmos valores distorcidos de Malafaia? A letra do Hino ao 2 de julho afirma com clareza: “que com tiranos não combinam brasileiros corações”, no entanto, essa honraria tão importante, que celebra o movimento popular baiano que expulsou o colonizador português, foi desrespeitada por essa condecoração. A proposta, feita pelo Deputado Samuel Jr. (Republicanos), é um atentado à história e à honra da Bahia. O mais escandaloso é a justificativa apresentada, exaltando os “relevantes serviços prestados à sociedade” por alguém que defende a heteronormatividade de maneira preconceituosa, mascarando a verdadeira natureza das ações de Malafaia. Ele é condecorado pela sua homofobia, em um país onde a homofobia é crime. É inadmissível que, em uma Assembleia Legislativa de um estado tão plural e diverso como a Bahia, apenas dois deputados estaduais – Hilton Coelho (PSOL) e Fabiola Mansur (PSB) – tenham se posicionado contra essa farsa. Além disso, é fundamental destacar que Malafaia não apenas professa uma ideologia de ódio, mas tem utilizado sua influência para incitar a população contra as instituições democráticas, como ficou evidente nos atentados de 8 de janeiro. Malafaia tem sido um dos principais articuladores da narrativa que deslegitima a democracia, estimulando o desrespeito à Justiça, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, elementos essenciais para a manutenção da ordem constitucional. Ao manipular a fé e promover o ódio, Malafaia ataca a diversidade e os valores democráticos que sustentam nosso país, tentando impor uma agenda autoritária que fere os direitos fundamentais garantidos pela Constituição. Condecorá-lo é desprezar a luta por igualdade, liberdade e respeito às diferenças. O Grupo Gay da Bahia, em defesa dos direitos humanos e da dignidade de todas as pessoas, repudia veementemente essa decisão e exige respeito à história da Bahia e à luta da população LGBT+. Salvador, 19 de setembro de 2024Grupo Gay da Bahia (GGB)
Orgulho na Barra: Uma Nova Era Começou

Marcelo Cerqueira @marcelocerqueira.oficioal Uma das grandes mudanças observadas com o tempo foi a resposta e a interação da população LGBT+ com a realização do 21º Orgulho LGBT+ em uma das áreas mais nobres de Salvador, a Barra, a capital do Orgulho. Os moradores dessa região já estão acostumados com a presença LGBT+, e os frequentadores da comunidade adoram o bairro. A Praia do Porto, por exemplo, é um ponto tradicionalmente ocupado pelos LGBT+ há mais de cinquenta anos. Isso se reflete também na vida noturna, com a famosa Off Club, que fez a Rua Dias D’Ávila ser carinhosamente apelidada pela população de “Beco da Off”, nome que já está enraizado na cultura local. Para reforçar ainda mais essa presença, o Carnaval também tem desempenhado um papel fundamental na integração da comunidade com a região. A mudança do evento para a Barra não representou nenhum problema para os moradores, e, na verdade, trouxe soluções para a própria comunidade LGBT+. Vários problemas que afetavam negativamente o evento quando realizado no Centro foram resolvidos, e a cada ano a presença de participantes mais engajados tem aumentado. Um casal gay que havia deixado de participar do evento por anos, por exemplo, estava radiante de alegria, especialmente pela sensação de segurança que a nova localização proporcionou. Muitos destacaram que a dinâmica e o fluxo dos participantes na Orla eram visivelmente diferentes de quando o evento acontecia no Centro. A realização do Orgulho na Barra reforçou valores essenciais entre os participantes, como amizade, gentileza e empatia. A alegria dos grupos de amigos se reencontrando, os abraços longos e emocionados eram reflexos desse novo e acolhedor clima. Um momento marcante foi ver um homem gay com mais de 60 anos, discretamente emocionado, chorando durante um show no palco da diversidade. Era impossível não se sentir tocado ao ver gerações da nossa comunidade reunidas para celebrar o Orgulho. Também era incrível ver tantas pessoas caracterizadas, as chamadas “montadas”, exibindo toda a sua beleza e estilo. A presença dos simpatizantes culturais, aqueles que nos apoiam com afeto, mesmo de maneira mais reservada, também foi notável. Esses aliados são fundamentais para fortalecer nossa causa, e foi emocionante ver que eles estavam lá, participando ativamente do evento. A Parada na Barra trouxe uma nova “fotografia humana”, que se manifestou de maneiras deslumbrantes, ganhando o mundo. A geografia da Barra, mais aberta e acolhedora, proporcionou um ambiente leve, onde as pessoas podiam sentar no gramado, deitar e até trazer seus cães – algo que seria impensável nas ruas do Centro. O gramado do Cristo parecia um grande piquenique, com todos aproveitando o momento. Ao pé do Cristo, uma das áreas mais icônicas da cidade, vi pessoas de todos os tipos – algumas sentadas, outras deitadas na grama, muitas em grupos, conversando e celebrando juntas. A atmosfera de convivência e harmonia era algo que eu nunca havia presenciado antes. Ali, a democracia LGBT+ estava em plena ação, com pessoas de diferentes idades, estilos e identidades se misturando naturalmente, em respeito e celebração. Entre tantos momentos de alegria e orgulho, algo que se destacou foi o retorno dos gays com corpos esculpidos nas academias da cidade. Na Barra, eles apareceram em grupos, exibindo seus corpos “body beautiful” sem camisa e sem vergonha de se mostrar como parte do evento. Era inspirador ver tantos jovens, idosos, trans, solteiros e casais celebrando juntos. Isso mostra como o evento evoluiu, tornando-se um espaço de acolhimento e celebração para todos, independentemente da identidade de gênero ou orientação sexual. Além de toda essa experiência presencial, o impacto digital também foi impressionante. O Instagram do GGB não parava de receber marcações. As pessoas estavam registrando cada momento e compartilhando nas redes sociais, criando uma mobilização digital que ampliou o alcance do evento. As fotos, vídeos e histórias compartilhadas mostravam a felicidade e o orgulho de estar presente, e a interação constante com a comunidade online só reforçou a importância e relevância do Orgulho LGBT+ na Barra. Agradecer ao apoio da Prefeitura de Salvador, Dow Quimica, Embasa e Governo da Bahia. AmaBarra, PM, IPHAN, Bombeiros Militares, Polícicia Civil, SEMUR, Transalvador, SEDUR, SEMOP, SMS, SALTUR, CLE, Estação da Lapa, Ufba, Escola de Belas Artes, Uranos, Conselho de Psicologia, SETUR, SETRE, SJDH, SECULT/BA, SESAB, Correio da Bahia e todos que acreditaram e apoiaram.
Cuidado

O Campo Temático da Saúde LGBT da Secretaria Municipal de Saúde, prefeitura de Salvador instalou, na Rua Almirante M. de Lão, uma estrutura completa para atender grandes eventos, oferecendo um cardápio de serviços destinados a possíveis ocorrências de saúde. Mesmo após o término do Orgulho, o equipamento provisório continuou funcionando até as 6h.
Shows
No Palco da Diversidade passaram vinte artistas tranformistas mostrando a sua arte. A VIII Semana da Diversidade Cultural de Salvador e 21º Orgulho LGBT+ Bahia conta com patrocínio do Governo da Bahia, Prefeitura de Salvador, Dow Química, Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil e Embasa – Empresa Baiana de Água e Saneamento. Realização do Grupo Gay da Bahia (GGB) e Grupo Quimbanda Dudu.
21º Orgulho LGBT+ Bahia na Barra

Novo Circuito e Emoção Marcam o 21º Orgulho LGBT+ Bahia na Barra Neste domingo, 8 de setembro, Salvador viveu um dia inesquecível com o 21º Orgulho LGBT+ Bahia, que, pela primeira vez, percorreu o circuito Barra/Ondina, trazendo inovação e renovação ao evento. A multidão que tomou as ruas elebrou a diversidade e reafirmou seu compromisso com a luta por direitos da comunidade LGBTQIA+. O desfile foi marcado pela grandiosidade da bandeira LGBT+ de 60 metros e sete cores, que coloriu o novo circuito, emocionando todos os presentes. A escolha do circuito Dodô, tradicionalmente associado ao Carnaval, foi uma das grandes novidades deste ano, proporcionando um cenário deslumbrante para o evento. Com a orla da Barra ao fundo, a multidão seguiu com alegria e reivindicação por igualdade, transformando as ruas em um palco de celebração e ativismo. O GGB inseriu o branco da paz na bandeira, simbolizando a não violência. O 21º Orgulho LGBT+ Bahia foi considerado marco histórico para a comunidade. A adesão ao evento superou todas as expectativas, com centenoas e pessoas ocupando o novo circuito Barra/Ondina para celebrar a diversidade. A presença massiva da comunidade LGBT+ e aliados que fortaleceu ainda mais a luta por respeito e dignidade. O Grupo Gay da Bahia comemora o resultado positivo “Quero destacar e parabenizar as ações de segurança que foram implementadas de maneira exemplar. Tivemos um evento tranquilo, com zero ocorrências registradas, o que demonstra o compromisso das Forças de Segurança e o cuidado de todos os envolvidos” disse Marcelo Cerqueira, presidente do GGB e seguiu “O trabalho das Forças de Segurança, somado às equipes de saúde, órgãos da prefeitura no dia garantiu que pudéssemos viver esse momento de forma segura, livre e vibrante” conclui. Luiz Mott decano do movimento LGBT+ “Recebemos muitos elogios pela realização da Parada que sem dúvida já é parte da História da Bahia. Esse orgulho nos pertence e fortalece para continuarmos resistindo e promovendo justiça e corrigindo erros, a presença dos LGBT foi emocioante” conclui. A segurança e saúde do público foram tratadas com a máxima atenção, com equipes dedicadas e prontas para garantir que o evento fosse acessível e seguro para todos. Postos de saúde e ambulâncias ficaram estrategicamente posicionados ao longo do circuito, e a presença da polícia militar garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila. O 21º Orgulho LGBT+ Bahia contou com atrações musicais de grande destaque, que fizeram o público vibrar e dançar ao som de hits nacionais e internacionais. As performances de artistas LGBT+ locais também foram um ponto alto, reforçando a importância de dar voz e visibilidade a essas pessoas dentro de sua própria comunidade. O novo circuito, que integra o calendário cultural de Salvador, foi amplamente elogiado pela sua capacidade de proporcionar uma experiência ainda mais emocionante, além de dar mais visibilidade à causa LGBT+. O evento destacou-se pela organização e pela participação ativa da sociedade, reafirmando que a luta por respeito e igualdade continua viva e cada vez mais forte. O 21º Orgulho LGBT+ Bahia ofereceu atendimento especializado, além de realizar testagens com diagnóstico precoce para HIV e sífilis. Foram realizadas também ações para prevenção, como distribuição de preservativos internos e externos, gel lubrificante e duchas higiênicas descartáveis. O evento promoveu ações educativas voltadas a temas como o uso do nome social, prevenção combinada ao HIV e outras ISTs, além do combate à LGBTfobia. A VIII Semana da Diversidade Cultural de Salvador e 21º Orgulho LGBT+ Bahia conta com patrocínio do Governo da Bahia, Prefeitura de Salvador, Dow Química, Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil e Embasa – Empresa Baiana de Água e Saneamento. Realização do Grupo Gay da Bahia (GGB) e Grupo Quimbanda Dudu.
Orgulho em Movimento

O dia do 21º Orgulho LGBT da Bahia está chegando, e a Uber acredita que todas as pessoas têm o direito de se mover livremente, com mais segurança e sem medo. Por isso, como empresa signatária do Selo da Diversidade LGBT+ promovido pelo Governo Estadual, vamos disponibilizar desconto de 10%* para as viagens com destino à Parada LGBT+ da Bahia, que contará com um desfile de trios elétricos e shows no Farol da Barra.O evento, que celebra a visibilidade LGBTQIAP+, pretende reunir milhares de pessoas em um ato de afirmação e luta por direitos. A parada do 21º Orgulho LGBT da Bahia será no dia 08/09/2024, próximo domingo, das 15 hrs às 21h30 no Farol da Barra! Vai no orgulho? Vai na boa, vá de Uber! Como usar? • Na tela de início, clique no ícone da conta;• Entre na seção “Pagamento”;• Dentro da carteira, desça até encontrar “Promoções”;• Clique em “Adicionar o código promocional”;• Ao abrir a tela digite o código: ORGULHOEMMOVIMENTO;• Clique em “Adicionar”;• Pronto, já pode pedir sua viagem! Desconto de 10% limitado a R$10 reais para viagens com destino a 21º parada do Orgulho LGBT da Bahia. O desconto é válido das 15h às 21h30 do dia 08 de Setembro de 2024 limitado a 2000 usos. Este cupom é intransferível e a Uber reserva-se o direito de cancelar, suspender ou alterar qualquer aspecto a qualquer momento.