Últimas Notícias

60+

Esse é o Portal do Grupo Gay da Bahia

HOMOFOBIA MATA DIARIAMENTE

Mapa de direitos LGBT e dados sobre violência mostram divisões e contradições no Mundo. Dados sobre legislação e violência relacionada à comunidade LGBT mostram que o Dia Internacional Contra a Homofobia, celebrado na quarta-feira, 17 de maio, ainda tem muito contra o que lutar. No mundo, pelo menos 72 países, estados independentes ou regiões criminalizam a homossexualidade. Segundo o levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia, 347 LGBTs foram mortos por causas violentas no Brasil em 2016. A pesquisa foi feita de forma hemerográfica, ou seja, com base em notícias publicadas em veículos de imprensa. Os dados da entidade já foram usados como referência para elaboração do Relatório de Violência Homofóbica no Brasil, da Secretaria de Direitos Humanos, em 2013 e trazem informações como a idade das vítimas. No gráfico abaixo é possível observar que o maior número de mortes ocorre na faixa dos 21 a 30 anos. http://blogs.oglobo.globo.com/na-base-dos-dados/post/mapa-de-direitos-lgbt-e-dados-sobre-violencia-mostram-divisoes-e-contradicoes.html?loginPiano=true

GGB ganha Prêmio República de Valorização do Ministério Público Federal Salvador, Bahia, sexta-feira, 28 de abril de 2017 – Do GGB – O Grupo Gay da Bahia (GGB) é um dos finalistas na categoria Responsabilidade Social da V Edição do Prêmio República de Valorização do Ministério Público Federal, instituído há quatro anos pela Associação Nacional dos Procuradores da República no Distrito Federal. A relação dos finalistas foi divulgada na última quarta-feira, 25 em Brasília. A iniciativa institucional premiada foi o site HOMOFOBIA MATA https://homofobiamata.wordpress.com/ que representa único banco de dados de crimes letais  com motivação na orientação sexual ou identidade de gênero da vítima. O site existe desde 2009, servindo de fonte para alimentar órgãos governamentais, a imprensa nacional e internacional com dados estatísticos e tabelas, cobrindo todos os estados brasileiros, com especificação demográfica das vítimas e as causas mortis. Nesse último  dia 26, o programa Profissão Repórter  da Rede Globo de Televisão, utilizou esses dados para chegar à conclusão de que o Brasil é o pais que mais mata LGBT no mundo: 40% dos assassinatos ocorrem em nosso país, um “homotranscídio” por dia. O programa mostrou o calvário da travesti Dandara no ceará. No inicio do mês de março, Dandara aparece recebendo diversos tapas e chutes, cacetadas por um grupo de homens naquele Estado, depois eles carregam Dandara em um carro de mão, jogam em um terreno baldio e disparam tiros de pistola contra ela que morre. Este caso pela brutalidade chocou toda a sociedade Cearense, e Brasileira. O site atualmente é hospedado gratuitamente na plataforma do WordPress e monitorado por três voluntários. O GGB comemora o resultado da seleção :“ Não é toda hora que se ganha prêmio, ainda mais de uma entidade tão séria como a Associação Nacional dos Procuradores da República” comemora Marcelo Cerqueira, presidente da entidade, informando também que decidiu escrever a iniciativa para especialmente iniciar um debate com o Sistema de Justiça Brasileiro. Cerqueira pretende ampliar a questão do debate sobre a criminalização da homofobia e iniciar uma cultura da importância do entendimento do Delegado de Polícia, o Promotor Público e Juiz que crimes contra LGBT são crimes motivados pelo ódio e aplicação da Lei deve ser urgente, mesmo que para isso seja necessário aplicação de penas alternativas. ” A sociedade não pode conviver com a sensação de impunidade, em relação aplicação justa da Lei, nesses caso”, defende Cerqueira. A entrega do Prêmio acontece na primeira quinzena de maio, em Belo Horizonte, reunindo todos os demais premiados. O site HOMOFOBIA MATA é coordenado pelo antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB em 1980, e por seu criador e pesquisador, Eduardo Michels, membro honorário do Grupo. Como valor do prêmio, 5 mil reais, O GGB pretende investir para melhorar a plataforma web e dar mais capilaridade a iniciativa nacionalmente. Regsitrou mais de  1.386.807.00 visualizações de todo o mundo, 121 países,: os Estados Unidos aparece em primeiro lugar, seguido de Portugal, Reino Unido, Itália e Alemanha. Ucrania, Lituânia, Kwait, Tailândia, predominando visitantes brasileiros. A nova versão do site vai receber conteúdos informativos com endereços, telefones, e-mail de  dirigentes dos órgãos públicos nacionais que compõem o Sistema de Justiça, extensivo ao movimento social de direitos humanos nas principais capitais. https://homofobiamata.wordpress.com/

Casal de idosos denuncia agressão homofóbica Flavio Micelli e Eduardo Michels relataram ter sido agredidos verbal e fisicamente por vizinhos ao sair de casa, na Tijuca

Salvador, Bahia, 27 de abril de 2017 – Do Dia, Rio de Janeiro. Rio – Dois homens idosos foram vítimas de agressão homofóbica na tarde do feriado de Tiradentes, na última sexta-feira. Flavio Micelli, 60, e Eduardo Michels, 62, foram atacados por vizinhos ao sair de casa, na Tijuca, Zona Norte do Rio. Segundo as vítimas, as agressões foram praticadas por cerca de 20 homens, que estavam em uma festa organizada por vizinhos na vila onde Eduardo morava. Flavio relatou ter sido jogado no chão e golpeado repetidamente com chutes na cabeça e na genitália, enquanto os homens gritavam frases como “vai dar o c… em outro lugar”, “toma esse chute no saco, porque você não vai mais usar” e “aqui não é lugar de viado”, além de ameaças de morte. Um outro vizinho teria segurado Eduardo pelo pescoço e pelo braço contra a parede. O casal contou ter ouvido ameaças poucas horas antes das agressões. Ao colocar um som alto para a festa, um dos vizinhos teria gritado “não tem problema, já estou com o pau aqui, hoje eu pego eles”. Flavio e Eduardo já vinham sendo hostilizados por pessoas da vizinhança, que jogavam urina, cigarros e lixo nas proximidades da residência. “Saímos de lá por medo de sofrer uma violência, mas eles vieram imediatamente para cima da gente. Só não morremos porque um grupo de mulheres conseguiram separar a briga e levar a gente de volta para casa, de onde chamamos a polícia”, disse Eduardo. “De pesquisador, virei estatística”, completou ele, que há 37 anos produz relatórios acerca de mortes na comunidade LGBT para a ONG Grupo Gay da Bahia. O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) divulgou o caso em suas mídias sociais e criticou a atuação da polícia no caso. Segundo ele, a denúncia só foi prontamente atendida quando os suspeitos acionaram os policiais e disseram ter sido atacados por Eduardo e Flavio: “(As vítimas) viram-se de frente mais uma vez com pouco caso, desdém, hesitação em registrar a queixa… Mais homofobia”, escreveu o deputado, que ofereceu apoio jurídico ao casal. Ao DIA, ele disse ainda que quer chamar a atenção para a homofobia institucional: “Essa discriminação impede que as vítimas denunciem, já que serão mal-tratadas, e encorajam futuros agressores a prosseguirem com os crimes”. As vítimas concordaram com a avaliação do deputado: “Os policiais cumprimentaram os agressores e nem olharam na nossa cara”, declarou Eduardo. Ainda segundo ele, os problemas continuaram ao fazer o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal: “Mal nos avaliaram. Flavio está com o corpo todo machucado, mas não deixaram nem ele tirar a camisa para mostrar”, contou. O caso foi registrado na 20ª DP (Vila Isabel). Eduardo e Flavio tentaram entrar em casa na última segunda-feira para buscar seus pertences e alimentar os peixes do aquário, mas foram impedidos pelo zelador: “Entrei em contato com a imobiliária e eles se recusaram a resolver. Consegui entrar rapidamente na casa para buscar meus documentos, mas haviam trocado a fechadura do portão e para conseguir sair precisei acionar mais uma vez a polícia, que arrombou o portão”, disse Eduardo. Ao tentar resolver o problema com a imobiliária, ele disse ter sido ameaçado de ser despejado: “A imobiliária foi omissa. Como vão me despejar? O aluguel está em dia, quem vai cancelar o contrato sou eu. Meu companheiro chorou ao ouvir isso”. Agora o casal está requisitando uma medida cautelar para entrar no imóvel com escolta policial e retirar seus pertences. Por causa do feriado, o pedido só deverá ser deferido na semana que vem, quando a imobiliária será notificada. Procurada, a Imobiliária Zirtaeb não foi encontrada para comentar o assunto até o fechamento desta reportagem. Eduardo e Flavio, que estão juntos há 20 anos, disseram estar traumatizados com o ocorrido: “Desde que me mudei os vizinhos torceram o nariz para nós porque somos gays e idosos. Mas isso foi o estopim do ódio, uma tentativa de homicídio. Pessoas normais não se juntam para tentar matar um vizinho”, lamentaram. Jean Wyllys há 4 horas Nós fomos agredidos outra vez! Fizeram mais uma vítima de violência motivada por homofobia! Na última sexta-feira, feriado de Tiradentes, Eduardo Michels e o seu companheiro Flavio Micelli foram linchados pelos vizinhos sob os gritos de “aqui não é lugar de veado”, “tome esse chute aqui no saco, porque você não vai usar ele”. Dois senhores de 62 e 60 anos, respectivamente. …Ver mais 941 396

Polícia carioca liberta gay de cárcere privado na Tijuca, Rio de Janeiro.

Salvador, Bahia, 25 de abril 2017 – Do GGB . O carioca aposentado Eduardo Michels, 6o anos, viveu dias de medo e nas ultimas 72h passou por momentos de pânico, tortura psicológica sozinho no apartamento, alugado há mais de três anos na Barão de Mesquita, 732, apartamento 101, bairro da Tijuca no Rio de Janeiro. Ele só conseguiu reverter a situação graças a utilização de um aparelho de celular que fez contato com o Grupo Gay da Bahia (GGB) por volta das 15h de ontem, 24, pedindo ajuda e preocupado com seu companheiro,  Flavio Micelli, 60 anos, morador no mesmo  bairro, conduzido a força por vizinhos de Eduardo, até a 20ª Delegacia de Polícia da Tijuca, obrigando-o assinar Boletim de Ocorrência, responsabilizando-se por ter supostamente agredido um morador, fato que ambos negam, situação improvável considerando o tipo físico do casal de gays ambos da terceira idade. Era por volta das 18h quando Eduardo enviou outra mensagem ao celular do presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, demonstrando-se muito aflito e dizia que estava preso dentro de casa, sem condições de sair. “SE eu não sair, eu sinto que eu vou morrer esta noite, me ajude”, disse por mensagem de áudio. O GGB fez contato com o ativista Carlos Tufvesson participando a situação e pedindo ajuda. Carlos, participou o caso as autoridades policiais cariocas solicitando que enviassem uma viatura ao local para averiguar a situação. O presidente do GGB ainda fez contato com a 20ª DP da Tijuca, na tentativa de falar com a delegada titular de Barbara, sem sucesso, sendo atendido apenas por telefone com o Inspetor de prenome Júnior, por volta das 17h. O mesmo orientou ligar para o 6ª Batalhão, que a Delegacia não podia fazer nada. Diante do tempo que passava o presidente do GGB resolveu lançar um dramático pedido de ajuda através de sua página no Facebook, e uma corrente de solidariedade começou a ser desenhada. “Eu estava exausto, mas quando eu vi as pessoas se mobilizando, fazendo contatos com outras, oferecendo ajuda, fiquei emocionado demais e percebi que tudo iria dar certo,” disse Cerqueira, que acordou por volta das 0:54hs e graças a uma ação em cadeia de solidariedade tudo já estava resolvido. Um recado muito animador veio da ativista Denise Taynah Leite servidora da Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres, que atende na Superintendência de Direitos, individuais, coletivos e difusos. “Tentei falar com o seu Eduardo, por várias vezes, sem sucesso, mas na segunda mensagem ela revelou que já havia falado com ele e estava tudo sob controle” disse ao tempo que informou ter uma viatura da Polícia Militar carioca se dirigindo ao local. De acordo com Denise Taynah a vítima havia sido resgatada por volta das 0h20min de segunda para terça-feira, 25, por uma viatura da PM a sub-tenente que não teve o nome revelado, quebrou todos os lacres que os agressores haviam colocado na porta pelo lado de fora e tirou a vítima do local levando consigo poucos pertences pessoais e documentação básica.  Denise revela que os vizinhos agressores quebraram o interfone do apartamento e colocaram um aviso informando que estava com defeito, desligaram a luz do apartamento da vítima para que ele não se comunicasse com ninguém denunciando as ameaças, ainda trocaram a fechadura de um portão de acesso principal para que ele não saísse. Uma viatura de polícia vai garantir a segurança da vítima durante a mudança. A situação teve origem devido ao mesmo ter constantemente reclamado de som mecânico de alguns vizinhos muito alto em horários inoportunos, isso teria gerado a ira dos moradores contra o gay. Os culpados deverão responder por cárcere privado e danos morais. A convite o casal de gays estiveram na manhã dessa terça-feira, 25, ás 10h na sede da SUPERDir, onde relataram para o Coordenador Fabiano Abreu, todo o ocorrido. Foram, hoje mesmo, encaminhados através de ofício para o NUDIVESIS – Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos e Diversidade Sexual, órgão da Defensoria Pública Geral do Estado do Rio de Janeiro, com a qual a SUPERDir mantém um Termo de Cooperação Técnica, para as devidas providências cabíveis. O deputado Jean Wyllys também está acompanhado o caso de perto dando suporte a vitima de homofobia praticada pelos vizinhos. O caso tomou grande proporção nas mídias sociais. “Qualquer um de nós está sujeito a passar por momentos como este” disse o ativista Ricardo Rocha Aguieras de São Paulo, que manifestou-se por meio de sua página no Facebook no dia de hoje. “Eu liguei, e o caso já estava se resolvendo, felizmente” disse. GGB vai disponibilizar redes de acolhimento em todo o Brasil Disponibilizar informações contendo endereços, telefones, e-mails de órgãos públicos e entidades da sociedade civil, fóruns conselhos e pessoas de contato em todo o Brasil para serem comunicadas exclusivamente em situações como esta que ocorreu com o desing gráfico Eduardo Micaels,62 anos, é a meta do Grupo Gay da Bahia para esse ano. Todo o conteúdo de informações que as pessoas poderão ter acesso em situações de violência será disponível na plataforma “Homofobia Mata” site mantido pelo Grupo Gay da Bahia, que divulga as estatísticas de crimes envolvendo LGBT em todo o Brasil. “A distância onde o fato estava acontecendo, a sensação de revolta, a necessidade de fazer algo real, foi um grande drama vivido por nós também, mas graças a redes sociais, tivemos existo” declarou Marcelo Cerqueira informando ainda a necessidade de criar uma rede online com todos esses endereços para que a pessoa em uma situação similar possa pedir ajuda. O site “Quem a homofobia matou hoje, ou homofobia mata” é uma publicação do Grupo Gay da Bahia, atualizado pelo desing gráfico Eduardo Micaels diariamente. O site foi uma ideia criada por ele e pelo presidente de honra do GGB, professor Luiz Mott. O site é a principal referencia em estatísticas de crimes LGBT no Brasil. As redes de apoio e promoção dos Sistema Justiça e Assistência Social devem contemplar as capitais brasileiras. Considerando o tamanho da pesquisa, a entidade solicita voluntários

Luciana Gimenez e C&A estão entre ‘vencedores’ do Oscar Gay 2017

‘Inimigos’ dos LGBT receberam o Troféu Pau de Sebo do Grupo Gay da Bahia RIO – O Grupo Gay da Bahia (GGB), em uma tradição que já dura 26 anos, escolheu para 2017 os vencedores do Oscar Gay. Entre as mais de 20 personalidades, instituições e organizações que foram premiadas pelo Troféu Triângulo Rosa — uma referência ao símbolo que marcava os homossexuais durante o regime nazista —, estão a apresentadora Luciana Gimenez, que pediu respeito aos transsexuais; a lutadora de MMA Amanda Nunes, que se declarou lésbica publicamente; e o ambulante Luiz Carlos Ruas, espancado e morto no metrô de São Paulo após defender travestis.  Leia mais sobre esse assunto em oglobo

Tia Má com a Língua Solta. Espetáculo de Stand Up satiriza situações cotidianas e aborda o racismo, o machismo e relações amorosas utilizando o humor como ferramenta para reflexão.

  Tia Má com a Língua Solta será o primeiro stand up brasileiro apresentado por uma mulher negra. Tia Má foi convidada pelo Grupo Gay da Bahia para ser madrinha da 16 Parada LGBT da Bahia que ocorre em Salvador no dia 10 de setembro. A entidade recebeu da produção 10 convites para o espetáculo e vai doar para os fãs. As 10 primeiras mensagens que chegarem por ordem no celular 71 999894748 receberão o ingresso gratuitamente.  Salvador, Bahia, sexta-feira, 17 de março de 2017, ás 21h50. Por GGB. Considerada um fenômeno na internet, a jornalista Maíra Azevedo, mais conhecida como Tia Má, resolveu se aventurar pelos palcos e apresentar um espetáculo de stand up em Salvador. Com direção de Elísio Lopes Júnior (Ivete Sangalo ao vivo em Trancoso, Sete Conto, Programa Espelho) e co – direção de Ricardo Fagundes (professor da Escola de Teatro da Universidade Federal do Oeste da Bahia, A Bofetada ), o show, que terá apresentação única no Teatro Jorge Amado, no dia 25 de março, às 20h, busca levar o público a refletir sobre as diversas formas de preconceito. “A nossa proposta é utilizar o humor como ferramenta de reflexão. As pessoas podem sim dar risada e ao mesmo tempo reavaliarem suas posturas. Chega de fazer piada com quem é historicamente oprimido, vamos rir do absurdo que ainda é discriminar e de como existem soluções simples para coisas que acreditamos que são complicadas”, explica Maíra Azevedo, que também é integrante do time de parceiros do programa Encontro com Fátima Bernardes na rede Globo. Para o diretor do espetáculo, Elísio Lopes Jr, será também a chance de fazer e uma leitura sobre as transformações da mulher na sociedade. Das ditas ‘Amélias’ as tias Más de hoje em dia, que se viram nos trinta para dar conta de todas exigências. “Tia Má é uma persona familiar. Parece com minha mãe, minhas tias. Tem o humor, a franqueza e a força de mulheres que lideram suas famílias. Levar esse trabalho ao palco é rir de quem somos, com respeito e amor”, explica Elísio. Sobre Maíra Azevedo e Tia Má Maíra é jornalista, formada e diplomada há 12 anos. Em 2014, recebeu o prêmio de jornalismo Abdias do Nascimento, pelo caderno Especial da Consciência Negra. Em 2015, foi eleita uma das 25 negras mais influentes da internet. Em vídeos curtos, de dois a três minutos em média, ela trata de assuntos do cotidiano, como relacionamentos, trabalho,sexo, auto estima, empoderamento feminino e mecanismos de defesa contra todas as formas de discrminação. De dentro do seu carro e com um humor incomparável, Tia Má aconselha seus “sobrinhos” (apelido dado ao público) a, por exemplo, não mexer no celular do parceiro, pagar suas dívidas, parar de querer educar o filho dos outros e aceitar a diversidade. A personalidade tem ganhado grande repercussão nas redes sociais. Sua página no facebook tem mais de 165 mil seguidores, mas alguns vídeos tem mais de dois milhões de visualizações. O canal no youtube tem 52 mil inscritos, mas os acessos ultrapassam 3 milhões de pessoas. A conta do instagram tem 50 mil seguidores. Mas muitos vídeos se tornaram virais e são distribuídos pelo aplicativo de mensagem whats up e dessa forma não é mais possível ser quantificado. Atualmente, Maíra Azevedo, a tia Má, faz parte do time de parceiros do programa Encontro com Fátima Bernardes, na rede globo. É a única baiana a fazer parte da equipe. E esse ano já fechou com dois outros programas na Tv Cabo. No Multishow participa da nova temporada do Caminhos da Felicidade, onde comenta sobre o comportamento humano. Já no LifeTime fará participações no Império da Beleza, dando dicas sobre auto estima, feminismo e mecanismos de combate ao racismo e ao machismo. Serviço: TIA MÁ COM A LÍNGUA SOLTA! (Turnê 2017) Crônicas, histórias e muito humor! Com a jornalista Maíra Azevedo Sessão única em Salvador! Quando: 25 de março, sábado, às 20h Onde: Teatro Jorge Amado Ingresso:R$50,meia: R$25, Direção: Elisio Lopes Jr Co-direção:Ricardo Fagundes Produção: Carambola Produções Ingressos a venda no site: www.compreingressos.com ou na bilheteria do Teatro

GGB escolhe Jornalista Maíra Azevedo, criadora da Tia Má madrinha da 16ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia e da VI Semana da Diversidade. Salvador, Bahia, 15 de março de 2017. Do GGB O Grupo Gay da Bahia (GGB) escolheu a jornalista Maíra Azevedo, criadora da personagem Tia Má como madrinha da 16ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia, que acontece na capital baiana no dia 10 de setembro próximo.  Maira foi reconhecida pelo site blogueiras negras na lista das vinte e cinco mulheres negras mais influentes da internet sucesso graças a sua personagem Tia Má, criada após a jornalista ter recebido uma “catada horrível”, e ter decido criar um vídeo ensinando um homem a se dirigir de forma educada a uma mulher. O vídeo recebeu tantos visitantes que a jornalista decidiu criar um canal no Youtube para falar de sexo, machismo, LGBTfobia de forma bem-humorada, uma resposta individual, que cada pessoa pode criar para educar e denunciar a opressão do gênero. De acordo com o presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, a escolha da jornalista para ostentar a faixa de madrinha se deu por ela reunir em si a síntese da mulher negra vitoriosa na vida e no trabalho, por possuir pensamento crítico sobre os temas da atualidade envolvendo sexualidade, cultura, comportamentos sociais e artes, ser formadora de opinião junto e fora da comunidade negra e de gênero, por meio de suas inserções inteligentes e articuladas em meios nacionais de comunicação de massa. A jornalista respondeu ao convite do GGB nessa terça-feira, feliz pelo reconhecimento de sua atuação ativista reconhecida pela entidade.  “Me sinto honrada em ter recebido esse convite! Aprendi em casa que o combate a homofobia, a lesbofobia e a transfobia não é uma luta restrita a população LGBT e sim de todas as pessoas que estão comprometidas em desenvolver um país mais justo” declarou Maira Azevedo, Tia Má. O GGB reconhece ainda que no trabalho jornalístico, postura cotidiana, gestual e modo de comunicar-se com a sociedade em geral aspectos reveladores de que entre mulheres, gays, lésbicas, travestis e transexuais existem mais semelhanças que desigualdades, por reconhecer que esses grupos sofrem vítimas do machismo e do sexismo, mas que graças as novas tecnologias de comunicação social estão virando esse jogo. Essa virada de mesa inclui também o resgate da vítima e do agressor. A jornalista receberá faixa de madrinha em cima do trio oficial da 16ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia, ao tempo que fará discurso de abertura do cortejo de trios que saem por volta das 15h do Campo Grande Centro de Salvador e percorre o mesmo circuito do carnaval do centro de Salvador. No período de 4 a 10 de setembro a cidade recebe a VI Semana da Diversidade que reúne atividades culturais artísticas, seminários e mostra de filmes todos os eventos aberto a participação gratuita do público. O Destaque da programação vai para a ‘Mostra Anos Setenta” que vai reunir filmes, música e artes dos anos de setenta e discutir como isso influenciou os novos movimentos LGBT nas artes. Preta Gil, primeira dama Fátima Mendonça, Edson Cordeiro, cantor Geronimo, Ivete Sangalo e Daniela Mercury consta na relação de agraciados com o titilo de padrinho ou madrinha pelo GGB. O evento é uma realização do Grupo Gay da Bahia (GGB) com apoio da Prefeitura do Salvador, Governo da Bahia, Laboratório Sabin, Shopping da Bahia e Embaixada do Canadá. Mais informações (71) 999894748

O MARTÍRIO DE DANDARA

Brasil é país que mais mata travestis e transexuais Matança da população LGBT foi recorde em 2016, com 347 mortes. Subnotificação mascara a violência O assassinato da travesti Dandara Kataryne, de 42 anos, em Fortaleza, é a ponta de um iceberg de uma população que vem sendo dizimada pelo ódio e pelo preconceito. Monitoramento da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (Rede Trans Brasil) aponta que, apenas neste ano, 25 travestis e transexuais foram assassinados no país. Assim como Francisca Vasconcelos, mãe de Dandara, Erivanda Jorge Moreira, de 43, sabe o tamanho dessa dor. Em 2013, Poly, com 20 anos, partiu. “Ela saiu para a ‘esquina’ e a acharam morta. Era um homem que perseguia viado. Abusou dela e depois matou com um gargalo de garrafa”, conta Erivanda, com camisa estampada com a foto da filha, em protesto por causa de Dandara. “Ele não foi preso”, diz, ao lado de dona Francisca. Segundo outro levantamento, do Grupo Gay da Bahia (GGB), mais antiga associação de defesa dos homossexuais e transexuais do Brasil, aponta que 2016 foi o ano com o maior número de assassinatos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) desde o início da pesquisa, há 37 anos. Foram 347 mortes. Minas Gerais ocupa o quinto lugar nesse ranking, com 21 mortes. São Paulo lidera a lista, registrando 49 assassinatos. Mas o próprio GGB ressalta que os números são subnotificados, já que faltam estatísticas oficiais. (mais…..)  

MULHER DE VERDADE!

Não existe apenas uma forma de ser mulher. Travestis, transexuais, lésbicas e bissexuais são mulheres de verdade. Por Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB). Neste dia 8 de março de 2017, Dia Internacional da Mulher, o Grupo Gay da Bahia (GGB) joga luzes no debate de gênero a partir do pressuposto de que no mundo contemporâneo não existe apenas uma forma de ser mulher, ou pertencer ao gênero feminino. Mulheres transexuais, travestis e lésbicas existem e reivindicam seu espaço de participação, política e social, dentro e fora do ativismo de gênero no Brasil e no mundo. Quando falamos em “pessoas Trans” nos referimos a todos aqueles que questionam os limites impostos pelo sexo, sejam homens e mulheres transexuais, travestis, drag queens, drag kings, butchers, etc, sendo que aqui nos centraremos na luta das mulheres transexuais e travestis pela conquista de seu lugar de fala e espaço político, de direitos, reconhecimento de sua condição de cidadão e de um tratamento igualitário em relação às mulheres cisgênero. Vivemos um momento de fluidez de gênero e de proliferação de identidades sexuais, razão porque é cada vez mais importante lutar pelo reconhecimento da diversidade e pelo direito de cada pessoa ser e exercer sua sexualidade de maneira plena. O gênero fluido se apresenta como uma alteração e subversão dos papéis tradicionalmente assegurados ao “homem” e a “mulher”, existindo, hoje, múltiplas formas de masculinidade, feminilidade e de reformular o próprio corpo, devendo todas ser aceitadas e respeitadas por igual, porque o indivíduo pode e deve ser o que quiser, onde quiser e a sua maneira. O GGB parte do ponto de vista de que ser mulher é uma condição social e que isso não depende, exclusivamente, do sexo biológico, sendo a nossa proposta dar visibilidade a estas outras feminilidades, incentivando-as a serem as senhoras de seus próprios destinos. Conviver com essas mudanças, no entanto, requer um exercício de entender o outro nas suas necessidades. Mulheres Transexuais e Travestis, assim como todas as pessoas trans, são vítimas cotidianamente de violência física e psicológica por sua condição de gênero, o que se denomina como transfobia, mas também, algumas vezes, sofrem preconceito dentro dos próprios coletivos feministas cisgênero que não reconhecem às mulheres trans a sua própria condição de mulher, confundindo o sexo biológico com o gênero, entendendo-se cisgênero como aquele que se identifica com o gênero que lhe foi designado no nascimento, ou seja, as pessoas não-transgênero. Assim, na atualidade, as mulheres trans são um dos coletivos mais invisibilizados e oprimidos, tanto por sua condição feminina como por sua transexualidade, sendo necessário, para seu fortalecimento o diálogo e apoio, tanto dos grupos feministas como dos demais coletivos LGBTT, já que todos somos vítimas de opressão e discriminação social. O GGB acredita na luta pela diversidade sexual e de gênero e repudia todas as formas de opressão do indivíduo. É dever, não só do Estado e dos órgãos públicos, como também dos organismos não-governamentais e da sociedade civil, combater todas as formas de preconceito com base na orientação sexual, gênero ou sexo – homofobia, lesbofobia e transfobia -, uma vez que é condição fundamental de uma sociedade justa e democrática a erradicação de todas as condutas que violentam e oprimem indivíduos ou determinados grupos sociais. Por esta razão, o GGB aproveita este dia emblemático para lançar esse manifesto, reivindicando posturas, tanto do poder público como dos coletivos e da sociedade civil, orientadas a fortalecer a luta das mulheres trans, como coletivo especialmente vulnerável: Objetivos e Metas: 1) Fomentar a realização de campanhas patrocinadas pelos órgãos públicos, entidades feministas e entidades da sociedade civil em geral, de conscientização social sobre a diversidade de gênero e identidade sexual, com ênfase em temas como violência de gênero, homofobia e transfobia. 2) Incluir no discurso feminista as Travestis e mulheres Transexuais, exigindo uma proteção efetiva do Estado em questões como segurança, educação sexual, determinação do sexo biopsicossocial, tratamento hormonal, alteração do nome civil entre outras medidas, ressaltando que a cirurgia de redesignação sexual deve ser entendida como complementária dentro deste pacote de medidas e não como reivindicação fundamental; 3) Radicalizar no discurso político a ideia da diversidade de gênero no sentido de que existem várias maneiras de ser mulher e homem, de diversas orientações – heterossexual, homossexual, bissexual, pansexual, assexual, etc – e diversas identidades – gay, lésbica, homem trans, mulher trans, travestis, drags, butchers e outra infinidade de identidades que não abordaremos neste momento, mas que também têm direito a reivindicar seu espaço – devendo todos ter a liberdade de viver, ser feliz e se expressar como sujeito. 4) Exigência de cotas de participação política para as mulheres trans, que devem também ocupar assentos em Conselhos dos Direitos das Mulheres, Secretarias de Políticas para as Mulheres, Centros de Referência da Mulher, com o objetivo de garantir a inserção de suas demandas nas agendas destes órgãos e a adoção de ações continuadas, com destinação de recursos financeiros a projetos voltados a atender as necessidades deste coletivo específico dentro do gênero feminino; 5) Exigir a inserção nos regimentos internos dos órgãos públicos estaduais e municipais, Secretaria de Políticas para as Mulheres e as Comissões de Defesa dos Direitos das Mulheres da Câmara dos Deputados e de Vereadores da expressão “mulher transgênera”. ————————————————————————— Cisgênero significado – Em estudos de gênero, cissexual ou cisgênero são termos utilizados para se referir às pessoas cujo gênero é o mesmo que o designado em seu nascimento. Isto é, configura uma concordância entre a identidade de gênero e o sexo biológico de um indivíduo e o seu comportamento ou papel considerado socialmente aceito para esse sexo. Em algumas situações, cisgênero começa a ser usado para identificar uma identidade de gênero concordante com um dos géneros binários, independentemente de haver ou não concordância com o sexo biológico. Nesta perspectiva, cisgênero é o contraste de transgênero no espectro do identidades de gênero. De acordo com Jaqueline Gomes de Jesus (2012), cisgênero é “um conceito que abarca as pessoas que se identificam com o gênero que lhes foi

“A Vaidade” leva primeiro lugar no 20° Concurso de Fantasia do GGB na segunda de carnaval.

Salvador, Bahia, 28 de fevereiro de 2017 – Do GGB, imagens de Rose Batista. A Vaidade, fantasia da desfilante Sandra Farias, natural de Pernambuco, arrebatou os suspiros e mais de 90% dos votos da Comissão de Jurados, que deu mais uma vitória à carnavalesca trans, vencedora consecutivamente das últimas edições, se tornando tetra campeã do concurso.  Questionada em relação às penas por um jurado, considerando ele que as aves foram abatidas, a carnavalesca respondeu. “ No Brasil, não sacrificamos animais para fazer as nossas roupas, as penas de faisão vêm da China, porque naquele país esse animal é parte da dieta alimentar dos chineses”, disse. Esclarecendo ainda que plumas de Avestruz vêm da África e da Austrália, já as de Pavão são brasileiras e que esses animais renovam a plumagem e descartam por eles mesmos as penas. “ Carne de pavão não faz parte da dieta alimentar do Brasil, por ser uma carne muito dura de comer, as pessoas criam justamente por sua beleza, ou para vender as penas, mas não sacrificam os animais”. Conclui. O primeiro lugar em originalidade foi arrebatado por Nicolle Wellen, que levou a arte do mestre Vitalino para a passarela e emocionou os jurados.  Na mesma categoria, Roberto dos Santos levou o segundo lugar com “Tributo à Kirimure: a origem da Baia de Todos os Santos”. Foram ao todo cerca de 16 fantasias que se apresentaram no evento, que teve início as 16h30 com a apresentação da banda de raiz Fuscão e Samba, terminando por volta das 21h. Os shows previstos para acontecer durante o evento acabaram não ocorrendo devido a uma lamentável falha técnica da empresa que montou todo o sistema de som. Apenas a transformista Scarlet consegui fazer parte do seu espetáculo, acompanhada de um grupo de dança. A transformista apresentou música da cantora carioca Ludmilah “ A danada sou eu”. Scarlet, que antes se apresentava como cover da cantora Ivete Sangalo, anunciou nos bastidores do evento que a partir desse ano vai retirar o nome da cantora baiana do seu nome artístico e vai se chamar apenas “Scarlet”, sem Sangalo. Ela afirma que vai fazer algo mais original, mas comenta-se que teria sido magoada pela cantora ter esquecido de lhe convidar para fazer parte do desfile da Escola de Samba Grande Rio, que homenageou a cantora baiana nesse carnaval. O 20º Concurso de Fantasia Gay tem por finalidade contribuir para o fortalecimento do carnaval do centro de Salvador, levando espetáculo de arte, beleza e glamour de graça aos foliões baianos e turistas. Mostrar essas produções feitas por LGBT e ajudar a construir uma imagem positiva dessa população junto à sociedade brasileira. O evento celebrou os 37 anos de fundação do Grupo Gay da Bahia, fundado em 28 de fevereiro de 1980 pelo antropólogo Luiz Mott.  “ Uma honra poder fazer esse evento, contribuir com o carnaval de Salvador”,  disse Marcelo Cerqueira, presidente do GGB, informando ainda ser insuficiente esta atividade em apenas um dia. A entidade anuncia para o carnaval de Salvador 2018 que vai articular com a Prefeitura Municipal uma ocupação durante toda a semana da Praça castro Alves, revivendo uma cultura do carnaval democrático que volta como tendência nos próximos anos. A ocupação consiste em levar os bares LGBT da cidade para a Praça, oferecer música, shows, gastronomia, conforto e segurança para os foliões da cidade baixa e do subúrbio ferroviário. “Os gays classe média, preferem blocos, camarotes, mas os populares, não possuem esses recursos, não tem acesso democrático a festa”, disse Cerqueira. O evento é uma realização do Grupo Gay da Bahia (GGB), Quimbanda Dudu e Centro Baiano Anti-Aids (CBAA), contou com o apoio da Embaixada do Canadá e patrocínio da Prefeitura Municipal de Salvador.  O evento distribuiu durante o carnaval cerca de 45 mil preservativos, graças aos apoios das Coordenações de DST/Aids do Estado e do Município, cerca de vinte voluntários participaram da ação educativa Folia e Prevenção. Confira galeria dos jurados do 20 Concurso de Fantasia  Confira relação de premiados CATEGORIA LUXO 1-Sandra Farias, 40 anos, Recife, Pernambuco. Primeiro lugar categoria luxo, se tornando tetra campeã com a fantasia “ A vaidade”, o destaque da roupa são 8 mil penas de pavão, faisão e plumas de avestruz. 2- Geraldo Pontes, 49 anos, fantasia “Anjo Azul”, penas de pavão e cerca de 800 penas de faisão, Juazeiro, Bahia. 3- Jorge Barbosa, 37 anos, carnavalesco, “ Tritão o príncipe dos sete mares”, Juazeiro, Bahia. Confira ás imagens. CATEGORIA ORIGINALIDADE 1-Nicole Wellen, 18 anos. Da massa do massapé – Vitalino traz para você, Bonecos de barro do alto do Moura, Caruaru, PE. 2-Roberto dos Santos, 21 anos, Salvador, Bahia. Segundo lugar com a fantasia “Tributo a Kirimurê -a origem da Bahia de Todos os Santos” 3-Severino Queroga, 36 anos,  Caboclo Lanceiro. Terceiro lugar, fantasia confeccionada com garrafas de refrigerantes policromadas pelo artista. Confira ás imagens: